
Parlamentares governistas que integram a CPMI do INSS do Congresso Nacional decidiram incluir o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no relatório final alternativo da comissão.
A inclusão de Flávio ocorre em reação ao pedido de indiciamento do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, feito pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), em seu relatório final.
À coluna, o deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que o relatório alternativo pedirá o indiciamento de Flávio por suposto tráfico de influência junto ao Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do Rio.
“Ele (Flávio) tem muito influência no fundo previdenciário no Rio, que passou R$1 bilhão para o Master com influência do Flavio. Por isso o Flavio não fala do Vorcaro”, afirmou Correia.
Mais cedo, a coluna já havia antecipado que governistas ameaçavam pedir o indiciamento de Flávio no relatório alternativo, caso o relator apresentasse um parecer final com “disputa política”.
Base governista se mobiliza
O relatório alternativo da base governista está sendo preparado pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom).
O petista tem ligado para deputados e senadores da base permanecerem em Brasília até o sábado (28/3). A votação do relatório final começa na sexta-feira (27/3), mas pode se estender pelo fim de semana.
A expectativa dos governistas é que o relatório alternativo seja aprovado em detrimento do relatório oficial de Alfredo Gaspar. Aprevisão da base é de um placar de 20 votos a 11.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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