O empresário do ramo de ensino superior, de redes de supermercados e agronegócio, Rico Leite, foto, é hoje o nome que mais circula no grupo do senador Alan Rick (Republicanos) para ser o candidato a vice-governador da sua chapa para o governo.
A informação foi colhida pelo BLOG de fonte que circula próximo ao grupo do Alan. A justificativa mais citada é a de que Rico é um nome ficha limpa, bem conceituado no meio empresarial, e sua escolha aumentaria ainda mais a respeitabilidade da chapa.
O BLOG, também, colheu informação de que mesmo existindo hoje a tendência da escolha, o anúncio do nome que será ungido para ser vice, só deve ser anunciado mais na frente pela direção regional do Republicanos. Opinião do BLOG: se a escolha for confirmada, é um acerto do senador Alan Rick (Republicanos), e vai encorpar mais a sua candidatura para governador.
Já se filiaram no MDB, o deputado Pedro Longo, o professor Minoru Kinpara; na próxima terça-feira se dará a filiação do ex-deputado Ney Amorim; e, na quarta-feira, a da deputada federal Antônia Lúcia. A chapa terá ainda um nome a ser indicado pelo prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz. O MDB deverá abrir ainda conversa para a vinda da ex-deputada federal Vanda Milani.
Quem anunciou ao BLOG que deve deixar o MDB, é o vereador Eber Machado, por entender que ficaria difícil para ele se eleger deputado federal, na chapa em montagem. Minimiza o risco de perder o mandato ao se filiar a outro partido: “Pago para ser vereador”. Não definiu ainda em que novo partido se filiará.
Conversei ontem com o presidente do MDB, Vagner Sales, sobre a anunciada saída do vereador Eber Machado do partido, e pontuou: “Gosto do Eber, da sua família, quero que fique, mas não só eu que vou decidir a reação do MDB, pois há um entendimento do partido em não liberar mais ninguém desde a saída do deputado Emerson Jarude. Se ele entrar em outro partido seu mandato será pedido na justiça”.
O MDB já tem experiência sobre a saída de dois vereadores do MDB de Cruzeiro do Sul, que foram acionados na justiça e perderam os mandatos por infidelidade partidária. O mandato, pela lei, pertence ao partido. O Eber terá o mesmo destino.
Quem vai sair como candidato a deputado estadual pelo PT, é o Tiago Mourão; filho do ex-deputado estadual e federal Nilson Mourão, uma voz de oposição no tempo da ditadura e um parlamentar de uma eloquência fluente, que impressionava quando ocupava a tribuna na defesa da democracia. Tiago tem um belo exemplo em casa.
Vilas Boas, Pedro Abreu, Coronel Falcão, Moreira da Farmácia, Josa da Farmácia (CZS), Leôncio Castro, Eracides Caetano e Graça da Baixada, são alguns dos nomes comentados para integrar a chapa do candidato Tião Bocalom, na briga por vagas na ALEAC.
Quem se filiou ao Republicanos para disputar uma vaga de deputado federal, foi o empresário do ramo de turismo, Rizomar Araújo, o popular Rizo. É um profissional respeitado na sua área e cara nova na política.
Candidato que entrar na chapa formada pela federação PP-UB, para disputar um mandato de deputado estadual e tiver menos de sete mil votos, pode se antecipar e comprar a passagem para Manacapuru. A linha de corte para alguém se eleger na chapa da morte será muito alta.
Com toda estrutura da máquina do governo que sustenta a sua candidatura, se o médico pernambucano Fábio Rueda não for eleito com uma votação muito alta, pode esquecer a política é montar uma banca para vender bodó. O jogo para o eleger é muito pesado.
Acabou a farsa ideológica da ala de extrema direita do bolsonarismo, que tinha montado um palanque eleitoral na CPMI do INSS; a maioria dos membros rejeitou ontem o relatório político, e colocou um fim no triste espetáculo. Poderiam ter feito um trabalho isento, mas preferiram ir pelo caminho da politicagem. Chegou ao fim sem ter um documento formal.
A vice-governadora Mailza Assis (PP), que assumirá o governo no próximo dia 4, tem que chegar ao poder e criar um fato que cause impacto positivo na sua imagem de gestora, não pode assumir e simplesmente ficar na janela olhando a banda passar.
Até hoje não se sabe de forma oficial quem será o coordenador ou os coordenadores da sua campanha. A Mailza tem que ser ágil, o tempo passa, o tempo voa, e logo mais começa a eleição. Uma campanha para ser vitoriosa, tem que começar por uma boa organização.
Há um otimismo do grupo da vice-governadora Mailza Assis (PP), pelo fato de ter iniciado com 3% de aceitação e estar hoje com 20%, sem a campanha ter começado. Acham que na hora que a máquina for para a rua, o jogo vai virar ao seu favor.
O prefeito Tião Bocalom (PSDB) tem se dedicado em tempo integral em montar as suas chapas para deputado estadual e deputado federal. A sua dificuldade é que os nomes políticos mais sólidos já estão nas chapas adversárias para a Câmara Federal e para a ALEAC. Quer deixar a discussão sobre o vice para depois.
O deputado Luiz Tchê (PDT) tem como meta principal montar uma chapa de candidatos a deputado estadual para lhe reeleger. A chance de montar uma chapa competitiva para deputado federal é remota. Não é amador, sabe que o jogo é difícil.
O senador Sérgio Petecão (PSD) tem uma simpatia pela candidatura de Mailza Assis (PP) ao governo, mas não vai lhe declarar apoio, depois de ter ficado sem espaço na sua chapa. Vai liberar seus candidatos a deputado para votar em quem bem quiser.
Tenho ouvido de vários deputados críticas sobre o fato de não saberem com quem conversar no governo, sobre a campanha eleitoral. Política é conversa, conversa e muita conversa.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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