
A Polícia Civil prendeu em flagrante uma mulher de 37 anos, nessa sexta-feira (27/3), em Jarinu, no interior do estado de São Paulo. Segundo as investigações, ela era responsável pela venda irregular de remédios para emagrecer.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), os policiais civis se passaram por interessados na compra do produto. Durante a abordagem, a indiciada foi flagrada pelos agentes com quatro ampolas, seringas descartáveis e materiais para a refrigeração do produto dentro de um veículo.
A Polícia Civil afirma que a mulher confessou que tinha a intenção de vender cada dose por R$ 570. Ainda segundo os policiais, a indiciada permitiu acesso ao seu celular para que a investigação tivesse sequência.
Na Delegacia de Jarinu, o caso foi registrado como falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto terapêutico ou medicinal.
Alertas
Desde o ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem emitido uma série de alertas a respeito da comercialização irregular de canetas emagrecedoras e insumos para a produção de remédios para emagrecimento.
A Anvisa afirma que medicamentos com GLP-1 estão sujeitos à prescrição médica, com retenção da receita. O uso de medicamentos não aprovados dificulta, inclusive, a rastreabilidade, o que pode afetar a identificação em caso de danos à saúde.
Segundo a Anvisa, “nenhum medicamento pode ser comercializado no Brasil com orientações ou bula em língua estrangeira, o que implica riscos aos pacientes, como dificuldade de compreensão para o paciente e erros de administração”, afirmou, em nota divulgada em novembro.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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