“Abelha” e “Português”: polícia faz operação contra chefes do CV

PCERJ/Divulgação
Influenciadores que exibiam "grau" e "pegas" viram alvo de operação

As polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro deflagraram, na manhã desta terça-feira (17/3), uma grande operação contra o tráfico de drogas ligado ao Comando Vermelho (CV) na região da Lapa, no Centro da capital.

A ação, batizada de Operação Colmeia e inserida no escopo da Operação Contenção, é resultado de uma investigação que durou mais de um ano e levou ao indiciamento de ao menos 25 traficantes. Até o momento, 11 suspeitos foram presos.

Segundo as investigações, o tráfico na Lapa era controlado por integrantes do CV e tinha como principais líderes Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como “Abelha”, e Anderson Venâncio Nobre de Souza, o “Piu” ou “Português”.

De acordo com a polícia, “Português” seria o responsável pela operação direta do tráfico na região, coordenando a distribuição e a venda de entorpecentes.

Base do esquema

As apurações indicam que a preparação e distribuição das drogas eram feitas a partir da comunidade do Fallet/Fogueteiro, onde parte dos integrantes da organização também se escondia.

A operação se estende ainda a outras áreas, como a comunidade dos Prazeres e pontos estratégicos da própria Lapa.

Um dos pontos que chamou a atenção dos investigadores foi a atuação de suspeitos responsáveis pela logística do esquema, conhecidos como “gerentes de carga”.  Alguns deles não possuíam antecedentes criminais ou mandados anteriores.

Operação integrada

A ação mobiliza equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e do Ministério Público, incluindo unidades especializadas e setores de inteligência. Participam da ação agentes da Polinter, DGPE, DGPC, Core, Bope, BAC e da Subsecretaria de Inteligência da PM.

Ao todo, a Justiça expediu 28 mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.

A operação é fruto de um trabalho integrado entre as forças de segurança e busca desarticular toda a cadeia do tráfico que atua na região central do Rio.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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