Douglas Souza do Nascimento, conhecido como “Mancha”, de 34 anos, morto na manhã de sexta-feira (27) em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tinha passagens pela polícia do Acre e era investigado por homicídios pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rio Branco.
Segundo a Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, “Mancha” foi morto em confronto com integrantes do Grupo Choque quando saía da casa onde morava, no bairro Jardim Campo Oeste, na periferia de Campo Grande. De acordo com a versão policial, ao perceber que seria abordado, ele teria ameaçado sacar uma arma e foi alvejado por vários disparos. Socorrido a um hospital próximo, não resistiu e morreu durante o atendimento. A família contesta a versão apresentada pelos policiais.
Em março do ano passado, quando ainda residia em Rio Branco, Douglas foi preso por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e liberado durante a audiência de custódia. Antes dessa prisão, ele já havia sido apontado como envolvido em homicídios e era alvo de investigação da DHPP, com pedido de prisão preventiva em aberto.
A família não se manifestou sobre o translado ou não do corpo para o Acre.
Fonte: Conteúdo republicado de ac24horas

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