
Familiares e amigos da policial militar Gisele Alves Santana, encontrada morta no apartamento em que morava, no Brás, região central de São Paulo, protestam neste sábado (28/2), em frente à Corregedoria da Polícia Militar (PMSP).
Uma das manifestantes reclamou de “negligência” da corporação para a qual Gisele trabalhava. Inicialmente, o caso foi tratado como suicídio, mas pessoas próximas apontam para possível feminicídio.
“O silêncio que tem aqui agora não é de omissão, talvez de alguns, mas não na sua totalidade. É um silêncio que vem de uma hierarquia, de uma corporação arcaica, que da porta para dentro do quartel existe uma ditadura e que todos eles passam por isso em silêncio, aí a Gisele também passava por isso”, disse uma manifestante.
O ato começou na Rua Alfredo Maia, no bairro da Luz, por volta das 9h da manhã. Os participantes, então, seguiram caminhando e pedindo “justiça” pela morte, investigada atualmente como suspeita.
PM foi encontrada morta com tiro na cabeça
O marido também foi ouvido e a polícia aguarda a chegada de exames e laudos periciais para determinar se houve um crime violento ou não.
Quando procurada pela reportagem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o caso havia sido classificado como suicídio e, por isso, não divulgou mais informações.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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