
Aos 25 anos, um idoso tem aproveitado sua aposentadoria para ajudar outros amigos da terceira idade. Estamos falando de Henry, um cão que foi resgatado em condições insalubres e, agora, ajuda outros animais de estimação em abrigos.
Entenda
Em entrevista a um portal americano, Lori Larson contou que conheceu o cachorro, da raça rat terrier, em 2010. Ele foi encontrado preso junto com outros 29 cães em um fundo de quintal extremamente precário e superlotado.

O grande resgate
No dia do resgate, Lori recebeu uma ligação oficial da Geórgia: “Se você não for para lá, eles vão acabar atirando nesses cachorros”. Comovida, decidiu levar os 29 peludos — que, depois, viraram 60 por causa das cadelas grávidas — para um abrigo de animais fundado por ela e seu marido, Jim.
Felizmente, no meses seguintes, a maior parte dos caninos conseguiram um novo lar. No entanto, entre os 11 restantes, ficou Henry. Segundo a mulher, o pet era pouco socializado e chegou apavorado ao abrigo, ao ponto de nem aceitar toque.
Mas, para Lori, ainda havia esperança. “Enquanto eu puder manter os animais seguros, eles podem ficar. Não vou sacrificar nada por falta de espaço.”
Graças à paciência e cuidado dela, Henry conseguiu entender que também existia amor, confiança e proteção.

Missão de vida
Com o passar do tempo, o cãozinho começou a se abrir. Segundo a protetora, hoje ele é um “pequeno cavalheiro” e se sente mais confortável no colo dela. O que começou como uma história triste, atualmente é quase motivo de recorde: em janeiro deste ano, Henry comemorou seus 25 anos e pode entrar para o Guiness World Records com o título de “cão mais velho do mundo”.
Atualmente, Lori está cumprindo os procedimentos de inscrição, que exigem testes de DNA e outros registros veterinários. Ela segue esperançosa: “Henry vai conseguir”. Além disso, o ancião de quatro patas — que é cego e toma Viagra para tratar hipertensão pulmonar — está ajudando o casal a arrecadar fundos e conscientizar pessoas sobre animais idosos em abrigos.
A ação é promovida em sua página no Facebook e no Instagram. Lori comentou que tratar pets idosos pode ser muito caro e deu o exemplo do próprio peludo. Além dos custos básicos, ele frequenta cardiologista e pneumologista, com cada consulta custando cerca de US$ 1.100.

“Os abrigos recebem dinheiro por causa de novas necessidades, mas aqueles que não praticam eutanásia ainda precisam de manutenção para esses cães”, afirma.
O objetivo final é arrecadar pelo menos US$ 100.000 para doar subsídios a outros abrigos. A ideia é apoiar o cuidado de animais idosos, que passam boa parte da vida nesses locais e, muitas vezes, morrem sem conseguir um lar. Além dos perfis nas redes sociais, eles também têm uma página em uma plataforma de doação para alcançar a meta.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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