Aos 83 anos, veterano do Exército trabalha como "abraçador de bebês"

Reprodução/Facebook
Lynn Harris no hospital

Lynn Harris é um aposentado de 83 anos que passou boa parte de sua vida trabalhando no Exército. Segundo ele, era um emprego bem “pesado”. Agora, durante sua aposentadoria, ele decidiu seguir um caminho mais tranquilo: o de “abraçador de bebês profissional”.

Entenda

Lynn Harris
Lynn Harris no hospital

“Abraçador de bebês”

Desde que se juntou à equipe, Harris tem auxiliado o hospital em diversas funções. Há oito anos, ele se tornou um “abraçador profissional de bebês” na unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) e, desde então, trabalha com os pequenos.

Durante sua rotina no hospital, Harris vai de um bebê chorando para outro, acalmando-os da melhor maneira possível. Segundo o idoso, ele tem uma grande vantagem por ser homem e trabalhar nessa área.

“Como a maioria dos funcionários e voluntários são mulheres, sua voz e suas conversas interessantes sobre ‘fumar charutos e beber whiskey’ costumam surpreender os bebês e acalmá-los quase que imediatamente. Eles não fazem ideia do que estou falando. É só que alguém está falando com eles’, contou ao programa Today.

Lynn Harris no hospital
Lynn Harris trabalha na UTI neonatal de um hospital no Texas (EUA)

Diagnóstico e mudança de planos

No início de 2025, Harris foi diagnosticado com labirintite, uma infecção que causa inflamação do ouvido interno. Sua condição o impede de manter o equilíbrio ou identificar a origem de um som, o que o obrigou a mudar suas responsabilidades na UTI neonatal.

Embora não possa mais pegar os bebês no colo, ele ainda ajuda repondo suprimentos e mantendo enfermeiras e pais felizes.

Harris incentiva a todos, especialmente os homens, a dedicarem seu tempo às UTIs neonatais em todo o país que precisam de ajuda.

“Os homens não sabem do que se trata”, disse ele. “Eles não sabem o quão gratificante e satisfatório é olhar para uma criança pequena e conseguir algum tipo de conexão com ela, e então voltar um ou dois dias depois e ela te reconhecer. Ele não consegue falar, não consegue me mostrar o dedo do meio, não consegue fazer nada. Mas ele me reconhece.”

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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