Após caso de Maíra Cardi, expert explica como tratar o bigode chinês

Instagram/Reprodução
Maíra Cardi

A revelação da influenciadora Maíra Cardi sobre a necessidade de uma cirurgia para remover o polimetilmetacrilato (PMMA) de seu rosto acendeu um alerta sobre a segurança em procedimentos estéticos. A empresária busca reverter complicações que incluem risco de necrose, decorrentes de um preenchimento antigo para suavizar o “bigode chinês”. O caso reforça a importância de diferenciar substâncias definitivas de tratamentos absorvíveis e seguros.

Entenda

Os perigos das substâncias definitivas

De acordo com Carine Amaral, especialista em harmonização orofacial, o episódio vivido por Maíra Cardi é um exemplo clássico dos perigos de materiais permanentes.

“Materiais definitivos podem gerar complicações difíceis de tratar. Em muitos casos, a única alternativa é a cirurgia, que nem sempre permite a retirada total do produto”, explica Carine, sócio-fundadora da Espaço Facial.

O sulco nasogeniano, que motivou o procedimento da influenciadora, é agravado por fatores como exposição solar, tabagismo e variações de peso. Contudo, segundo Carine, a medicina estética evoluiu para evitar o uso de plásticos no rosto, focando em regeneração e suporte.

foto colorida de parte do rosto de uma mulher mostrando o bigode chines
O sulco nasolabial pronunciado conhecido como (bigode chinês) é uma das queixas mais frequentes nos consultórios

Alternativas seguras e tecnológicas

Atualmente, o preenchimento com ácido hialurônico é a técnica mais difundida por ser reversível e durar entre 12 e 18 meses. Diferente do PMMA, ele é naturalmente absorvido pelo organismo. No entanto, Carine ressalta que o foco hoje está nos bioestimuladores de colágeno, que recuperam a firmeza da pele de dentro para fora.

Além dos injetáveis, a tecnologia oferece outros recursos para quem deseja eliminar as marcas sem riscos severos:

Para a especialista, a segurança deve ser a prioridade absoluta. O uso de materiais absorvíveis permite que o rosto envelheça de forma natural e que eventuais ajustes sejam feitos sem a necessidade de intervenções cirúrgicas invasivas. “O objetivo é tratar o envelhecimento de forma progressiva e segura, preservando a saúde do paciente”, conclui Amaral.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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