
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta sexta-feira (6/2) a argentina Agostina Páez, de 29 anos, após a Justiça determinar o detimento preventivo da mulher, por ofensas racistas contra quatro funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul do Rio.
Ela foi encontrada por policiais civis em localizada em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
A argentina foi flagrada em um vídeo fazendo os gestos imitando um macaco, e sendo repreendida pelas amigas, em 14 de janeiro. A Polícia Civil também analisou vídeos de câmeras de segurança e ouviu testemunhas.
Veja:
Agostina já estava impedida de deixar o Brasil e usando tornozeleira eletrônica, e acabou presa após o Ministério Público do Rio de Janeiro enviar denúncia ao Poder Judiciário do Rio, que acatou e determinou a prisão preventiva.
Segundo com a ação penal, Agostina estava com duas amigas em um bar de Ipanema, quando discordou dos valores da conta e chamou um garçom do estabelecimento de “negro”, de forma ofensiva, com o propósito de discriminá-lo e inferiorizá-lo.
O Ministério Público rejeitou a versão apresentada pela argentina de que os gestos teriam sido brincadeiras dirigidas às amigas, “especialmente diante do fato de que uma das turistas tentou impedir Agostina de continuar com as ofensas, o que evidencia a consciência da acompanhante quanto à reprovabilidade da conduta”.
Argentina se pronunciou após decretação de preventiva
Nessa quinta-feira (5/2), a argentina publicou um vídeo se pronunciando pela primeira vez sobre o ocorrido, após a decretação da prisão preventiva.
No vídeo, ela disse estar “desesperada e morrendo medo”, e alegou que estava a disposição da Justiça.
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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