
Autoridades do Núcleo de Observação e Análise Digital (Noad), estrutura formada por policiais civis e militares e peritos digitais da Secretaria da Segurança Pública (SSP) de São Paulo desarticularam, nesta segunda-feira (2/2), um grupo que planejava uma manifestação violenta na Avenida Paulista. Alguns integrantes já estavam no local quando foram abordados pela Polícia Militar (PM). Eles portavam objetos como: explosivos, máscaras, coquetéis molotov e cartazes.
Segundo SSP, o ataque aconteceria às 14h desta segunda-feira (2/2), em ação coordenada, pontos em outras cidades, como Rio de Janeiro e Brasília, também seriam alvos.
“A manifestação era contra governos, sejam eles de direita, esquerda ou centro. Eles não tinham, exatamente, informações sobre contra qual governo eles gostariam de reivindicar [protestar]. Eles querem a chamada liberdade, não querem ser governados por ninguém. Uma pauta absurda, mas observamos isso nas redes sociais”, afirmou o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, sobre a motivação dos suspeitos.
Foram identificados 12 suspeitos, com idades entre 15 e 30 anos. Todos foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos. Além do material com os indivíduos que estavam na Avenida Paulista, os policiais apreenderam simulacros de arma de fogo, canivetes e armas de fogo na casa de um adolescente, de 15 anos, em Botucatu, interior do estado.
Ataque a bombas na Paulista
Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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