Ao Metrópoles, a direção afirma que, nos últimos 30 anos, o Bloco do Crocodilo passou por um “empurrão progressivo” para o fim do desfile, ignorando o caráter pioneiro do trio, que participa do circuito desde a inauguração do trajeto em 1996.
Entenda o caso
“O bloco foi deslocado do início da fila para posições cada vez mais periféricas e não foi promovido à dianteira do desfile mesmo após a extinção de blocos que tradicionalmente abriam a festa. O espaço deixado pelos blocos extintos não foi herdado pelo Crocodilo, sem explicação oficial. Ao longo de três décadas, o bloco perdeu função estratégica na organização do desfile, enquanto outros foram sistematicamente privilegiados“, destaca a organização.
A empresária Malu Verçosa Mercury, diretora do bloco, defende que a gestão do Carnaval de Salvador ignorou nos últimos 30 anos o tempo de trajetória do bloco, um dos critérios usados pelo Conselho Municipal do Carnaval para definir a ordem do desfile. A atitude também estaria menosprezando a importância de Daniela Mercury para a folia da capital baiana.
“Com o anúncio de que Daniela Mercury passaria a desfilar com o Bloco Crocodilo na Barra, outros blocos foram se encaixando antes dela por determinação da gestão municipal da época. O Carnaval na Barra não existia domingo, segunda e terça, reitero aqui. Com o passar dos anos, esses blocos deixaram de existir, mas o Bloco Crocodilo não foi reposicionado para o primeiro lugar, sendo sempre preterido e prejudicado nos desfiles”, afirma.
“Temos uma festa que tem mulheres poderosas em destaque, como Daniela, Ivete, Margareth e não temos nenhum circuito homenageando nenhuma mulher. Só os homens têm destaque e reconhecimento. É preciso mudar e essa discussão chama a atenção para isso. Espero que provoquemos reflexões nas autoridades, em quem organiza o carnaval e também com o grande público”, concluiu.
A forte chuva que atingiu o município de Caieras, na região metropolitana de São Paulo, nessa sexta-feira (13/2), causou a queda de dezenas de árvores e interrompeu o fornecimento de energia em algumas regiões da cidade(veja vídeo abaixo). O bairro Nova Caieras foi o mais afetado e permanece sem energia cerca de 20 horas após a interrupção.
No final da tarde de sexta, durante chuva intensa e rajadas de vento, houve falha em uma linha de transmissão na região de Mairiporã, provocando a interrupção no fornecimento.
A empresa informou que o problema ocorreu em linhas de transmissão da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), que abastecem subestações da distribuidora. Equipes das duas companhias atuaram em conjunto para restabelecer o serviço e apurar as causas da ocorrência. Não houve registro de feridos.
O transtorno também afetou o sistema de trens metropolitanos, que teve que operar com velocidade reduzida entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Jundiaí da linha 7-Rubi.
“A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil atuou no local, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, concessionária de energia elétrica e Polícia Militar, acompanhando as ações de segurança e resposta à ocorrência”, informou a Defesa Civil.
“Agora ele é pivete Sangalo”, brincou Ivete, citando o apelido do rapaz. “É o meu pivete Sangalo, coisa mais linda que aconteceu nas nossas vidas”, completou a cantora.
Shaw ainda se declarou ao público, com a ajuda de Ivete, e fez questão de dizer o quanto ama a cantora: “Ele só precisou de segundos para entender e realizar como vocês são mágicos e esse lugar é incrível.”
“Ele diz que o melhor lugar do mundo é a Bahia. Como eu vou duvidar de um homem desse? Não vou duvidar”, finaliza Ivete.
O segundo dia do Carnaval em Rio Branco, neste sábado (14), tem como um dos destaques a escolha das realezas na categoria Rainha Gay e Rainha Trans. A disputa integra a programação oficial do evento promovido pela Prefeitura de Rio Branco e ocorre entre 19h e 21h, no palco principal montado na Praça da Revolução. […]
A programação do Carnaval Rio Branco Folia 2026 continua neste sábado (14), na Praça da Revolução, com atrações musicais e a escolha das novas Rainha Trans e Rainha Gay do evento. A festa começa às 18h e segue até as 3h da madrugada. A abertura da noite fica por conta do DJ Black, que se […]
Lúcio Mauro Filho precisou se ausentar do Caldeirão neste sábado (14/2). O integrante da banda Lucio Mauro e Filho não participou porque fraturou o pé e ainda se recupera do acidente.
“Quero mandar um recado para Lúcio Mauro, meu irmão, meu amor. A gente está com muita saudade. Melhoras para você, já já você está de volta”, disse Mion durante o programa.
Ele ainda contou que Thais Piza comandará a banda do Caldeirão até o retorno de Lúcio Mauro Filho: “O Lucinho machucou o pé, mas vai ficar tudo bem, já está tudo bem, está só se recuperando, vai deixar a filharada sob a minha supervisão, com a irmã mais velha aqui, Thais Piza, com o microfone, durante alguns dias”.
Esta é a primeira vez que Lucinho, como é chamado pelos amigos, se ausentou do programa desde sua estreia. No Instagram, ele lamentou: “Pela primeira vez não estarei com meus parceiros no programa, em virtude do meu pé quebrado, mas para os artistas isso sempre foi sinal de sorte!”.
“Sorte de poder ser tão bem representado por essa filharada linda que me enche de orgulho”, completou.
Russian Presidential Press and Information Office / Handout/Anadolu Agency/Getty Images
A Rússia acusou o Ocidente de “necropropaganda” e rebateu as acusações de ter envenenado Alexei Navalny. A declaração ocorre depois que um grupo de países europeus afirmou ter confirmado a presença de toxina fatal em exames do opositor de Vladimir Putin.
A “necropropaganda” não é um termo utilizado na língua portuguesa, mas trata da exploração da morte de alguém para fins políticos ou midiáticos, manipulando sentimentos e a opinião pública.
Em nota divulgada pela Embaixada da Rússia no Reino Unido neste sábado (14/2), o governo russo afirma “não haver razões para acreditar em ‘descobertas’ de ‘especialistas’ do Ocidente” — com aspas originais do comunicado.
O texto questiona ainda a veracidade do exame citado por europeus:
“Como ocorreu com o caso Skripal [ex-espião russo envenenado em 2018], quando houve sérias acusações, histeria midiática, zero evidências e questionamentos que acusadores preferem ignorar. Então, o que foi afinal — veneno da pele de um sapo sul-americano ou Novichok [outra espécie de veneno que Putin é acusado de utilizar para matar um outro crítico de seu regime]?, diz o texto (leia a íntegra abaixo).
Ao negar as acusações, a Rússia afirma ainda que é “realmente chocante” o método utilizado por políticos ocidentais.
“A necropropaganda. Isso não é uma questão de justiça, mas sobre a banalização de mortos. Mesmo depois da morte de um cidadão russo, Londres e as capitais europeias não podem permitir que ele descanse em paz — algo que diz muito sobre aqueles que instigam esta campanha”.
Alexei Navalny, suspostamente morto envenenado com toxina de um rã com origem no Equador
Veneno de sapo e Novichok
De acordo com o documento assinado pelo Reino Unido, Suécia, França, Alemanha e Holanda, exames realizados no corpo de Alexei Navalny indicam que ele foi envenenado com epibatidina, toxina encontrada em sapos nativos da América do Sul.
Em fevereiro de 2024, ele foi encontrado morto na prisão onde cumpria sua pena, na Rússia. No documento, europeus afirmaram ainda que, pelo fato de Navalny cumprir prisão na Rússia, o país tinha “os meios, motivos e oportunidades para administrar o veneno”.
Serghei Skripal, ex-espião russo que a Rússia também é acusada de matar envenenado
Em 2018, o Kremlin foi acusado de envenenar e matar Serghei Skripal, um ex-espião russo que vivia em Londres e que foi condenado a 13 anos de prisão por “alta traição na forma de espionagem”. Em 2010, Skripal recebeu perdão governamental e foi incluído em uma “troca de espiões” entre o Ocidente e a Rússia, recebendo refúgio em solo britânico.
Semanas após a morte do ex-espião, a Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPCW) afirmou que havia encontrado indícios da morte por envenenamento por um agente nervoso de “alta pureza”. A investigação foi realizada a pedido do governo britânico.
O relatório sigiloso da OPCW menciona a estrutura química do Novichok, mas não usa seu nome. Esse tipo de agente nervoso foi desenvolvido pela União Soviética e sua existência foi revelada pela primeira vez no início dos anos 1990 por um cientista dissidente.
O que disse a Rússia (texto traduzido para português)
“Somos mais uma vez compelidos a chamar a atenção para o espetáculo político encenado à margem da Conferência de Segurança de Munique por representantes do Reino Unido e de vários países europeus. Londres afirma que a toxina epibatidina foi identificada em determinadas amostras supostamente relacionadas à morte de um cidadão russo em 2024 e, com base nisso, a Rússia é acusada de violar a Convenção sobre Armas Químicas.
Não há qualquer razão para acreditar em ‘descobertas’ de ‘especialistas’ ocidentais. Como no caso Skripal, há acusações estridentes, histeria midiática, nenhuma prova e uma série de perguntas que os acusadores preferem ignorar. Então, o que foi afinal — veneno da pele de um sapo sul-americana ou Novichok?
Igualmente revelador é o envolvimento subserviente de veículos de mídia alinhados, atuando em conjunto com estruturas políticas e serviços de inteligência de países ocidentais. O objetivo desse espetáculo ridículo é claro: reavivar um fervor anti-russo em declínio nas sociedades ocidentais. Se não há pretexto, ele é laboriosamente inventado.
Já nos acostumamos à debilidade intelectual dos fabulistas ocidentais. Cabe perguntar que tipo de pessoa acreditaria nesse absurdo sobre um sapo.
O que realmente chocante, porém, é o método agora adotado por políticos ocidentais — a necropropaganda. Não se trata de justiça, mas de banalização com os mortos. Mesmo depois da morte de um cidadão russo, Londres e as capitais europeias não podem permitir que ele descanse em paz — algo que diz muito sobre aqueles que instigam esta campanha”
A Sabesp, empresa responsável pela água e esgoto em São Paulo, terá de pagar R$ 1,5 milhão ao FinaclimaSP, fundo de financiamento do governo paulista para bancar iniciativas de restauração ambiental.
O pagamento faz parte das medidas compensatórias definidas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) por um vazamentos ocasionado pelas obras de recuperação de um interceptor de esgoto localizado na Marginal Tietê, na altura da Ponte Atílio Fontes, na zona norte da capital.
As equipes, agora, trabalham no interior da tubulação, a 18 metros de profundidade. A previsão é que a obra seja concluída no fim de março.
Segundo o governo paulista, a Sabesp também terá de fazer o desassoreamento para retirar carga orgânica depositada em trechos dos rios Tietê e Pinheiros. As medidas, diz o governo, serão acompanhadas de forma rigorosa, com prazos estipulados e obrigações técnicas definidas.
Em nota, a Sabesp diz que a medida compensatória faz parte de um compromisso estruturante para o saneamento paulista e que a empresa quer investir R$ 23 bilhões para revitalizar os rios.
“A recuperação dos rios Tietê e Pinheiros é prioridade estratégica. A atuação coordenada entre operador de saneamento e órgão ambiental reforça a governança, amplia a transparência e consolida soluções permanentes para passivos acumulados ao longo de décadas”, diz a companhia.
O valor pago ao FinaclimaSP é decorrente de multas aplicadas pela Cetesb à Sabesp.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde de sexta-feira (13), aproximadamente 10 quilos de substância entorpecente durante fiscalização no km 167 da BR-364, no município de Bujari/AC. Por volta das 17 horas, a equipe abordou um veículo I/VW Tiguan 2.0 T, de cor branca. Durante os procedimentos de fiscalização, os ocupantes demonstraram nervosismo exacerbado […]