A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tornou pública a conversa entre a cabine do VAR e o árbitro Bráulio da Silva Machado sobre a expulsão de Yuri Lara, do Mirassol. O atleta do clube paulista fez uma falta dura em Kaique Kenji, do Cruzeiro, na partida dessa quarta-feira (12/2).
Escute o áudio:
Durante a revisão, o árbitro de vídeo destacou o uso de “força excessiva”, o que levou Bráulio a mudar o cartão amarelo para vermelho. No campo, o juiz chegou a desabafar com os jogadores: “Quebrou a perna do cara”.
O jovem atacante celeste, que saiu de campo sem conseguir apoiar o pé, passará por exames de imagem em Belo Horizonte nesta quinta-feira (12/02) para avaliar a gravidade da lesão.
Em campo, Mirassol e Cruzeiro empataram em 2 x 2. Nathan Fogaça e Negueba marcaram para o time paulista, enquanto Wanderson e Kaio Jorge balançaram as redes para os mineiros.
Nos últimos dias, uma cena impressionante tomou conta das redes sociais: atacada por uma sucuri de três metros, uma cadela foi resgatada por militares do 53° Batalhão de Infantaria de Selva (53° BIS), em Itaiatuba (Pará). O desfecho, que já era positivo por ela ter sido salva, ficou ainda mais emocionante quando um dos sargentos que participou da ação decidiu adotá-la.
Para o sargento Danton, a decisão era inegociável. Segundo ele, não faria sentido ter resgatado a cachorrinha — agora, batizada de Mel — do ataque e deixá-la continuar a viver nas ruas. “Essa foi a melhor opção. Tem espaço na casa, temos outros dois cachorros. Falei com a minha esposa, contei a história dela ter voltado da morte e resolvi adotar”, afirmou.
Três militares participaram do salvamento e conseguiram fazer com que a cobra soltasse a cadela, que estava completamente imobilizada.
Em seguida, eles arrastaram a serpente para uma área asfaltada. Devido a gravidade do ataque, Mel precisou ser reanimada. Além disso, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foi acionado para realizar o manejo adequado do réptil.
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, recebeu nesta quinta-feira, 12, a apresentação voluntária do suspeito de envolvimento no homicídio de Thiago Leitão de Freitas. De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado entrou em contato com a equipe policial e decidiu se entregar após permanecer por três dias […]
Thales Naves Alves Machado, secretário de Governo de Itumbiara (GO), e os dois filhos, de 12 e 8 anos, foram encontrados por moradores após uma publicação feita por ele nas redes sociais. No post, o homem afirmava que pretendia matar as crianças e, em seguida, tirar a própria vida. Ao verem a mensagem, vizinhos correram até a casa para tentar impedir a tragédia.
A coluna teve acesso, com exclusividade, ao depoimento das testemunhas. No apartamento, elas encontraram Thales deitado sobre a cama, com uma arma de fogo posicionada sobre o peito, e as duas crianças também sobre a cama, feridas.
Os primeiros socorros
Em depoimento, as testemunhas afirmaram que cada uma prestou socorro imediato a uma das crianças. Eles apresentavam ferimentos aparentemente causados por disparos de arma de fogo na região da têmpora e na lateral da cabeça. Ambos foram levados com vida ao Hospital Municipal.
Ainda conforme os relatos, um forte cheiro de gasolina era sentido dentro da residência. No local, foram encontrados dois galões vazios, com capacidade aproximada de cinco litros cada, indicando que o combustível havia sido espalhado no ambiente.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegaram ao endereço pouco depois e constataram a morte de Thales Machado. A área foi isolada até a chegada da Perícia Técnico-Científica, que realizou os levantamentos no interior do imóvel.
A arma utilizada no crime foi uma pistola Glock G25, calibre .380, recolhida para análise. Após os procedimentos, o corpo de Thales foi removido e o apartamento permaneceu sob custódia da segurança do condomínio, com apoio policial.
Horas depois, a polícia foi informada de que o filho mais velho não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal Modesto de Carvalho. O caçula seguia internado em estado gravíssimo até a mais recente atualização desta matéria.
“O limite do improvável”
No texto publicado por Thales antes do crime, ele afirmou estar passando por dificuldades no casamento, pediu desculpas à família e aos amigos e disse que agiu em um momento que considerou “o limite do improvável”.
No mesmo conteúdo, mencionou respeito ao sogro, declarou ter buscado manter harmonia e pediu perdão a todos.
Na noite anterior ao ataque, Thales também havia feito uma postagem com declarações de amor aos filhos. “Que Deus abençoe sempre meus filhos. Papai ama muito”, escreveu.
A Polícia Civil de Goiás abriu inquérito para apurar as circunstâncias do caso.
O Acre e regiões próximas terão um fim de semana e feriadão de atenção máxima devido à previsão de chuvas intensas e tempo severo. Segundo o monitoramento meteorológico, entre sexta-feira (13) e terça-feira (17), feriadão de Carnaval, o tempo permanecerá instável, com precipitações a qualquer hora do dia, acompanhadas de raios e rajadas moderadas de […]
Durante o feriado de Carnaval, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) funcionará em regime de plantão nos dias 16 e 17 de fevereiro, segunda e terça-feira, e também na Quarta-Feira de Cinzas, dia 18. O plantão ocorrerá das 8h às 15h. Após esse horário, os membros permanecerão de sobreaviso até as 8h do […]
Beber álcool não anula diretamente o efeito do anticoncepcional hormonal, mas pode criar o cenário perfeito para falhas no uso e, consequentemente, para uma gravidez não planejada. A ginecologista Lisieux Nóbrega explica que o problema não está na bebida em si, e sim nos comportamentos e reações do organismo associados ao consumo excessivo, especialmente em eventos prolongados, feriados e festas.
“Na prática clínica, o álcool funciona como um facilitador de erro: a mulher esquece o horário da pílula, vomita após tomar o comprimido ou desregula completamente a rotina. A falha é do uso irregular, não do método”, afirma a especialista.
Métodos contraceptivos
Álcool não bloqueia o anticoncepcional, mas favorece falhas
Segundo a especialista, não há evidência de que o álcool reduza diretamente a ação hormonal da pílula, do adesivo ou do anel vaginal. O risco surge quando o consumo interfere na regularidade do uso.
Dormir fora de casa, perder a noção do horário, pular doses ou tentar “compensar” sem orientação médica são situações comuns após eventos com bebida. E, quando isso acontece, a proteção contraceptiva pode cair de forma significativa.
A fuga da rotina faz com que a proteção contraceptiva reduza de forma significativa
Vômitos e diarreia são os maiores vilões
Um dos principais pontos de atenção é o mal-estar gastrointestinal provocado pelo álcool.
Se a mulher vomitar pouco tempo depois de ingerir a pílula, o comprimido pode não ter sido absorvido, o que equivale a uma dose esquecida. Episódios intensos de diarreia também podem reduzir a absorção do hormônio.
“Nesses casos, é prudente considerar que houve falha do método e usar proteção adicional por alguns dias. Dependendo do momento da cartela, pode ser necessário contraceptivo de emergência”, orienta Lisieux.
Não existe “dose segura” de bebida
A médica explica que cada organismo reage de forma diferente ao álcool. Para a eficácia do método, o mais importante não é a quantidade ingerida, mas se o consumo desorganizou a rotina ou causou sintomas como enjoo, vômitos e atrasos.
Por isso, estratégias práticas fazem mais diferença do que tentar definir limites de bebida: alarmes no celular, levar a pílula na bolsa e escolher um horário fixo que seja fácil de manter, mesmo em dias de festa.
Nível de vulnerabilidade dos métodos hormonais
O impacto indireto do álcool varia conforme o tipo de contraceptivo:
“Em períodos como Carnaval, viagens e festivais, os métodos de longa duração costumam oferecer maior proteção justamente por eliminar o fator humano”, destaca a ginecologista.
A pílula anticoncepcional é a mais sensível a falhasA preocupação com a absorção do anticoncepcional se aplica principalmente aos métodos orais
Bebida pode intensificar efeitos colaterais
Além das falhas contraceptivas, o álcool pode piorar sintomas comuns do início do uso hormonal, como náuseas, dor de cabeça, tontura e mal-estar.
O consumo frequente e excessivo também sobrecarrega o fígado — órgão responsável pelo metabolismo dos hormônios — o que não reduz diretamente a eficácia do método, mas impacta o equilíbrio hormonal e o bem-estar geral.
Consumo elevado pode bagunçar o ciclo menstrual
Mesmo em mulheres que usam anticoncepcional e apresentam sangramento regular, o álcool em excesso pode aumentar episódios de escape fora do período esperado, além de intensificar inchaço e sensibilidade mamária.
Em quem não usa método hormonal, o impacto pode ser ainda maior sobre o ciclo natural, especialmente quando o consumo é frequente.
Erros mais comuns após festas e feriados
No consultório, os relatos se repetem após grandes eventos:
A médica reforça que, além da gravidez, o risco de infecções sexualmente transmissíveis aumenta nesses períodos.
Quando usar proteção extra
Sempre que houver dúvida sobre a eficácia do método:
A regra prática é usar preservativo por pelo menos sete dias e, conforme o momento do ciclo, avaliar a necessidade de contracepção de emergência.
Dicas práticas para curtir sem colocar a proteção em risco
A ginecologista e mestre em saúde da mulher Lisieux Nóbrega recomenda manter alarme fixo para a pílula, levar o anticoncepcional sempre consigo, escolher um horário fácil de cumprir, evitar beber em jejum para reduzir enjoo, tratar vômitos e diarreia como sinal de alerta, considerar métodos de longa duração se a rotina costuma ser desorganizada e usar preservativo — que protege contra gravidez e ISTs.