Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Três regiões do DF ficam até 6 horas sem energia nesta terça-feira

    Três regiões do DF ficam até 6 horas sem energia nesta terça-feira

    Divulgação/Neoenergia
    Poda de árvore Neoenergia

    Moradores de três regiões do Distrito Federal devem se preparar para um desligamento programado de energia elétrica nesta terça-feira (10/2). Segundo a Neoenergia, a interrupção ocorrerá para a execução de manutenção preventiva e ações de reforço na rede.

    Confia as regiões afetadas:

    Vicente Pires

    Horário: 9h às 15h
    Local:  Colônia Agrícola Vicente Pires, Trecho 01, Rua 01, Quadras 02 e 03.
    Serviço: Melhoria e manutenção da rede elétrica.

    Paranoá

    Horário: 10h às 16h
    Local:  Condomínio Itapuã, QL 01, Quadras 01–03, 05, 501 e 502.
    Serviço: Modernização e manutenção da rede elétrica.

    Ceilândia

    Horário: 10h às 16h
    Local: QNP 17, QNP 21, QNP 23, QNP 25, QNP 27, Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 17, Lote 01.
    Serviço: Modernização e manutenção da rede elétrica.

    A Neoenergia informou que os desligamentos são necessários para garantir a segurança das equipes durante os trabalhos e para reduzir falhas no fornecimento de energia.

    A concessionária ressalta ainda que, caso o serviço seja finalizado antes do horário previsto, a rede poderá ser religada sem aviso prévio. Situações de falta de energia fora do cronograma devem ser informadas pelo telefone 116.

  • Lula deve usar prazo-limite para decidir sobre penduricalhos

    Lula deve usar prazo-limite para decidir sobre penduricalhos

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao lado dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP)

    Apesar da pressão de diferentes frentes, o presidente Lula deve aguardar o prazo final para decidir se veta ou sanciona a proposta que reajusta o salário dos servidores do Legislativo.

    Segundo apurou a coluna, o texto, que chegou ao Palácio do Planalto no dia 4 de fevereiro, ainda será analisado em despacho com a Casa Civil, chefiada pelo ministro Rui Costa. O prazo final para o petista decidir sobre sanção ou veto é até o dia 22 de fevereiro.

     

    Segundo fontes do Planalto, Lula deverá usar o prazo máximo para se decidir porque a avaliação é de que a proposta trata de um tema sensível e que, por isso,  o petista precisará ouvir seus principais ministros.

    Como mostrou a coluna, há uma tendência de o presidente optar por um veto parcial. A estratégia do governo é negociar com o Congresso Nacional os trechos que serão barrados.

    Em outra frente, integrantes do alto escalão do Planalto avaliam também que a decisão do ministro do STF Flávio Dino de suspender o pagamento de penduricalhos pressiona Lula a acelerar sua decisão sobre os vetos à proposta.

     

  • Nutricionistas explicam os benefícios do suplemento NAC para o fígado

    Nutricionistas explicam os benefícios do suplemento NAC para o fígado

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  • Terça 3 em 1: sol, nuvens e chuva marcam a previsão do tempo em SP

    Terça 3 em 1: sol, nuvens e chuva marcam a previsão do tempo em SP

    Divulgação/Governo de SP
    Imagem colorida mostra ciclista circulando em dia de calor e altas temperaturas na avenida Paulista - Metrópoles

    A terça-feira (10/2) será marcada por sol entre muitas nuvens, com períodos de céu nublado em todo o estado de São Paulo, em razão da atuação da ZCAS — Zona de Convergência do Atlântico Sul.

    Ao longo do dia, há condições para pancadas de chuva isoladas, por vezes fortes, que podem vir acompanhadas por raios e rajadas de vento, principalmente nas regionais que fazem divisa com Minas Gerais e no leste paulista.

    Na cidade de São Paulo, o tempo deve ficar chuvoso pela manhã, com o sol aparecendo no começo da tarde antes das já tradicionais pancadas de chuva do verão, que devem seguir até a noite. A temperatura na capital paulista fica entre 19°C e 26°C.

    Em Santos, no litoral, o sol aparece com algumas nuvens e chuva rápida durante o dia e à noite. A máxima também não passa dos 26°C.

    Já em Campinas, no interior, a temperatura não sobe muito: a mínima é de 19°C e a máxima não deve superar os 23°C, segundo dados da Defesa Civil.

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    Análise: para Lula e Motta, pode ser melhor prolongar votação da 6×1

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  • Flávio atravessa rua na França para pisar em casca de banana

    Flávio atravessa rua na França para pisar em casca de banana

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
    Imagem colorida do senador Flávio Bolsonaro

    À falta, por enquanto e sabe-se lá até quando, de ideias que possam justificar sua candidatura a presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passeia pelo mundo e aproveita todas as ocasiões para traçar um perfil negativo do Brasil.

    Banha-se nas águas do rio Jordão, em Israel, como seu pai já fez à época de candidato a presidente, para tocar no coração dos evangélicos. Religiosa, de fato, é a madrasta dele, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que fala línguas estranhas.

    De olho no voto da comunidade judaica, Flávio reza no Muro das Lamentações, em Jerusalém, e posa para fotos ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, de extrema-direita, o carrasco dos palestinos em Gaza e onde quer que eles estejam.

    À caça de ajuda financeira, Flávio visita países árabes e se veste à moda local. Incursiona por países europeus, onde a extrema-direita governa, e se não governa, está em ascensão. E, naturalmente, atravessa ruas para pisar em cascas de banana.

    Por sinal, esse é um hábito de família, pais e filhos. Eduardo, seu irmão, deputado federal cassado por faltar ao trabalho, pisou na casca de uma banana gigante ao transferir-se para o Estados Unidos e aliar-se ao tarifaço aplicado por Donald Trump ao Brasil.

    Eduardo acreditou que assim salvaria o pai da condenação por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta da democracia. Resultado: entregou a Lula de mão beijada a bandeira da defesa da soberania nacional. Não bastasse, Trump recuou do tarifaço.

    Entrevistado, ontem, ao vivo, e por 30 minutos, pelo principal canal de TV de notícias ligado à ultradireita francesa, além de falar mal do Brasil e de Lula, Flávio atacou o presidente Emmanuel Macron, chamando-o de incompetente.  Coisa de fino diplomata.

    “É muito importante que todos os franceses tenham conhecimento de que o Brasil hoje não vive uma democracia plena. O presidente Bolsonaro foi condenado por seus próprios inimigos”, afirmou Flávio, citando o ministro Alexandre de Moraes mais de uma vez.

    Fez referências às suspeitas de desvios no INSS e mencionou Fábio Luís, conhecido como Lulinha, filho de Lula: “O Brasil passa hoje por graves acusações de roubo de aposentados, sendo que é acusado de desviar dinheiro o filho do presidente Lula”.

    Investigadores apuram se havia alguma ligação de Lulinha com o lobista conhecido como Careca do INSS. Lula revelou que disse ao seu filho que se ele tiver algum envolvimento com o escândalo de descontos indevidos de aposentados, “pagará o preço.”

    Por fim, Flávio afirmou esperar que a França e o Brasil sejam governados a partir do próximo ano por novos presidentes:

    “O Brasil não aguenta mais quatro anos de um governo de extrema esquerda. Assim como a França não aguenta mais um mandato de um governo de extrema incompetência como o de Emmanuel Macron, que tem feito tanto mal a este país”.

    Macron não poderá se candidatar a um terceiro mandato na eleição marcada para 2027. A lei proíbe. Flávio acusou Macron de ter ido ao Brasil “apenas para tirar fotos abraçando árvores na Amazônia”. Macron esteve em Belém duas vezes, em 2024.

    Flávio disse ainda que “a região amazônica foi preservada durante o governo do presidente Bolsonaro, e agora no atual governo do presidente Lula, a Amazônia sofreu recordes de queimadas”. Mentiu. Ele não apresentou números a respeito.

    Os entrevistadores riram quando Flávio citou como prova da influência da cultura francesa no Brasil as “avenidas largas” das grandes cidades brasileiras e palavras como “bufê, sutiã e batom”.

    Vexame!

     

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  • Câmara de Cabo Frio "varre" R$ 1,7 milhão para debaixo do carpete

    Câmara de Cabo Frio "varre" R$ 1,7 milhão para debaixo do carpete

    whatsapp-image-2026-02-09-at-150320-2

    A Câmara de Vereadores de Cabo Frio (RJ) gastou R$ 1,7 milhão com limpeza de carpete. A despesa foi autorizada pelo atual vice-prefeito da cidade, Miguel Alencar (União Brasil), que presidiu a Casa Legislativa de 2021 a 2024.

    Em um período de três anos, Miguel assinou 41 notas fiscais para pagamento de serviços de sanitização e higienização de carpete e outras 21 para manutenção e substituição da mesma tapeçaria.

    Vice-prefeito de Cabo Frio, Miguel Alencar (União Brasil), mandou pagar R$ 1,7 milhão em higienização e troca de carpete

    Pelas notas, o então vereador mandou lavar 21 mil metros de carpete. Para efeito de comparação, isso equivale a quase três campos de futebol cobertos com tapeçaria ou a uma área com 700 vagas de estacionamento. O plenário da Câmara de Cabo Frio, onde está o carpete, contudo, tem cerca de 70 metros quadrados.

    Um levantamento feito pela coluna mostra que 10 empresas foram contratadas para higienizar, lavar ou trocar o carpete no período — todas com atividades sem qualquer relação com esse tipo de serviço.

    Três delas encerraram as atividades depois que Miguel Alencar deixou a Câmara de Vereadores para se tornar vice-prefeito. Todas estão registradas em endereços residenciais.

    A empresa Digital Mídia, cuja atividade principal é sonorização e iluminação, recebeu R$ 50.490 para higienizar o carpete. A empresa Leonardo Batista Alvez, de impressão de material publicitário, firmou contrato de R$ 134 mil para a mesma finalidade.

    Veja alguns endereços onde tais empresas funcionariam:

    O maior repasse foi para a empresa Carla Cristina Claudio Jorge, que recebeu R$ 1,1 milhão para limpar o carpete. Sua atividade é o comércio varejista de mercadorias, tendo como principal a venda de produtos alimentícios. A firma está entre as que baixaram o CNPJ após a saída do vereador da Câmara.

    Os contratos assinados na gestão do político na Câmara de Vereadores, que tem 17 representantes, estão sob investigação do Ministério Público Estadual.

    Patrimônio a jato

    Em um período de quatro anos, .

    Na campanha de 2016, tudo o que ele tinha eram R$ 1.200 em espécie. Em 2020, quando disputou a reeleição para vereador, o valor declarado subiu para R$ 10 mil. Nos dois casos, sem nenhum bem registrado.

    Dois mandatos depois, em 2024, declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de meio milhão de reais, incluindo duas casas, aplicações financeiras e duas empresas. Ele foi eleito na chapa encabeçada por Dr Serginho (PL).

    Procurado na noite desta segunda-feira (9/2), o vice-prefeito não respondeu. As empresas mencionadas não foram localizadas.

     

  • Defesa diz que Marcola é “preso exemplar” e pede saída de presídio federal

    Defesa diz que Marcola é “preso exemplar” e pede saída de presídio federal

    Arte/Metrópoles
    marcola

    A coluna apurou que a defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, líder máximo do Primeiro Comando da Capital (PCC), entrou com agravo em execução contra a decisão judicial que prorrogou, por mais 360 dias, a permanência dele no Sistema Penitenciário Federal.

    Em nota assinada pelo advogado Bruno Ferullo, os defensores sustentam que Marcola está submetido a um regime de excepcional rigor há quase sete anos, desde fevereiro de 2019, sem qualquer registro de falta disciplinar, intercorrência relevante ou comportamento que justificasse a continuidade da medida extrema.

    Segundo a defesa, a manutenção do preso em unidade federal tem sido reiteradamente fundamentada em argumentos genéricos, como a suposta “alta periculosidade” e a antiga atribuição de liderança em organização criminosa, sem a apresentação de elementos concretos, atuais e individualizados que demonstrem a necessidade real da custódia especial.

    Os advogados afirmam ainda que a decisão judicial teria se limitado a reproduzir fundamentos antigos, sem reavaliar as circunstâncias que motivaram a transferência inicial para o sistema federal.

    No recurso, a defesa critica o uso de fatos externos e operações policiais posteriores como justificativa para a prorrogação, ressaltando que não há imputações, investigações ou envolvimento direto de Marcola nesses episódios.

    A nota também menciona entendimento consolidado da legislação e da jurisprudência dos tribunais superiores, segundo o qual a permanência em penitenciária federal deve ser temporária e excepcional, exigindo demonstração concreta e contemporânea da extrema necessidade, requisito que, segundo a defesa, não foi observado no caso.

    Histórico pesa contra pedido

    Apesar do argumento apresentado pelos advogados, o histórico criminal de Marcola é frequentemente citado pelas autoridades como fator determinante para a manutenção do regime federal.

    O líder do PCC está preso de forma ininterrupta desde julho de 1999. Antes disso, foi detido outras três vezes e conseguiu fugir em todas as ocasiões, o que reforçou, ao longo dos anos, a avaliação de que sua custódia exige vigilância máxima.

    A decisão agora caberá ao tribunal responsável pela análise do agravo, que deverá avaliar se há ou não fundamentos jurídicos suficientes para manter Marcola no sistema federal ou autorizar sua transferência para um presídio estadual.