Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • PF: fraude na Caixa de até R$ 500 milhões teve atuação de funcionários

    PF: fraude na Caixa de até R$ 500 milhões teve atuação de funcionários

    Divulgação/ Polícia Militar de SP
    Operação Fallax foi desencadeada nesta quarta-feira (25/3) pela PF em conjunto com a PM de SP _ Metrópoles

    São cumpridos, na manhã desta quarta-feira (25/3), em cidades de três estados, 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva em uma operação conjunta da Polícia Federal (PF) com a Polícia Militar (PM) com o objetivo de desarticular uma organização especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, bem como na prática de estelionato e lavagem de dinheiro.

    As fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões.

    Os mandados, expedidos pela Justiça Federal paulista, são cumpridos em municípios dos estados de São Paulo (Rio Claro, Americana e Limeira), Rio de Janeiro e Bahia, Também foi determinado o bloqueio e sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões.

    Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas físicas e jurídicas envolvidas.

    A investigação que resultou na Operação Fallax teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.

    De acordo com as apurações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de alto valor e criptoativos, dificultando o rastreamento.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, além de crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

  • Vídeo: Marina Sena comemora permanência de Juliano Floss no BBB 26

    Vídeo: Marina Sena comemora permanência de Juliano Floss no BBB 26

    juliano floss e marina sena

    A permanência de Juliano Floss no BBB 26 movimentou não só a casa mais vigiada do país, mas também o lado de fora, especialmente entre os fãs e aliados do influenciador. Entre eles, a reação de Marina Sena, namorada do cantor, chamou atenção nas redes sociais.

    Assim que o resultado do paredão foi anunciado na noite dessa terça-feira (24/3), confirmando a saída de Jonas Sulzbach, Marina não escondeu a empolgação. A cantora compartilhou vídeos e deixou claro o alívio após uma disputa considerada tensa pelo público.

    Juliano enfrentava um paredão triplo ao lado de Jonas e de Gabriela, em uma votação que mobilizou torcidas nas redes. Fora do confinamento, Marina foi uma das principais articuladoras de apoio, convocando fãs e amigos para votarem pela permanência do influenciador.

    A movimentação ganhou ainda mais força com a adesão de nomes conhecidos. Anitta, Lexa e Xuxa também se posicionaram publicamente a favor de Juliano.

  • STF retoma julgamento sobre "penduricalhos" de servidores públicos

    STF retoma julgamento sobre "penduricalhos" de servidores públicos

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
    Ministros do Supremo Tribunal Federal analisam, nesta quinta-feira (16:10), processos remanescentes das sessões de outubro, durante sessão plenária realizada no STF - Metrópoles

    Nesta quarta-feira (25/3), o Supremo Tribunal Federal (STF) retoma o julgamento sobre o pagamento de verbas indenizatórias a membros de Poderes sem previsão expressa em lei. São os chamados “penduricalhos”, verbas classificadas como indenizatórias que, na prática, aumentam salários do servidor público e permitem a ultrapassagem do teto remuneratório previsto na Constituição, hoje no valor de R$ 46.366,19.

    Os pagamentos foram suspensos por liminares dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes. Agora, os magistrados avaliam se vão manter a decisão.

    Eles devem se basear em uma nota técnica feita por uma comissão criada pela Corte para apresentar propostas em relação aos penduricalhos no Judiciário. A comissão identificou que foram gastos R$ 9,8 bilhões com penduricalhos para a magistratura. No caso do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), por exemplo, foram R$ 7,2 bilhões.


    Suspensão


    A nota técnica propõe soluções transitórias e estruturais. No primeiro caso, seria a adoção da legislação do Imposto de Renda como parâmetro para definir verbas indenizatórias.

    Mas, a longo prazo, a solução seria uma definição clara do que é verba remuneratória e o que é efetivamente indenizatória, a criação de mecanismos para reajustar a remuneração de base de forma automática e a implementação de sistemas que permitam a fiscalização comparativa de todos os pagamentos em todos os níveis da federação.

    Liminares

    Em fevereiro, na Rcl 88319, o ministro Flávio Dino determinou que, em até 60 dias, União, estados e municípios revisem as verbas pagas a membros de Poderes e servidores, suspendendo as que não têm previsão expressa em lei (federal, estadual ou municipal, conforme a competência).

    A ação foi apresentada por procuradores municipais contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) sobre limite remuneratório da categoria em Praia Grande (SP).

    Já em 23/2/2026, na ADI 6606, o ministro Gilmar Mendes decidiu que verbas indenizatórias só podem ser pagas a membros do Judiciário e do Ministério Público se houver previsão em lei nacional aprovada pelo Congresso.

    A ação foi proposta pelo procurador-geral da República contra leis de Minas Gerais que previam vinculação automática de subsídios de desembargadores e procuradores estaduais aos dos ministros do STF e do procurador-geral da República.

    Legítimo x ilegítimo

    Para o presidente do STF, ministro Edson Fachin, é legítimo que os servidores públicos queiram preservar o valor real das suas remunerações, como estabelece o artigo 37 da Constituição Federal, da mesma forma que é dever do Estado a governança responsável da despesa pública, respeitando o processo legislativo.

    “O que é absolutamente ilegítimo é que qualquer aumento remuneratório seja feito em desrespeito ao teto remuneratório ou sem a observância do processo legislativo. Vale dizer, apenas o Congresso Nacional e o Poder Executivo é que podem aprovar o aumento de gastos com o funcionalismo, por meio de lei, por sua inclusão no orçamento. É preciso, portanto, debate público com total transparência”, afirmou o presidente do STF.

  • País tem muita chuva e calor nesta 4ª; confira o clima na sua região

    País tem muita chuva e calor nesta 4ª; confira o clima na sua região

    De acordo com o Inmet, esta quarta-feira (25/3) deve ser de chuvas intensas na maior parte do país, com risco de tempestades e temporais

  • Tadeu Schmidt é detonado após sair em defesa de Jonas nas redes. Veja

    Tadeu Schmidt é detonado após sair em defesa de Jonas nas redes. Veja

    tadeu—jonas

    O apresentador Tadeu Schmidt se tornou alvo de críticas nas redes sociais após publicar uma mensagem de despedida para Jonas Sulzbach, eliminado do BBB 26 nessa terça-feira (24/3).

    Ao compartilhar uma foto ao lado do modelo, Tadeu fez questão de enaltecer a participação do ex-brother no reality. “Protagonista! Não importa se você torceu contra ou a favor, tem que reconhecer que o Jonas foi protagonista! E viva as piadas de quinta série! Valeu, Jonas! Sucesso!”, escreveu.

    A publicação, no entanto, não foi bem recebida por parte do público. Nos comentários, internautas criticaram o posicionamento do apresentador, o acusando de demonstrar parcialidade. “Única coisa que faltou de bom nessa edição foi um apresentador”, disparou um usuário. “Nossa! Nem disfarça a torcida”, comentou outro.

    “Tadeu como apresentador não tinha nem que se posicionar assim”, escreveu um internauta. Comparações com o antigo comandante do reality, Pedro Bial, também apareceram: “Eu sempre preferi o Bial”.

    Veja o post:

  • Falta preparo físico

    Falta preparo físico

    Falta preparo físico

    A pesquisa divulgada nesta semana mostrou algo que se esperava apenas para a campanha: a situação de JV começou a desidratar antes do previsto. Para os petistas, é um alerta. Se os números se confirmarem, talvez fosse melhor JV mirar em um Ministério, porque continuar em terceiro até seria aceitável, mas desse jeito ele corre risco de perder até para o Velloso.

    Partido e Política

    Pré-candidatura de JV ao Senado realmente reposiciona forças no Acre? É bem provável. Movimento impulsionado por articulação nacional do lado da esquerda e do lado da direita. A disputa de 2026 ganha novos contornos… apesar das pesquisas mostrarem resultado ruim, né JV? …

    Novo cenário

    Preparado

    O pré-candidato ao Governo pelo Republicanos, Alan Rick, tem na ponta da língua o que vai pautar a campanha de 2026 no Acre: Economia. “São os modelos de desenvolvimento para o Estado que sejam capazes de trazer de volta a esperança para o povo”, é o que ele diz. O pré-candidato cita a diáspora de acreanos Brasil afora como esgotamento dos modelos postos em prática na gestão nos últimos anos.

    Mercado

    Bocalom apresentou o resultado de R$ 1,3 milhão na reforma do Mercado Municipal do São Francisco. A arquitetura do lugar não é boa. A estrutura é velha. Mas o que a prefeitura se propôs a fazer foi reformar. Não foi reconstruir. É preciso dizer isso para ser justo. Mas todo benefício para estimular o riobranquense a voltar aos mercados públicos é bem-vindo. Precisamos retomar a cultura de frequentar as feiras livres e mercados públicos.

    Recalculando rota

    Uma fonte ligada à gestão municipal disse à coluna que o prefeito Tião Bocalom pode não ser candidato e recuar às vésperas do prazo final. A avaliação nos bastidores é de que a alta rejeição e a indefinição do cenário, faltando cerca de dez dias para as articulações finais, pesam na balança. Ainda não haveria uma chapa 100% fechada. A dúvida que circula é se, com possíveis três candidatos a deputado federal buscando cerca de 16 mil votos cada, será possível cumprir compromissos políticos assumidos anteriormente. No cenário atual, aliados avaliam que deixar a gestão é loucura.

    Joabe quer carta de alforria

    Nos corredores partidários do União Brasil, o nome do vereador Joabe Lira também entrou na pauta. A informação é de que ele estaria buscando a carta de liberação do partido, movimento que pode abrir brecha para questionamentos judiciais por parte de suplentes interessados na vaga. O gesto é visto por interlocutores como arriscado.

    Pesquisa incendeia o parquinho

    A disputa ao Senado já mostra definição: Gladson lidera com 28% e abre quase 8 pontos sobre Bittar (20,21%). JV vem abaixo. No governo, Alan Rick tem 40,36%, mas enfrenta 16,30% de indecisos, mantendo o cenário aberto.

    Saneamento

    Rio Branco aparece entre os piores do país, com investimento de apenas R$ 8,99 por habitante — 96% abaixo dos R$ 225 previstos no Plano Nacional de Saneamento. O contraste com cidades que investem mais de R$ 500 evidencia desigualdade estrutural. Recentemente, o senador Alan Rick tentou convencer o prefeito de Rio Branco a modernizar o sistema, mas ele declinou da ideia. Diante da negativa, Alan retirou os pés de dentro do gabinete de Bocalom.

    Receita passa o troco

    Ah, o Acre vai receber módicos R$ 964 mil em restituições de IRPF neste lote de março… nada mal para 341 sortudos! Enquanto o Pará se esbalda com quase R$ 8 milhões, aqui a gente se contenta com o “luxo” da quase milionésima parte. E o melhor: tudo pago para os “prioritários” do país — idosos, professores e quem teve a sorte de preencher o IR certinho no PIX.

    Problema sem solução

    Na área de mobilidade urbana, mais um capítulo envolvendo a empresa Ricco Transportes. Um ônibus voltou a apresentar problemas mecânicos, desta vez na Avenida Ceará, na tarde de segunda, 23. Usuários reclamam da recorrência das falhas e cobram providências efetivas.

    Clima de guerra

    O segundo turno na Ufac saiu do campo das propostas e entrou de vez no terreno das indiretas. Candidatos passaram a trocar farpas em postagens no Instagram, elevando a temperatura da disputa. O debate acadêmico ficou em segundo plano, enquanto o embate pessoal ganhou visibilidade. Até jornalistas entraram no jogo, relembrando episódios polêmicos da gestão atual. Em eleição, o passado sempre volta — e, desta vez, voltou com força.

    Racha interno

    Entre os técnicos-administrativos, o cenário é preocupante. A eleição da Reitoria aprofundou divisões dentro da própria categoria, com servidores em lados opostos por conta de chapas. Nos bastidores, circula uma suposta lista com a divisão de pró-reitorias entre grupos — mais boato do que fato, mas suficiente para gerar desconfiança, medo e tensão. O resultado é uma categoria fragmentada, justamente quando deveria estar unida.

    Promessas e desgaste

    No meio da disputa, surgem promessas que vão de tablets e notebooks para todos até a ampliação do trabalho remoto. Propostas que chamam atenção, mas também levantam dúvidas. Enquanto isso, a Ufac vai pagando o preço da guerra interna: desgaste de imagem, ruído institucional e perda de foco. No fim, quem deveria preservar a universidade acaba contribuindo para expor suas fragilidades.

    Hora de encerrar

    Com o fim da campanha, fica a expectativa de que o clima volte à normalidade. A Ufac precisa mais de reconstrução do que de confronto. E, neste momento, encerrar o embate já é um bom começo. Lembrando que a chapa 3 “Juntos pela Ufac”
    tem como candidato a reitor o professor Carlos e a chapa 2 “Dialogando com as pessoas e construindo o futuro” o também professor Josimar.

    Arroz

    No Sul, os rizicultores já estão sentindo os efeitos na rotina da colheita de arroz, que começa no fim de fevereiro e se estende até abril com pico agora em março. Ou seja: está faltando combustível lá, justamente no auge da colheita. E isso acendeu o sinal vermelho para a inflação dos alimentos. Vai impactar.

    Fiscal

    O Acre figura em 13º no ranking de solvência, indicando equilíbrio relativo entre dívida e arrecadação. O dado contrasta com Estados em colapso fiscal, como RJ (211,2%), e reforça margem moderada para investimento.

    INSS

    A antecipação do 13º injeta R$ 149,1 milhões na economia acreana, alcançando mais de 80 mil beneficiários. O impacto é relevante para consumo local, especialmente em municípios dependentes de renda previdenciária.

    Infraestrutura

    Obras de R$ 16,6 milhões na Cidade do Povo combinam segurança e mobilidade. A base da PM e a nova avenida inauguradas pelo governo mostram estratégia de integrar urbanização e policiamento em áreas periféricas.

    Saúde materno-infantil

    A nova maternidade de Rio Branco avança para fase final com capacidade de até 1.779 atendimentos diários. A estrutura amplia a rede… segue o alerta da dependência do interior para esses atendimentos.

    Energia

    Mais de 2,8 mil ocorrências com animais afetaram 326 mil clientes da Energisa em 2025. O dado revela fragilidade da rede e custos operacionais elevados, além de risco ambiental recorrente.

    Meio ambiente

    Quatro periquitões resgatados pelos órgãos de fiscalização em Sena Madureira destacam a pressão sobre a fauna em período reprodutivo. A atuação do Ibama mostra resposta pontual diante de um problema estrutural.

    Segurança

    A PRF cumpriu nesta última semana de março mandado por violência doméstica em abordagem na BR-364. A ação reforça uso de inteligência em fiscalizações e o papel das rodovias no combate a crimes além do trânsito.

    Cultura

    Algo que poucos pararam para reparar: A exposição “Reminiscências” celebra 38 anos da associação dos artistas plásticos e sete anos de ocupação cultural no serviço público. A iniciativa reforça a arte como política de bem-estar institucional.

    Clima

    Edital do REM abre até 6 de abril para projetos ambientais no Acre. A ação busca resposta local a eventos extremos, mas depende da capacidade das organizações em acessar os recursos.

    Agricultura

    Investimento de R$ 2,5 milhões em assistência técnica deve atender 431 famílias em áreas de conservação. A estratégia alia produção e preservação, enfrentando ainda os desafios logísticos típicos da Amazônia.


  • O “Cara”

    O “Cara”

    O “Cara”

    Por Narciso Mendes25 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    Flávio Dino, por onde já passou, sempre produziu bons resultados, sobretudo como ministro do STF. 

    Entre os anos 1994 e 2006, portanto, no decorrer de 12 anos, o hoje ministro do STF, Flávio Dino, atuou como juiz federal e chegou a presidir a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil). Dado o seu extraordinário desempenho, também ocupou a função de juiz auxiliar do nosso próprio STF; diga-se de passagem, teve um bom e excepcional começo.

    Ciente do dever cumprido enquanto juiz, Flávio Dino optou pela atividade política e, nas eleições de 2006, foi eleito deputado federal. Se algumas restrições fossem-lhe feitas, diziam respeito ao fato de ser filiado ao PCdoB, embora o mesmo não fosse considerado, como se dizia à época, que “comunistas comiam criancinhas”, justamente a expressão que, entre os anos 1920 e 1930, realçava a antepropaganda do regime comunista.

    Entre os anos 2011 e 2014, foi alçado à condição de presidente da Embratur, desta feita completando a sua efetiva presença nos nossos três Poderes: o Judiciário, o Legislativo e o Executivo.

    Em 2015, foi eleito governador do estado do Maranhão e, como veio a concorrer à sua própria reeleição e fora eleito, manteve-se na condição de governador até o ano de 2022, do qual se afastou para se candidatar ao Senado nas eleições seguintes.

    Eleito senador, dada a vitória do presidente Lula nas eleições de 2022, este o indicou para exercer as funções de ministro da Justiça e Segurança Pública e, na vacância do ocupante da 11ª cadeira do nosso STF, voltou a ser convidado para exercer a função que ora está exercendo.

    Sendo o mais recentemente empossado ministro do nosso STF, Flávio    Dino já fez o que há muito tempo esperávamos, entre elas: o seu enfrentamento às roubalheiras derivadas das tais emendas parlamentares aos nossos orçamentos públicos; o fim dos penduricalhos nos salários dos nossos servidores públicos, sobretudo os do Poder Judiciário; e, mais recentemente, o fim das aposentadorias compulsórias aos servidores públicos, civis e militares, que tenham sido julgados e condenados criminalmente.

    Não por acaso, utilizei a expressão da moda e denominei-o de “O Cara”, posto que dezenas e dezenas de bilhões de reais, anualmente, escorrem pelos canos via privilégios e corrupção, justamente os recursos públicos que estão faltando para melhor atender às que são, de fato, as principais responsabilidades do Estado brasileiro: no caso, a nossa saúde, a nossa educação e a nossa segurança pública.

    Três dos nossos atuais deputados federais, após devidamente investigados, foram condenados por cobrarem 20% de propina das emendas que haviam dirigido a um dos prefeitos do estado do Maranhão.

  • Empresário alega prejuízo de R$ 500 mil por falta de estrutura na alfândega

    Empresário alega prejuízo de R$ 500 mil por falta de estrutura na alfândega

    O gargalo na estrutura da aduana na tríplice fronteira não permite a importação de animais vivos e não há perspectiva de que o problema seja resolvido no curto prazo. Sem estrutura para o trânsito dentro da legalidade, há relatos de contrabando na região Empresário que trabalha com desembaraço aduaneiro Rafael Pimpão atua na cidade de […]

  • BBB 26: Jonas choca ao responder sobre "edredom" com Jordana

    BBB 26: Jonas choca ao responder sobre "edredom" com Jordana

    Reprodução
    Jonas e Jordana / BBB

    Eliminado do BBB 26 na noite dessa terça-feira (24/3), Jonas Sulzbach deixou o programa com 53,48% dos votos e participou, na sequência, do tradicional bate-papo com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro. Durante a conversa, o modelo comentou as cenas em que aparece sob o edredom com Jordana.

    Ao rever os momentos mais íntimos, Jonas foi direto ao responder à provocação de Gil: “Agora diga a verdade, ali, a pergunta só entre a gente, ninguém tá vendo: esse edredom aí… Foi o ‘vigor’ ali no edredom?“, questionou o apresentador.

    Sem rodeios, o ex-brother explicou: “Não, foi… Foi mais quente, mas não foi gol“. Gil insistiu na curiosidade: “Só uns beijinhos mesmo? Não figurou nada?”. Jonas manteve o tom descontraído: “A bola não entrou na rede”. Surpreso, o entrevistador reagiu: “Menino!”. Em seguida, o modelo completou: “Gol é o quê? Bola na rede”.

    A conversa seguiu com mais provocações. “Não teve edredom então? Só foi beijinhos e vigor?”, perguntou Gil novamente. Jonas confirmou: “Foi. De repente se o povo me deixasse mais um pouco, de repente…”. Ceci entrou na brincadeira: “Ah, falou foi isso? Tá vendo, gente? Era só mais umas duas semanas?”. Por fim, ele desconversou: “Vai saber…”.

  • Vorcaro tinha minuta de despacho do TCU sobre Banco Central e Master

    Vorcaro tinha minuta de despacho do TCU sobre Banco Central e Master

    Reprodução/Redes sociais
    Daniel Vorcaro - Metrópoles

    Uma minuta de um despacho do Tribunal de Contas da União (TCU) determinando que o Banco Central suspendesse decisões sobre o Banco Master está entre os arquivos extraídos do celular de Daniel Vorcaro.

    O documento foi criado em 29 de agosto de 2025, não tem assinatura e não tem como saber se Vorcaro recebeu ou enviou a alguém. 

    A defesa de Vorcaro disse que não iria “comentar conteúdos que decorrem de vazamentos ilegais de material sigiloso”.  As informações são da colunista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

    Na época da criação do documento, o Ministério Público Federal investigava a compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB). Em maio daquele ano, o TCU negou a abertura de auditoria para apurar supostas irregularidades na operação envolvendo os dois bancos.

    Em setembro, o Banco Central rejeitou a venda por riscos excessivos na operação. Meses depois, decretou a liquidação do Master.

    Após a decisão, o ministro Jhonatan de Jesus, do TCU, pediu ao Banco Central explicações sobre uma possível liquidação “precipitada” do Master. Segundo o ministro, faltava embasamento na decisão do BC. Ele também colocou o processo em sigilo.

    O Banco Central recorreu e as partes chegaram a um acordo para ser feita uma auditoria técnica dos documentos.

    O parecer não encontrou irregularidades no procedimento. Segundo o relatório técnico, não foram identificadas impropriedades, omissões ou negligências por parte da autoridade monetária.

    Nesta terça-feira (24/3), o ministro Jhonatan de Jesus decidiu suspender a análise do processo sobre a atuação do BC enquanto investigações sobre o Master em outras instâncias são finalizadas.

    “Apurações internas e judiciais, com potencial de trazer elementos probatórios adicionais e qualificados, recomenda prudência institucional, a fim de evitar deliberação de mérito fundada em premissas fáticas que possam ser significativamente impactadas por informações oficiais ainda não disponíveis nestes autos”, diz trecho do despacho.