Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Mercado livre de energia em alta: evite risco na escolha do fornecedor

    Mercado livre de energia em alta: evite risco na escolha do fornecedor

    04/02/2026 06:00, atualizado 04/02/2026 06:00

    metropoles.com

    A ampliação do mercado livre de energia vem mudando a forma como empresas contratam e gerenciam os custos com eletricidade no Brasil. Com mais liberdade para negociar condições, preços e prazos diretamente com os fornecedores, o modelo se consolida como uma alternativa inteligente para quem busca eficiência e redução de despesas.

    Empresas interessadas em planejar os custos de energia com previsibilidade devem ingressar no mercado livre, principalmente, aquelas de setores com demanda elevada de energia elétrica.

    Esse cenário é especialmente indicado para supermercados, já que esse tipo de negócio exige custos elevados para manter equipamentos de refrigeração e de climatização do ambiente.

    Fotografia colorida mostrando mulher fazendo compras em supermercado-Metrópoles

    As vantagens vão além da energia mais barata. Como tudo é negociado diretamente com as comercializadoras, a prestação do serviço fica previamente definida em contrato. Por isso, é possível ter maior previsibilidade nos gastos com energia.

    Os contratos podem ser fechados sob medida de acordo com o consumo de eletricidade do negócio, considerando a sazonalidade, por exemplo.

    Porém, diante da ampla oferta de agentes que atuam nesse setor, escolher parceiros sólidos e experientes é um passo decisivo para garantir segurança e resultados consistentes no fornecimento de energia.

    Isso porque, com a entrada acelerada de novas comercializadoras, muitas sem capacidade madura de gestão de risco, a exposição à instabilidade contratual é ainda maior.

    Dessa forma, a contratação de empresas com atuação recente ou com estrutura ainda pouco consolidada pode trazer riscos relevantes à continuidade e à segurança do fornecimento de energia, incluindo a possibilidade de interrupções no serviço.

    Diante desse cenário, escolher fornecedores com trajetória reconhecida e experiência comprovada oferece maior previsibilidade, confiabilidade e proteção às operações.

    A escolha consciente contribui para uma transição segura ao mercado livre de energia, alinhada às necessidades e expectativas dos clientes.

    Economia que pode virar dor de cabeça

    A oportunidade de reduzir custos foi o que motivou o empresário Roberto Marques, proprietário de um resort em Porto Seguro (BA), a ingressar no mercado livre de energia. Mas, o que, inicialmente, parecia ser uma boa escolha se transformou em dor de cabeça.

    No segundo semestre de 2024, a empresa contratada entrou em recuperação judicial e vendeu a carteira de clientes a outra companhia, sem pedir a autorização dos clientes.

    Sem informações precisas e com o fornecimento de energia ameaçado, Roberto temeu pelos reflexos em um negócio com capacidade para receber até 600 hóspedes.

    “Entre o segundo semestre de 2024 e abril de 2025, vivemos momentos de desgaste e estresse, com a operação em risco e falta de transparência por parte do fornecedor. A empresa demonstrou que não era séria.”

    Roberto Marques, empresário

    O caso evidencia que decisões baseadas apenas em preço ampliam o risco de interrupção operacional e os prejuízos, especialmente, em atividades de consumo contínuo de energia.

    Em abril de 2025, Roberto rompeu o contrato e migrou para a comercializadora do Grupo Neoenergia, percebendo melhorias imediatas. “A diferença foi nítida desde o início. Agora, além de um serviço confiável, recebemos orientação sobre questões que nem sabíamos que eram essenciais. Fazer uma escolha segura foi fundamental para o meu negócio”, conta o empresário, que registrou redução de quase duas faturas por ano.

    O que ocorreu com Roberto não foi um caso isolado. Nos últimos anos, houve um crescimento de empresas comercializadoras que ingressaram de maneira excessivamente agressiva nesse segmento, seduzidas pela perspectiva de ganhos, mas acabaram não resistindo à dinâmica do setor.

    A falta de experiência ou de capacidade para entregar a energia prometida levou algumas delas à falência, prejudicando consumidores e gerando instabilidade no mercado.

    Por essa razão, os clientes devem estar atentos a parceiros com experiência comprovada, capacidade de gestão de risco e robustez técnica. Esses são fatores que deixam de ser diferenciais e tornam‑se critérios essenciais para evitar rupturas e garantir a continuidade do fornecimento.

    “Em setores que necessitam de previsibilidade e segurança, como hotéis e supermercados, é importante avaliar não apenas o valor financeiro, mas também a capacidade da empresa de cumprir os compromissos assumidos. A escolha por fornecedores que operam com responsabilidade e estrutura consolidada ajuda a evitar surpresas e prejuízos futuros”, afirma Rita Knop, diretora comercial da Neoenergia.

    Sólida experiência

    Com 28 anos de atuação no setor elétrico brasileiro e histórico de confiabilidade, a Neoenergia é uma das companhias mais experientes do país, com presença em todas as etapas do setor elétrico — inclusive gerando a energia que ela vende no mercado.

    A companhia também se destaca pelo elevado nível de satisfação entre os clientes da Neoenergia que está em 90%, e pela segurança financeira que garante mais estabilidade, menos risco e total confiança para os negócios das empresas

    A Neoenergia ainda possui certificação internacional (ISO 37.001) que reforça o compromisso com integridade de processos e combate à corrupção.

    “Oferecemos uma parceria estratégica ao cliente, com soluções energéticas integradas, inovadoras e seguras. Entendemos o negócio do cliente e buscamos soluções customizadas e adequadas às suas necessidades. Toda a energia que comercializamos é 100% renovável, com possibilidade de comprovação da origem por meio de certificados de energia renovável, os chamados I-RECs.”

    Rita Knop, diretora comercial da Neoenergia

    Entre os demais diferenciais da Neoenergia no mercado livre estão a liderança no setor, o suporte especializado em cada etapa do processo, a previsibilidade nas operações e a gestão inteligente da entrega da energia.

    Fotografia colorida mostrando pátio de fábrica-Metrópoles

    Seis passos para uma escolha segura

    O processo de abertura do mercado vem impulsionando a entrada de novas empresas no ambiente livre. Com mais opções disponíveis, cresce também a necessidade de atenção antes da assinatura de contratos. Conheça as principais recomendações:

    1. Verifique a reputação da empresa
      Pesquise o histórico do fornecedor, tempo de atuação, estrutura financeira, base de clientes e eventuais processos judiciais. Empresas sólidas costumam ter transparência e são consolidadas no setor.
    2. Avalie a estrutura financeira
      Cheque se a empresa possui capital próprio e estrutura financeira sólida para cumprir os contratos. Operadoras sem estrutura podem enfrentar dificuldades para honrar compromissos, colocando o fornecimento em risco.
    3. Exija contratos claros
      O contrato deve conter prazos, condições de reajuste, garantias e responsabilidades bem definidos. Leia com atenção e, se possível, peça apoio técnico e jurídico.
    4. Priorize empresas comgeração renovável própria
      Companhias que também geram energia, como a Neoenergia, têm mais previsibilidade e segurança, reduzindo riscos de inadimplência contratual.
    5. Fique atento a preços muito abaixo do padrão do mercado
      Preços abaixo da média podem indicar riscos ocultos. Embora ofertas agressivas possam parecer vantajosas à primeira vista, elas podem estar associadas a modelos de negócio frágeis, práticas comerciais pouco transparentes ou ausência de garantias contratuais robustas.
    6. Busque energia renovável certificada
      Optar por fornecedoras que oferecem energia 100% renovável, com certificados de energia renovável (I-RECs), é uma forma de unir economia e sustentabilidade.
  • O Código de Ética dos togados

    O Código de Ética dos togados

    DANIEL FERREIRA/METRÓPOLES
    Estátua STF – Brasília(DF), 15/09/2017

    O Supremo Tribunal Federal deve ou não criar um Código de Ética para regular o comportamento dos seus ministros? Respostas de 1.055 leitores:
    Deve, sim – 89,9%
    É desnecessário – 10,1%

  • Cadê o sol? Como fica a previsão do tempo em São Paulo nesta quarta

    Cadê o sol? Como fica a previsão do tempo em São Paulo nesta quarta

    Divulgação/Governo de São Paulo
    Imagem colorida mostra a Avenida Paulista em dia nublado, sem sol, em São Paulo - Metrópoles

    O estado de São Paulo terá mais um dia marcado por muita nebulosidade, ainda devido à presença do canal de umidade proveniente da região norte do país.

    Para esta quarta-feira (4/2), há previsão de pancadas de chuva isoladas, que podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e eventual queda de granizo em todas as regiões, especialmente nas proximidades de São José do Rio Preto, Campinas, Vale do Paraíba e Araçatuba.

    Por se tratarem de temporais, recomenda-se atenção redobrada em áreas mais vulneráveis, pois há risco de transtornos.

    Na cidade de São Paulo, as temperaturas devem variar entre 21°C e 27°C. Em Presidente Prudente, no interior, a mínima prevista é de 24°C e a máxima de 31°C.

    No litoral, o sol aparece em meio a algumas nuvens. Em Mongaguá, a máxima chega aos 28°C. Em Caraguatatuba, segundo a Defesa Civil, existe a possibilidade de temporal e a temperatura fica entre 23°C e 27°C.

  • Chegou a hora da verdade para os juízes do Superior Tribunal Militar

    Chegou a hora da verdade para os juízes do Superior Tribunal Militar

    HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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    Um militar condenado pelo Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado é digno de continuar fazendo parte das Forças Armadas?  Ao ver do Ministério Público Militar, ele deve perder posto e patente e ser expulso por desonra à farda.

    É o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro, capitão reformado do Exército, dos generais da reserva Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto, e do almirante da Marinha Almir Garnier, denunciados ontem pelo Ministério Público Militar.

    Será a primeira vez na história que os 15 ministros do Superior Tribunal Militar (STM), cinco civis e dez militares, julgarão um caso envolvendo crimes contra a democracia. Bolsonaro e seus comparsas cumprem penas entre 19 e 27 anos de prisão.

    A Constituição prevê que militares condenados a mais de dois anos- e sem possibilidade de recursos – sejam processados pelo STM. Ali, não se discutirá o mérito da decisão do Supremo Tribunal Federal, apenas se ela é compatível com o uso da farda.

    Não há prazo para a conclusão do julgamento. No STM, esse tipo de ação leva, em média, seis meses para ser concluída. Se houver expulsão, os militares também deixarão de receber salário. Mas dependentes – como mulheres e filhas – receberão uma pensão.

    O resultado do julgamento poderá mudar o local onde os generais Braga Netto e Paulo Sérgio Nogueira, além do almirante Almir Garnier, cumprem suas penas. Atualmente, eles estão presos em unidades do Exército e da Marinha.

    Devido à idade avançada e ao estado de saúde, o general Augusto Heleno está preso em casa e sob vigilância. Bolsonaro segue em uma cela especial do Batalhão da Polícia Militar no Complexo Penitenciário da Papuda, a suplicar por prisão domiciliar.

    Para Maria Elizabeth Rocha, presidente do STM, a perda de patentes de militares condenados por crimes contra a democracia não impede, automaticamente, a adoção de condições diferenciadas de prisão, mas a hipótese não pode ser descartada.

    Segundo Maria Elizabeth, caso os militares percam suas patentes, a definição sobre o regime de cumprimento da pena caberá ao Supremo. O ministro Alexandre de Moraes, relator das ações penais, será o responsável por conduzir a execução das penas.

    “Estamos tratando de um caso inédito”, disse Maria Elizabeth. Que ganhará novo contorno se a maioria dos juízes do tribunal não encontrar motivos para punir quem desrespeitou a Constituição e os valores éticos que as Forças Armadas tanto dizem cultivar.

    Essa é a questão de fundo. Nada mais importa.

     

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  • O pedido de Toffoli ao presidente da CPMI do INSS

    O pedido de Toffoli ao presidente da CPMI do INSS

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
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    Relator do caso Master no STF, o ministro Dias Toffoli fez um pedido ao presidente da CPMI do INSS do Congresso Nacional, senador Carlos Viana (Podemos-MG), durante reunião na terça-feira (3/2).

    Segundo Viana, Toffoli pediu “paciência” para devolver aos membros da CPMI os dados do celular de Daniel Vorcaro, dono do Master. Os dados estão em posse do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

    Viana disse que Toffoli explicou ter decidido manter o sigilo dos arquivos por receio de que a divulgação dos dados prejudicasse o trabalho da Polícia Federal. O ministro prometeu tornar público os dados assim que possível.

    “Ele só pediu paciência com relação à devolução, porque falou que primeiro a Polícia Federal [deve ter o acesso], que pode prejudicar alguma coisa. Fora isso, ele vai devolver tudo. Ele falou que vai tornar tudo público, igual fez com os vídeos”, afirmou Viana à coluna.

    O presidente da CPMI se reuniu com Toffoli para discutir o depoimento de Vorcaro à comissão. O senador pediu que o ministro autorize o banqueiro a viajar para Brasília e comparecer à comissão.

    Devido a um pedido da defesa do banqueiro, o presidente da CPMI adiou a audiência, que aconteceria na quinta-feira (5/2). A expectativa é de que o depoimento de Vorcaro ocorra após o feriado de Carnaval.

  • Relator da PEC da Segurança busca Centrão e ministro da Justiça

    Relator da PEC da Segurança busca Centrão e ministro da Justiça

    Renato Araújo / Câmara dos Deputados
    Deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE), relator da PEC da Segurança

    O relator da PEC da Segurança, Mendonça Filho (União-PE), vai buscar o apoio de parlamentares do Centrão e integrantes do governo para conseguir um consenso sobre o texto e acelerar a votação da proposta.

    Nesta quarta-feira (4/2), às 11h, ele participa de reunião com a bancada do Republicanos na Câmara dos Deputados. O encontro marca o início de uma série de reuniões em que o deputado apresentará o texto às bancadas de diferentes partidos da Casa.

    A reunião contará com a presença de Augusto Coutinho (PE), que assumirá a liderança do partido em 2026, substituindo Gilberto Abramo (MG).

    Já no final da tarde, às 18h30, Mendonça se reunirá com o novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Cesar Lima.

    A previsão é que a PEC da Segurança seja votada após o Carnaval, primeiro na Comissão Especial em que tramita e, posteriormente, no Plenário da Câmara.

  • DF: veja lista de concursos em aberto e editais previstos para 2026

    DF: veja lista de concursos em aberto e editais previstos para 2026

    Reprodução/Prefeitura de Rio das Ostras RJ
    mãe, caneta azul e gabarito de prova - Metrópoles

    Concurseiros do Distrito Federal sonham em, enfim, passar em um concurso público. Neste ano, há editais previstos com salários que podem ultrapassar R$ 23 mil.

    A oportunidade com maior remuneração é para a Secretaria de Estado de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) para a vaga de auditor. Com o edital previsto para sair até o fim de fevereiro, o concurso disponibilizará 265 vagas (115 imediatas e 150 de cadastro reserva) para auditor fiscal, com um remuneração de R$ 23,5 mil.

    Outra pasta do Governo do Distrito Federal (GDF) que terá concurso é a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)Com 1.197 vagas e um salário de até R$ 7 mil, é previsto que, ainda no primeiro ano após a homologação do resultado final, a pasta deverá prover entre 10% e 20% das vagas previstas. O edital ainda não foi publicado.

    A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também aparece com oportunidades aos concurseiros para o cargo de 2° tenente.  As inscrições, inclusive, iniciam nesta quarta-feira (4/2) e podem ser feitas clicando aqui. São 49 vagas (49 imediatas e 98 de cadastro de reserva), com salário de R$ 18 mil.

    Já um concurso que encerra as inscrições nesta quarta (4/2) é da Valec. Com 65 vagas disponíveis, a remuneração pode ultrapassar o valor de R$ 10 mil.

    Outro edital em aberto é para policial legislativo na Câmara dos Deputados. As inscrições estão abertas até o dia 20 de fevereiro, com 40 vagas imediatas e mais 40 para cadastro reserva. A remuneração total do cargo pode chegar a R$ 23 mil.

  • Dino manda indireta a Motta em decisão sobre Eduardo Bolsonaro

    Dino manda indireta a Motta em decisão sobre Eduardo Bolsonaro

    Artes / Metropoles
    Hugo Motta (Republicanos) e Flávio Dino (STF)

    O ministro Flávio Dino (STF) enviou um recado direto ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), ao apontar, em decisão publicada nessa terça-feira (3/2), falhas e demora da Mesa Diretora para formalizar a perda dos mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Ao analisar o desbloqueio das emendas dos ex-parlamentares, o magistrado afirmou que o atraso institucional permitiu a apresentação de indicações ao Orçamento de 2026 por deputados já afastados das atividades legislativas.

    Dino afirmou que “a indevida demora dos procedimentos declaratórios de perda de mandato fez com que eles apresentassem emendas ao Orçamento, atualmente bloqueadas por ordem judicial”. Em seguida, acrescentou que os suplentes “já deveriam ter sido os autores das indicações, não fosse a referida procrastinação”, numa referência direta à condução interna da Câmara.

    O ministro também citou que a destinação de recursos por meio de emendas parlamentares “pressupõe o regular exercício da função parlamentar, com presença institucional”, o que, segundo ele, não se verificava no período em que Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem estavam fora do país.

    Dino justificou que Eduardo Bolsonaro passou a residir no exterior em março de 2025, afastando-se das atividades legislativas, enquanto Ramagem deixou o Brasil em setembro do mesmo ano, após condenação criminal e decretação judicial da perda do mandato. Ainda assim, a declaração formal da cassação só ocorreu meses depois, por decisão da Mesa Diretora.

    Para o ministro, o atraso acabou produzindo efeitos práticos no Orçamento ao permitir a apresentação de emendas por parlamentares que já não exerciam plenamente o mandato. Diante desse cenário, ele autorizou que os suplentes assumissem as indicações, mas ressaltou que caberá à Câmara “estabelecer e zelar pelos procedimentos adequados”.

  • Está em busca de estágio? CIEE oferece 544 vagas no DF

    Está em busca de estágio? CIEE oferece 544 vagas no DF

    As vagas disponíveis incluem oportunidades nas mais diversas áreas de atuação. Inscrições podem ser realizadas online ou presencialmente