O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) anunciou, nesta quarta-feira (28), a liberação de R$ 2,6 milhões em emendas parlamentares destinadas por ex-parlamentares acreanos para obras de infraestrutura e esporte em municípios do Acre. Os recursos estavam empenhados e dependiam de articulação política para serem efetivamente pagos. Entre os valores liberados está o pagamento de R$ 726.109,78 […]
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Petecão viabiliza R$ 2,6 milhões em emendas de ex-parlamentares
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Avião com 15 pessoas a bordo desaparece na Colômbia
Reprodução/Satena
Um avião comercial com 15 pessoas a bordo desapareceu nesta quarta-feira (28/1) no norte da Colômbia, enquanto voava entre Cúcuta e Ocaña, cidades próximas à fronteira com a Venezuela, informou a companhia aérea estatal Satena em comunicado oficial.
A aeronave envolvida é um Beechcraft 1900, de matrícula HK-4709 e com capacidade para 19 pessoas, operado pela empresa SEARCA para a Satena. Estavam no avião 13 passageiros e dois tripulantes.
Segundo as informações divulgadas pelas autoridades aeronáuticas, o voo NSE 8849 decolou de Cúcuta às 11h42 (hora local) e tinha previsão de aterrissar no aeroporto de Aguas Claras, em Ocaña, às 12h05. Porém, o último contato com o controle de tráfego aéreo foi registrado às 11h54, pouco antes da aproximação ao destino.
“A SATENA mobilizou todos os recursos disponíveis, em coordenação com o Centro de Comando e Controle da Força Aeroespacial Colombiana e a Diretoria de Investigação Técnica e de Acidentes da Autoridade de Aeronáutica Civil, para realizar as buscas pela aeronave. Além disso, a linha telefônica (601) 919 3333 foi disponibilizada para que os familiares dos passageiros recebam informações oficiais”, disse a companhia aérea em nota.

De acordo com a imprensa local, o sinal do avião foi perdido enquanto sobrevoava uma zona entre os municípios de La Playa de Belén e Hacarí, no departamento de Norte de Santander. A região onde o avião desapareceu é caracterizada por terreno montanhoso e de difícil acesso, o que complica as operações de localização.
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Rosquinhas e castanhas: GDF atualiza alimentos permitidos em presídios
Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) atualizou a lista de alimentos permitidos aos presos nos presídios da capital federal. Entre as novidades estão castanhas, biscoito maisena de sabores diversos e rosquinhas industrializadas.
A nova lista de itens foi publicada nesta quarta-feira (28/1).
Itens permitidos na Papuda e na Papudinha são diferentes. Veja listas
Outros itens
A Seape já autoriza que os presos recebam um pacote de batata-palha, com peso máximo de até 140g, em embalagem lacrada pelo fabricante; um quilo de biscoitos industrializados (tipo água e sal, maisena ou rosquinha); 28 unidades de doce pé de moleque crocante ou doce de leite em sache 40g, industrializado e em embalagem lacrada pelo fabricante; além de um pacote de torrada industrializada, com peso máximo de 300g e em embalagem lacrada pelo fabricante; 300g de castanhas de caju ou castanhas-do-pará inteiras, em embalagem única, podendo ser a granel.
Todos os alimentos direcionados aos detidos são inspecionados nas embalagens originais e transferidos para embalagem transparente, sendo responsabilidade do visitante o fornecimento de tais embalagens.
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Saiba quem foi Yam Wisman, surfista do Brasil que morreu nas Filipinas
Reprodução/Instagram/Yan Wisman
O surfista brasileiro Yam Wisman, de 23 anos, morreu na terça-feira (27/1) após sofrer um acidente de moto em Palawan, nas Filipinas. O atleta estava no país para disputar uma etapa classificatória da World Surf League (WSL) e permaneceu na região após o fim da competição.
Radicado em Jijoca de Jericoacoara, no litoral do Ceará, Yam era filho de uma família de origem israelense que vive no Brasil. Ele iniciou a trajetória no surfe ainda jovem e construiu a carreira treinando nas praias da região, onde se destacou no cenário local e nacional.
O atleta tinha como principal modalidade o longboard, mas também competia no shortboard. Ao longo dos últimos anos, participou de campeonatos no Brasil e no exterior.
Nos últimos anos, Yam passou a disputar etapas do circuito qualificatório da WSL, com presença em competições internacionais. A participação em torneios fora do país fazia parte do processo de desenvolvimento esportivo e da tentativa de se firmar entre os atletas da modalidade.
O acidente aconteceu quando Yam conduzia uma motocicleta em Palawan, província localizada na região de Mimaropa. Segundo familiares, outro veículo invadiu a contramão e colidiu de frente com a moto do surfista. Ele não resistiu aos ferimentos.
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Cão Orelha: qual é a pena de quem pratica maus-tratos contra animais
Freepik
Entre um dos assuntos mais comentados entre os brasileiros, na últimas semanas, está a triste história do cão Orelha. De forma cruel, o animal, que precisou passar por eutanásia, foi vítima de maus-tratos por um grupo de quatro adolescentes na Praia Brava, em Florianópolis (SC).
Segundo investigações da Polícia Civil de Santa Catarina, além da violência cometida pelos jovens, três adultos, incluindo um pai e um tio, estão sendo indiciados por coação no curso do processo. Eles teriam ameaçado uma testemunha com uma arma de fogo — mas o objeto não foi encontrado durante as diligências.
Um dos últimos desdobramentos acerca do caso é sobre as medidas que devem ser cumpridas pelos adolescentes suspeitos. Conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), eles podem responder por condutas do Código Penal, mas estão sujeitos a medidas socioeducativas, que são as sanções indicadas pelo ECA.

Os suspeitos estão sujeitos as sanções do ECA No Brasil, é muito comum ouvir as pessoas falarem que maus-tratos contra animais é considerado um crime. Pensando nisso, você sabe qual é, de fato, a pena para quem comete a violência?
Qual é a pena para maus-tratos contra animais?
Com a Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605), o ato é considerado um crime desde 1998. As penas incluem, além de multa, detenção de três meses a um ano para abuso, ferimento ou mutilação de animais silvestres, domésticos ou exóticos.
Atualmente, no caso de cães e gatos, a legislação também prevê multa, proibição de guarda e reclusão de dois a cinco anos. O aumento do tempo de detenção, ao se tratar dos caninos e bichanos, foi fruto da Lei Sansão (nº 14.064/2020). Além disso, se o crime resultar na morte do animal, a pena é aumentada de um sexto a um terço.

Os adultos estão sujeitos ao Código Penal E no caso do cão Orelha?
Nas redes sociais, é possível ver diversas pessoas manifestando indignação ao saber que os familiares dos adolescentes, indiciados por coação, podem ter penas maiores do que eles, que cometeram os maus-tratos.
De acordo com o ECA, entre as medidas, a mais severa é a de internação, com limite de três anos. A manutenção da medida é reavaliada por um juiz a cada seis meses, e a liberação se torna compulsória caso o adolescente atinja 21 anos.
No caso dos adultos, que respondem de acordo com o Código Penal, o artigo 344 prevê que, para o crime de coação, a pena é de multa e de um a quatro anos de reclusão. Se houver violência física, a sanção é somada à pena da agressão praticada.
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Novo fungo zumbi brasileiro ataca aranhas e entra em ranking mundial
Reprodução/ João Paulo Machado de Araújo
João Araújo, pesquisador brasileiro e professor na Universidade de Copenhague, na Dinamarca, identificou uma nova espécie de fungo parasita na Mata Atlântica, no sudeste do Brasil.
O fungo ganhou repercussão internacional por seu comportamento incomum. Batizado de Purpureocillium atlanticum, o microrganismo infecta aranhas conhecidas como aranhas-armadilha, vivendo dentro do corpo do animal até consumi-lo completamente. Por esse motivo, passou a ser chamado popularmente de “fungo zumbi”.
A descoberta ocorreu em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio de Janeiro, e foi reconhecida como uma das 10 mais importantes de 2025 pelo Royal Botanic Gardens Kew, o Jardim Botânico de Londres Kew, uma das instituições científicas mais respeitadas do mundo na área de biodiversidade.
O que é o Purpureocillium atlanticum
A nova espécie foi descrita formalmente em um estudo publicado em dezembro de 2025 na revista científica IMA Fungus, especializada em taxonomia e biologia de fungos. O trabalho foi desenvolvido por pesquisadores ligados a instituições do Brasil e da Europa.
O Purpureocillium atlanticum pertence à família Ophiocordycipitaceae, conhecida por reunir fungos que parasitam insetos e aracnídeos. Esse grupo já era famoso por espécies que infectam formigas e alteram seu comportamento, inspirando inclusive obras de ficção. No caso da nova espécie brasileira, o hospedeiro é uma aranha que vive em tocas subterrâneas.
Após o contato com a aranha, o fungo se desenvolve dentro do corpo do animal, utilizando seus tecidos como fonte de energia. Com o avanço da infecção, o corpo da aranha fica tomado por uma massa branca chamada micélio, que corresponde à estrutura vegetativa do fungo.
Em um estágio mais avançado, o fungo forma uma estrutura que atravessa a entrada da toca da aranha e alcança o ambiente externo. Essa posição facilita a liberação dos esporos no solo e no ar, permitindo que o ciclo de infecção continue.
Apesar do impacto sobre o hospedeiro, os pesquisadores ressaltam que esse fungo é altamente especializado e não representa risco para humanos.
Por que essa descoberta é importante
A inclusão do Purpureocillium atlanticum na lista anual do Kew Gardens reforça a importância da Mata Atlântica como um dos biomas mais ricos — e ao mesmo tempo mais ameaçados — do planeta.
Segundo o próprio Jardim Botânico de Londres, , o que indica que descobertas como essa ainda são apenas uma pequena parte do que existe na natureza.
Além de ampliar o conhecimento científico, a descoberta ajuda a entender melhor as relações entre fungos e animais na manutenção dos ecossistemas. Para os pesquisadores, cada nova espécie descrita é também um alerta sobre a necessidade de preservar áreas naturais, já que muitos desses organismos podem desaparecer antes mesmo de serem conhecidos pela ciência.
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Musa diz usar cinta durante o sexo para manter cintura de 62 cm
Instagram/Reprodução
A musa da Estácio de Sá, Ravena Hanniely, é conhecida por ter uma “cinturinha de pilão”. Para ostentar seus 62 centímetros de circunferência, a influenciadora de 24 anos revelou que usa cinta modeladora até mesmo durante o sexo.
“Virou algo natural para mim. Tenho cinta para absolutamente tudo: para treinar, para sair, para ficar em casa e até durante o sexo“, disse Ravena, que viralizou em 2025 por ter sido hospitalizada após congelar o bumbum durante um ensaio sensual.

Influenciadora Ravena Hanniely vai parar na emergência após ensaio sensual na neve “Eu fiz lipoaspiração de alta definição, remodelação da cintura e procedimentos nos glúteos já pensando no Carnaval. Nada foi impulsivo. Tudo foi feito com planejamento para alcançar esse resultado e conseguir desfilar bem.”
Ravena Hanniely tem quase 300 mil seguidores nas redes sociais. Ela foi escolhida como Deusa das Olimpíadas pela Playboy e já revelou que fez uma cirurgia para reconstruir o hímen antes de estrear no Carnaval de 2025.
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PSD vai com Lula na Bahia apesar de Caiado, diz líder do partido
À coluna, o chefe da CCJ do Senado e líder do partido Bahia, Otto Alencar, disse que está no “palanque de Lula”
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Palestra sobre Linguagem Simples reúne servidores públicos e comunidade
Em continuidade ao programa Desperte a Liderança que Existe em Você, promovido pela Secretaria de Governo do Acre (Segov), foi ministrada na terça-feira, 27, em Rio Branco, a palestra “Linguagem simples para facilitar a vida”. Realizado no auditório do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o evento contou com a participação de servidores públicos, forças policiais […] -

Metrópoles é indicado ao prêmio internacional True Story Award 2026
Vinicius Schmidt/Metrópoles
O Metrópoles está entre os veículos de comunicação indicados para a True Story Award, concurso que aponta as melhores reportagens realizadas no mundo. A matéria especial O assédio sexual nos câmpus em 128 atos concorre com conteúdos publicados em veículos de prestígio internacional, como The New York Times (USA), The Washington Post (EUA), The Guardian (Reino Unido) e El País (Espanha).
Entre os indicados desta temporada para o True Story Award, há apenas seis reportagens escritas em português.
Investigação
O especial multimídia O assédio sexual nos câmpus em 128 atos é resultado de uma investigação de nove meses, conduzida pelos jornalistas Tácio Lorran, Melissa Duarte e Manoel Marçal. O trio analisou processos administrativos disciplinares (PADs) em que professores ou servidores de universidades e institutos federais de pesquisa foram punidos por assédio sexual ou condutas de conotação sexual.
Leia a reportagem O assédio sexual nos câmpus em 128 atos.
Obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI), os dados permitiram a realização de um dossiê inédito no Brasil sobre as violências e os constrangimentos aos quais as mulheres – a maioria das 265 vítimas é do sexo feminino – estão submetidas em ambientes de ensino. O material também avança ao realizar um diagnóstico sobre as falhas que atrapalham o combate ao assédio nas instituições.
A reportagem apurou situações de constrangimento ou violência em 59 universidades e institutos federais e disponibilizou um mapa interativo para que o leitor pudesse pesquisar detalhes do que aconteceu na instituição de ensino de seu interesse e qual foi o encaminhamento do caso.
Entrevistas
Além disso, os repórteres e o fotógrafo Vinícius Schmidt percorreram 5.637 km em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em Sergipe e no Distrito Federal para ouvir mulheres que se dispuseram a falar sobre as situações de violência que viveram. No documentário que acompanha o material multimídia, Beatriz Oliveira, Elizângela de Jesus Oliveira, Mariana Costa e Mariana Sobrinho rememoram suas dores na expectativa de interromper a espiral de silêncio que privilegia os agressores.
A reportagem O assédio sexual nos câmpus em 128 atos foi premiada no XII Prêmio República, promovido pelo Ministério Público Federal (MPF). O documentário que acompanha o material foi escolhido como Melhor Trabalho Jornalístico Audiovisual.
Veja o documentário O assédio sexual nos câmpus em 128 atos.
Indicação anterior
Essa é a segunda vez que o Metrópoles é indicado ao True Story Award. Em 2020, a reportagem Os segredos dos arautos, de Mirelle Pinheiro e David Ágape, com colaboração de Nelza Cristina, foi indicada para a pré-lista do prêmio. A reportagem revelou denúncias contra um grupo relgioso de origem católica que estava sendo investigado pela Santa Sé e pelo Ministério Público.