Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Australian Open: Iga Swiatek analisa estreia e admite falta de ritmo

    Australian Open: Iga Swiatek analisa estreia e admite falta de ritmo

    Lionel Hahn/Getty Images
    A polonesa Iga Swiatek, número 1 do mundo, levanta o troféu de Roland Garros de 2024

    Iga Swiatek iniciou a caminhada no Australian Open longe do desempenho ideal, mas conseguiu avançar à segunda rodada. A polonesa superou a chinesa Yue Yuan por 2 sets a 0 em um duelo marcado por oscilações técnicas. Após a partida, a número 2 do mundo fez uma análise franca sobre o próprio rendimento.

    “Com certeza eu estava um pouco enferrujada no começo, não comecei muito bem. Eu sabia que se me dedicasse bastante, começaria a jogar melhor, então foi isso que tentei fazer a partir do meio do primeiro set. Estou feliz que tenha funcionado. Muitos altos e baixos, e tenho algumas coisas para melhorar”, afirmou.

    A número 2 do ranking precisou de mais de duas horas para fechar o confronto, vencendo por 7/6 (7-5) e 6/3. No primeiro set, chegou a ficar em situação delicada ao ver a adversária abrir 5/3, mas reagiu no momento decisivo e levou a partida ao tiebreak.

    Mesmo longe de uma atuação dominante, Swiatek destacou a importância de superar dificuldades logo na estreia: “Não foi perfeito, mas estou feliz porque é difícil ganhar partidas quando as coisas não vão bem. Hoje não foram as melhores, mas consegui vencer, então está tudo bem”, disse.

    Na sequência do torneio, Swiatek terá pela frente a tcheca Marie Bouzkova, que avançou ao vencer Renata Zarazúa.

  • Au pair brasileira testemunha em julgamento de duplo homicídio nos EUA

    Au pair brasileira testemunha em julgamento de duplo homicídio nos EUA

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    Juliana Peres Magalhães, a au pair brasileira no centro de um dos casos criminais mais chocantes dos Estados Unidos nos últimos anos, afirmou em tribunal que decidiu admitir sua participação e testemunhar contra o ex-amante porque era “a coisa certa a fazer”. Ela é a principal testemunha da acusação no julgamento de Brendan Banfield, acusado de assassinar a própria esposa, Christine Banfield, e um segundo homem, Joseph Ryan, em fevereiro de 2023.

    Banfield responde por acusações de homicídio qualificado agravado e se declarou inocente. A promotoria, no entanto, sustenta que ele foi o mentor de um plano elaborado para matar a esposa e simular uma invasão domiciliar, usando um falso encontro sexual como isca.

    A au pair Juliana Peres Magalhães
    A au pair Juliana Peres Magalhães

    O olhar da psicologia

    O caso envolvendo a au pair brasileira Juliana Peres Magalhães, hoje uma das principais testemunhas no julgamento de Brendan Banfield, reacende um debate importante sobre a vulnerabilidade emocional de jovens que deixam o país para trabalhar e morar dentro da casa de famílias estrangeiras.

    Para a psicóloga Candice Galvão, a distância da família, da cultura de origem e da rede de apoio fragiliza mecanismos fundamentais de regulação emocional, tornando essas jovens mais suscetíveis a relações de dependência e manipulação.

    Segundo a especialista, a família e os vínculos afetivos funcionam como uma base de proteção psíquica. Quando essa referência é rompida, sentimentos como solidão, insegurança e medo de errar tendem a se intensificar. Nesse contexto, a jovem passa a depender mais intensamente do ambiente imediato para validação emocional, o que pode reduzir a capacidade crítica diante de situações abusivas ou de risco.

    Relação secreta e acusação de premeditação

    Segundo os promotores, Brendan Banfield mantinha um relacionamento extraconjugal com Juliana Peres Magalhães, uma au pair brasileira que vivia com a família Banfield na cidade de Herndon, na Virgínia. De acordo com a acusação, ele teria planejado a morte da esposa atraindo um desconhecido para dentro da casa por meio de um site fetichista.

    A promotoria afirma que Banfield criou um perfil falso no FetLife.com — uma plataforma voltada a práticas BDSM — fingindo ser Christine. Por meio desse perfil, ele teria iniciado conversas com Joseph Ryan, descrevendo um encontro sexual consensual que envolvia amarrações, resistência simulada, roupas cortadas com faca e encenação de violência extrema.

    Ryan acreditava estar participando de um jogo sexual previamente combinado. No entanto, segundo a acusação, o encontro fazia parte de um plano para matar Christine e atribuir a culpa ao visitante.

    Brendan Banfield

    Duas mortes, métodos distintos

    Joseph Ryan foi morto a tiros, enquanto Christine Banfield morreu após ser esfaqueada dentro da residência do casal. As mortes ocorreram no mesmo dia, no interior da casa da família, levantando inicialmente a suspeita de um ataque externo.

    Durante semanas, o caso foi tratado como um possível crime cometido por um invasor. No entanto, a ausência de sinais claros de arrombamento e contradições nos depoimentos levaram a investigação a seguir outro caminho.

    Christine Banfield

    “O certo a se fazer”

    Juliana Peres Magalhães acabou se declarando culpada por homicídio culposo pela morte de Ryan e passou a cooperar com a promotoria. Desde o início do julgamento, que começou nesta semana, ela tem prestado depoimento contra Brendan Banfield.

    Questionada em tribunal sobre o motivo de ter aceitado o acordo e decidido contar tudo, Juliana respondeu que foi movida por culpa e arrependimento.

    “Eu pensei que era a coisa certa a fazer”, afirmou, segundo a CNN. “O mundo merecia saber o que realmente aconteceu e eu simplesmente não conseguia mais guardar isso comigo — o sentimento de vergonha, culpa, tristeza, tudo isso.”

    Longe de casa

    Outro ponto destacado pela psicóloga é o impacto do sentimento de gratidão associado à oportunidade de viver no exterior.

    “A ideia de que se trata de uma grande chance pode levar à normalização de comportamentos inadequados”, afirma Candice.

    O medo de perder o emprego, o visto ou de decepcionar a família faz com que muitas jovens silenciem desconfortos, relativizem invasões de limite e aceitem situações que geram sofrimento psíquico.

    A especialista também chama atenção para sinais iniciais de abuso psicológico que, muitas vezes, passam despercebidos. Controle excessivo de horários e contatos, isolamento de amigos, críticas constantes, invasão de privacidade e a sensação permanente de medo ou tensão são indicativos importantes. “Quando a pessoa sente que precisa pisar em ovos o tempo todo, algo já está errado”, pontua.

    De acordo com Candice Galvão, o abuso psicológico atua de forma gradual, minando a autoconfiança e dificultando pedidos de ajuda. A vítima pode passar a duvidar da própria percepção, sentir vergonha ou temer não ser acreditada, especialmente quando há dependência financeira ou questões migratórias envolvidas. Por isso, muitas demoram a denunciar ou sequer conseguem nomear o que estão vivendo como abuso.

    “Divórcio não era uma opção”

    Em depoimentos anteriores, Juliana afirmou que Brendan começou a falar em matar a esposa depois de dizer que queria “se livrar” dela. Segundo ela, quando questionado sobre a possibilidade de separação, ele teria sido categórico ao afirmar que o divórcio “não era uma opção”.

    De acordo com a testemunha, Banfield alegava motivos financeiros e o desejo de não dividir a guarda da filha como razões para descartar uma separação legal, um ponto que a promotoria usa para sustentar a tese de premeditação.

    Brendan e Christine com a filha

    O plano

    Os promotores afirmam que o plano envolvia Brendan entregar uma arma a Juliana e instruí-la a ligar para o celular de Christine assim que Ryan entrasse na casa. Em seguida, ela deveria ligar para ele, que aguardava em um McDonald’s próximo, supostamente para criar um álibi.

    Juliana testemunhou que, nos dias que antecederam as mortes, Brendan mudou deliberadamente sua rotina para que não chamasse atenção o fato de estar naquele restaurante no horário do crime.

    Após receber a ligação, Banfield teria dirigido de volta para casa, atirado em Ryan na cabeça e, em seguida, esfaqueado a esposa, tentando fazer parecer que Ryan havia cometido o ataque. Segundo a acusação, Juliana atirou novamente em Ryan ao perceber que ele ainda se movia.

    Emocional abalado

    Para a psicóloga Candice, o preparo emocional antes de aceitar programas como au pair ou trabalho doméstico no exterior é fundamental. Autonomia emocional, clareza de limites, compreensão sobre relações de poder e capacidade de dizer “não” sem culpa são fatores de proteção. Ela ressalta que a psicoterapia prévia pode ajudar a fortalecer a identidade, reduzir idealizações e ampliar a percepção de risco.

    Candice Galvão conclui que viver fora do país não deve significar abrir mão da própria dignidade emocional. Manter vínculos externos, preservar uma vida social fora do ambiente de trabalho e saber onde buscar ajuda são medidas essenciais de cuidado.

    “Gratidão não é dívida. Nenhuma oportunidade justifica o silenciamento, o medo ou o adoecimento emocional”, afirma.

    Defesa contesta versão da acusação

    Brendan Banfield se declarou inocente de todas as acusações. Seu advogado, John Carroll, afirmou em tribunal que Juliana Peres Magalhaes só foi presa para ser pressionada a cooperar com a promotoria.

    Segundo a defesa, a au pair foi “virada” contra o réu para reduzir sua própria responsabilidade criminal. A estratégia dos advogados é questionar a credibilidade da testemunha e apresentar o depoimento como resultado de um acordo judicial favorável.

    O julgamento segue em andamento

    O julgamento de Brendan Banfield começou este mês, no Condado de Fairfax, Virgínia. A seleção do júri e as primeiras sessões ocorreram a partir do dia 13. O processo está com testemunhos em curso, e deve se estender por cerca de quatro semanas.

    Juliana Peres Magalhães se declarou culpada por homicídio culposo em 2024 e aguarda sentença definitiva, que depende do desfecho do julgamento de Banfield. A promotoria concordou em recomendar benefícios legais em troca de sua cooperação contínua.

    O julgamento segue em andamento e deve incluir novos depoimentos, análises forenses e confrontos entre acusação e defesa. O caso continua a atrair atenção por envolver traição, manipulação psicológica e o uso de um suposto jogo sexual como peça central de um plano de assassinato.

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  • Monitora de creche no DF é indiciada após agredir 18 crianças

    Monitora de creche no DF é indiciada após agredir 18 crianças

    Arte/Metrópoles
    Foto colorida de violência infantil

    Uma monitora foi indiciada por maus-tratos pela Polícia Civil (PCDF), após agredir, com puxões pelos braços, empurrões, apertões e tapas na cabeça, pelo menos 18 crianças — todas com idades entre 2 e 3 anos — de uma creche, em Brazlândia.

    A investigação teve início após a direção da creche comunicar à PCDF que identificou, por meio de imagens do sistema interno de vigilância, condutas incompatíveis da monitora.

    As agressões teriam sido praticadas em dias distintos, entre os meses de novembro e dezembro de 2025. A instituição de ensino, após a constatação dos fatos, adotou as providências administrativas cabíveis e colaborou com as investigações, segundo a PCDF.

    No decorrer da apuração, as imagens foram analisadas e depoimentos de funcionários, responsáveis legais e testemunhas foram colhidos.

    Os agentes da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) confirmaram que a monitora da instituição submeteu a agressões variadas, reiteradamente, ao menos 18 crianças, com puxões pelos braços, empurrões, apertões e tapas na cabeça, extrapolando qualquer limite de correção ou contenção.

    O inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), para análise e adoção das medidas legais pertinentes.

    A monitora foi indiciada pelo crime de maus-tratos, podendo pegar de 2 a 5 anos de prisão. A pena ainda pode ser aumentada em ⅓, pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos.

  • Faça bife na air fryer, economize gás e aposente de vez a frigideira

    Faça bife na air fryer, economize gás e aposente de vez a frigideira

    mphillips007/Getty Images
    foto colorida prato com bife com molho de vinho e cogumelos

    A air fryer se tornou uma grande aliada na cozinha para quem busca praticidade e resultados saborosos. No entanto, preparar carnes na fritadeira a ar pode ser desafiador. Para garantir que isso não aconteça, a editoria de Gastronomia do Metrópoles pediu algumas dicas para a nutricionista Cibele Santos. Para um resultado mais gostoso, ela sugere escolher cortes naturalmente mais suculentos, como contra-filé ou picanha.

    Evite cortes muito magros, como filé-mignon ou alcatra. Embora sejam macios, eles tendem a perder umidade com mais facilidade, especialmente em preparações rápidas como na air fryer.

    Deixe a carne descansar com os temperos por pelo menos 30 minutos antes de cozinhar. Isso ajuda a infundir sabor”, conta. “Outra dica é marinar a carne com ingredientes ácidos, como suco de limão ou vinagre, ajudam a amaciá-la.”

    E mais: segundo a nutricionista, é preciso prestar atenção ao tempo de cocção. A carne pode ressecar se for cozida demais.

    O ideal é usar um termômetro para garantir a temperatura interna correta. “Nunca corte a carne imediatamente após cozinhar. Deixe descansar para que os sucos se redistribuam“, acrescenta. Ficou com água na boca? Veja uma receita da profissional para o bife perfeito:

    Ingredientes

    A air fryer permite fazer receitas práticas e rápidas

    Modo de preparo

    1. Tempere o bife com sal, pimenta e outros temperos que você gosta. Se preferir, adicione um toque de azeite para mais sabor.
    2. Ligue a air fryer a 200°C por cerca de 5 minutos para pré-aquecer.
    3. Coloque o bife na cesta do aparelho. Cozinhe a 200°C por aproximadamente 10 a 12 minutos, virando na metade do tempo, até atingir o ponto desejado.
    4. Após retirar da air fryer, deixe o bife descansar por cerca de 5 minutos antes de cortar. Isso ajuda a manter os sucos da carne.
  • Neurologista e geriatra listam os 7 principais sintomas do Alzheimer

    Neurologista e geriatra listam os 7 principais sintomas do Alzheimer

    Richard Drury/Getty Images
    Foto mostra modelo de cérebro humano feito com linhas e tecido. Cérebro, cabeça, mental

    O tipo mais comum de demência, o Alzheimer vem se tornando cada vez mais comum com o envelhecimento da população.

    “Os sintomas geralmente surgem a partir dos 65 anos, o que faz com que a doença seja mais comum em idosos. O Alzheimer acontece com mais frequência em mulheres, e o distúrbio provoca alterações no comportamento do paciente”, explica o neurologista João Carlos Lobato Moraes, da Clínica Censo, no Pará.

    O Alzheimer é dividido em três fases: na primeira, o paciente tem falhas de memória e mudanças na personalidade; na segunda, já apresenta dificuldades para realizar atividades simples e coordenar movimentos, além de ter agitação e insônia; na última, o indivíduo mostra resistência para executar tarefas, tem dificuldade para comer e incontinência urinária e fetal.


    Sintomas do Alzheimer


    O Alzheimer não tem cura, mas o diagnóstico precoce é essencial para dar início a uma série de tratamentos que visam melhorar a qualidade de vida do paciente e diminuir a velocidade de desenvolvimento da doença.

    Fazem parte do tratamento a reabilitação cognitiva, terapia ocupacional e controle de comorbidades como pressão alta, colesterol e diabetes.

    Idoso fala em telefone celular com expressão grave - Metrópoles - Alzheimer fala
    Estudo aponta que a fala pode ter sinais ocultos de um Alzheimer futuro

    Como prevenir o Alzheimer?

    A dica mais famosa é simples: manter o cérebro ligado e trabalhando. Por isso, atividades que estimulam a função cognitiva, como montar um quebra-cabeça, fazer palavras cruzadas, aprender uma língua nova ou como tocar um instruimento, são recomendadas. Os exercícios evitam a neurodegeneração por aumentar as conexões neurais.

    A rotina também importa. “Fazer atividade física, pelo menos 150 minutos por semana, é recomendado. Estimulamos também a dieta mediterrânea, que diminui alimentos com gordura saturada e alto índice glicêmico, associando a alimentação ao consumo de castanhas, azeite, peixe e carnes magras, suco de uva integral ou um cálice de vinho, e frutas, legumes e verduras coloridos”, ensina o médico geriatra Jean Pierre de Alencar, que faz parte do conselho fiscal da Associação Brasileira de Alzheimer Regional São Paulo (ABRAz-SP).

  • Oposição do Senado atinge assinaturas para instalar CPI do Master

    Oposição do Senado atinge assinaturas para instalar CPI do Master

    Michael Melo/Metrópoles
    Imagem colorida de sede do Banco Master

    A oposição no Senado atingiu, nesta segunda-feira (19/1), 42 assinaturas para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do Banco Master.

    O requerimento, apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), tem o apoio de mais da metade do Senado. Além desse pedido, há no Congresso Nacional um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e um para a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados.

    O senador cearense pediu que a CPI tenha 90 dias de duração.

    As iniciativas aumentam a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a instalação de um colegiado para investigar a fraude envolvendo o banco, do empresário Daniel Vorcaro, que foi liquidado pelo Banco Central.

    Como antecipado pelo Metrópoles, o requerimento da CPMI atingiu o número de assinaturas necessárias para ser oficializado em 31 de dezembro. A iniciativa é encabeçada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).

    Parlamentares se articulam durante o recesso para pedir que o requerimento seja lido já na primeira sessão conjunta do ano legislativo de 2026. Para iniciar os trabalhos, os requerimentos para a criação dos colegiados devem ser lidos pelos respectivos presidentes das Casas.

    Assinaram o pedido de Eduardo Girão nomes como os líderes oposicionistas do PP, Tereza Cristina (MS); do PL, Carlos Portinho (RJ); do Republicanos, Mecias de Jesus (RR) e do Podemos, Carlos Viana (MG).

    Ao mesmo tempo, também assinaram líderes da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como do MDB, Eduardo Braga (AM) e do PSD, Omar Aziz (AM).

  • Chuvas mantêm risco de fogo entre mínimo e baixo em todo o Acre

    Chuvas mantêm risco de fogo entre mínimo e baixo em todo o Acre

    O risco de incêndios florestais permanece baixo em todo o Acre, mesmo em meio ao período de instabilidade climática e chuvas intensas que atingem o estado. A informação consta no Boletim do Tempo nº 11, divulgado nesta segunda-feira (19) pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), com base em dados de monitoramento ambiental e […]

  • Homem é preso pela PM com motocicleta roubada logo após o furto em Cruzeiro do Sul

    Homem é preso pela PM com motocicleta roubada logo após o furto em Cruzeiro do Sul

    Um homem de 20 anos foi preso pela Polícia Militar na Estrada do Tiro ao Alvo, em Cruzeiro do Sul, no sábado, 17,quando conduzia uma motocicleta roubada. Na abordagem, o suspeito informou que o veículo havia sido roubado na mesma noite por um amigo e que ele estaria apenas como comparsa. O jovem recebeu voz […]

  • Repórter emociona web ao relembrar cobertura da morte de amigo ao vivo. Veja o vídeo

    Repórter emociona web ao relembrar cobertura da morte de amigo ao vivo. Veja o vídeo

    Reprodução/SIC TV
    Repórter Livia Costa relembra morte do amigo em cobertura em 2022 em RO

    A jornalista rondoniense Lívia Costa compartilhou um relato emocionante nesta segunda-feira (19/1) nas redes sociais após internautas resgatarem um vídeo de 2022, quando a repórter foi pega de surpresa e se emocionou ao noticiar a morte de um amigo em um acidente de trânsito.

    À época, ela noticiava o caso que ocorreu em uma rodovia de Porto Velho (RO), onde um motociclista veio a óbito após ser atingido por um carro. Ao vivo, ela recebeu a confirmação de que a vítima se tratava de um amigo da família, que esperava o filho da prima da repórter.

    “A vítima se trata de Luan Martins, de 31 anos. Me perdoa minha emoção, porque a gente acabou de receber a identificação e é um amigo meu de Guajará-Mirim. E eu não esperava, a gente está aqui desde as primeiras horas da manhã, eu não esperava que a identificação saísse e eu descobrisse que se trata de um amigo, o segundo amigo que eu perco hoje. Me desculpa, realmente me pegou de surpresa”, desabafou a repórter em lágrimas.

    Anos depois, ela se deparou com a publicação que relembrava a cena. Lívia decidiu então abrir o coração e compartilhar um relato com os usuários da rede social de como a experiência a marcou tanto na vida profissional quanto para toda a família.

    “Desde este dia, nunca mais fui a mesma em minhas reportagens ao vivo. Relembrar dói, pois além de amigo, Luan era noivo da minha prima e ela estava grávida dele na época”, desabafou. “Hoje temos a filhinha do Luan que é a cópia do pai e uma saudade imensa. De tudo que já passei em matérias, essa foi a mais difícil para mim. Obrigada pelas palavras de empatia de todos”, completou.

  • Saiba qual procedimento Thais Carla fez no rosto após perder 80 kg

    Saiba qual procedimento Thais Carla fez no rosto após perder 80 kg

    Reprodução
    Thais Carla

    Thais Carla passou por um novo procedimento estético após eliminar mais de 80 quilos. A atriz e influenciadora revelou que aplicou toxina botulínica no rosto com o objetivo de amenizar linhas de expressão, em um momento que ela define como de autocuidado e escolha pessoal.

    Em publicação nas redes sociais, Thais comentou a decisão e relacionou o procedimento ao processo de amor-próprio vivido nos últimos meses. “Já perdi 84 kg e decidi retocar o botox no rosto. Se amar é se escolher todos os dias, com gentileza, coragem e verdade”, escreveu.

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