Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Polícia prende 5º suspeito por morte de PM enterrado em sítio

    Polícia prende 5º suspeito por morte de PM enterrado em sítio

    Reprodução
    Cabo da PM Fabrício Gomes Santana - Metrópoles

    A Polícia Civil prendeu, nessa sexta-feira (16/1), o quinto suspeito de envolvimento na morte do policial militar Fabrício Gomes de Santana, que foi encontrado enterrado em um sítio em Embu-Guaçu, na região metropolitana de São Paulo.

    O suspeito, de 33 anos, foi detido em um apartamento no Parque São Lucas, na mesma cidade onde o corpo do PM foi encontrado, em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela 3ª Vara de Itapecerica da Serra.

    Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ele foi encaminhado à Delegacia de Itapecerica da Serra, onde o caso foi registrado como captura de procurado.

    Desaparecimento de PM

    Fabrício foi visto pela última vez no dia 7 de janeiro, em uma adega, na zona sul de São Paulo, onde teria se desentendido com um suposto traficante. A polícia ainda tenta acessar as câmeras de segurança do estabelecimento.

    O carro do PM foi encontrado carbonizado no fim da tarde seguinte, em uma área de mata de Itapecerica da Serra, na região metropolitana. Indícios apontam que o cabo pode ter sido vítima de um tribunal do crime.

    Além do preso mais recente, sabe-se que outros três deles, detidos no dia 9, foram os últimos a ver o soldado com vida. O quarto é o dono do sítio onde o corpo foi encontrado, detido no dia 11. O caseiro do local chegou a ser preso, mas foi liberado após a polícia concluir que, a princípio, ele não teve envolvimento com o crime.

    Depoimentos

    Segundo relatos à polícia, Fabrício estava bebendo com dois conhecidos (identificados como Mirys Sthefanny Bezerra Siqueira e Isaque Duarte da Silva) e mais um terceiro desconhecido, identificado como Riclecio Cerqueira de Moraes.

    Em depoimento, Isaque afirmou que conhece Riclecio do bairro e que pegou uma carona de moto com ele até a rua de sua casa na noite do desaparecimento. Ao chegar no local, avistou Fabrício e Mirys, uma mulher trans, ingerindo bebidas alcoólicas na garagem do sogro de Fabrício. Decidiu então se juntar à dupla.

    Isaque informou conhecer Fabrício porque o policial já havia morado no bairro, mas não conhecia Mirys. Contou ainda que Riclecio decidiu ficar e beber junto com o grupo. Em determinado momento, segundo Isaque, Riclecio e Fabrício se desentenderam em razão de uma aposta de queda de braço.

    Após o bate-boca, Riclecio teria dito que estava errado e deixado o local em sua motocicleta. Isaque conta que permaneceu no local com Fabrício e Mirys até por volta das 7h da manhã, quando saiu com o policial em seu veículo para uma padaria próxima.

    De acordo com o depoimento, a mulher decidiu ficar no local, onde aguardaria o retorno de Fabrício. No trajeto até a padaria, segundo Isaque, ele e Fabrício foram abordados por um homem conhecido pelo apelido de “Gato Preto”.

    Ao abordá-los, o indivíduo, que estava em um carro do modelo Gol “bola” e trabalha como motoboy, perguntou se a dupla havia estado com Riclecio e se tinham conhecimento de uma briga entre ele um policial.

    Isaque afirmou que presenciou a discussão. Gato Preto então relatou que Riclecio havia chegado em sua casa e reclamado de Fabricio, dizendo que havia discutido com um “polícia”.

    Neste momento, o PM, que estava ao lado de Isaque no carro, demonstrou nervosismo e afirmou que iria até o final da rua, em uma biqueira, para “conversar” com o homem, percebendo a repercussão da discussão.

    À polícia Isaque afirmou ter tentado dissuadir o policial, sugerindo que resolvessem a situação depois, mas Fabrício insistiu em ir. Ao chegarem no local, foram recepcionados por aproximadamente seis pessoas, segundo o depoimento, cujas identidades Isaque não soube informar.

    Ao saírem do veículo, os dois foram separados e o grupo passou a questionar se Fabrício estava armado. O policial respondeu que sim e teve dois revólveres retirados pelos suspeitos. Depois disso, Isaque afirma não ter tido mais contato visual com Fabrício.

    Segundo o relato, um homem forte e de cabelos grisalhos conduziu Isaque até um local mais estreito da rua, onde passou a fazer diversas perguntas sobre a briga e se Fabrício era seu parente. Em determinado momento, um dos suspeitos teria afirmado que o policial seria morto.

    O depoente calcula que ficou aproximadamente duas horas no local até ser liberado. Antes disso, um dos homens do grupo lhe disse que Fabrício já teria sido assassinado.

    Ao sair, Isaque conta que notou que o veículo do policial não se encontrava mais no local. Ele também contou à polícia que não viu Riclecio na cena e que, depois disso, não teve mais notícias de Fabrício.

    Suspeito negou desentendimento

    Em seu depoimento, Riclecio negou qualquer desentendimento com Fabrício. Ele afirmou aos policiais que conhece Isaque por ser um conhecido traficante da região, o que foi negado pelo acusado, e confirmou que estava com Isaque em sua moto quando este lhe pediu que o deixasse em um local onde Fabrício e Mirys estavam bebendo, por volta da meia-noite.

    Segundo o relato, Riclecio deixou Isaque no local e saiu para buscar cerveja antes de juntar de vez ao grupo, com quem permaneceu até por volta de 3h da manhã. Disse também que, nesse meio tempo, levou Mirys em sua motocicleta duas vezes até uma biqueira para que ela adquirisse drogas, retornando em seguida.

    Aos policiais, Riclecio disse que não houve nenhuma briga entre os presentes e que, inicialmente, não sabia que Fabricio era policial, tendo tomado conhecimento disso apenas após a segunda vez em que retornava da biqueira.

    Ele ainda declarou ter consumido drogas junto com Isaque e Mirys, mas que o policial não fez uso do entorpecentes, apenas de bebidas. O depoente ainda disse que deixou os três no local e ainda passou em outros três bares antes de ir para casa dormir, já amanhecendo.

    Após acordar, por volta do meio-dia de quinta-feira, Riclecio contou aos policiais ter recebido uma ligação de Mirys questionando se sabia do paradeiro de lsaque. Ele respondeu que não sabia e a avisaria caso soubesse de algo.

  • Turista argentina tem passaporte apreendido após ofensa racial em bar

    Turista argentina tem passaporte apreendido após ofensa racial em bar

    Reprodução
    Imagem ilustrativa de um passaporte

    Uma turista argentina é acusada de cometer injúria racial contra o funcionário de um bar. O caso ocorreu em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Neste sábado (17/1), o passaporte da suspeita foi apreendido e ela passou a usar tornozeleira eletrônica, após determinação da Justiça.

    A confusão ocorreu na última quarta-feira (14/1). A turista argentina, que é advogada, teria se envolvido em uma discussão com o gerente de um bar, motivada por um suposto erro no pagamento da conta.

    De acordo com a Polícia Civil (PCERJ), por causa disso, o gerente foi verificar as imagens de câmeras de segurança e pediu que a mulher permanecesse no estabelecimento até a resolução da situação.

    Ainda segundo a PCERJ, nesse momento, a mulher iniciou xingamentos discriminatórios. Foi quando a vítima passou a gravar as atitudes criminosas da argentina.

    O gerente até a 11ª DP (Rocinha) e relatou que a turista argentina teria lhe apontado o dedo e proferido ofensas de cunho racial, ao chamá-lo de “negro” de forma pejorativa e discriminatória.

    Gestos

    Nas imagens, que não foram divulgadas, a mulher teria imitado gestos de macaco e reproduzido sons do animal. Ao tomarem ciência do fato, agentes da PCERJ iniciaram diligências para localizar a mulher.

    No decorrer das investigações, a unidade representou pela retenção do passaporte e pelo monitoramento eletrônico da mesma, medidas que foram deferidas pela Justiça.

    Na manhã deste sábado (17/1), a turista argentina foi à delegacia prestar depoimento e as medidas foram cumpridas. A investigação segue em andamento para apurar todos os fatos.

  • Veja como namorado de delegada do PCC ensinava tortura a adolescentes. Vídeo

    Veja como namorado de delegada do PCC ensinava tortura a adolescentes. Vídeo

    Material cedido ao Metrópoles
    Jardel Neto Pereira da Cruz, o Dedel

    Apontado como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região Norte do país, Jardel Neto Pereira da Cruz, o Dedel, de 28 anos, teria mantido uma “escola de tortura” para ensinar adolescentes a praticarem o tribunal do crime em áreas dominadas pela facção criminosa em Roraima (RR). O criminoso é namorado de Layla Lima Ayub, delegada recém-empossada na Polícia Civil de São Paulo, presa na manhã dessa sexta-feira (16/1).

     

    Em um vídeo obtido com exclusividade pela coluna, Jardel Neto aparece incitando agressões e dando ordem a adolescentes enquanto eles agrediam outros menores: “É para bater direito!”, diz em dado momento.

    O registro foi gravado no Vila Jardim, residencial de baixa renda localizado na Zona Oeste de Boa Vista, onde há forte presença do PCC. A identidade do homem foi identificada pelos investigadores a partir de suas tatuagens.

    Quem é o faccionado

    De acordo com a Polícia Federal (PF), há informações de que “Dedel” e outros criminosos estariam cobrando das lideranças estaduais de RR ações mais agressivas da representação regional da facção, dentre os quais atentados contra autoridades do judiciário, do sistema penal e, ainda, contra integrantes de forças de segurança.

    Foi confirmado, também, que ele estaria oferecendo armamentos para criminosos locais, com o intuito de financiar os ataques.

    Em junho de 2021, Jardel, que também é conhecido pelos codinomes de “Vrau Nelas” e “Americano”, foi preso por tráfico de drogas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Na ocasião, ele foi flagrado com 25 gramas de skunk, R$ 129 e dois celulares.

    Relacionamento com delegada

    Conforme noticiou o Metrópoles, o homem, que já está solto, compareceu à Academia da Polícia Civil para a posse da companheira Layla Lima Ayub em 19 de dezembro de 2025.

    Informações levantadas pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP), apontam que a delegada mantinha vínculo pessoal e profissional com faccionados, inclusive “exercendo de forma irregular o papel de advogada em audiência de custódia para presos integrantes de organizações criminosa”, mesmo após já ter tomado posse no cargo de delegada de polícia.

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    Brasileia avança na criação da Justiça Desportiva com apresentação de PL

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    Volta Redonda x Flamengo: onde assistir ao jogo do Campeonato Carioca

    Equipes entram em campo neste sábado (17/1), às 21h30. Duelo será realizado no Estádio Raulino de Oliveira

  • Band se manifesta após a morte de Erlan Bastos: “Vazio imenso”

    Band se manifesta após a morte de Erlan Bastos: “Vazio imenso”

    Reprodução/Instagram
    erlan bastos (6)

    A NCTV, afiliada da Band no Amapá, se manifestou na manhã deste sábado (17/1) após a morte do jornalista Erlan Bastos. Ele apresentava o Bora Amapá na emissora e faleceu após sofrer um derrame pleural. A suspeita é que ele tinha uma tuberculose peritoneal.

    Nota de pesar

    Nas redes sociais, NCTV lamentou a partida do apresentador. “Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado”, começou.

    Erlan Bastos foi estava na emissora, que pertence ao Grupo Norte de Comunicação, há pouco mais de um mês. “Em um período tão breve, Erlan conseguiu o que muitos levam anos para construir: mudou os rumos do jornalismo investigativo e crítico no Amapá”, afirmou.

    “Com coragem, compromisso com a verdade e uma postura firme diante dos fatos, ele deu voz a denúncias, provocou reflexões e fortaleceu o papel do jornalismo como instrumento de fiscalização, justiça e cidadania”, seguiu.

    Alma questionadora

    A NCTV ressaltou a maneira questionadora como Erlan Bastos conduzia seu jornalismo. “Sua presença era intensa, sua fala era direta e seu trabalho, necessário. Erlan não se acomodava. Questionava, investigava e seguia em frente, sempre com o olhar atento às demandas da sociedade amapaense”, disse.

    “Sua atuação elevou o debate público e reforçou a importância de um jornalismo independente, responsável e comprometido com o interesse coletivo. A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação”, completou.

    Ao encerrar, a emissora falou no legado que o jornalista vai deixar. “Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar. Erlan Bastos parte cedo demais, mas deixa uma história que não será esquecida”, concluiu.

     

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  • Madrasta é acusada de envenenar enteado de 9 anos com anticoncepcional

    Madrasta é acusada de envenenar enteado de 9 anos com anticoncepcional

    wutwhanfoto/Getty Images
    Foto colorida de paciente em coma deitada na cama do hospital - Neurologista explica o que é o coma e por que ele acontece - Metrópoles

    Nathalia da Rosa Pires é acusada de injetar substâncias anticoncepcionais na comida do menino, usando uma seringa. O pai também é investigado por envolvimento.

    Ao registrar o boletim de ocorrência, meses após o ocorrido, a mulher apresentou laudos médicos e resultados de exames que apontavam para o “iminente risco de vida” do paciente.

    Ela também entregou à polícia um vídeo em que a madrasta aparece injetando uma substância no prato do filho e prints de conversas em que o pai da criança diz que a companheira teria “colocado algo na comida” da vítima. Além disso, fotos dos medicamentos que teriam sido utilizados, como Desogestrel, Etinilestradiol e Inzelm.

    Inicialmente, a mãe do menino pretendia registrar o caso como maus tratos. O delegado Denis Fernando Balsamo, no entanto, entendeu que se tratava de tentativa de homicídio e decidiu pedir a prisão temporária da acusada.

    “Isso porque a insidiosa e cruel atitude de preparar e elaborar mistura com remédio e depois misturá-la com a comida da criança, não só demonstram frieza e intenção de infligir mal à saúde, mas indicam a assunção do risco de matar a criança, que efetivamente passou mal e foi internada”, disse a autoridade policial.

    A reportagem questionou a Secretaria da Segurança Pública sobre o caso e se o pedido de prisão foi deferido pela Justiça. Até o momento, não houve retorno.

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