Interrupção em repasses foi feita porque Banco Master não conseguiu comprovar assinaturas em contratos de consignados
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Deputado de SP pede ao MPF apuração sobre TVs em presídios federais
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
O Ministério Público Federal (MPF), foi acionado pelo deputado estadual de São Paulo Guto Zacarias (União-SP) para investigar a destinação de recursos públicos à compra de televisores de alto padrão para presídios federais de segurança máxima. A solicitação questiona a legalidade, a razoabilidade e a necessidade do gasto.
O pedido foi motivado por informações divulgadas, pelo Metrópoles, em janeiro deste ano, Os equipamentos seriam utilizados no programa chamado “ReintegraCINE”, voltado à exibição de conteúdos audiovisuais em cinco penitenciárias federais do país. Segundo a justificativa oficial, a iniciativa busca modernizar atividades antes realizadas com DVDs e fitas VHS, e não permitiria acesso direto dos presos à internet.
De acordo com o pedido do deputado, apesar das explicações apresentadas pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), ainda existem pontos que precisam de apuração. Entre eles estão a necessidade de aquisição de aparelhos com alto padrão tecnológico, a proporcionalidade do gasto diante das restrições orçamentárias do Estado e das deficiências estruturais do sistema prisional, além da adequação do programa à Lei de Execução Penal, especialmente em unidades de segurança máxima.
O documento também solicita que sejam avaliadas as garantias técnicas anunciadas para impedir o uso indevido dos equipamentos, bem como a regularidade do processo de contratação, incluindo critérios do edital, pesquisa de preços e justificativa técnica para a escolha dos aparelhos. O pedido ressalta que a Constituição Federal exige que os gastos públicos observem princípios como eficiência, economicidade e moralidade administrativa.
Distribuição das TVs nos presídios federais
O governo federal prevê a distribuição de 40 Smart TVs de forma igualitária entre as cinco penitenciárias federais de segurança máxima do país. Cada unidade receberá oito aparelhos, ao custo unitário de R$ 2.135, totalizando R$ 17.080 por presídio. A entrega está programada para ocorrer até fevereiro de 2026 e faz parte da implementação do programa ReintegraCINE, voltado à exibição de conteúdos audiovisuais com foco na reintegração social de pessoas privadas de liberdade.
Os equipamentos serão destinados às penitenciárias federais de Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Brasília (DF), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR). De acordo com o edital, as TVs contam com suportes fixos de teto e especificações técnicas como conexão via cabo e Wi-Fi, entradas HDMI e USB, além da exigência de desativação de comandos por voz.
A Secretaria Nacional de Políticas Penais afirma que o uso dos aparelhos está amparado por portaria publicada em abril de 2025, que estabelece critérios técnicos, operacionais e de segurança para a execução do projeto, sem comprometer a segurança pública.
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Bocalom concede entrevista coletiva na segunda para tratar de futuro político
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), convidou a imprensa para uma entrevista coletiva marcada para a manhã desta segunda-feira, 16, quando deverá se pronunciar sobre seu futuro político. O encontro está previsto para ocorrer a partir das 9h, no auditório da Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola do Acre (Acisa). De acordo […] -

MPF e PF tratam Nelson Tanure como sócio oculto do Banco Master
Empresário também é apontado como “destinatário final” de fundos suspeitos
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Motociclista morre após bater em caminhão na BR-070
Divulgação/CBMDF
Um motociclista morreu após bater contra um caminhão na manhã desta sexta-feira (16/1) na BR-070, após a barragem, no sentido Águas Lindas de Goiás (GO), no Entorno do Distrito Federal.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal atendeu à ocorrência por volta das 8h40 e após fazerem o isolamento, a sinalização da via e o gerenciamento dos riscos da área, foi encontrado o motociclista, do sexo masculino, com lesões incompatíveis com a vida, sendo constatado o óbito no local.
Não se sabe a dinâmica do acidente e nem a identidade da vítima.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ficou responsável pela preservação da área, e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) também foi acionada.
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Dino manda acelerar auditorias e vê risco em emendas da saúde

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta sexta-feira (16/1), a aceleração das auditorias sobre emendas parlamentares destinadas à saúde.
Ele também alertou para riscos à transparência e ao controle de milhões de reais destinados à saúde por meio de emendas parlamentares, diante da fragilidade operacional do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS).
A decisão foi tomada após a apresentação de relatório parcial do DenaSUS, que analisou contas vinculadas a emendas parlamentares pendentes de regularização.
O atraso na apresentação do relatório se deu, segundo o DenaSUS, a uma redução de pessoal disponível para executar tais demandas, devido a uma perda na força de trabalho na casa dos 50% desde 2001.
Diante da incompletude do que havia sido requisitado pelo ministro, em abril de 2025, Dino determinou que o DenaSUS reavalie o cronograma de entrega proposto para o restante das informações, bem como seja apresentado plano de recomposição da capacidade de trabalho em 30 dias, “na medida em que as reduções de pessoal verificadas nas últimas duas décadas custam muito mais caro ao país, em face da óbvia degradação da quantidade e qualidade das auditorias quanto à aplicação de centenas de bilhões de reais de dinheiro público”.
“Sem controles e auditorias, jamais haverá o adequado cumprimento das determinações da Constituição, constantes do Acórdão do STF, quanto à transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares”, afirmou o ministro.
Segundo os dados levados ao processo, das 1.282 contas verificadas até junho de 2025, 698 permaneciam irregulares, envolvendo 723 propostas de emendas que somam R$ 335,5 milhões.
Do total de recursos repassados, R$ 268,9 milhões foram executados, enquanto R$ 66,5 milhões ainda permaneciam em saldo. A auditoria parcial avaliou inicialmente 497 contas do Banco do Brasil, das quais 291 tiveram recomendação de auditoria aprofundada. Outras 108 contas, relativas à Caixa Econômica Federal, ainda estão em análise.
No despacho, Dino afirmou que o cronograma proposto pelo DenaSUS para entregar o restante da avaliação é excessivamente longo e incompatível com a dimensão dos recursos públicos envolvidos, especialmente diante da expansão das emendas parlamentares na saúde nos últimos anos – o que o ministro chamou de “parlamentarização” das despesas do SUS.
O ministro destacou que o volume de emendas à área saltou de R$ 5,7 bilhões em 2016 para R$ 26,3 bilhões em 2025, o que ampliou significativamente a necessidade de fiscalização.
Além da lentidão, a decisão aponta preocupação com a capacidade operacional do órgão de auditoria.
O ministro ainda mandou retirar parcialmente o sigilo de relatório técnico apresentado no processo e determinou que o Ministério da Saúde seja oficialmente comunicado das ordens.
A ação integra o acompanhamento, pelo STF, do cumprimento de decisões anteriores da Corte sobre a necessidade de maior controle e transparência na execução das emendas parlamentares, especialmente na área da saúde.
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Bolsa Família de janeiro começa a ser paga nesta segunda-feira (19/1)
Segundo a Caixa Econômica Federal, cerca de 18,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família atualmente
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Com hérnia abdominal, homem fica com barriga enorme: "Cresceu em 1 mês"
Arquivo pessoal
Aos 36 anos, o goiano Vitor Meireles já havia passado por diferentes cirurgias abdominais que causaram um problema ainda maior. Antes professor de beach tênis e hoje criador de conteúdo, ele conta que as complicações começaram há cerca de 12 anos, quando precisou retirar o apêndice em caráter de urgência.
Segundo Vitor, o diagnóstico demorou. “O hospital dizia que não era nada, mas a dor era insuportável. Precisei procurar outro atendimento”, relata. A cirurgia foi realizada, mas a recuperação nunca foi completamente tranquila.
Mesmo anos depois, ele sentia dor ao fazer exercícios que acionavam a musculatura do abdômen. “Para fazer abdominal na academia, eu precisava segurar a região operada”, conta. Apesar do incômodo, Vitor seguiu a rotina até enfrentar um novo episódio grave, em 2025.
Intestino paralisado e dor intensa
De forma repentina, Vitor parou de evacuar, começou a vomitar e sentiu dores intensas. Procurou atendimento médico, fez diversos exames de imagem, mas o problema não era identificado. Apenas após buscar outro hospital, um novo raio-x revelou a causa do sofrimento: uma torção do intestino.
Ele foi internado e submetido a mais uma cirurgia. O procedimento resolveu a obstrução intestinal, mas abriu caminho para uma nova complicação.
Vitor percebeu um aumento progressivo no volume do abdômen. “Não sei se foi a cirurgia ou a falta de repouso adequado, mas uma hérnia começou a crescer”, diz. Sem o uso de cinta abdominal no pós-operatório, o quadro se agravou rapidamente.
Em cerca de um mês, a hérnia já estava grande e visível. Ao retornar ao médico que realizou a cirurgia, ouviu que seria necessário um novo procedimento. No entanto, a operação foi adiada quatro vezes porque o paciente estava constantemente gripado, o que impedia a anestesia.
Enquanto isso, a hérnia continuava aumentando. “Eu via aquilo crescer e não sabia mais o que fazer”, afirma. Vitor buscou outros profissionais e um deles foi direto ao dizer que não conseguiria operar um caso tão complexo.
Somente após seis meses de tentativas, ele encontrou um cirurgião disposto a assumir o tratamento. O caso ficou sob os cuidados do especialista em hérnias Cássio Gontijo, que explica que esse tipo de complicação é comum após cirurgias de urgência.
“Em cirurgias abdominais feitas em caráter emergencial, a taxa de hérnia incisional pode variar de 30% a 50%”, afirma. A hérnia incisional ocorre quando a musculatura abdominal não cicatriza corretamente após o corte cirúrgico, deixando uma abertura na parede do abdômen.

Hérnia grave na região abdominal era considerada complexa e de difícil acesso Cirurgia definitiva
Por se tratar de uma hérnia de grande volume e alta complexidade, o tratamento exigiu preparo cuidadoso. O primeiro passo foi a perda de peso, necessária para reduzir riscos e aumentar as chances de sucesso do procedimento.
Além disso, a equipe utilizou toxina botulínica, a mesma substância conhecida como botox. “Ela é aplicada para paralisar temporariamente a musculatura do abdômen, o que permite ganhar extensão muscular e facilitar o fechamento da hérnia”, explica Gontijo. A aplicação foi feita cerca de um mês antes da cirurgia.
Outro recurso fundamental foi o pneumoperitônio progressivo. Por meio de um cateter instalado no abdômen, o ar ambiente era introduzido diariamente. Esse processo ajuda a adaptar o organismo à nova condição abdominal, reduz o inchaço intestinal e melhora as condições para a cirurgia.
Técnica brasileira sem uso de tela
Durante o procedimento, os médicos utilizaram uma técnica específica conhecida como cirurgia de Alcino Lázaro da Silva. Nessa abordagem, o próprio saco herniário — o revestimento interno da hérnia — é usado para reforçar a reconstrução da parede abdominal.
“A vantagem é conseguir fechar a hérnia sem o uso de telas ou próteses, que são corpos estranhos no organismo”, explica o cirurgião. Segundo ele, os resultados são equivalentes aos das técnicas com tela, mas com menos riscos associados.
A cirurgia foi bem-sucedida, e Vitor permaneceu internado por um curto período. Dois meses após o procedimento, ele comemora pequenas conquistas do dia a dia. “Eu só queria voltar a caminhar, sair de casa e tomar banho sozinho”, diz.
Hoje, ele segue em recuperação e retomando a rotina aos poucos. O caso chama atenção para os riscos de hérnias incisionais após cirurgias de urgência e reforça a importância de diagnóstico correto, acompanhamento médico e técnicas especializadas no tratamento de quadros complexos.
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Mãe de Eliza Samudio diz que ainda não recebeu passaporte da filha
Documento de Eliza Samudio foi encontrado no começo do mês em uma casa localizada em Portugal e gerou uma série de especulações
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Karoline Lima surpreende com fotos dela de 12 anos atrás
Reprodução/Instagram
Karoline Lima surpreendeu os seguidores ao compartilhar uma foto de 12 anos atrás, quando tinha aproximadamente 18 anos.
“Hoje recebi uma foto minha de 12 anos atrás, eu tinha 17, 18 anos. Acho que estou melhor hoje mesmo”, escreveu a influenciadora na legenda.
Antes da publicação, Karoline fez uma reflexão sobre a idade. “Hoje eu acordei chateadíssima, porque eu me dei conta que esse ano eu faço 30 anos. E, gente, uma neném dessa falar que tem 30 anos, eu vou começar a mentir a minha idade”, falou.
“E eu não sei porquê, mas na minha cabeça eu tenho 27. Eu acho que é por conta da época da Covid, que a gente passou um tempo parado e, para mim, não contou, porque eu não vivi aquele tempo. Então, assim, eu acho justo a gente diminuir um pouco, porque a gente está no nosso direito. Então, 30 anos nem combina”, completou.
Karoline Lima também compartilhou a reação dos seguidores com a transformação. Uma internauta destacou que os dentes da influenciadora eram maiores, mas ela explicou que “era a boca que faltava”.
