O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), sancionou nesta sexta-feira, 16, a Lei Complementar nº 359, que altera a legislação municipal sobre o regime de trabalho e remuneração de servidores, especificamente no cargo de contador. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado e modifica dispositivos da Lei Complementar nº 36/2017, que trata […]
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Lei cria gratificação de dedicação exclusiva para contador da prefeitura de Rio Branco
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Nikolas se manifesta sobre fala "fiz que o tinha que fazer" de Moraes
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestou, nesta sexta-feira (16/1), sobre a declaração feita pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federa (STF), em uma colação de grau da USP nessa quinta-feira (15/1), em uma referência indireta ao envio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a Papudinha. “Soberba precede a ruína”, diparou o parlamentar.
Em uma publicação no X, Nikolas publicou o trecho do vídeo em que o ministro afirma “ter feito o que tinha que fazer”, durante colação de grau da 194ª turma de direito da Universidade de São Paulo (USP), e lançou críticas.
“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.” pic.twitter.com/FsWs4zRr5z
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) January 16, 2026
O discurso de Moraes ocorreu após determinação da transferência de Bolsonaro para a Papudinha. O magistrado fez uma referência indireta, mas bem-humorada, ao fato, ao dizer que já tinha “feito o que tinha que fazer”.
“Oito discursos para vocês é um absurdo do absurdo. Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos? Quase que eu tive que tomar algumas medidas. Mas eu me contive hoje, né? Acho que hoje eu já fiz o que eu tinha que fazer”, afirmou o ministro.
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Alexandre Frota recria meme sobre Bolsonaro: "A Papudinha lhe espera". Veja vídeo
Reprodução/Redes sociais
Após a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para a Papudinha, prédio localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, nessa quinta-feira (15/1), o ator e ex-deputado federal Alexandre Frota recriou um “meme” de Bolsonaro falando sobre o presídio.
“A Papudinha lhe espera, boa estadia lá, valeu?”, diz Frota no vídeo. O ex-deputado, que foi bolsonarista no passado, posteriormente, apagou o vídeo das redes.
No meme original, de 2017, Bolsonaro zomba de deputados do PT que tiveram seus nomes incluídos em inquéritos que apuravam suposta propina paga pela empreiteira Odebrecht. À época, Bolsonaro disse: “A Papuda lhe espera, boa estadia lá”.
No mesmo dia em que Bolsonaro foi transferido à Papudinha, diversas figuras da esquerda relembraram a fala do ex-presidente, incluindo o ministro da Secretaria-Geral do governo federal, Guilherme Boulos (PT), que publicou o vídeo antigo de Bolsonaro em sua rede social.
Veja
Aqui se faz, aqui se paga. pic.twitter.com/F7RDztwAR9
— Guilherme Boulos (@GuilhermeBoulos) January 15, 2026
Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses pela condenação pelo envolvimento na trama golpista. Inicialmente, ele cumpriu pena na Superintendência da Polícia Federal, mas foi transferido quinta-feira para a Sala de Estado Maior, no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como Papudinha.
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O monarca absoluto Alexandre de Moraes abre outro inquérito sigiloso
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Alexandre de Moraes abriu mesmo, de ofício, outro inquérito sigiloso, agora para investigar se houve vazamento de dados financeiros dele e da sua família pela Receita Federal ou pelo Coaf, assim como o de informações sobre parentes do colega Dias Toffoli.
Ele está chateado porque a imprensa revelou que a sua mulher advogada assinou um contrato com o Banco Master, sem escopo definido, no valor de inéditos e fabulosos R$ 130 milhões de reais.
O país foi inteirado, ainda, de que, graças aos dividendos gerados pelo contrato multimilionário, a doutora Viviane Barci de Moraes passou a ser dona de uma patrimônio pessoal de quase R$ 80 milhões de reais.
Quais são as grandes ações que o escritório dela conduz para o Master? Nenhuma, ao que se tem até o momento. Não figura nem mesmo entre os escritórios que defendem esse extraordinário Daniel Vorcaro no inquérito que apura as fraudes cometidas pelo “banqueiro” e a sua turma da pesada.
A única iniciativa de um Moraes em prol do Master teria sido do próprio ministro. Já na vigência do contrato do escritório da sua mulher com o banco, ele teria feito pressões sobre o BC para que o Master pudesse ser vendido para o BRB.
Alexandre de Moraes negou veementemente que tenha feito essas pressões, e foi só.
O ministro não se dignou a dar qualquer explicação sobre o contrato. Aparentemente, Moraes não vê problema na mulher de um ministro do STF receber uma bolada de Mega-Sena de um banco enroladíssimo na Justiça para não fazer nada de compatível que seja visível a olho nu.
O que incomoda Moraes é apenas que o Brasil inteiro tenha sido informado sobre a existência do contrato magnífico — e, assim, tome outro inquérito sigiloso aberto de ofício, como se fosse o STF o atingido, não o ministro, na sua pessoa física, o interessado em causa própria.
Se Moraes acha que houve vazamento ilícito de dados financeiros seus e da sua família, o correto seria acionar o Ministério Público para que, caso se chegasse à conclusão da existência de indícios suficientes de crime, o inquérito aberto corresse na primeira instância.
O fato incontornável, porém, é que desde a instauração do inquérito das fake news, em 2019, sem data para acabar, o sistema acusatório foi mandado às favas.
A partir dele, Alexandre de Moraes, em especial, como relator de todos esses inquéritos que supostamente visam a salvar a democracia brasileira, adquiriu um poder só comparável ao do monarca absoluto das Ordenações Filipinas, o código de direito português que vigorou no Brasil até o século XIX.
Como a Constituição Federal não atribui poder absoluto a ninguém, o que se tem é um desvio intolerável no sistema democrático do qual Alexandre de Moraes arrogou-se o título de grande defensor. Ele pode tudo, a sua família pode tudo, só que não. O poder de Alexandre de Moraes é incompatível com a democracia, e resta saber até quando os seus colegas de tribunal e os integrantes dos outros poderes fingirão que nada está acontecendo de errado.
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Acre tem risco moderado de inundação gradual nesta sexta, aponta boletim
O estado do Acre apresenta risco hidrológico moderado nesta sexta-feira, 16, conforme previsão divulgada nas primeiras horas do dia. A atenção está voltada para áreas ribeirinhas das Regiões Geográficas Intermediárias de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, onde há possibilidade de inundação gradual. As informações são do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres […] -

Rio Acre sobe e fica a 10 cm da cota de transbordamento na capital
Na manhã desta sexta-feira, 16, o Rio Acre chegou a 13,90 metros na medição das 5h18, se aproximando cada vez mais da cota de transbordamento que é de 14 metros. Durante a 1º edição do ac24horasplay a reportagem mostrou equipes que atuam na retirada de balseiros acumulados nos pilares da Ponte Metálica, o que vinha […] -

Ministério da Saúde destina R$ 8,4 milhões ao Acre para ações de vigilância em saúde
O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 16, a Portaria GM/MS nº 10.155, que define os valores anuais a serem repassados aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios referentes ao Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS) e ao incentivo aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública. Os recursos integram […] -

Dólar e Bolsa operam estáveis com "prévia" do PIB e falas do Fed
Faga Almeida/UCG/Universal Images Group via Getty Images
O dólar operava perto da estabilidade, nesta sexta-feira (16/1), na última sessão da semana, em um dia no qual os investidores repercutem a chamada “prévia” do PIB no Brasil e declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos).
Dólar
Ibovespa
“Prévia” do PIB no Brasil
O principal destaque da agenda econômica doméstica, nesta sexta, é a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O indicador mostrou que a economia brasileira avançou 0,7% em novembro, na comparação com o mês anterior. Em outubro, na comparação com setembro, houve retração de 0,2%. No trimestre, houve alta de 0,2%.
Para chegar ao resultado, o Banco Central (BC) fez um ajuste sazonal (cálculo que remove as flutuações sazonais de uma série temporal para comparar períodos diferentes). No mês, o IBC-Br por setores produtivos teve crescimento de 0,8% na indústria, e serviços avançaram 0,6%. Já a agropecuária encolheu 0,3%.
Em relação a novembro do ano passado, o IBC-Br teve alta de 1,2%. Em 12 meses, o indicador do BC apresentou aumento de 2,4%. No ano, a chamada “prévia do PIB” registrou expansão de 2,4%. Todas essas variações foram calculadas sem ajustes sazonais.
O indicador é considerado uma “prévia” do Produto Interno Bruto. O IBC-Br incorpora estimativas de crescimento para os setores agropecuário, industrial e de serviços. O cálculo é feito com ajuste sazonal, o que permite comparar períodos diferentes.
O IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo BC para definir a taxa básica de juros do país, a Selic. O PIB, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país.
Economistas vem alertando para a desaceleração da economia brasileira neste ano devido aos juros altos e ao atual patamar da inflação. Os analistas do mercado financeiro ouvidos semanalmente pelo BC, no Relatório Focus, projetam que o PIB crescerá 1,8% em 2026. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) espera um crescimento do PIB na casa dos 1,6% em 2026, mesmo patamar previsto pelo BC.
Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulga a estatística oficial do PIB, publicou no último dia 4 de dezembro que o PIB do terceiro trimestre, encerrado em setembro, foi de 0,1%. O resultado representa uma desaceleração em relação ao trimestre anterior (abril, maio e junho), quando o índice ficou em 0,4%.
O PIB de 2025 será conhecido apenas quando for fechado o resultado do quatro trimestre do ano passado (outubro, novembro e dezembro).
Falas de dirigentes do BC dos EUA
No front externo, os investidores acompanham declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). As falas podem indicar possíveis “pistas” para a trajetória da taxa básica de juros na maior economia do mundo.
Nesta sexta, a diretora do Fed Michelle Bowman faz um discurso sobre política monetária. Também deve falar o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, a respeito das perspectivas econômicas dos EUA.
Em publicação nas redes sociais, a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, afirmou que a autoridade monetária precisa “olhar além dos dados” para calibrar a taxa de juros em suas futuras decisões.
“Tudo somado, seremos capazes de responder a mudanças em perspectivas econômicas e dependentes de projeções para garantir uma política monetária apropriada no futuro”, escreveu Daly no X (antigo Twitter).
Segundo a dirigente do Fed, os indicadores econômicos são “essenciais”, mas “são as pessoas que nos dizem o que estão planejando e como isso moldará nosso futuro”.
Na última reunião do Fed, em dezembro, o corte nos juros foi de 0,25 ponto percentual, acompanhando as projeções da maioria dos analistas do mercado. Agora, os juros estão no patamar entre 3,5% e 3,75% ao ano.
Foi a terceira redução consecutiva na taxa de juros pelo BC dos EUA. Na reunião anterior do Fed, em setembro, o corte também havia sido de 0,25 ponto percentual.
A votação não foi unânime. Stephen Miran, novo integrante do Fed, indicado por Donald Trump, votou por um corte maior, de 0,5 ponto percentual, enquanto Jeffrey R. Schmid e Austan D. Goolsbee votaram pela manutenção da taxa de juros.
O próximo encontro da autoridade monetária para definir a taxa de juros, o primeiro de 2026, está marcado para os dias 27 e 28 de janeiro.
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Quem são os ladrões que invadiram casa de juiz e levaram R$ 200 mil. Veja vídeo
Os ladrões invadiram a casa de um juiz e furtar uma pistola Glock, joias, relógios — inclusive da marca Rolex — celulares e outros objetos
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"Fiz o que tinha que fazer": bolsonaristas reagem à fala de Moraes
HUGO BARRETO/METRÓPOLES
A declaração do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de que “fiz o que tinha que fazer”, logo após a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nessa quinta-feira (15/1), repercutiu entre bolsonaristas, que reagiram com ataques ao magistrado.
A fala de Moraes ocorreu durante a colação de grau de alunos do curso de direito da Universidade de São Paulo (USP).
A deputada Caroline de Toni (PL-SC) publicou um vídeo nas redes sociais afirmando que a fala revela “postura incompatível para um juiz” e pediu “impeachment já”.
O deputado André Fernandes (PL-CE) escreveu: “Os estudantes que aplaudiram Moraes hoje serão os futuros advogados, juízes, desembargadores etc. Olavo (de Carvalho) tem razão: o trabalho de base jamais pode ser menosprezado”.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também comentou a declaração do ministro. “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”, afirmou.
O deputado Rodrigo Valadares (União-SE) criticou a postura do ministro: “Quando um magistrado brinca com a desgraça alheia, ele abandona qualquer aparência de imparcialidade. O que vimos foi vingança política travestida de decisão judicial. Isso não é Justiça, é militância com toga”.
“O deboche escancara o viés. Não há equilíbrio, não há serenidade, não há Justiça. Há um projeto claro de perseguição à direita brasileira, com Bolsonaro como alvo principal. O impeachment não é exagero, é necessidade institucional”, defendeu o deputado federal Sanderson (PL-RS).
Decisão de Moraes
Moraes transferiu Bolsonaro, nessa quinta-feira, para a Sala de Estado Maior, no 19º Batalhão da Polícia Militar, a chamada Papudinha, após reclamações em relação ao barulho na cela em que o ex-presidente cumpria pena, na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.
“As medidas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, alegou o ministro na decisão.