Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Malafaia cobra Damares após fala sobre igrejas e farra do INSS

    Malafaia cobra Damares após fala sobre igrejas e farra do INSS

    O pastor Silas Malafaia cobrou publicamente um posicionamento da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) após ela afirmar que “grandes igrejas” estariam envolvidas no esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A reação ocorreu em vídeo divulgado por Malafaia nas redes sociais, no qual ele exige que a parlamentar apresente provas ou esclareça a quem se referia.

    “Ou ela prova o que está dizendo ou precisa se retratar”, afirma. Segundo o pastor, a declaração da senadora lança suspeitas graves sem citar nomes, instituições ou fatos concretos. Para ele, a fala contribui para a criminalização das igrejas e alimenta desconfiança pública sem base comprovada.

    No vídeo, o pastor reproduz a fala de Damares em que a senadora diz que o tema “machuca muito” e sugere a participação de instituições religiosas no esquema de fraudes do INSS.

    O líder religioso afirma não aceitar que “todas as grandes igrejas” sejam colocadas “no mesmo pacote” e cobra responsabilidade no discurso, especialmente por partir de uma senadora com forte vínculo com o eleitorado evangélico.

    “Se já não bastasse Satanás e os ímpios que nos odeiam para nos caluniar, vem alguém dita evangélica para uma denúncia dessa gravidade sem dar nomes. A senhora não aprendeu com Jesus, não?”, disse Malafaia. “A senhora ajuda os líderes evangélicos e a igreja evangélica dando nomes. Nós não estamos aqui para tapar o sol com peneira, nem para passar a mão na cabeça de ninguém.”

    Até o momento, Damares não respondeu diretamente ao vídeo nem detalhou quais igrejas ou lideranças estariam envolvidas em irregularidades.

  • Abastecimento de água é interrompido em Jordão para limpeza de reservatório

    Abastecimento de água é interrompido em Jordão para limpeza de reservatório

    O município de Jordão terá o abastecimento de água interrompido na próxima quinta-feira, 15 de janeiro, em razão da realização de limpeza no reservatório da Estação de Tratamento de Água (ETA). A informação foi divulgada por meio de nota pelo Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre (Saneacre) nesta quarta-feira, 14. Segundo a […]

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    Morre, aos 27 anos, o jornalista Everton Ferrari

    Reprodução/Redes Sociais
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    Everton Rodrigues Lourenço, conhecido como Everton Ferrari, faleceu, aos 27 anos, nesta terça-feira (13/1), em Goiânia. Jornalista com ampla atuação em assessoria de comunicação, televisão, marketing e especialista em comunicação política, Everton trabalhava atualmente como assessor de imprensa na Secretaria de Estado da Retomada de Goiás. Everton estava internado há alguns dias, para tratar uma pneumonia bacteriana.

    Antes de assumir o cargo como assessor de imprensa na Secretaria em julho de 2024, Everton passou pela Prefeitura Municipal de Alexânia como assessor de imprensa, foi produtor e editor de texto na TV Anhanguera, passou pela TV Serra Dourada, TV Goiânia Band e repórter no Portal Mais Goiás.

    A Secretaria da Retomada publicou, nesta quarta-feira (14/1), uma nota de pesar em que relembraram a trajetória de Everton: “Jornalista por vocação, guerreiro por essência, alegre por natureza e eterno na curiosidade por novas pautas”.

    O secretário César Moura expressou o sentimento de pesar pela perda do colega e funcionário: “sua ausência será imensamente sentida e seu legado permanecerá vivo na memória e no trabalho desta Secretaria”.

    Em nota, a Secretaria descreveu Everton como um “profissional exemplar”, além de um “colega amigo, carinhoso e humano”.

    O velório de Everton aconteceu na Primeira Igreja Batista de Alexânia e o sepultamento, no Cemitério Municipal Campo da Saudade.

     

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    Ministro Dias Toffoli, do STF, mais cedo nesta quarta havia decidido que o material aprendido deveria ficar “lacrado” na sede da Corte

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    O restaurante Sabor Cubano, referência em culinária cubana e internacional em Rio Branco, anunciou nesta quarta-feira (14) o encerramento de suas atividades. A informação foi divulgada por meio de um comunicado publicado nas redes sociais oficiais do estabelecimento, surpreendendo clientes e admiradores da casa. Na publicação, a equipe do restaurante agradeceu ao público que acompanhou […]

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    O nível do rio Acre em Brasileia está em elevação e se aproxima da cota de alerta, conforme dados divulgados pela Defesa Civil do município nesta quarta-feira (14). De acordo com o órgão, a cota de alerta para o rio Acre em Brasileia é de 9,80 metros, enquanto a cota de transbordamento é de 11,40 […]

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    Redução de pena: benefício pedido por Bolsonaro atende 3 mil presos no DF

    HUGO BARRETO/METRÓPOLES
    Ex-presidente Jair Bolsonaro

    Cerca de 3 mil detentos do Distrito Federal participam do programa de remição de pena pela leitura no sistema penitenciário da capital federal. A política pública, permanente no DF, é a mesma à qual o ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou adesão na quinta-feira (8/1), por meio de petição protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF).

    A decisão será do ministro Alexandre de Moraes, que analisa a manifestação do Procurador Geral da República (PGR) Paulo Gonet para decidir se Bolsonaro poderá ou não ler para diminuir a pena de 27 anos por liderar uma trama golpista.

    Nesta quarta-feira (14/1), o PGR se manifestou a favor da inclusão de Bolsonaro no programa de remição de pena por leitura.

    “Não se entrevê óbice a que a realize, observadas as normas regulamentares e as condições logísticas da Superintendência Regional da Polícia Federal”, afirmou Gonet.

    O programa de remição de pena, conduzido pela Secretaria de Administração Penitenciária do DF (Seape/DF), realiza 11 ciclos por ano, cada um com duração de aproximadamente 30 dias. Durante esse período, o preso deve retirar o livro, ler, elaborar a resenha e submetê-la à avaliação da Comissão de Validação.

    A cada leitura validada, é possível obter a remição de até quatro dias da pena.

    Em 2024, o programa contabilizou 29.092 atendimentos, 15% a mais que em 2023, que registrou 24.728 atendimentos.

    O desempenho levou o Distrito Federal a ser reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como a sexta unidade da Federação com maior crescimento em atividades de leitura no sistema prisional.

    “A leitura é compreendida como ferramenta fundamental de estímulo à reflexão crítica, ao desenvolvimento educacional e à ampliação de perspectivas, compondo uma política pública que contribui para a reconstrução de projetos de vida”, afirmou a SEAPE em nota.

    O advogado Vitor Sampaio, especialista em direito constitucional e penal, explica que os livros escolhidos para o programa são adequados ao nível de leitura de cada preso e não têm relação com o crime que ele cometeu. “A ideia é ressocializar, não punir”, ressalta.

    A remição pode ser revogada parcial ou totalmente em caso de falta grave. “Se o preso cometer uma atitude grave dentro do presídio, como agressão a outros detentos ou funcionários, tentativa de fuga, porte de objetos proibidos ou destruição de bens. A partir daí, o juiz pode cancelar até um terço do tempo que já havia sido reduzido”, acrescenta.

    Pedido da defesa de Bolsonaro

    Na petição apresentada ao STF, a defesa do ex-presidente solicita a inclusão dele no programa de remição de pena por leitura. Caso autorizado, ele poderá reduzir parte da pena de 27 anos e três meses por meio da leitura de obras disponíveis no acervo autorizado pelo sistema penitenciário.

    Entre os livros indicados estão A Revolução dos Bichos, de George Orwell; Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto; Globalização: As Consequências Humanas, de Zygmunt Bauman; e clássicos como Dom Casmurro, Vidas Secas, O Cortiço, O Quinze e O Pequeno Príncipe.

    Na petição, os advogados de Bolsonaro afirmam que ele manifesta “vontade de aderir formalmente às atividades de leitura regulamentadas pelo CNJ”, com o objetivo de “desenvolver atividades educativas e culturais compatíveis com a finalidade ressocializadora da pena”.

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