Autor: jonysdavid2017@gmail.com

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    Quem é o músico do NX Zero que teve falas atribuídas a extrema direita

    Caco Grandino

    Caco Grandino, baixista do NX Zero, passou a ser alvo de críticas nas redes sociais após um comentário debochado nas redes sociais. O posicionamento do músico foi atribuído à direita e repercutiu na web.

    Caco Grandino, nome artístico de Conrado Grandino, é o baixista da formação atual do NX Zero. Ele entrou no grupo em 2006 e passou a integrar a fase mais conhecida e bem-sucedida da banda, ao lado de Di Ferrero, Gee Rocha, Filipe Ricardo e Daniel Weksler.

    Aos 39 anos, ele compartilha a rotina como apresentador de rádio e bastidores do trabalho do NX Zero nas redes sociais, onde soma mais de 107 mil seguidores. No fim de 2025, o músico chegou a ter imagens criticando as Havaianas após a polêmica campanha com Fernanda Torres atribuídas a ele.

    Caco Grandino e a polêmica das Havaianas

    Com a repercussão, internautas passaram a rotular o músico como um “emo de direita”. Também circularam prints de contas seguidas por Caco, incluindo a do deputado federal Nikolas Ferreira, o que ampliou o debate online.

    Agora, a nova controvérsia teve início após Caco usar emojis de risada como deboche em um comentário feito pelo delegado Yasser Yassine em uma publicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A postagem fala sobre o veto do presidente ao projeto de lei que previa a redução de penas para os condenados pelos atos de 8 de janeiro.

    Veja o comentário:

    Print mostra comentário de Caco Grandino que repercutiu nas redes sociais - Metrópoles
    Comentário de Caco Grandino que repercutiu nas redes sociais

    NX Zero se pronuncia

    Diante da reação pública, o NX Zero divulgou uma nota afirmando que a banda, como grupo, não apoia discursos antidemocráticos. O texto destaca que os integrantes têm vidas e opiniões individuais, que não representam o posicionamento coletivo como um todo.

    “O NX Zero tem cinco integrantes, cada um com sua vida e suas opiniões, que não representam o grupo como um todo. A banda não apoia discursos antidemocráticos e reforça que sua música é e sempre será um espaço de liberdade, respeito e união, jamais de divisão”, diz o texto.

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    Bacabal: perícia descarta abuso sexual em criança encontrada sem roupa

    Reprodução/X
    Criança em Bacabal

    O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB-MA), informou, nesta terça-feira (13/1), que o menino Anderson Kauan, de 8 anos, a criança mais velha entre as três que desapareceram do quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, no Maranhão, não sofreu violência sexual. Dois primos dele, Agatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, que também desapareceram, ainda não foram encontrados.

    “Informo que o Kauã não sofreu violência sexual. Exames foram realizados e atestam isso. Ele segue internado, em acompanhamento multiprofissional. Uma equipe do Instituto de Perícia da Criança e do Adolescente (IPCA) conduz, com técnica e sensibilidade, a escuta especializada do menino. Seguem as buscas pelos irmãos Agatha Isabelly e Allan Michel, assim como as investigações acerca do caso”, afirmou o governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB-MA).

    O menino de 8 anos foi encontrado na última quarta-feira (7/1) por um carroceiro em um matagal a 4 km de distância do local em que desapareceu, sem roupas e com sinais de fraqueza. Ele afirmou que os seus dois primos estavam mais à frente; entretanto, as crianças não foram encontradas naquele momento e nem até agora.

    As buscas pelos primos já entraram no 10º dia e contam com centenas de pessoas, incluindo militares e voluntários. Na última semana, o Exército também começou a atuar nas buscas. Apesar do esforço, o caso ainda segue sem respostas.

    A prefeitura do município divulgou um vídeo oferecendo R$ 20 mil por informações que levem ao paradeiro das duas crianças que ainda estão desaparecidas. O prefeito de Bacabal também orienta que quem tiver informações que possam ajudar a encontrar os desaparecidos entre em contato com as autoridades pelo telefone 181.

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  • Grupo que lavou R$ 100 milhões com jogos de azar é alvo de operação

    Grupo que lavou R$ 100 milhões com jogos de azar é alvo de operação

    Divulgação/Polícia Civil
    Imagem colorida mostra dinheiro apreendido em operação da Polícia Civil contra uma quadrilha que lavava dinheiro com jogos de azar - Metrópoles

    A Polícia Civil realiza nesta terça-feira (13/1) a Operação “Quebrando a Banca” contra uma organização criminosa que lavou quase R$ 100 milhões por meio da exploração ilegal de jogos de azar. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Mogi-Mirim, Santa Rosa do Viterbo e São João da Boa Vista.

    Segundo a investigação da Divisão Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, os envolvidos atuavam há décadas utilizando empresas de fachada e uma extensa rede de “laranjas” — pessoas usadas para emprestar o nome e esconder quem é realmente o dono do dinheiro — para ocultar o lucro obtido com as atividades ilícitas.

    O delegado e divisionário da Deic de Piracicaba, Marcel Willian de Souza, explicou que as apurações se iniciaram a partir de prisões por jogos de azar que, apesar de ser um crime de menor potencial, fomenta outros tipos de delitos considerados graves, como lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    “Identificamos um número muito grande de pessoas que viviam de forma simples, mas que movimentaram milhões por mês. Elas são usadas por esses criminosos como ferramentas que ajudam a tirá-los da mira da polícia, por isso foi um trabalho extenso até chegarmos às verdadeiras lideranças. Também descobrimos empresas que auxiliavam na ocultação dos bens, então era uma verdadeira rede de lavagem de capitais que atuava tanto em São Paulo quanto em Minas Gerais”, disse.

    Relatórios de inteligência financeira revelaram que o principal líder da quadrilha movimentou mais de R$ 25 milhões em apenas em um semestre de 2024, além de apresentar histórico de transações milionárias em anos anteriores.

    Parte da cúpula da organização criminosa utilizava transações imobiliárias em espécie e a aquisição de bens em nome de terceiros para esconder a origem ilícita dos recursos. Já o núcleo operacional contava com gerentes e operadores financeiros responsáveis por pulverizar milhões de reais por meio de centenas de transferências via Pix e depósitos em dinheiro, prática conhecida como smurfing, dificultando o rastreamento dos valores.

    A quadrilha ainda tinha envolvimento com uma empresa, com capital social declarado de R$ 36 milhões, apontada como destino de valores milionários realizados pela liderança da quadrilha.

    Somando as movimentações financeiras atípicas, o capital social das empresas utilizadas, o patrimônio imobiliário oculto e a frota de veículos — estimada em cerca de R$ 18 milhões —, a Polícia Civil calcula que o montante total de ativos e valores movimentados pela organização criminosa chegue a R$ 97,2 milhões.

    Durante a operação foram recolhidos dispositivos eletrônicos, instrumentos utilizados em apostas, veículos e quantias em dinheiro. As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes do esquema criminoso.

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    Homem invade lotérica e furta caixinha de moedas da Apae. Veja vídeo

    Material cedido ao Metrópoles
    Ladrão de caixinha de moedas

    Câmeras de segurança do circuito de monitoramento de uma lotérica da Caixa Econômica Federal registraram o momento em que um homem furta uma caixinha de doações exposta sobre o balcão do estabelecimento. O crime ocorreu em Cuiabá (MT), por volta das 14h desta segunda-feira (12/1).

    Nas imagens, é possível ver o suspeito abrindo uma maleta de mão azul e colocando dentro dela a caixinha de doações. Antes de cometer o furto, ele chega a conversar com um segundo homem, aparentemente desconhecido. Ainda assim, a presença de outra pessoa não o impediu de subtrair as moedas.

     

    A proprietária do estabelecimento não soube precisar o valor que havia dentro da caixinha, mas informou que a quantia seria destinada à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), rede nacional sem fins lucrativos que oferece educação, saúde e assistência social a pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

    Até a última atualização desta matéria, o autor do crime não havia sido identificado.

  • Saiba quem é Erfan Soltani, manifestante condenado à morte no Irã

    Saiba quem é Erfan Soltani, manifestante condenado à morte no Irã

    Reprodução redes sociais
    Jovem de casaco que será executado pelo Irã - Metrópoles

    A escalada da repressão no Irã está custando a vida de pessoas que estão se manifestando contra o regime. O manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, detido durante a onda de protestos que sacode o país há mais de duas semanas, deve ser executado nesta quarta-feira (14/1), informou a organização curdo-iraniana Hengaw para os Direitos Humanos.

    A família foi informada da sentença, mas afirma não ter recebido detalhes sobre o julgamento, as acusações formais ou o direito à defesa.

    Morador de Fardis, no subúrbio de Karaj, na região metropolitana de Teerã, Erfan Soltani foi preso em casa no dia 8 de janeiro, em meio a confrontos ligados aos protestos contra o regime dos aiatolás.

    Organizações de direitos humanos afirmam que o jovem foi julgado por tribunais opacos, ligados à Guarda Revolucionária Islâmica, sob acusações como “travar guerra contra Deus” — um crime frequentemente usado para punir dissidência política.

    Jovem de casaco que será executado pelo Irã - Metrópoles
    Pena de morte: marcada primeira execução de manifestante preso no Irã

    Apagão de internet e números sob disputa

    Desde a última quinta-feira (8/1), o regime impôs um apagão quase total da internet, dificultando a comunicação e a verificação independente dos fatos. Mesmo assim, relatos que conseguem sair do país descrevem níveis extremos de violência.

    A cidade de Rasht, na costa do Mar Cáspio, foi descrita por um morador como “irreconhecível”, com áreas “queimadas pelo fogo”.

    Já a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, projeta até 6 mil mortos e 10 mil detidos, com base em casos confirmados e projeções diante do bloqueio informacional.

    Protestos mergulham Irã no caos

    O que começou como um protesto contra a crise econômica, marcada por inflação elevada e desvalorização do rial, transformou-se rapidamente em um movimento de contestação ao regime teocrático que governa o Irã desde a Revolução Islâmica de 1979.

    A ONG Iran Human Rights (IHRNGO) afirmou estar “extremamente preocupada” e alertou para o “risco de execuções em massa de manifestantes”. O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, disse estar “horrorizado” com a repressão a protestos pacíficos.