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Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Trump afirma que os EUA começarão a “atacar cartéis em terra”
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Fluminense mantém interesse por Hulk e Savarino, diz diretor do clube
Buda Mendes e Ruano Carneiro/Getty Images
O Fluminense segue na busca por reforços para a temporada 2026. Em evento de abertura do Campeonato Carioca nessa quinta-feira (9/1), Paulo Angioni, diretor-executivo de futebol do clube, admitiu que o Tricolor mantém conversas por Hulk e Savarino.
De acordo com Angioni, a situação de Hulk é conduzida pelo atual presidente, Mário Bittencourt. No entanto, o dirigente garantiu que o Fluminense está tentando a contratação do atacante, que está no Atlético-MG.
“Com relação ao Hulk, isso cabe ao Mário, ele que tem a dizer a respeito. A curiosidade faz parte do futebol, mas a exatidão não cabe no momento como esse. Está se tentando. […] Por enquanto, a tentativa é de conseguir um atacante e eventualmente um meia. E mais nada”, disse Angioni.
Outro jogador que está em pauta no Fluminense é Jefferson Savarino. O dirigente admitiu que a contratação do venezuelano, destaque do rival Botafogo, deve ser fechada em breve.
“Savarino é um atleta que interessa. Não está nada concluído. Mas esperamos concluir o mais rápido possível“, declarou o executivo de futebol do Fluminense.
Até o momento, o Fluminense anunciou a contratação de dois jogadores para a temporada 2026. O primeiro foi o zagueiro Jemmes, que estava no Mirassol. Além disso, o Tricolor das Laranjeiras acertou a chegada de Guilherme Arana, lateral-esquerdo que defendeu o Atlético-MG.
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Filho de vereador é morto a tiros por atirador em BMW no Entorno do DF
Reprodução / Redes sociais
Um homem foi morto a tiros na quinta-feira (8/1) no bairro Dalva 2, em Luziânia (GO), no Entorno do Distrito Federal. O crime ocorreu próximo a um bar da região. Testemunhas identificaram a vítima como Matheus Reis, de 25 anos, filho do vereador Zé Paulo. Matheus trabalhava em uma farmácia.
Segundo a Polícia Militar de Goiás, o atirador chegou em uma BMW branca, desceu do veículo e disparou contra a vítima. Durante o crime, uma mulher estava no banco do passageiro.
Nas redes sociais, o pai de Matheus se manifestou: “Ô meu filho, tão novo. Vai com Deus e que ele te receba de braços abertos”.
Imagens:
A Polícia Civil de Goiás investiga a motivação do homicídio.
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Após aprovação, entenda os próximos passos do acordo UE-Mercosul
Ricardo Stuckert / PR
A maioria dos embaixadores dos Estados-membros da UE aprovou, provisoriamente, o acordo comercial com o grupo sul-americano Mercosul, avançando para mais uma etapa no processo. A indicação da aprovação foi feita nesta sexta-feira (9/1).
Apesar da sinalização dos embaixadores sobre o acordo, ainda será necessária a confirmação formal dos votos, por escrito, que ocorrerá até as 17h, no horário de Bruxelas (13h no horário de Brasília).
Veja como a União Europeia explica o acordo
Após a confirmação, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá assinar o acordo com os parceiros do Mercosul — Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai — na próxima semana.
Para que o acordo entre em vigor, também será necessária a aprovação do Parlamento Europeu. O pacto passará, em seguida, pelos trâmites internos de aprovação de cada parte, antes de sua entrada oficial em vigor.
Após todas as partes concluírem os processos internos, o acordo poderá entrar em vigor.
Em contrapartida, a negociação entre a UE e quatro países latino-americanos é alvo de protestos de agricultores franceses e provoca rejeição unânime por parte do país.
França, Irlanda, Polônia, Áustria e Hungria se opuseram ao acordo, enquanto a Bélgica se absteve.
Os agricultores franceses também continuam sendo o principal foco de resistência. Eles argumentam que o tratado abriria espaço para concorrência desleal com produtos sul-americanos, produzidos sob regras ambientais e sanitárias diferentes das exigidas na União Europeia.
O acordo
O acordo é considerado estratégico por ampliar a integração comercial entre duas grandes regiões econômicas e tem sido descrito como uma prioridade para reforçar o comércio global, a competitividade econômica e a estabilidade geoeconômica.
Ele prevê a redução de tarifas e barreiras comerciais em uma das maiores áreas de comércio do mundo, o que pode impulsionar exportações e investimentos entre os dois blocos. Para países do Mercosul, isso representa acesso ampliado ao mercado europeu. Já para a UE, uma diversificação das relações comerciais.
Apesar da expectativa de assinatura, o processo ainda enfrenta etapas importantes de implementação e salvaguardas que precisam ser finalizadas antes da oficialização.
Entre as medidas em pauta, está um acordo conjunto entre o Conselho e o Parlamento Europeu para proteger setores agrícolas sensíveis, com regras que permitem suspender preferências tarifárias caso haja impactos negativos às produções locais.
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Entenda o acordo UE-Mercosul, aprovado após 25 anos de negociações
Marcos Oliveira/Agência Senado
Negociado há 25 anos, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, anunciado nesta sexta-feira (9/1), voltou ao centro do debate internacional e poderá, finalmente, ser assinado dentro de alguns dias. A expectativa, agora, é que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, viaje já na segunda-feira (12/1) ao Paraguai, país que está na presidência rotativa do Mercosul, para assinar o acordo com a América Latina.
A ideia anterior do governo brasileiro era fazer a assinatura durante a cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR), em dezembro último. Mas resistências de países como a França, agora voto vencido, acabaram adiando o fato.
Entenda o acordo com a UE-Mercosul
O acordo envolve os países do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia – e os 27 membros da União Europeia. Juntos, os blocos representam um mercado de cerca de 780 milhões de consumidores e um fluxo comercial bilionário.
As negociações foram concluídas tecnicamente em 2019, mas ficaram travadas por divergências políticas, ambientais e comerciais, sobretudo do lado europeu.
Para a União Europeia, o acordo abre espaço para ampliar exportações de produtos industriais, como automóveis, autopeças, máquinas, equipamentos, medicamentos e bebidas. Para o Mercosul, o principal ganho está nas exportações facilitadas de produtos agropecuários, como carne, soja, açúcar, etanol e suco de laranja.
O texto também inclui regras sobre compras governamentais, serviços, propriedade intelectual e mecanismos de solução de controvérsias. Um dos pontos mais sensíveis é o capítulo ambiental, que foi revisado nos últimos anos para incluir compromissos ligados ao Acordo de Paris e ao combate ao desmatamento.
Resistência na Europa
Apesar do apoio da Comissão Europeia, o acordo enfrentou forte oposição de alguns países da União Europeia, especialmente França, Itália, Polônia e Hungria. O principal argumento era a proteção dos agricultores europeus, que temem concorrência desleal com produtos do Mercosul, considerados mais baratos e produzidos sob regras ambientais e sanitárias menos rígidas.
A França lidera o grupo contrário ao texto, pressionando por garantias adicionais sobre rastreabilidade, uso de defensivos agrícolas e preservação ambiental. A Itália, por sua vez, afirmou que a assinatura neste momento seria “prematura”, indicando que ainda não havia consenso político suficiente dentro do bloco.
Depois da assinatura, o texto ainda precisará passar por ratificação nos parlamentos nacionais da União Europeia e do Mercosul, um processo que pode levar anos e não está livre de novos entraves.
Pressão do Brasil e do Mercosul
Do lado sul-americano, o discurso é de urgência. O governo brasileiro avalia que o acordo é estratégico para diversificar mercados, reduzir dependência da Ásia e fortalecer a posição do país no comércio internacional.
Além disso, a equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vê o pacto como um instrumento para atrair investimentos e aumentar a competitividade da indústria nacional.
Lula tem adotado um tom mais duro ao afirmar que não aceitará reabrir negociações nem incluir novas exigências ambientais unilaterais. Segundo interlocutores, o Brasil considera que já fez concessões suficientes e que a demora europeia enfraquece a credibilidade do bloco como parceiro comercial.
Impactos econômicos
Para o Brasil, setores do agronegócio seriam os principais beneficiados no curto prazo, enquanto a indústria teria ganhos mais graduais, mas com acesso a insumos mais baratos e tecnologia europeia.
Por outro lado, há preocupação com possíveis impactos sobre segmentos industriais menos competitivos, que poderiam sofrer maior pressão de produtos importados. O governo brasileiro afirma que o período de transição previsto no acordo, em alguns casos de até 15 anos, reduz esse risco.
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