
Wagner Moura, ator que concorre ao Globo de Ouro e cotado ao Oscar 2026, mais uma vez dividiu as redes sociais em um comentário político, desta vez criticando as medidas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o governo de Nicolás Maduro na Venezuela.
Em entrevista ao Hollywood Reporter, o astro brasileiro deixou claro que não apoia o governante venezuelano, a quem se referiu como ditador. Ele deixou claro, porém, que acredita ser “inaceitável” a atitude tomada pelo governo norte-americano.
“É simplesmente inaceitável. Isso não tem nada a ver com apoiar Maduro ou seu regime — eu acho que ele é um ditador e a Venezuela merece alguém melhor do que Maduro. Mas os Estados Unidos invadirem um país, bombardearem um país, matarem pessoas em um país e sequestrarem seu presidente? É um precedente muito, muito perigoso”, avaliou.
O ator ainda relacionou a medida de Trump, que afirmou querer estabelecer um controle norte-americano sobre a política e produção de petróleo venezuelano, à trama do filme de Kleber Mendonça Filho, que concorre a três categorias do Globo de Ouro 2026.
Vale lembrar que Maduro e Trump não foram os únicos presidentes criticados por Wagner Moura. Outro alvo de críticas do ator brasileiro à imprensa norte-americana foi o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamado de “fascista” e comparado ao líder norte-americano.
“A vontade de fazer esse filme (O Agente Secreto) veio do que estava acontecendo no Brasil entre 2018 e 2022. Quando o Brasil estava sob… nunca sei como sei como dizer isso… Tivemos um presidente fascista”, disse o ator, arrancando risos da plateia.






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