Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Major que teria apagado provas vai para setor de tecnologia da PM

    Major que teria apagado provas vai para setor de tecnologia da PM

    Arte/Carla Sena/Metrópoles
    Adriana Leandro de Araújo

    A major Adriana Leandro de Araújo, que teria fraudado o sistema das câmeras corporais da Polícia Militar para apagar vídeos de ocorrências, foi transferida para o Departamento de Tecnologia da corporação. A decisão foi pulicada no diário oficial de São Paulo no último dia 30. Não há informação sobre qual função ela vai exercer no setor, responsável por toda a segurança da informação e pelos maiores contratos da PM.

    Em julho do ano passado, o Metrópoles revelou que, segundo registros da plataforma usada para processar as gravações das câmeras corporais da Axon, Adriana fez uma série de manipulações e deletou arquivos referentes a uma ocorrência em que um homem foi morto com três tiros de fuzil e nove de pistola durante a Operação Verão. Segundo a polícia, a vítima, Joselito dos Santos Vieira, teria atirado primeiro. A versão é questionada por testemunhas.

    Na época, a major chefiava o Setor de Evidências da PM. No posto, ela respondia diretamente ao então número 3 na hierarquia da corporação, o coronel Gentil Epaminondas Carvalho, que participou da ocorrência em questão.

    Mesmo com a abertura de uma sindicância pela corporação, a cúpula decidiu mantê-la no cargo. O procedimento segue em andamento e, mais de seis meses depois, não há informação de que tenha avançado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o Ministério Público de São Paulo também investiga o caso.

    Questionada pela reportagem, a pasta disse que a mudança é “parte da gestão administrativa e operacional” e teve como base “critérios técnicos, com o objetivo de aprimorar constantemente a atuação policial”.


    Morte de Joselito


    Vídeo apagado

    Oito dias depois, em 18 de março, a major Adriana Leandro de Araújo acessou o arquivo às 16h28 e mudou o nome do policial envolvido. A filmagem foi atribuída a um usuário anônimo, com nome “Usuário de Operações”, cadastrado na plataforma com um e-mail externo ao da corporação, com o domínio “gmail”.

    Mais tarde, às 17h01 daquele dia, a major alterou a data da ocorrência para 5 de janeiro de 2024. Ela também mudou o nome da ocorrência no sistema para “tt” e depois para “Z-13”, sigla que costuma ser utilizada em ocorrências envolvendo pequenas brigas, por exemplo, e que não está associada a homicídio.

    Mesmo assim, em 19 de março de 2024, dia seguinte às primeiras alterações, Adriana Leandro de Araújo acessou o arquivo mais uma vez. Às 12h43, ela apertou o botão “excluir”, para deletar o vídeo.

    As operações no arquivo constam em uma auditoria de usuário feita pela Axon. O documento interno, ao qual o Metrópoles teve acesso, foi emitido em 26 de abril de 2024. A reportagem também teve acesso a uma série de questionamentos feitos à empresa pela própria Polícia Militar, sobre manipulações indevidas feitas em vídeos de ocorrências.

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  • Ex-assessor de ministro do STF, servidor é preso por stalking contra esposa juíza

    Ex-assessor de ministro do STF, servidor é preso por stalking contra esposa juíza

    Marcelo Pereira Pitella, assessor do ministro Nunes Marques, do STF, é preso por stalking. Homem usa camisa de time azul e preta com estádio ao fundo - Metrópoles

    Um ex-assessor de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi preso pelos crimes de stalking, violência psicológica e injúria contra a esposa pouco antes do feriado de Natal.

    Marcelo Pereira Pitella, 53 anos, foi detido por policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTOp) da Polícia Militar (PMDF), no Lago Sul, logo após deixar um hotel na área central da Brasília, na madrugada de 20 de dezembro do ano passado.

    À época, Pitella era lotado no gabinete do ministro Nunes Marques. Em 22 de dezembro, dois dias após a prisão, Marcelo perdeu o cargo em comissão no gabinete. No entanto, ele permanece como servidor do STF, redistribuído do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

    Exoneração de Marcelo Pereira Pitella publicada no Diário Oificial - Metrópoles

    A mulher dele, que é juíza federal, se hospedou em um hotel de Brasília a fim de fugir do então marido. Porém, ele a encontrou após instalar um aparelho localizador, de forma clandestina, no carro da vítima.

    Em choque, a mulher acionou a polícia por medo do que poderia ocorrer. Equipes da Polícia Civil e da PMDF se deslocaram ao local. A coluna apurou que a magistrada já tinha duas medidas protetivas contra o então companheiro, nas quais o marido não poderia se aproximar. No entanto, ela teve sua localização revelada em razão do GPS.

    Preso em flagrante

    Marcelo saiu do hotel e, no caminho para o Lago Sul, região nobre de Brasília, foi preso. Ele ficou cerca uma hora na delegacia para prestar esclarecimentos.

    Em seguida, na madrugada de 20 de dezembro, o ex-assessor passou por audiência de custódia, onde foi realizado o procedimento para instalar monitoramento eletrônico. Segundo apurou a coluna, a tornozeleira de Marcelo chegou a ficar ativa, mas atualmente está inativa.

     O que diz o STF

    Procurado pelo Metrópoles, o STF se manifestou por meio de nota. Leia abaixo, na íntegra:

    “A violência contra a mulher é uma chaga aberta na sociedade brasileira e é manifestação das relações de poder historicamente desiguais entre mulheres e homens. A eliminação da violência contra a mulher é condição indispensável para seu desenvolvimento individual e social e sua plena igualitária participação em todas as esferas de vida. O Estado brasileiro, que tem um déficit histórico com a proteção dos direitos das mulheres, não pode, de forma crível, combater a violência ao mesmo tempo em que admite, nos seus quadros, agentes violentos. Os servidores públicos têm o dever de manter conduta compatível com a moralidade administrativa. Por essa razão, ante a notícia de possível prática de violência, a Diretora-Geral do Supremo Tribunal Federal determinou a instauração de sindicância para apurar os fatos envolvendo o servidor Marcelo Pereira Pitella, que foi exonerado da função que ocupava no dia 22 de dezembro.”

  • Petro diz que voltará “a pegar em armas” se os EUA invadirem a Colômbia

    Petro diz que voltará “a pegar em armas” se os EUA invadirem a Colômbia

    Thierry Monasse/Getty Images
    gustavo petro

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reagiu às ameaças de um ataque militar dos Estados Unidos contra o país. “Se eles [os EUA] bombardearem, os camponeses se transformarão em milhares de guerrilheiros nas montanhas”, afirmou o colombiano.

    Na noite de domingo (4/1), um dia após o ataque norte-americano contra a Venezuela, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não descartava realizar uma operação militar na Colômbia.

    “A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos, e ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse Trump.

    Em resposta publicada pelas redes sociais, Petro cobrou que Trump pare de difamá-lo. “Não sou ilegítimo e não sou narcotraficante”, disse.

    Petro, que fez parte de um grupo guerrilheiro de esquerda até o começo dos anos 1990, afirmou que voltará a pegar em armas caso os Estados Unidos ataquem a Colômbia.

    “Jurei que nunca mais tocaria em uma arma, mas pela pátria, voltarei a pegar em armas”, disse.


    Captura de Maduro


    Petro acrescentou que a forma de defendê-lo é “tomar o poder em todos os municípios do país”.

    “E, se prenderem o presidente, que uma boa parte do meu povo quer e respeita, vocês libertarão o jaguar popular […] A ordem à força pública é não atirar contra o povo, mas sim contra o invasor”, destacou Petro.

    Ataque na Venezuela

    Nicolás Maduro e Cilia Flores foram capturados no último sábado (3/1) e levados para os Estados Unidos, segundo confirmou o presidente norte-americano, Donald Trump.

    Maduro está preso no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanecerá enquanto aguarda julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.

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    Após reunião com secretários de Donald Trump, o republicano Mike Johnson afirmou que os EUA não vão se envolver “diretamente” na Venezuela

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    Após os ataques militares na Venezuela, o deputado do PL publicou montagem de Lula sendo capturado por norte-americanos

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    O prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno (PP), destacou nesta segunda-feira, 05, a importância do diálogo e da inclusão das comunidades indígenas nas ações da gestão municipal, durante visita à Aldeia Praia do Carapanã. Em mensagem enviada à imprensa, o gestor afirmou que a recepção calorosa dos moradores mostra o fortalecimento da relação entre o poder […]

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  • Caldas Novas: fezes em piscina de ondas deixa banhistas revoltados. Vídeo

    Caldas Novas: fezes em piscina de ondas deixa banhistas revoltados. Vídeo

    Reprodução/@babadoluzianiareserva
    fezes em piscina de ondas

    Quem estava dentro da piscina de ondas do parque aquático DiRoma, em Caldas Novas (GO), na sexta-feira (2/1), se assustou ao perceber a presença de fezes na água, o que provocou a interrupção da atração.

    Funcionários do parque isolaram a área e iniciaram o procedimento de limpeza. Um trabalhador utilizou um equipamento próprio para retirar o material no local indicado.

    A retirada do excremento ainda foi comemorada por quem acompanhava a cena.

    “Foi tudo muito rápido. As pessoas começaram a gritar, muita gente saiu da água ao mesmo tempo e a piscina não foi desligada, então as ondas atrapalhavam quem queria sair”, relatou.

    De acordo com a banhista, a atração teria sido reativada mais tarde.

    A reportagem entrou em contato com o parque aquático DiRoma, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto.