Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Mulher presa por violência doméstica morre em cela de delegacia

    Mulher presa por violência doméstica morre em cela de delegacia

    Reprodução / Redes sociais
    Jovem presa é encontrada morta em cela de delegacia

    Uma mulher de 24 anos, presa por violência doméstica contra a ex-companheira de 30 anos, foi encontrada morta dentro de uma cela da Delegacia Central de Flagrantes de Porto Velho (RO). Geovana Antonela Meireles Tavares foi encontrada sem vida na manhã de sábado (3/1).

    Segundo informações preliminares, policiais ouviram um barulho vindo da cela e, ao verificarem, encontraram a detenta desacordada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito.

    O Instituto Médico Legal (IML) e a perícia estiveram no local para os procedimentos de praxe. As circunstâncias da morte serão investigadas pelas autoridades competentes.

  • Médico acusado de agressão por Cariúcha expõe ameaças da apresentadora

    Médico acusado de agressão por Cariúcha expõe ameaças da apresentadora

    Instagram/Reprodução
    Cariúcha fala sobre a agressão e expõe beijo com Danilo Bravo - Metrópoles

    A polêmica entre Cariúcha e o médico Danilo Bravo ganhou um novo capítulo na noite desse domingo (4/1). Após a apresentadora do Fofocalizando publicar um vídeo chorando e acusando o cirurgião de agressão, ele se manifestou oficialmente e apresentou uma versão oposta dos fatos, afirmando ter sido vítima de ameaças e agressões físicas.

    De acordo com uma nota divulgada pela equipe jurídica de Danilo Bravo, o conflito teria começado após uma tentativa de beijo sem consentimento. Segundo o médico, após a recusa, a apresentadora teria reagido com ameaças, afirmando que iria expô-lo publicamente e prejudicá-lo profissionalmente.

    Na sequência, ainda conforme o comunicado, teriam ocorrido agressões físicas. “Me arranhou e me deixou com hematomas pelo corpo”. O médico afirma que não revidou em nenhum momento e que possui registros fotográficos e em vídeo que comprovariam as lesões. Segundo ele, o material servirá para demonstrar que não houve agressão de sua parte.

    Ainda na nota, Danilo Bravo afirmou que decidiu se afastar para evitar que a situação se agravasse. Ele relata que reuniu os pertences de Cariúcha e os deixou na portaria do prédio. “Não a ‘expulsei’ por maldade. Me afastei para me proteger”.

    Mais cedo, na madrugada, Cariúcha havia feito acusações públicas contra o médico. Em vídeo gravado aos prantos, ela afirmou: “O cara que eu estou ficando, doutor Danilo Bravo, médico, ele me botou para fora de casa e eu fui pra cima dele, a gente estava em um pagode”.

    Na gravação, a apresentadora também disse que agiu em defesa própria. “Gente, pelo amor de Deus, eu fui pra me defender, eu sou mulher empoderada, não aceito abaixar a cabeça pra homem nenhum”. Em outro momento, ela ainda levantou suspeitas sobre o comportamento do médico naquela noite: “Ele estava louco, não sei o que ele usou. Acho que ele usou alguma coisa por que ele estava louco, gente”.

    Segundo a defesa de Danilo Bravo, um Boletim de Ocorrência já foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. O médico informou ainda que realizará exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e que imagens de câmeras de segurança do local foram solicitadas.

  • Semana começa com alerta de tempestade no DF; veja a previsão do tempo

    Semana começa com alerta de tempestade no DF; veja a previsão do tempo

    Breno Esaki/Metrópoles
    Pessoa no chuva - Metrópoles

    O Distrito Federal deve enfrentar fortes pancadas de chuva entre esta segunda-feira (5/1) e a manhã de quarta-feira (7/1). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo, válido até as 23h59 de quarta.

    Nesta segunda-feira (5/1), os termômetros devem marcar mínima de 19 °C e máxima de 24 °C. A umidade relativa do ar varia entre 70% e 100%, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.

    O Inmet alerta para riscos de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

  • Frase do dia

    Frase do dia

    Reprodução/ Getty Images
    rubio

    “Este é o Hemisfério Ocidental. É aqui que vivemos e não vamos permitir que ele seja uma base de operações para adversários, concorrentes e rivais dos Estados Unidos.”
    (Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos, sobre a intervenção militar na Venezuela)

  • Câncer: desnutrição afeta tratamento e eleva risco de morte

    Câncer: desnutrição afeta tratamento e eleva risco de morte

    Justin Paget/ Getty Images
    Paciente comendo no hospital - Metrópoles

    A desnutrição é um dos problemas mais frequentes e menos percebidos no tratamento oncológico. Muitos pacientes com câncer desenvolvem algum grau de perda nutricional, que reduz a tolerância à quimioterapia e à radioterapia, piora o prognóstico e aumenta o risco de mortalidade.

    Diversos fatores contribuem para o problema. Tumores localizados na cabeça, no pescoço ou no trato gastrointestinal podem dificultar a mastigação ou a deglutição. O impacto emocional da doença — como ansiedade, depressão, dor e períodos prolongados de internação — também tende a reduzir a ingestão alimentar.

    “Alguns efeitos colaterais dos tratamentos também interferem, como náuseas, vômitos, mucosite [feridas na boca] e alterações no paladar, e podem levar a um gosto metálico na boca e distorção dos sabores, potencializando a percepção de salgado, doce, azedo e amargo”, conta a nutricionista Simone Spadaro Monteiro de Farias, coordenadora de nutrição clínica do Hospital Municipal Dr. Gilson de C. Marques de Carvalho (Vila Santa Catarina), unidade pública em São Paulo gerida pelo Einstein Hospital Israelita.

    Além disso, o organismo do paciente sofre com um estado inflamatório que reduz ainda mais a vontade de se alimentar e eleva seu metabolismo, aumentando o consumo das reservas de energia e de proteínas do corpo. “Por causa desse quadro, entre 40% e 80% dos pacientes oncológicos apresentam desnutrição”, afirma a nutricionista Olívia Podesta, do comitê multidisciplinar da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

    A desnutrição é especialmente preocupante porque acelera a perda de massa muscular. Esse quadro reduz a tolerância à quimioterapia e à radioterapia, aumenta a ocorrência de efeitos colaterais e eleva a necessidade de internações. O resultado é um prognóstico menos favorável, com impacto direto na sobrevida e na qualidade de vida.

    “Os músculos são um reservatório metabólico importante, que produz substâncias que protegem o organismo e mantêm o peso saudável”, relata Podesta. “Existem estudos que mostram que esses pacientes têm de duas a três vezes mais risco de morrer durante o tratamento”.

    Por essa razão, o acompanhamento nutricional é essencial. “Os profissionais clínicos especializados em oncologia têm a capacidade de ajustar o cardápio do paciente visando a adequação nutricional e cuidando para que cada um receba uma refeição atrativa e individualizada, com a temperatura que a pessoa mais gosta e alimentos que tragam resgate emocional, o que contribui para a aceitação”, explica Farias.

    O profissional também pode indicar o uso de um suplemento caso a ingestão alimentar esteja aquém do necessário ou recorrer a formas de alimentação parenteral (diretamente na corrente sanguínea) ou enteral (via sondas que levam nutrientes diretamente ao estômago ou intestino).

    Mesmo indivíduos que aparentam estar com o peso ideal precisam ser avaliados, pois podem apresentar baixa massa muscular. “Com tantas formas que temos de evitar o quadro, não faz sentido deixarmos acontecer. Por isso, é muito importante a intervenção precoce dos nutricionistas e a prevenção”, alerta a nutricionista da SBOC.

  • Mobilidade

    Mobilidade

    A conclusão da concretagem do viaduto da Avenida Ceará marca uma virada prática na obra: sai o discurso e entra a contagem regressiva para a reorganização do trânsito. O desafio agora é cumprir o cronograma até 2026 e evitar que o “marco histórico” vire apenas retórica institucional. Mobilidade II Os 650 m³ de concreto e […]

  • Sigilo da fonte

    Sigilo da fonte

    Narciso Mendes - Opinião em 30 Linhas.Jornalisticamente falando-se, o sigilo da fonte se faz necessário desde que, desprovido de boas intenções.    A liberdade de opinião é um direito que deve ser conferido a todo e qualquer cidadão, particularmente, aqueles que vivem nas sociedades reconhecidamente democráticas, isto por se tratar de um direito, mas nunca em caráter absoluto, até porque, se assim fosse, […]

  • Acre fica fora dos polos industriais que “puxam” o Norte

    Acre fica fora dos polos industriais que “puxam” o Norte

    Mesmo com a Região Norte apresentando desempenho acima da média nacional na indústria, o Acre segue fora dos principais polos industriais que impulsionam a economia regional. De acordo com a Resenha Regional do Banco do Brasil, o avanço do setor no Norte é sustentado, sobretudo, pelo Amazonas e pelo Pará, que concentram a maior parte […]

  • Lula volta do recesso com foco na Venezuela, mas tem outras pendências

    Lula volta do recesso com foco na Venezuela, mas tem outras pendências

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Presidente Lula discursa durante abertura do 16º Congresso do PCdoB, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães METROPOLES

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve retornar a Brasília entre estas segunda-feira (5/1) e terça-feira (6/1) após dias de descanso na Restinga da Marambaia, base militar da Marinha no Rio de Janeiro.

    Lula já começa o ano com pendências para resolver, com destaque para as tensões diplomáticas decorrentes do ataque dos EUA à Venezuela. Mas além disso, o presidente deve dar prosseguimento ao rito de indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) e tomar decisões em relação a questões de segurança pública.

    A previsão era de que o titular do Planalto voltasse ao trabalho nesta terça, como anunciado anteriormente, mas o presidente deve voltar mais cedo para Brasília por conta da ofensiva do presidente Donald Trump em território venezuelano e da captura de Nicolás Maduro no sábado (3/1).

    Ainda naquele dia, o governo brasileiro reuniu ministros e auxiliares em duas reuniões de emergência para discutir a situação. A maioria dos integrantes participou de forma virtual, incluindo Lula e o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

    Depois do segundo encontro, à tarde, a embaixadora Maria Laura da Rocha informou que o Brasil vai participar da reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) sobre o tema, que deve ser realizada nesta segunda às 10h (horário de Brasília). Segundo fontes do Itamaraty, o Brasil terá a palavra e quem falará será o embaixador Sérgio Danese.

    Nesse domingo (4/1), o chanceler representou o Brasil na reunião extraordinária de ministros das relações exteriores dos países membros da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

    Na ocasião, o Brasil divulgou uma nota conjunta com México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha se posicionando sobre o ataque dos EUA. Os governos afirmam “profunda preocupação e rechaço” às ações militares e defendem que a crise no país vizinho seja resolvida por meios pacíficos.

    A mesma posição foi defendida pessoalmente pelo presidente Lula. Em publicação nas redes sociais, o chefe do Executivo disse que a ação “ultrapassou uma linha inaceitável”. “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, criticou Lula.

    O governo brasileiro sempre defendeu uma saída pacífica para o conflito. Em reunião com Trump na Malásia, no fim de outubro, o titular do Planalto se colocou à disposição para mediar a disputa. De acordo com Mauro Vieira, o norte-americano agradeceu o gesto e concordou com a intermediação.

    Durante uma ligação telefônica no começo de dezembro a Trump, Lula chegou a pedir para que os EUA não atacasse a Venezuela e ressaltou a opinião de que a América Latina é uma “zona de paz”. A súplica, porém, não teve efeito.

    Como mostrou o Metrópoles, a intervenção norte-americana em território venezuelano pode tirar do presidente brasileiro um dos seus “trunfos” para a eleição de 2026: a aproximação com Trump. A avaliação é líderes da direita brasileira.

    Segundo aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, Lula não poderá vender na campanha uma “boa relação” com Trump enquanto o condena pela intervenção militar na Venezuela. De uma maneira ou de outra, o entorno da pré-campanha de Flávio entende que o tema assumirá papel central na eleição.

    Conversa com Alcolumbre

    Outra pendência do petista é a entrega ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da mensagem oficial de indicação do advogado-geral da União Jorge Messias ao Supremo.

    O documento precisa chegar à Casa Alta para que os trâmites de aprovação — ou recusa — do nome do AGU aconteçam, a começar pela sabatina de Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Lula pretende entregar o documento em mãos a Alcolumbre e continuar o movimento de apaziguamento da relação entre os dois, que ficou fragilizada após a escolha por Messias. O presidente do Senado e a maioria dos colegas defendiam o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para o cargo.

    O mal-estar entre o Planalto e o Congresso rendeu rusgas e atitudes duras de Alcolumbre, como a pressa do presidente do Senado em pautar o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, a derrubada de vetos presidenciais e a aprovação de pautas-bomba nas casas legislativas.

    Depois da demora no envio da mensagem oficial, Alcolumbre teve que adiar a sabatina de Messias, que estava marcada para 2 de dezembro. De certa forma, a decisão do presidente do Senado foi favorável para o indicado de Lula, que ganhou mais tempo para tentar convencer os senadores e angariar mais votos. No plenário, Messias precisa de maioria simples para ter o nome aprovado — pelo menos 41 dos 81 senadores.

    Na volta do recesso parlamentar, em 1º de fevereiro, o indicado à Suprema Corte deve voltar a fazer o beija-mão com os parlamentares. O relator do caso na CCJ, Weverton Rocha (PDT-MA), já informou que vai trabalhar para pedir votos a favor da aprovação do indicado de Lula.

    Ministério da Segurança Pública

    Outro tema que espera definição é o desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública em duas pastas.

    Lideranças do PT têm defendido que o presidente da República só oficialize a recriação da pasta depois que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública for aprovada pelo Congresso Nacional. O próprio presidente declarou publicamente que só deve tomar tal atitude se o texto foi acatado no Legislativo.

    A PEC, criada pelo ministério chefiado por Ricardo Lewandowski foi enviado ao Legislativo em abril, mas andou a passos lentos durante o ano. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), porém, se comprometeu a dar prosseguimento na pauta na volta do recesso parlamentar.

    A avaliação no Planalto é que a recriação da pasta — que já existiu no governo de Michel Temer — representa uma investida do governo para dar atenção reforçada a uma área considerada sensível, diante do avanço de organizações criminosas e da pressão por respostas mais coordenadas na segurança pública. A medida também busca centralizar estratégias hoje dispersas entre diferentes ministérios e órgãos federais.

    Na última semana do ano, Lewandowski sinalizou ao presidente o desejo de deixar o comando da pasta no próximo ano. Como mostrou o Metrópoles, na coluna de Paulo Cappelli, o ministro teria citado a intenção de “descansar”, e uma eventual saída ocorreria de forma consensual com o chefe do Executivo.

    Lewandowski teria discutido com o presidente o desmembramento da pasta e possíveis nomes para comandar o novo ministério a ser recriado, entre eles Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal. Segundo a assessoria do ministro, não há decisão tomada sobre a permanência ou saída do cargo. Ele deve se reunir com Lula nesta quarta-feira (7/1) para alinhar os próximos passos.

  • "Frio" em janeiro? A previsão do tempo para segunda (5/1) em SP

    "Frio" em janeiro? A previsão do tempo para segunda (5/1) em SP

    Arquivo Pessoal/Rodrigo Tammaro
    Imagem colorida de temporal na cidade de SP; território está em estado de atenção para alagamentos - Metrópoles

    A primeira segunda-feira (5/1) do ano começou com o tempo frio e chuvoso em São Paulo, e não deve mudar muito ao longo do dia, segundo a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Na capital paulista, o dia amanheceu nublado e termômetros oscilando em torno dos 17°C. Os ventos úmidos do oceano favorecem a ocorrência de chuviscos e a temperatura máxima não deve passar de 22°C, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE).

    A frente fria se afasta do litoral paulista, mas os ventos úmidos do oceano também devem causar nebulosidade e chuviscos, além de manter as temperaturas amenas. Em Santos, a mínima é de 17°C e máxima deve atingir os 24°C.

    Em Campinas, no interior, o dia também amanheceu com temperatura amena, mas deve aumentar ao longo do dia. Segundo o Inmet, a máxima prevista na cidade é de 29°C, com muitas nuvens e chuva isolada, entretanto.

    Chuvas

    Desde o dia 29 de dezembro, o gabinete de crise do governo estadual registrou 39 ocorrências relacionadas a eventos meteorológicos adversos em diferentes regiões de São Paulo em razão das chuvas. A atuação é coordenada pela Defesa Civil, “com foco na preservação de vidas, redução de danos e apoio rápido aos municípios afetados”.

    No mesmo período, o CGE emitiu 393 alertas meteorológicos. Desses, 22 alertas utilizaram a tecnologia Cell Broadcast, que permite o envio de mensagens diretamente aos celulares localizados em áreas de risco, sem necessidade de cadastro prévio e mesmo com o aparelho em modo silencioso.