Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Conselho Regional de Medicina repudia ataques racistas contra médica

    Conselho Regional de Medicina repudia ataques racistas contra médica

    O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) divulgou neste sábado (3/1) nota de repúdio aos atos de racismo praticados contra a médica Rithiele Souza Silva, alvo de ofensas racistas em um grupo de WhatsApp formado por bombeiros militares após a repercussão de um vídeo em que ela relata uma abordagem policial no Distrito Federal. O caso é investigado pela Polícia Civil (PCDF).

    Em posicionamento oficial, o CRM-DF classificou a conduta como “absolutamente inadmissível” e afirmou que o racismo é crime inafiançável, além de representar uma afronta direta à Constituição Federal. “O episódio atenta contra os direitos humanos, a dignidade da pessoa e os valores fundamentais da sociedade brasileira.”

    A entidade também manifestou solidariedade à médica. “Temos um compromisso inegociável com a defesa da honra e da dignidade de médicos e médicas. Há neste caso profundos impactos pessoais, profissionais e sociais decorrentes de práticas discriminatórias”, completou.

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    Relembre o caso

    Um vídeo publicado pela médica Rithiele Souza Silva nas redes sociais, que já ultrapassou 1,7 milhão de visualizações, deu início à repercussão do caso. Nas imagens, ela relata uma abordagem policial sofrida na região de Sobradinho, no Distrito Federal, enquanto voltava para casa.

    Segundo a médica, os policiais militares pediram que ela descesse do carro e a questionaram se tinha passagens pela polícia, o que a deixou constrangida. Rithiele contou que a postura dos agentes mudou após a apresentação da carteira profissional de médica, tornando a abordagem mais tranquila.

    O vídeo chegou a um grupo de WhatsApp formado por bombeiros militares. Em reação à publicação, um dos integrantes fez comentários ofensivos e de cunho racista contra a médica, utilizando termos pejorativos.

    Conselho Regional de Medicina repudia ataques racistas contra médica - destaque galeria2 imagensVídeo publicado pela médica Rithiele Souza, no qual ela relata uma abordagem policial no DF, ultrapassou 1,7 milhão de visualizações e deu origem à investigação sobre ofensas racistasFechar modal.MetrópolesMédica Rithiele Souza relatou abordagem policial em vídeo que viralizou; após a repercussão, ela foi alvo de ofensas racistas em grupo de WhatsApp1 de 2

    Médica Rithiele Souza relatou abordagem policial em vídeo que viralizou; após a repercussão, ela foi alvo de ofensas racistas em grupo de WhatsApp

    Imagem cedida ao MetrópolesVídeo publicado pela médica Rithiele Souza, no qual ela relata uma abordagem policial no DF, ultrapassou 1,7 milhão de visualizações e deu origem à investigação sobre ofensas racistas2 de 2

    Vídeo publicado pela médica Rithiele Souza, no qual ela relata uma abordagem policial no DF, ultrapassou 1,7 milhão de visualizações e deu origem à investigação sobre ofensas racistas

    Imagem cedida ao Metrópoles

    Rithiele tomou conhecimento das mensagens por meio de outro bombeiro militar que ela conhecia, e registrou ocorrência policial.

    Posicionamentos

    Em nota, o Corpo de Bombeiros Militar do DF informou que ainda não foi oficialmente comunicado sobre o boletim de ocorrência, mas afirmou que, assim que houver notificação formal, será instaurado processo administrativo para apurar os fatos. A corporação ressaltou que não compactua com condutas contrárias à lei, à ética ou aos valores institucionais.

    A Polícia Militar do DF afirmou que a abordagem relatada no vídeo faz parte da rotina do policiamento ostensivo e reforçou que suas ações seguem critérios técnicos e legais, devendo ocorrer de forma respeitosa e sem distinção de raça, profissão ou condição social.

  • Saiba quem é Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro

    Saiba quem é Delcy Rodríguez, vice de Nicolás Maduro

    Com a ausência do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em território venezuelano, Delcy Rodríguez assume o comando do país interinamente. Na madrugada deste sábado…

  • Trump avisou: quer o petróleo. O resto é conversa fiada

    Trump avisou: quer o petróleo. O resto é conversa fiada

    A recente operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, para a captura de Nicolás Maduro, não é apenas um evento isolado, mas um sinal claro enviado a toda a América Latina. Historicamente tratada como o “quintal” dos norte-americanos, a região volta a ser alvo de uma postura intervencionista que Donald Trump sequer tentou dissimular.

    Embora o governo Trump tenha utilizado o combate ao narcotráfico como pretexto inicial, a realidade dos fatos aponta para uma motivação muito mais pragmática: o controle das maiores reservas de petróleo do mundo. Ao declarar abertamente que pretende “administrar a Venezuela” e reconstruir sua indústria petrolífera para o benefício de empresas americanas, Trump deixou clara sua real intenção de intervir diretamente nas riquezas do país.

    A facilidade com que a operação ocorreu — com o Maduro sendo capturado em apenas 47 segundos — sugere que os militares venezuelanos o entregaram “de mão beijada”. No entanto, o perigo reside no precedente internacional. Se os EUA podem intervir na Venezuela sob o pretexto de “não querer vizinhos hostis”, o que impediria a Rússia de resgatar o domínio sobre a Europa Central ou a China de tomar Taiwan? O mundo torna-se, assim, um lugar muito mais perigoso e radicalizado.

    Para o Brasil, o aviso é direto. Como um país que mantém uma notável independência e não é um aliado incondicional, o Brasil está sob vigilância. Noblat recorda que Trump já tentou interferir em assuntos internos brasileiros ao exigir a suspensão do julgamento de golpistas do 8 de janeiro em troca de concessões tarifárias. O questionamento que fica é: se o resultado das urnas brasileiras nas eleições de 2026 não agradar Washington, o Brasil seria o próximo alvo?

    A posição do governo brasileiro, que condenou a intervenção, foca na defesa da soberania nacional venezuelana e não na figura de Maduro. Embora Maduro tenha se tornado um ditador após eleições comprovadamente fraudadas, isso não justifica uma intervenção externa. Problemas internos de uma nação devem ser resolvidos por seu próprio povo.

    Por fim, causa espanto a rapidez com que líderes da direita brasileira, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Flávio Bolsonaro, saíram em apoio à ação de Trump. Ao aplaudirem uma intervenção militar estrangeira em um país vizinho, esses políticos demonstram um preocupante alinhamento com práticas que ignoram as leis internacionais e a própria democracia.

    A intervenção na Venezuela mal começou, mas seus efeitos na estabilidade global e na autonomia da América Latina já sinalizam tempos de profunda incerteza.

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    Venezuela: Brasil participará de reunião do Conselho de Segurança da ONU

    O governo do Brasil vai participar de uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a Venezuela, marcada para a manhã…

  • Foto: veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair

    Foto: veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair

    O amor está no ar! Bruna Griphao começou 2026 de affair novo. A coluna Fábia Oliveira teve acesso exclusivo a uma foto da atriz com o rapaz, que é bastante conhecido no setor de eventos.

    Na imagem, a ex-BBB aparece na frente do o empresário carioca Yam Vieira. Os dois curtiram o Réveillon acompanhados de amigos em Maracaípe, em Pernambuco. O rapaz ficou conhecido por ser produtor executivo da cantora Pocah.

    Foto: veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair - destaque galeria7 imagensBruna Griphao e Yam Vieira posam ao lado de amigosBruna Griphao posa de look prateadoBruna Griphao posa com um meio sorrisoBruna Griphao posam durante o RéveillonBruna Griphao posa durante as festas de fim de anoFechar modal.MetrópolesVeja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair, Yam Vieira1 de 7

    Veja registro exclusivo de Bruna Griphao com seu novo affair, Yam Vieira

    ReproduçãoBruna Griphao e Yam Vieira posam ao lado de amigos2 de 7

    Bruna Griphao e Yam Vieira posam ao lado de amigos

    Instagram/ReproduçãoBruna Griphao posa de look prateado3 de 7

    Bruna Griphao posa de look prateado

    Instagram/ReproduçãoBruna Griphao posa com um meio sorriso4 de 7

    Bruna Griphao posa com um meio sorriso

    Instagram/ReproduçãoBruna Griphao posam durante o Réveillon5 de 7

    Bruna Griphao posam durante o Réveillon

    Instagram/ReproduçãoBruna Griphao posa durante as festas de fim de ano6 de 7

    Bruna Griphao posa durante as festas de fim de ano

    Instagram/ReproduçãoBruna Griphao faz pose para o Instagram7 de 7

    Bruna Griphao faz pose para o Instagram

    Instagram/Reprodução

    Após receber a imagem, a coluna entrou em contato com Bruna Griphao e sua assessoria de imprensa, mas não recebeu retorno. O espaço segue aberto.

    Rumores de outro romance

    Em meados do ano passado, veio à tona um romance entre Bruna Griphao e Renan Machado, irmão de Anitta. Na ocasião, após serem flagrados nos bastidores do show de Lady Gaga, na Praia de Copacabana, a coluna Fábia Oliveira, que tem amigos por todos os cantos, descobriu detalhes exclusivos do relacionamento, que estava mais sério do que eles demonstravam.

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    Acontece, queridos leitores, que o lance dos pombinhos não era recente. Fontes desta jornalista que vos escreve revelaram que eles estavam juntos há cerca de 4 meses.

    Como tudo começou

    Bruna Griphao e Renan Machado se conheceram durante uma das viagens da Poderosa na época das apresentações dos Ensaios da Anitta. As duas amigas chegaram a ficar algumas vezes, mas sempre na brincadeira.

    E parece que o cupido do casal foi a cantora. Além disso, a atriz ainda se mostrou relutante no início, mas agora eles estão bem grudadinhos. Inclusive, nossas fontes contaram que o casal passou a noite juntos após a apresentação da diva pop, no início de maio.

    O romance da ex-BBB com o empresário começou totalmente sem compromisso, com ambos ficando com outras pessoas nos primeiros dois meses. Porém, mais recentemente, o lance ficou mais firme.

  • Brasil reconhece vice de Maduro como atual presidente da Venezuela

    Brasil reconhece vice de Maduro como atual presidente da Venezuela

    O Brasil reconhece Delcy Rodríguez, vice-presidente da Venezuela, como a atual comandante do país, após os Estados Unidos capturarem o ditador venezuelano Nicolás Maduro. A informação foi confirmada pela ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. “Na ausência do atual presidente Maduro, é a vice. Ela está como presidente interina”, disse a ministra […]

  • Guerra de facções foi a causa de quase metade dos homicídios no Acre em 2025

    Guerra de facções foi a causa de quase metade dos homicídios no Acre em 2025

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    A violência que nasce nas disputas entre facções criminosas continua deixando marcas profundas no Acre. Em becos, ruas e periferias, conflitos que se arrastam silenciosamente ao longo dos anos seguem transformando estatísticas em histórias interrompidas. Em 2025, esse cenário voltou a se refletir nos números oficiais da segurança pública do estado.

    Dados do Departamento de Inteligência da Polícia Civil do Acre, por meio da Coordenação de Dados Estatísticos, apontam que, dos 134 homicídios registrados no estado ao longo de 2025, 62 tiveram origem em conflitos entre facções criminosas. Embora o número represente uma redução em relação aos anos anteriores, a presença constante desse tipo de crime evidencia que a disputa por território e poder ainda ocupa um lugar central na dinâmica da violência letal no estado.

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    Dados mostram redução entre 2023 e 2025, mas violência permanece concentrada na capital/Foto: Reprodução

    A análise comparativa com 2024 e 2023 mostra uma queda gradual nas mortes associadas a esses confrontos, mas também revela a permanência de um padrão: a concentração dos casos em áreas urbanas estratégicas, sobretudo na capital, e o impacto contínuo sobre comunidades já vulneráveis, onde o conflito armado entre grupos criminosos se impõe como uma realidade cotidiana.

    Entre as vítimas de homicídios relacionados a conflitos de facção em 2025, 60 eram homens e duas mulheres. A capital Rio Branco concentrou a maior parte desses crimes, com 38 casos. No interior, Cruzeiro do Sul apareceu em seguida, com nove registros, enquanto Epitaciolândia contabilizou cinco casos. Outros municípios como Mâncio Lima, com dois homicídios, além de registros isolados em Feijó, Brasiléia, Tarauacá, Marechal Thaumaturgo e Rodrigues Alves, demonstram a dispersão territorial da violência ligada a esses confrontos.

    Os dados também revelam o acesso dessas organizações a armamentos, pois faz parte do modos operandi do crime, já que das 62 mortes relacionadas a conflitos de facção, 49 foram provocadas por disparos de arma de fogo.

    Dados de 2025 segundo a Polícia Civil/Foto: Reprodução

    O comparativo com 2024 mostra que, naquele ano, o Acre contabilizou 156 homicídios, sendo 66 ligados a disputas entre facções criminosas. Na ocasião, todas as vítimas desse tipo de crime eram homens, o que evidencia a predominância masculina nesse recorte da violência.

    Ainda em 2024, Rio Branco voltou a concentrar a maior parte dos casos, com 42 homicídios relacionados a facções. Brasiléia teve seis registros, enquanto Feijó e Cruzeiro do Sul contabilizaram quatro cada. Também houve ocorrências em Assis Brasil, Tarauacá, Bujari, Sena Madureira, Mâncio Lima e Porto Acre.

    Assim como no ano seguinte, as armas de fogo foram o principal meio utilizado nos homicídios ligados a facções em 2024. Das 66 mortes registradas naquele ano, 53 ocorreram em decorrência de disparos, segundo o levantamento da Polícia Civil.

    Dados de 2024 segundo a Polícia Civil/Foto: Reprodução

    O ano de 2023 apresentou o cenário mais grave do período analisado. Naquele ano, o Acre registrou 179 homicídios, dos quais 88 foram classificados como decorrentes de conflitos entre facções criminosas, o maior número da série histórica.

    Desse total, 74 mortes foram causadas por armas de fogo. As vítimas eram majoritariamente homens, somando 85 casos, além de três mulheres. Mais uma vez, Rio Branco concentrou a maior parte das ocorrências, com 68 dessas mortes, seguida por Cruzeiro do Sul e outros municípios do interior.

    Dados de 2023 segundo a Polícia Civil/Foto: Reprodução

    A leitura dos dados de 2023 a 2025 aponta uma redução gradual das mortes associadas a conflitos de facção no Acre. Ainda assim, os números evidenciam que a violência ligada a disputas criminosas permanece como um desafio estrutural, sobretudo em territórios onde o poder das armas segue impondo medo, silêncio e perdas constantes à população.

  • Assalto a residência termina com luta corporal e disparo de arma no Juruá

    Assalto a residência termina com luta corporal e disparo de arma no Juruá

    O médico Rodrigo da Costa Moura teve a casa assaltada na noite desta sexta-feira, 2, em Cruzeiro do Sul. Dois homens invadiram a residência e levaram celulares e joias. O médico entrou em luta corporal com um dos assaltantes e houve o disparo de um tiro dentro da casa, que não atingiu ninguém. A Polícia […]

  • Zé Felipe comemora “vitória” sobre Virginia, Vini Jr. e Neymar

    Zé Felipe comemora “vitória” sobre Virginia, Vini Jr. e Neymar

    Zé Felipe usou os stories do Instagram para comemorar uma conquista que o colocou à frente de nomes diretamente ligados à sua vida pessoal. O cantor superou a ex-mulher, Virginia Fonseca, e o atual namorado dela, o jogador Vini Jr., além de Neymar e outras figuras populares da internet.

    O sertanejo compartilhou uma publicação de terceiros com um ranking dos maiores engajamentos nas redes sociais na última semana. Na lista, o filho de Leonardo aparece na primeira colocação. Logo atrás vêm Neymar, Virgínia e Vini Jr., enquanto Camila Queiroz fecha o Top 5.

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    Ana Castela, ex-namorada de Zé Felipe, não aparece no ranking. A lista ainda inclui nomes como Gisele Bündchen, MC Cabelinho, Bruna Biancardi, Andressa Suita e Karoline Lima.

    Ao repostar a publicação, Zé Felipe acrescentou emojis de agradecimento e sorte. Veja:

    Zé Felipe comemora “vitória” sobre Virginia, Vini Jr. e Neymar - destaque galeria2 imagensRanking compartilhado por Zé Felipe mostra o cantor à frente de Vini Jr. e VirginiaFechar modal.MetrópolesZé Felipe comemorou a conquista1 de 2

    Zé Felipe comemorou a conquista

    Reprodução/InstagramRanking compartilhado por Zé Felipe mostra o cantor à frente de Vini Jr. e Virginia2 de 2

    Ranking compartilhado por Zé Felipe mostra o cantor à frente de Vini Jr. e Virginia

  • Venezuelanos estocam comida após ataque dos EUA e captura de Maduro

    Venezuelanos estocam comida após ataque dos EUA e captura de Maduro

    Em meio à forte instabilidade política e à incertezas provocadas pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela, seguido pela captura do presidente Nicolás Maduro ainda na madrugada deste sábado (3/1), venezuelanos correram aos supermercados e formaram longas filas para estocar alimentos e produtos básicos.

    Relatos e imagens divulgados nas redes sociais mostram estabelecimentos lotados em diferentes cidades do país. O movimento é impulsionado pelo temor de desabastecimento, novos confrontos e agravamento da crise.

    Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a operação militar teve como alvo a estrutura do regime chavista e resultou na captura de Maduro, que foi retirado do território venezuelano e transferido para os EUA. De acordo com Trump, o líder venezuelano deverá responder a acusações de “narcoterrorismo”.

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    Em coletiva de imprensa, o presidente norte-americano afirmou que a Venezuela ficará sob comando interino dos Estados Unidos até a realização de uma transição de governo. Trump também declarou que Washington assumirá o controle das reservas de petróleo do país.

    O governo venezuelano classificou a ação como uma “agressão militar”. A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que a Venezuela não se renderá. Em comunicado oficial, as autoridades informaram que os ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, sem divulgar o número de vítimas nem a extensão dos danos.