Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

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    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu, neste sábado (3/1), uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, em meio a ataques na Venezuela. Veja vídeo:

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

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    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente”.

  • Militar da Marinha agride ex-mulher e diz ter agido por “amar demais”

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    A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, na madrugada de sexta-feira (2/1), um 2º sargento da Marinha do Brasil, de 37 anos, acusado de submeter a ex-mulher a uma sequência de agressões físicas, ameaças e violência psicológica dentro de uma residência no bairro Jardim Presidente 2, em Cuiabá.

    Segundo a investigação, a mulher, de 38 anos, havia deixado o estado meses antes para tentar recomeçar a vida em São Paulo, após o rompimento do relacionamento.

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    O retorno a Mato Grosso ocorreu depois de o militar afirmar que a filha do casal estaria doente. A Polícia apura que a informação foi usada como estratégia para forçar a presença da vítima no local.

    No dia em que a mulher se preparava para voltar a São Paulo, o sargento passou a agir para impedir a saída dela, ocultando documentos pessoais e da criança. A situação rapidamente evoluiu para uma crise violenta.

    De acordo com o registro policial, o militar passou a proferir ofensas, intimidar a vítima e, em seguida, partiu para agressões diretas, incluindo socos, chutes, puxões de cabelo e mordidas. Em determinado momento, ele utilizou um objeto de madeira para golpeá-la.

    Além das agressões, o suspeito destruiu parte do interior da casa, quebrando móveis e eletrodomésticos.

    Durante o ataque, o militar gravou vídeos da residência destruída e encaminhou o material a terceiros ligados à mulher, atribuindo a eles a responsabilidade pelos danos.

    A vítima relatou que nunca havia formalizado denúncias anteriores por medo, dependência financeira e receio de represálias. Disse ainda que, ao longo dos anos, sofreu constantes tentativas de isolamento e desqualificação pessoal.

    Prisão e versão rejeitada

    A Polícia Militar foi acionada novamente já durante a madrugada e encontrou o suspeito ainda no imóvel. Ele apresentava escoriações compatíveis com luta corporal.

    Em depoimento à Polícia Civil, o militar tentou justificar a violência com um discurso emocional. Disse que teria “perdido o controle” por ainda “amar demais” a esposa e por não aceitar o fim do relacionamento.

    O delegado responsável rejeitou a versão apresentada, considerando os depoimentos, o estado da vítima e os elementos materiais reunidos no local. A prisão em flagrante foi ratificada pelos crimes de lesão corporal qualificada, injúria e dano, sem concessão de fiança.

    O militar permanece detido e à disposição da Justiça.

  • Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas

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    Após o que o governo venezuelano classificou como um ataque militar dos Estados Unidos contra seu território, governos e líderes internacionais passaram a reagir às acusações de “agressão armada” contra a Venezuela. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou os ataques a Caracas, acrescentando que capturou o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Veja: 

    Líderes internacionais reagem aos ataques dos EUA a Caracas - destaque galeria3 imagensJavier MileiMiguel Díaz CanelFechar modal.MetrópolesGustavo Petro1 de 3

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisJavier Milei2 de 3

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociaisMiguel Díaz Canel3 de 3

    Miguel Díaz Canel

    Reprodução / Redes sociais

     

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Leia também

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    O Ministério das Relações Exteriores da Alemanha afirmou neste sábado que acompanha a situação na Venezuela com “grande preocupação”. O comunicado obtido pela Reuters, o governo alemão está em contato próximo com a embaixada em Caracas, e uma equipe de crise deve se reunir ainda hoje para discutir o cenário.

    O ministro das Relações Exteriores da Itália disse que o país monitora a situação na Venezuela com atenção especial à comunidade italiana que vive no país. De acordo com ele, a primeira-ministra Giorgia Meloni está sendo informada constantemente sobre os desdobramentos.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Mais detalhes

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares.
    • O ataque ocorreu em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas da soberania e da igualdade.
    • Segundo o texto, o suposto ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

    Ainda de acordo com o documento, o governo também confirmou a mobilização da Força Armada Nacional Bolivariana e a instalação de comandos de defesa integral em todos os estados e municípios.

    Paralelamente, a diplomacia venezuelana informou que levará o caso a fóruns internacionais, como o Conselho de Segurança da ONU, a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e o Movimento dos Países Não Alinhados (MNOAL).

    O governo declarou ainda que se reserva o direito de exercer a legítima defesa, conforme previsto no artigo 51 da Carta das Nações Unidas, e fez um apelo por solidariedade internacional.

    Explosões, fumaça e chamas visíveis

    Imagens que circulam nas redes sociais mostram explosões em diferentes pontos da cidade, com colunas de fumaça e chamas visíveis. Até o momento, não há informações oficiais sobre vítimas nem confirmação independente das acusações.

    Vídeo do ataque:

    

    Entenda o caso

    • A capital da Venezuela, Caracas, registrou diversas explosões na madrugada deste sábado (3/1).
    • O governo venezuelano atribuiu os ataques aos Estados Unidos e decretou emergência em todo o país.
    • “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, afirma o comunicado oficial, citado pela imprensa internacional.

     

  • Fim de semana começa quente, mas frente fria muda o tempo em São Paulo

    Fim de semana começa quente, mas frente fria muda o tempo em São Paulo

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    O sábado (3/1) começa com sol entre muitas nuvens e sensação de tempo abafado , em São Paulo. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas sobem ao longo do dia e os termômetros podem chegar aos 28 °C na capital.

    A partir do meio da tarde, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas, que podem ocorrer de forma isolada, mas com pontos de moderada a forte intensidade.

    Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), há risco de rajadas de vento e raios, além de possibilidade de alagamentos, inundações pontuais e queda de árvores, principalmente entre o fim da tarde e o início da noite. A orientação é sair de casa preparado e ficar atento aos alertas meteorológicos ao longo do dia.

    Previsão no litoral

    No litoral paulista, o sábado será de sol entre nuvens e tempo abafado. Ao longo do dia, especialmente entre a tarde e a noite, a aproximação de uma frente fria deve provocar pancadas de chuva, com risco de temporais isolados, raios e rajadas de vento. As temperaturas variam entre mínimas de 21 °C a 22 °C e máximas próximas dos 29 °C, com sensação térmica mais elevada, segundo o CGE.

    Leia também

    Já no domingo (04/01), a frente fria avança rapidamente pelo litoral paulista, mantendo o tempo instável, mas com tendência de diminuição das chuvas ao longo do dia. O sistema traz alívio para o calor dos últimos dias, com temperaturas mais amenas, variando entre mínima de 19 °C e máxima que não deve passar dos 24 °C.

  • Venezuela declara Estado de Comoção Exterior após ataques a Caracas

    Venezuela declara Estado de Comoção Exterior após ataques a Caracas

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    A Venezuela declarou, neste sábado (3/1), estado de emergência em todo o país após Caracas registrar explosões durante a madrugada. Em seguida, o governo da Venezuela decretou a situação e pediu que o país se mobilize diante da “agressão”.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, informa o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa dele em uma operação no país.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

    O que aconteceu?

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela. O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    Em comunicado divulgado nas redes sociais, o governo venezuelano alegou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, destacou o governo.

    Até o momento, Maduro assinou um decreto que “declara o Estado de Comoção Externa em todo o território nacional, ordenando a implementação imediata das medidas necessárias para proteger os direitos da população, garantir o pleno funcionamento das instituições republicanas e enfrentar de forma imediata a agressão armada”.

    “O presidente Maduro determinou a ativação de todos os planos de defesa nacional, a serem implementados no momento e nas circunstâncias adequadas, em estrita observância ao que prevê a Constituição da República Bolivariana da Venezuela, a Lei Orgânica sobre Estados de Exceção e a Lei Orgânica de Segurança da Nação”, ressaltou o governo.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada em “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje.

  • Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local

    Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, segundo TV local

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    Quatro cidades da Venezuela foram bombardeadas pelos Estados Unidos, na manhã deste sábado (3/1), segundo o canal de televisão estatal venezuelano.

    

    Os locais atingidos foram Caracas — capital do país, La Guaira, além de cidades dos estados de Miranda (onde fica a capital) e Aragua. O governo da Venezuela decretou estado de exceção, ainda de acordo com a TV.

    “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, diz o comunicado do canal venezuelano.

    Leia também

    EUA confirmam ataque

    O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país. A informação foi divulgada neste sábado (3/1), na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a capital da Venezuela, Caracas.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou Trump.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país. “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

    EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

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    O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país. A informação foi divulgada neste sábado (3/1), na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a capital da Venezuela, Caracas. Veja vídeo:

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, afirmou Trump.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada em “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje.

    Imagem colorida da rede social Truth SocialEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacar a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    Leia também

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    EUA X Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, ‘com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso’.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, também se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”.

    O Irã também condenou os ataques deste sábado nas redes sociais, afirmando que”tais posições irresponsáveis, que constituem uma continuação da abordagem intimidatória e ilegal dos EUA em relação à nação iraniana, não apenas representam uma violação flagrante dos princípios e regras fundamentais da Carta da ONU e do direito internacional no que diz respeito ao respeito à soberania nacional”.

  • Caso da Operação Pororoca gera decisões no STF 17 anos depois

    Caso da Operação Pororoca gera decisões no STF 17 anos depois

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    A ação penal decorrente da Operação Pororoca, deflagrada pela Polícia Federal em 2004 para investigar desvios de recursos federais em licitações públicas no estado do Amapá, teve o mérito julgado pelo STF em 2021, mas segue registrando movimentações no sistema da Corte 17 anos após o início das investigações.

    De acordo com a PF, as apurações identificaram a existência de um suposto esquema de fraudes em licitações com verbas da União entre 1998 e 2004, concentrado em obras públicas no estado. Entre os contratos sob investigação estava a revitalização do Porto de Santana, orçada em cerca de R$ 103 milhões.

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    As apurações apontaram o engenheiro Luiz Eduardo Pinheiro Corrêa como um dos principais envolvidos no esquema. De acordo com as investigações, ele teria supostamente utilizado a construtora Método Norte Engenharia para concentrar as fraudes, vencendo 16 das 17 licitações sob suspeita. Corrêa foi acusado de crimes como formação de quadrilha, fraudes em licitações, desvio de verbas públicas e corrupção ativa.

    Em agosto de 2021, o plenário do STF absolveu o réu principal da acusação de corrupção passiva, o ex-deputado e atual prefeito de Santana (AP), Sebastião Ferreira da Rocha (PP), por insuficiência de provas, e declarou extinta a punibilidade da maioria dos crimes em razão da prescrição.

    Em agosto de 2025, no entanto, os ministros analisaram um agravo regimental apresentado por Luiz Eduardo Pinheiro Corrêa. A defesa solicitou a extensão dos efeitos da decisão favorável ao réu principal.

    Por unanimidade, o colegiado acompanhou o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, e negou o pedido. O relator entendeu que não havia identidade jurídica entre as situações dos acusados que autorizasse a extensão dos efeitos da decisão ao corréu.

    Enquanto houver a apreciação de pedidos posteriores ao julgamento do mérito, o processo seguirá registrando movimentações no STF, embora a ação penal principal tenha sido encerrada.

  • DJ acreano é uma das atrações do bar mais alto do Brasil, em João Pesosa; confira

    DJ acreano é uma das atrações do bar mais alto do Brasil, em João Pesosa; confira

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    O DJ acreano Felipe de Paula será uma das atrações do Sky Bar, em João Pessoa, na Paraíba. A apresentação está marcada para o dia 3, a partir das 17h, e integra a programação do espaço localizado no 44º andar de um edifício, a 145 metros de altura.

    O evento vai acontecer no bar mais alto do país/Foto: Reprodução

    O evento contará com apresentação musical de Felipe de Paula, além de serviço de bebidas no local. O Sky Bar é conhecido por receber apresentações de DJs e eventos no formato sunset, reunindo público no fim da tarde e início da noite.

    Natural do Acre, Felipe de Paula atua como DJ em eventos no Norte e em outras regiões do país.  O Sky Bar fica situado na capital paraibana e é o ponto mais alto da cidade destinados a eventos. O local é considerado o bar mais alto do pais

  • Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a mobilização de forças de segurança para a fronteira de seu país com a Venezuela, “juntamente com todos os recursos de assistência disponíveis, em caso de um fluxo maciço de refugiados”. O comunicado foi postado em uma rede social na manhã deste sábado (3/1) após a confirmação de ataques dos Estados Unidos a quatro cidades venezuelanas.

    O presidente norte-americano Donald Trump também informou ter capturado o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    Veja o anúncio de Petro feito neste sábado:

    Acabamos de terminar consejo de seguridad nacional desde las 3 am.

    Se despliega la fuerza pública en la frontera, se despliega toda la fuerza asistencial que dispongamos en caso de entrada masiva de refugiados.

    La embajada de Colombia en Venezuela está activa a llamadas de…

    — Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026

    O presidente colombiano reforçou, na nota, que repudia “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.

    Conflitos internos entre povos são resolvidos pacificamente pelos próprios povos. Este é o princípio da autodeterminação, que é o fundamento do sistema das Nações Unidas, escreveu Gustavo Petro.

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.