
O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro realizou, durante a virada do ano, o resgate de 840 pessoas em praias de todo o estado. O número representa um salto…


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Um homem de 85 anos foi assassinado a tiros na manhã da última quarta-feira (31) no Povoado Tupi, localizado na zona rural de Canhotinho, no Agreste de Pernambuco. A vítima…


A virada para 2026 marca um alívio direto no bolso de milhões de brasileiros. A partir de 1º de janeiro, passa a valer a nova legislação que isenta do Imposto…


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Vítima sofreu ferimentos graves e só não foi morta porque a Polícia Militar chegou durante as agressões
O monitorado por tornozeleira eletrônica Altemar Gomes Dantas, de 39 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio no início da tarde desta quinta-feira (1º), na Rua Samambaia, no Residencial Rosa Linda, região do Segundo Distrito de Rio Branco.
Segundo relato da própria vítima, Altemar, que mora no bairro Recanto dos Buritis — área dominada por uma organização criminosa —, estava entrando em um comércio na rua principal do Residencial Rosa Linda quando foi surpreendido por indivíduos supostamente ligados à facção que atua na região. Armados com ripas de madeira e um terçado, os suspeitos iniciaram as agressões.
A vítima tentou fugir correndo, mas foi alcançada na Rua Samambaia, onde continuou sendo espancada. Ainda de acordo com Altemar, os agressores teriam a intenção de matá-lo. A ação criminosa só foi interrompida devido à chegada rápida de uma guarnição da Polícia Militar do 2º Batalhão, que flagrou a situação e impediu a consumação do crime. Ao perceberem a aproximação da viatura, os suspeitos fugiram.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte avançado. Altemar foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Rio Branco. Ele apresentava ferimentos na cabeça, no punho esquerdo — com exposição de tendão —, no braço direito e no tórax. O estado de saúde é considerado estável, mas o quadro ainda inspira cuidados.
Policiais militares realizaram buscas na região, porém nenhum suspeito foi localizado até o momento. O caso está sendo apurado inicialmente pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil e será posteriormente encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que dará continuidade às investigações.

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Após chegar a 8,70 metros na semana passada, medição nesta quinta-feira (1º) registrou 2,40 m. Dados sobre famílias desabrigadas ainda não foram atualizados devido ao feriado. Foto: Marcus José
O Rio Acre deixou a cota de transbordamento (14 metros) na manhã desta quinta-feira (1º) em Rio Branco, marcando 13,94 metros às 6h. O recuo traz alívio para as dezenas de famílias que tiveram que deixar suas casas durante a cheia histórica de dezembro, cujo pico foi registrado no dia 29, quando o rio atingiu 15,41 metros.
Na fronteira com a Bolívia, o nível permanece estável, com 2,40 metros nesta tarde, após ter registrado 8,70 metros na semana passada — nível considerado “tranquilo” pela Defesa Civil da região.
Apesar da vazante, a Defesa Civil mantém monitoramento contínuo e alerta diante da previsão de chuvas para os próximos dias, especialmente nas regiões do Alto e Baixo Acre. Não há, no momento, indicação de risco iminente para comunidades urbanas na capital e na fronteira.
A régua linimétrica marcava 2,40 metros, um recuo significativo em relação aos 8,70 metros registrados na semana passada, que já haviam sido classificados como sem risco imediato. Foto: Marcus José
Fronteira (Brasiléia/Epitaciolândia/Cobija): Nível estável em 2,40 metros na tarde desta quinta (1º) – patamar considerado “tranquilo” pela Defesa Civil, mesmo após a elevação de 8,70 mregistrada em 19 de dezembro;
Rio Branco: Águas recuaram para 13,94 metros às 6h de 1º de janeiro, abaixo da cota de transbordamento (14 m), após pico de 15,41 m no dia 29 de dezembro.
O recuo nas águas na capital traz alívio para famílias ribeirinhas que haviam deixado suas casas, mas o número oficial de desabrigados ainda não foi atualizado neste feriado.
A Defesa Civil mantém alerta devido à previsão de chuvas para os próximos dias, mas sem indicação de risco iminente para áreas urbanas. O acompanhamento busca antecipar eventuais elevações que possam afetar comunidades no Alto e Baixo Acre.
Mesmo com as chuvas nestes últimos dois dias o nível do Rio Acre na fronteira se mantém estável e considerado “tranquilo” pela Defesa Civil. Foto: Marcus José
A diferença no comportamento do rio entre a fronteira e a capital evidencia a complexidade hidrológica da bacia, influenciada por chuvas localizadas, relevo e ação humana. Apesar da trégua, a situação ainda exige atenção constante das autoridades.
Em 2024, o Rio Acre havia registrado uma das maiores cheias da década, com transbordamentos recorrentes entre fevereiro e março. A vazante atual não descarta novos picos durante o período chuvoso, que segue até abril.
O monitoramento hidrológico continua ativo, com atenção para possíveis elevações diante da previsão de novas chuvas nas regiões do Alto e Baixo Acre. Foto: Marcus José