“Eu fui senadora com o Flávio por quatro anos. É difícil conhecer na política uma família tão personalista. Nada é feito sem a anuência, a autorização, a determinação do pai. Acho que isso explica muita coisa”. (Simone Tebet, candidata ao Senado pelo PSB de São Paulo)
O pastor Silas Malafaia classificou como uma demonstração de “medo” as recentes investidas judiciais do PSD, partido de Eduardo Paes, para barrar a eleição indireta para o Governo do Rio de Janeiro, após a renúncia de Cláudio Castro. Segundo o religioso, o prefeito da capital tenta impedir que o deputado Douglas Ruas (PL) assuma o Executivo fluminense antes do pleito de outubro, quando ocorrerão as eleições ao Palácio Guanabara. Paes e Ruas serão adversários na disputa.
Em declaração à coluna, Malafaia afirmou que as tentativas do partido de suspender a eleição para a presidência da Alerj, e consequentemente para o governo estadual, refletem uma preocupação com a potencial força eleitoral de Ruas.
“O desespero de Eduardo Paes de tentar melar de todo jeito a eleição pela Assembleia Legislativa é porque ele está com medo do Douglas Ruas. Está com medo de o cara assumir como governador, ter capilaridade e derrotá-lo nas eleições de outubro”, afirmou o pastor.
A legenda de Paes apresentou recursos ao TJRJ e ao STF. No Tribunal de Justiça do Rio, o PSD argumenta que a escolha do novo comando da Alerj só deve ocorrer após a retotalização de votos determinada pelo TSE, que resultou na cassação de Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-presidente do Legislativo. Já na Suprema Corte, o partido defende a realização de eleições diretas para o governo do estado.
Para Malafaia, a estratégia do PSD de judicializar o processo visa evitar que Ruas utilize a máquina pública como vitrine para uma eventual candidatura à reeleição em outubro. O pastor destacou ainda o fato de a ação ser assinada diretamente pelo partido do prefeito:
“Ele [Paes] é tão burro que, ao invés de usar um terceiro partido, ainda usa o PSD. Desculpa, batom na cueca”, disse o religioso.
Com a renúncia de Cláudio Castro (PL) em 23 de março e a vacância nos cargos de vice-governador e presidente da Assembleia, a Constituição estadual prevê que o novo chefe do Legislativo assuma o governo até a realização de uma eleição indireta pelos deputados.
Atualmente, o governo do Rio é exercido interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto. A eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj, ocorrida no último dia 26, foi anulada pelo TJRJ sob o argumento de que a votação feriu o rito de retotalização de votos estabelecido pela Justiça Eleitoral. Com isso, será preciso que um suplente ocupe a vaga de Bacellar e participe da votação que elegerá o novo presidente do Legislativo e, como consequência, o novo governador do Rio de Janeiro.
O presidente Lula recebeu caciques do MDB na noite da terça-feira (24/3), no Palácio do Planalto, para discutir o cenário eleitoral de 2026. No encontro, os emedebistas se queixaram do PT.
Segundo relatos feitos à coluna, os caciques do MDB reclamaram com Lula da postura dos petistas nas negociações para alianças eleitorais em dois estados principalmente: Bahia e Maranhão.
Sobre a Bahia, a reclamação foi de que o PT deve excluir o MDB da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que tentará reeleição. O atual vice do petista é o emedebista Geraldo Júnior.
Os caciques também se irritaram com articulação do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT-BA), para evitar que deputados baianos migrassem para o MDB na janela para troca partidária.
Lula, como vem mostrando a coluna, quer que Pacheco seja seu candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. O ex-presidente do Senado, porém, ainda não bateu o martelo.
Quem participou da reunião
A reunião de Lula com lideranças do MDB contou com as presenças dos ministros Jader Filho (Cidades) e Renan Filho (Transportes); do governador do Pará, Helder Barbalho; e do líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL).
A ex-vice-governadora do Acre, Nazaré Araújo, que tem o irmão no Dnit, parece que não vai encorpar a chapa de federal da federação. Informações de fonte afirmam que Nazaré não engole não ter sido incluída na discussão após o resultado das eleições de 2022, achou uma desfeita dos cabeças do PT. Eles decidiram colocar o irmão da Nazaré sem qualquer discussão, mesmo ela tendo só 39 mil votos.
Ora, Adherbal
Adherbal Maximiano é para os fracos. Uma referência de perpetuação no cargo precisa ser atualizada no Acre e o nome é Assuero Veronez. Reeleito pela oitava vez à presidência da Faeac, Assuero sabe que já cumpriu a missão na entidade. Ele deve construir um processo de mudança. Precisa.
Vira ca$aca?
Teve trairagem à chapa de oposição a Assuero. No dia da votação, Veronez tinha 6 votos garantidos. Precisava de mais um, dos 10 possíveis, já que o Sindicato Rural de Feijó estava inabilitado. No dia da votação, um presidente mudou o voto e outro votou em branco.
Boquinha
Faeac é uma instituição privada, mas recebe recursos de dois sistemas: CNA/Senar e do Sistema S. Ou seja: no fundo do cofre, tem também uma verbinha de paraestatais. No dia da votação, o nervosismo de alguns aduladores de Veronez era evidente. Agora se entende: qualquer mudança na direção provocaria desmama de muitas boquinhas.
Focando no eleitor da capital
Eudo Rafael, pré-candidato ao governo do Acre pelo PCB, está de olho no eleitor da Capital. Nas redes sociais, tem colocado as pautas de Rio Branco como prioridade. Recentemente, o Transporte Coletivo foi tema, inclusive com lista de vereadores que não assinaram a CPI, que investigaria a PMRB na Câmara de Vereadores.
Previdência
O pré-candidato ao Governo do Acre pelo PSDB, Tião Bocalom, inaugurou o prédio da RBPrev, o instituto de previdência dos servidores públicos municipais. São vários os caminhos que se trilha para chegar ao coração do eleitor. Quem tem as suas armas que as apresente.
Aposta no trabalho
O prefeito de Tião Bocalom tem intensificado agenda administrativa e acelerado a entrega de obras na capital. Nos bastidores, aliados e adversários avaliam que o ritmo das ações busca fortalecer seu nome diante das pesquisas que o colocam, atualmente, na terceira posição na corrida pelo governo do Estado. Há quem diga que iniciativas como pagamento em dia dos servidores e reforço na limpeza urbana também entram na estratégia de ampliar visibilidade. O slogan entre apoiadores é direto: “dá-lhe, Boca”.
Perdeu
O pré-candidato ao Governo pelo PSB, Thor Dantas, em declaração a um jornal local, perdeu oportunidade de construir uma referência em torno dos candidatos ao Senado no campo progressista. Quando perguntado sobre a possibilidade de compor com Petecão, requebrou-se todo e não falou que Petecão não tem nenhuma afinidade de agenda da esquerda. Por isso, Petecão ainda encanta muitos comunistas, mesmo votando no Senado contra o trabalhador.
Sorrindo pra não chorar
Já o senador Sérgio Petecão afirma que vive um de seus melhores momentos na política. Apesar do discurso otimista, interlocutores ponderam que a tentativa de reeleição ao terceiro mandato no Senado pode enfrentar obstáculos. Petecão saiu derrotado nas duas disputas majoritárias mais recentes em que esteve envolvido — ao governo do Estado e nas prefeituras que apoiou em Rio Branco e Cruzeiro do Sul. A avaliação é de que a próxima eleição não será simples.
Mãe de filho adotado
A candidata ao Governo pelo Progressistas, Mailza Assis, já vai ter um grande desafio pela frente: garantir a manutenção da Faculdade Estadual do Acre. Se for levar isso a sério, vai ser uma prova rara de gestão que Mailza terá. Politicamente, Gladson jogou para a galera, mas a fatura ficará para a colega. Toda solidariedade da coluna a ela.
Mais informação
Alan Rick, candidato ao Governo pelo Republicanos, não quis se manifestar sobre a Faculdade Estadual do Acre. Disse que vai procurar se inteirar melhor do assunto para poder se posicionar a respeito.
Infraestrutura
Entrega parcial do complexo viário em Rio Branco e obra de R$ 12 milhões na BR-364 mostram avanço logístico no Acre. Enquanto a capital ganha fluidez, o interior busca estabilidade estrutural — dois ritmos de investimento que ainda evidenciam desigualdade regional.
Imunoterapia
Produção nacional de imunoterapia pode ampliar acesso no SUS e reduzir custos. Para o Acre, onde a alta complexidade ainda é limitada, a medida representa potencial ganho, mas depende de incorporação e logística efetiva.
No caminho certo
Com apenas 1.558 exames, Acre fica entre os piores no rastreio de câncer de intestino. Enquanto isso, Brasil cresce 190% na testagem — desigualdade regional permanece crítica.
Energia
Com 42,1 mil famílias atendidas e R$ 5,19 milhões investidos, o Gás do Povo avança no Acre. O programa amplia cobertura, mas reafirma a dependência de subsídios diante do alto custo do botijão no país.
Social
Programa de gás evidencia recorte de gênero: 85% dos lares atendidos no Acre são chefiados por mulheres. Dado reforça centralidade das políticas sociais, o que no fim não é um mal negócio…
Educação
Projeto Pequenos Brilhantes aposta na formação cidadã desde o ensino fundamental. A prevenção aparece como estratégia de longo prazo, com baixo custo e alto impacto social.
Gestão
Acre sobe para 13º em solidez fiscal e mantém índice de 19,6%. Apesar do avanço, ainda está fora do grupo de elite, indicando equilíbrio, mas sem capacidade robusta de investimento.
Política
Renúncia de Bocalom abre novo ciclo em Rio Branco -isso é claro porque quem está na cadeira de prefeito agora é o vice. Discurso de “missão maior” antecipa movimentação eleitoral, enquanto a transição testa a continuidade administrativa.
Resultado inusitado
A eleição da Ufac terminou com um arranjo raro: Josimar eleito reitor e Almecina, da chapa adversária, como vice. Voto separado deu nisso.
Ufac agora é agro
Filho de produtor rural e engenheiro agrônomo: esse é o perfil do futuro reitor da Universidade Federal do Acre. O campo ganha espaço no comando da instituição.
Chapa dividida
Reitor de um lado, vice do outro. A nova gestão já nasce com o desafio de provar que consegue governar junta — mesmo tendo disputado em lados opostos.
Fotos: Jardy Lopes/ac24horas
Digital de Guida
Nos bastidores, cresce a leitura de que a reitora Guida Aquino teve papel direto no desfecho. A divisão do grupo político abriu caminho para o resultado.
Racha calculado
Tudo começou com o rompimento entre Guida e Josimar. E acabou fragmentando o grupo que mandava na Ufac desde 2012.
Dissidência no poder
O que era unidade virou disputa interna. Agora, os dissidentes assumem o comando — fruto direto da quebra de alianças.
Mudança ou continuidade?
Josimar foi eleito como alternativa, mas é o atual vice-reitor da gestão. A pergunta que fica: muda o rumo ou apenas troca o nome?
Conta política
A eleição escancarou mais que votos: mostrou articulação, rompimentos e reposicionamentos. Guida apostou na divisão — e perdeu o controle do jogo.
Caneta final
Mesmo eleito, Josimar ainda depende da nomeação do presidente Lula. Até lá, o capítulo final dessa disputa segue em aberto.
Naquele Famp – Festival Acreano de Música Popular – do século passado (Foi o último?), em 2003 teve de um, tudo, até uma música minha e do Dinho.
Soraya, eu mais nosso isopor, abarrotado de gelo e iscol, não perdemos nenhuma noite de apresentações, na belíssima concha acústica Jorge Nazaré, no Parque da Maternidade (nome lindo para um parque, né?!), em Rio Branco, Acre.
Cara… Foi tão massa, sabe? É… meio que assim… indizível! Piegas, mas é verdade. Escrevo e digo com meu coração e minha emoção ao lembrar de minha amada e daqueles dias tão significativos.
Como aqueles momentos de curtição, sorrisos, dança, ao som dos melhores músicos, poetas, cantores, difusores da cultura brasileira, oriunda da Amazônia foram marcantes na minha memória, na minha alma!
Então. Tava lá tudo enquanto era gente do meu bem querer. Eu dançando, pulando, me remexendo muito, ao lado de Sossó e do isopor de iscol e, vez por outra, aparecia gente perguntando quanto era. Pense!
Aquilo era para nosso consumo durante as apresentações, não para fins comerciais. Então eu, educadamente cobrava o dobro do preço que se cobrava lá fora, pra ver se a criatura se mancava e ia comprar sua cerveja nas barracas ao derredor da concha.
E num é que os abestados pagavam! E Soraya sapecava sua famosa gargalhada maravilhosa. Eu pegava a grana, entreva uma iscol, ia lá no meu barraqueiro providencial, comprava mais duas e voltava pro ronquenrrol.
Jornalista profissional (DRT/AC 36/98), chargista, cartunista, designer, poeta e cronista. Autor de Crônicas do Cartunista Francisco Braga e História Desenhada – 10 anos de charges do Braga, construiu trajetória na imprensa e na cultura do Acre. Hoje vive em Casimiro de Abreu (RJ), onde atua com direção de arte, design gráfico, charges e caricaturas.
A Feira do Peixe do município de Bujari será realizada entre os dias 28, 30 e 31 de março e 1º, 2 e 3 de abril, no Mercado Municipal, localizado no bairro Raio do Sol. A programação inclui a comercialização de pescados, verduras, produtos da agricultura familiar, além de café da manhã e almoço para […]
O grupo rebelde Houthis do Iêmen reivindicou um ataque contra Israel pela primeira vez neste sábado (28/3) no atual conflito no Oriente Médio.
Em um comunicado, o grupo disse ter lançado mísseis contra alvos militares. “As Forças Armadas do Iêmen, com a ajuda de Alá Todo-Poderoso e confiando em Alá, realizaram a primeira operação militar utilizando uma barragem de mísseis balísticos contra alvos militares israelenses sensíveis”, disse.
As Forças de Defesa de Israel também confirmaram o ataque. O comunicado diz que foi identificado “o lançamento de um míssil do Iêmen em direção ao território israelense; sistemas de defesa aérea estão operando para interceptar a ameaça”.
Na sexta-feira (27/3), o grupo alinhado do Irã tinha dito que estava pronto para entrar na guerra. “Confirmamos que nossos dedos estão no gatilho para uma intervenção militar direta”, disse o porta-voz do grupo, Yahya Saree.
A organização xiita, considerada um dos braços iranianos na região, argumentava que a ofensiva era uma resposta direta ao conflito que já deixou mais de 70 mil palestinos mortos.
Os Houthis surgiram no Iêmen com o objetivo de lutar contra a influência ocidental. O grupo controla parte do país e é alinhado ao Irã. Existe a suspeita que o país persa forneça arsenal militar ao grupo rebelde, que também é treinado pelo Hezbollah.
Implantado há cerca de dois anos pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo, em parceria com a Subprefeitura do Butantã, o Corredor Verde do Butantã foi reconhecido pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) como uma das boas práticas inovadoras de política urbana sustentável.
A iniciativa integra a publicação internacional Caminhos para o Desenvolvimento Urbano Sustentável, que reúne projetos brasileiros com resultados concretos e potencial de replicação em diferentes cidades do mundo.
A publicação do ONU-Habitat tem como objetivo identificar e difundir experiências capazes de enfrentar desafios contemporâneos das cidades, alinhadas à sustentabilidade e à conservação ambiental, servindo de referência para gestores públicos e comunidades em escala global.
Localizado na Zona Oeste, o Corredor Verde do Butantã conecta áreas verdes da Cidade Universitária ao Parque da Previdência, formando um eixo ambiental de 1,7 km de extensão que abrange oito ruas e cinco praças.
O projeto incluiu o plantio de 135 mudas e foi estruturado para ampliar a biodiversidade, melhorar a qualidade ambiental e tornar o espaço urbano mais acessível e equilibrado para a população.
O corredor foi orientado por instrumentos estratégicos como o Plano Municipal de Áreas Protegidas, Áreas Verdes e Espaços Livres (Planpavel) e o Plano Municipal de Arborização Urbana (PMAU). A execução envolveu planejamento técnico, vistorias e participação ativa da comunidade.
Além dos ganhos ambientais, a iniciativa se destaca pelo engajamento social. O projeto contou com a participação do Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz do Butantã (CADES-BT), do Coletivo Corredor Ecológico do Butantã e de moradores da região, que acompanharam todas as etapas e assumiram o compromisso com a preservação do espaço.
São Paulo também acumula títulos como Cidade Árvore do Mundo, pela quarta vez consecutiva, e Capital Verde Ibero-Americana.
Brasília se prepara para receber um novo marco arquitetônico. O Artefacto por Lotus surge como um projeto que une design, arte e arquitetura autoral, inaugurando um capítulo inédito no cenário imobiliário local ao ser o primeiro edifício da cidade com assinatura de uma marca de luxo.
Implantado no coração da capital, no Setor Hoteleiro Sul, o empreendimento propõe uma releitura contemporânea do modernismo brasiliense. O projeto com 191 unidades valoriza a relação entre escala, paisagem e horizonte, traduzindo a essência da cidade em uma arquitetura que equilibra presença e leveza.
A união entre a Artefacto e a Lotus é o alicerce desse movimento. Pela primeira vez em Brasília, uma marca de luxo assina não apenas os interiores, mas toda a identidade do edifício. A Artefacto assume a curadoria dos espaços, trazendo mobiliário orgânico, materiais naturais e uma atmosfera sensorial que valoriza o conforto e a permanência.
Paulo Bacchi, CEO da Artefacto, destaca o papel do design na construção dessa experiência.
“O prédio é composto por linhas retas e fortes, e nosso trabalho foi trazer o equilíbrio por meio de uma decoração orgânica, com muito verde, linho e fibras naturais. Queremos que, ao entrar no prédio, a pessoa se sinta em casa, em um verdadeiro ícone de conforto e calor humano no meio da capital.”
Para a Lotus, incorporadora liderada por Ruy Hernandez e Luiz Felipe Hernandez, o projeto materializa uma visão de futuro para a cidade.
“Estamos no coração do Plano Piloto, em uma região pulsante. A nossa ideia é conciliar a união entre história e modernidade em um único produto, provocando a cidade a imaginar novos futuros. Queremos que este empreendimento seja um marco, não pelo tamanho, mas pelo que significa”, afirma Ruy Hernandez.
Ótica contemporânea com design exclusivo
A arquitetura assinada por Léo Maia, apresenta uma fachada composta por um jogo de caixas sobrepostas e materiais naturais que dialogam com o modernismo de Brasília sob uma ótica contemporânea.
Segundo Maia, o projeto segue uma tendência mundial de habitação focada na experiência do usuário: “No Artefacto, entregamos o que raramente se encontra em Brasília. É um edifício que entende o morar contemporâneo como um ecossistema de facilidades, praticidade e design exclusivo”, afirma o arquiteto.
A proposta é ampliada pela atuação do escritório Dávila Arquitetura, que assegura a integração entre estética, funcionalidade e operação.
Recepção do Artefacto por Lotus
A dimensão sensorial do empreendimento é ampliada pela curadoria de arte do tapume da obra, Lotus Galeria (stand de vendas) e das áreas comuns do empreendimento assinado pela artista plástica Bella Salvati, que acumula participações na SP-Arte e na CASACOR Brasília. “A arte está totalmente ligada ao wellness; não é apenas sobre decoração, é sobre o aconchego que certas obras proporcionam.”
No paisagismo, Ana Paula Roseo traz uma abordagem inspirada em Burle Marx, criando microclimas e integrando natureza e arquitetura. O objetivo é criar um refúgio urbano com vegetação exuberante, soluções biofílicas e percursos sensoriais, reforçando a conexão com a natureza e promovendo conforto, acolhimento e qualidade de vida.
“A intenção é entregar proximidade com a natureza, acionando sentidos: visual, auditivo e olfativo.”
Wellness e lazer
Capitaneado por Maneco Carrano, diretor comercial da Technogym, marca italiana responsável pela academia do edifício, o projeto incorpora ao empreendimento um padrão internacional de bem-estar, alinhado aos melhores centros fitness de alto padrão do mundo. Com equipamentos de cardio e musculação de última geração, o espaço oferece uma experiência completa, permitindo que os usuários pratiquem atividades físicas com conforto sem sair do próprio edifício.
Além de piscinas, spa e áreas de relaxamento distribuídas no térreo, mezanino e no rooftop, o complexo possui lounges; spa; sauna; mind & body garden; aqua pavilion e sky bar.
O grande destaque fica no rooftop: com restaurante de alta gastronomia assinado por um chef renomado, acesso independente e vista privilegiada para o Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e Lago Paranoá.
Serviços hoteleiros em um conceito único
Os serviços hoteleiros são um dos pilares do Artefacto por Lotus, traduzindo o morar contemporâneo em uma experiência mais fluida que amplia o bem-estar e aproxima o dia a dia da lógica da hotelaria internacional.
Entre os serviços oferecidos no complexo estão: concierge; boulangerie; room service; spa; room attendant; lavanderia e passadoria; empório e personal trainer.
Para Luiz Felipe Hernandez, essa proposta reflete uma nova forma de viver.
“Queremos oferecer o nível de serviço de um hotel, mas com o conforto e a identidade de um lar. É uma experiência mais prática, mais leve e alinhada com o estilo de vida contemporâneo.”
Sustentabilidade
A sustentabilidade é um dos pontos fortes do Artefacto por Lotus, tendo requisitos para a certificação de sustentabilidade EDGE, iniciativa do IFC, membro do Grupo Banco Mundial, que atesta o alto desempenho ambiental do empreendimento.
O selo garante a redução do consumo de energia e água, além do uso eficiente de materiais, com soluções incorporadas desde o projeto até a operação. Essa eficiência se traduz em menor impacto ambiental, maior conforto térmico e luminoso e mais qualidade de vida para os usuários.
Experiência Lotus
O lançamento do Artefacto por Lotus consolida uma tendência global que valoriza ativos imobiliários através da chancela de grifes de luxo.
Para apresentar esse conceito disruptivo, o espaço de vendas do empreendimento oferece um sistema de agendamento e atendimento exclusivo, transformando o tradicional estande de vendas em uma jornada sensorial e individualizada.
Ao visitar o espaço, chamado de “Lotus Galeria”, o interessado é apresentado ao universo do empreendimento por meio de uma sala conceito e da apresentação da maquete detalhada.
A experiência será enriquecida por uma experiência gastronômica personalizada, a exposição de arte assinada por Bella Salvatti e lounges compostos por mobiliários da Artefacto, permitindo que o cliente sinta, na prática, toda a sofisticação do Artefacto por Lotus.
A Lotus nasceu em 2018, e em pouco tempo conquistou espaço, gerando tendências, mudando o mercado e se estabelecendo como uma das construtoras mais inovadoras do segmento imobiliário.
A construtora atua em várias frentes, como construção, incorporação, gestão e vendas de imóveis em Brasília.