Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Caso da Operação Pororoca gera decisões no STF 17 anos depois

    Caso da Operação Pororoca gera decisões no STF 17 anos depois

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    A ação penal decorrente da Operação Pororoca, deflagrada pela Polícia Federal em 2004 para investigar desvios de recursos federais em licitações públicas no estado do Amapá, teve o mérito julgado pelo STF em 2021, mas segue registrando movimentações no sistema da Corte 17 anos após o início das investigações.

    De acordo com a PF, as apurações identificaram a existência de um suposto esquema de fraudes em licitações com verbas da União entre 1998 e 2004, concentrado em obras públicas no estado. Entre os contratos sob investigação estava a revitalização do Porto de Santana, orçada em cerca de R$ 103 milhões.

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    As apurações apontaram o engenheiro Luiz Eduardo Pinheiro Corrêa como um dos principais envolvidos no esquema. De acordo com as investigações, ele teria supostamente utilizado a construtora Método Norte Engenharia para concentrar as fraudes, vencendo 16 das 17 licitações sob suspeita. Corrêa foi acusado de crimes como formação de quadrilha, fraudes em licitações, desvio de verbas públicas e corrupção ativa.

    Em agosto de 2021, o plenário do STF absolveu o réu principal da acusação de corrupção passiva, o ex-deputado e atual prefeito de Santana (AP), Sebastião Ferreira da Rocha (PP), por insuficiência de provas, e declarou extinta a punibilidade da maioria dos crimes em razão da prescrição.

    Em agosto de 2025, no entanto, os ministros analisaram um agravo regimental apresentado por Luiz Eduardo Pinheiro Corrêa. A defesa solicitou a extensão dos efeitos da decisão favorável ao réu principal.

    Por unanimidade, o colegiado acompanhou o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, e negou o pedido. O relator entendeu que não havia identidade jurídica entre as situações dos acusados que autorizasse a extensão dos efeitos da decisão ao corréu.

    Enquanto houver a apreciação de pedidos posteriores ao julgamento do mérito, o processo seguirá registrando movimentações no STF, embora a ação penal principal tenha sido encerrada.

  • DJ acreano é uma das atrações do bar mais alto do Brasil, em João Pesosa; confira

    DJ acreano é uma das atrações do bar mais alto do Brasil, em João Pesosa; confira

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    O DJ acreano Felipe de Paula será uma das atrações do Sky Bar, em João Pessoa, na Paraíba. A apresentação está marcada para o dia 3, a partir das 17h, e integra a programação do espaço localizado no 44º andar de um edifício, a 145 metros de altura.

    O evento vai acontecer no bar mais alto do país/Foto: Reprodução

    O evento contará com apresentação musical de Felipe de Paula, além de serviço de bebidas no local. O Sky Bar é conhecido por receber apresentações de DJs e eventos no formato sunset, reunindo público no fim da tarde e início da noite.

    Natural do Acre, Felipe de Paula atua como DJ em eventos no Norte e em outras regiões do país.  O Sky Bar fica situado na capital paraibana e é o ponto mais alto da cidade destinados a eventos. O local é considerado o bar mais alto do pais

  • Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    Colômbia envia forças de segurança para fronteira com Venezuela

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou a mobilização de forças de segurança para a fronteira de seu país com a Venezuela, “juntamente com todos os recursos de assistência disponíveis, em caso de um fluxo maciço de refugiados”. O comunicado foi postado em uma rede social na manhã deste sábado (3/1) após a confirmação de ataques dos Estados Unidos a quatro cidades venezuelanas.

    O presidente norte-americano Donald Trump também informou ter capturado o líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele.

    Veja o anúncio de Petro feito neste sábado:

    Acabamos de terminar consejo de seguridad nacional desde las 3 am.

    Se despliega la fuerza pública en la frontera, se despliega toda la fuerza asistencial que dispongamos en caso de entrada masiva de refugiados.

    La embajada de Colombia en Venezuela está activa a llamadas de…

    — Gustavo Petro (@petrogustavo) January 3, 2026

    O presidente colombiano reforçou, na nota, que repudia “a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.

    Conflitos internos entre povos são resolvidos pacificamente pelos próprios povos. Este é o princípio da autodeterminação, que é o fundamento do sistema das Nações Unidas, escreveu Gustavo Petro.

    Em comunicado oficial, o governo venezuelano convocou todas as forças sociais e políticas do país a se mobilizarem contra o que chamou de ataque imperialista. “O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, informa o texto.

    Segundo o governo venezuelano, o presidente Nicolás Maduro assinou um decreto que declara Estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, determinando a adoção imediata de medidas para proteger a população, assegurar o funcionamento das instituições republicanas e enfrentar a agressão armada.

    Reação internacional

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Já o presidente da Argentina, Javier Milei, também reagiu aos acontecimentos envolvendo a Venezuela. Em uma publicação nas redes sociais, ele escreveu: “A liberdade avança. Viva a liberdade, carajo”.

    A mensagem foi publicada ao repostar uma notícia de um site que afirma que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria confirmado a captura e retirada do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, do país.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

     

     

  • Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo

    O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, condenou neste sábado (3/1) os bombardeios dos Estados Unidos contra alvos em diferentes regiões do país e anunciou a ativação de todas as capacidades militares para a defesa do território nacional.

    Durante a ofensiva, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, foi capturado pelas forças norte-americanas. 

    Em pronunciamento, Padrino López classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e afirmou que as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) estão mobilizando todos os recursos disponíveis em resposta à ofensiva.

    Segundo ele, os ataques atingiram instalações militares e áreas urbanas, incluindo o complexo de Fort Tiuna, em Caracas, além de localidades nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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    Ainda de acordo com o ministro, mísseis e foguetes teriam sido disparados a partir de helicópteros de combate norte-americanos durante a madrugada. Ele disse que informações sobre mortos e feridos ainda estão sendo apuradas, mas indicou que há registro de vítimas civis em áreas residenciais.

    “Esta invasão representa a maior afronta que o país já sofreu”, declarou López.

    O ministro afirmou ainda que foi decretado estado de comoção externa em todo o território venezuelano, com base na Constituição e em leis de segurança nacional.

     

    Após captura de Maduro, ministro põe Forças Armadas em alerta máximo - destaque galeria3 imagensMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber NobelNicolás MaduroFechar modal.MetrópolesNicolás Maduro1 de 3

    Nicolás Maduro

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaMaduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel2 de 3

    Maduro recebe medalha de arquiteto da paz após Corina receber Nobel

    Gabinete de Imprensa da Presidência da VenezuelaNicolás Maduro3 de 3

    Nicolás Maduro

    Jesus Vargas/Getty Images

    Estado de prontidão

    Com a medida, as FANB entraram em estado de prontidão operacional, com a mobilização de meios terrestres, aéreos, navais, fluviais e de mísseis.

    Segundo o governo, a resposta envolve uma articulação entre forças militares, policiais e organizações populares, descrita como uma “fusão popular-militar-policial” para garantir a defesa integral do país.

    Padrino López rejeitou a presença de tropas estrangeiras e afirmou que a ofensiva não tem relação com o combate ao narcotráfico, como alegado por Washington, mas sim com interesses estratégicos e a tentativa de promover uma mudança de regime.

    Ele também apelou à comunidade internacional e a organismos multilaterais para que condenem o que classificou como violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.

    Onde está Maduro?

    O governo venezuelano declarou emergência nacional e afirmou desconhecer o paradeiro do líder chavista.

    A vice-presidente, Delcy Rodríguez, exigiu “prova imediata de vida” do presidente e da primeira-dama, e acusou os EUA de serem responsáveis por mortes de civis e militares durante os ataques.

    A crise aprofunda a tensão entre Washington e Caracas, que vinha se intensificando nos últimos meses em meio a sanções, acusações envolvendo tráfico de drogas e uma crescente presença militar dos EUA no Caribe e na América Latina.

  • “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela

    O presidente da Argentina, Javier Milei, se manifestou sobre o ataque militar dos Estados Unidos contra a Venezeuela, na manhã deste sábado (3/1). O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados.

    Na rede social X, o presidente argentino celebrou o ataque e repetiu o bordão usado desde sua campanha. “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo [A liberdade avança. Viva a liberdade, caralho]”, escreveu Milei.

    “Viva a liberdade, caralho”: Milei reage a ataques dos EUA à Venezuela - destaque galeria4 imagensMiguel Díaz CanelGustavo PetroEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás MaduroFechar modal.MetrópolesJavier Milei1 de 4

    Javier Milei

    Reprodução / Redes sociaisMiguel Díaz Canel2 de 4

    Miguel Díaz Canel

    Reprodução / Redes sociaisGustavo Petro3 de 4

    Gustavo Petro

    Reprodução / Redes sociaisEUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro4 de 4

    EUA confirma ataque a Caracas e captura de Nicolás Maduro

    Reprodução/Truth Social

    Reação internacional

    Outros líderes internacionais reagiram ao bombardeio estadunidense na Venezuela. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se nas redes sociais afirmando que Caracas estaria sob bombardeio. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela. Estão bombardeando Caracas com mísseis. A OEA e a ONU devem se reunir imediatamente”, escreveu.

    Miguel Díaz‑Canel, presidente de Cuba, também reagiu ao ataque à Venezuela. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou: “Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”

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    O Irã, aliado político da Venezuela, condenou o suposto ataque dos Estados Unidos, classificando-o como uma “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana. O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu que o Conselho de Segurança da ONU “aja imediatamente para interromper a agressão ilegal” e responsabilize os envolvidos.

    A Rússia condenou o “ato de agressão armada” dos Estados Unidos contra a Venezuela, informou o Ministério das Relações Exteriores do país. Em nota divulgada neste sábado, o governo russo afirmou estar “profundamente preocupado” com a situação e destacou a importância de evitar uma escalada do conflito, enfatizando que os esforços devem se concentrar na busca de uma solução por meio do diálogo.

    Ataque dos EUA à Venezuela

    • O governo da Venezuela divulgou nas primeiras horas deste sábado (3/1) um comunicado oficial no qual acusa os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
    • A denúncia foi apresentada formalmente à comunidade internacional.
    • No documento, compartilhado por autoridades venezuelanas nas redes sociais, o governo afirma que as ações violariam a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios da soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
    • Segundo o texto, o  ataque representa uma grave ameaça à paz e à estabilidade da América Latina e do Caribe.
    • Ainda de acordo com o comunicado, o objetivo da ofensiva seria o controle de recursos estratégicos venezuelanos, como petróleo e minerais.
    • O governo rejeita essa hipótese e afirma que seguirá defendendo a independência nacional, lembrando o histórico do país de resistência a potências estrangeiras.

     

     

  • Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

    Ministros e assessores do governo Lula farão uma reunião de emergência na manhã deste sábado (3/1) para discutir a invasão à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro anunciada mais cedo por Donald Trump.

    O encontro, segundo apurou a coluna, está previsto para as 10h no Itamaraty. Há a expectativa de que o presidente Lula participe remotamente — o petista está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

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    Lula, segundo apurou a coluna, já foi informado por assessores sobre o anúncio feito por Trump. O presidente brasileiro ainda avalia se retornará antes para Brasília. Até então, o petista só pretendia voltar do recesso na segunda-feira (6/1).

  • Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Oposição da Venezuela diz que captura de Maduro foi “negociada”

    Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”. O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

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    Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

    EUA x Venezuela

    • A tensão na América Latina e no Caribe se intensificou nos últimos meses após os EUA anunciarem ataques ao território da Venezuela.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram. Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
    • Nicolás Maduro havia se mostrado disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita durante entrevista ao jornalista Ignacio Ramonet, publicada na quinta-feira (1º/1).
    • No fim de novembro de 2024, os dois presidentes chegaram a conversar. O contato, segundo Maduro, foi “agradável”. O presidente da Venezuela, porém, afirmou que os “desdobramentos após as negociações não foram agradáveis”.
    • Desde a conversa, Trump subiu o tom e aumentou a retórica militar na América Latina e Caribe, e avançou com a ofensiva que começou no segundo semestre do último ano.
    • A ação se soma a outras realizadas por forças norte-americanas enviadas para a região em meados de agosto de 2024. A mobilização militar inclui fuzileiros navais, uma frota de navios de guerra, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, um submarino nuclear e caças F-35.
    • Mais de 20 embarcações já foram bombardeadas em águas caribenhas e do Pacífico durante a operação Lança do Sul, cujo objetivo declarado é combater o tráfico de drogas na região.

    O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

  • Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    Vice da Venezuela exige prova de vida de Maduro após captura pelos EUA

    A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu, neste sábado (3/1), uma prova de vida do presidente Nicolás Maduro, após ele ter sido capturado pelo governo dos Estados Unidos, em meio a ataques na Venezuela. Veja vídeo:

    Segundo Delcy Rodríguez, Maduro está desaparecido. Ela afirmou que, “em face dessa situação brutal, desconhecemos o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cília Flores. Exigimos do governo do presidente Donald Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira-dama”.

    “O presidente Maduro já tinha sido muito claro e avisou o povo venezuelano que uma agressão desta natureza por desespero da voracidade energética dos EUA poderia acontecer”, pontuou a vice-presidente.

    Trump confirmou ter capturado Maduro e tê-lo levado para fora do país venezuelano. A informação foi divulgada na rede Truth Social. Segundo Trump, o governo norte-americano atacou a Venezuela.

    EUA x Venezuela

    • Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.
    • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou o presidente Nicolás Maduro.
    • A Embaixada dos EUA em Bogotá afirmou estar ciente diante das explosões em Caracas e pediu para que nenhum norte-americano viaje até a Venezuela por “nenhum motivo e evite as fronteiras da Venezuela com a Colômbia, o Brasil e a Guiana”.
    • Desde o início da ofensiva militar norte-americana na região, sob o pretexto de combater o tráfico internacional de drogas, as tensões se prolongaram.
    • Em meio ao agravamento do cenário, Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

    O presidente norte-americano acrescentou que a operação foi realizada “conjunto com as forças de segurança americanas” e que uma coletiva de imprensa será realizada ainda hoje, às 13h no horário de Brasília.

    O governo venezuelano acusou os Estados Unidos de atacarem a região. Em comunicado, o presidente Nicolás Maduro declarou emergência em todo o país.

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    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, dizia o comunicado, segundo a imprensa internacional.

    O governo venezuelano afirmou rejeitar a “grave agressão militar perpetrada pelo governo atual dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelanos nas localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e nos estados Miranda, Aragua e La Guaira”.

    “O Governo Bolivariano convoca todas as forças sociais e políticas do país a ativarem os planos de mobilização e a repudiar este ataque imperialista. O povo da Venezuela e sua Força Armada Nacional Bolivariana, em perfeita fusão popular-militar-policial, estão mobilizados para garantir a soberania e a paz”, afirmou o governo.

    O ataque ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se pronunciou nas redes sociais, alegando que “estão bombardeando Caracas” neste momento. “Alerta para o mundo inteiro, atacaram a Venezuela. Estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente”.

  • Vice-secretário de Estado dos EUA sobre Maduro: “Tirano enfrentará justiça”

    Vice-secretário de Estado dos EUA sobre Maduro: “Tirano enfrentará justiça”

    O vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, elogiou a ação dos EUA contra a Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro vai enfrentar justiça.

    “Um novo amanhecer para a Venezuela! O tirano se foi. Ele agora – finalmente – enfrentará justiça por seus crimes”, afirmou Landau no X.

    A new dawn for Venezuela! 🙏 The tyrant is gone. He will now—finally—face justice for his crimes. 🇺🇸🇻🇪 pic.twitter.com/oNhW6b9soh

    — Christopher Landau (@DeputySecState) January 3, 2026

    O vice-secretário reproduziu uma publicação do presidente dos EUA, Donald Trump, que confirmou o ataque à Venezuela e a captura de Maduro.

    A vice do regime da Venezuela, Delcy Rodriguez, disse que o regime desconhece o paradeiro do ditador venezuelano e sua esposa.

  • Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

    Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o ataque militar dos EUA à Venezuela e disse que o ditador Nicolás Maduro foi capturado e levado para fora do país.

    “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em grande escala contra a Venezuela e o seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi, juntamente com a sua esposa, capturado e levado para fora o país”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

    Trump acrescentou que a operação foi feita em conjunto com a Polícia dos EUA e que daria mais detalhes em breve. Ele também anunciou uma coletiva de imprensa às 13h, no horário de Brasília, no resort de Mar-a-Lago, na Flórida.