Policiais Militares do 3° Batalhão prenderam dois homens por tráfico de drogas durante mais uma fase da Operação Pós-Carnaval 2026, realizada na noite de quarta-feira (25), na região do Vale do Açaí, em Rio Branco. As equipes realizaram incursões a pé em pontos apontados pelo setor de inteligência como áreas de comercialização de entorpecentes. Durante […]
Autor: jonysdavid2017@gmail.com
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Operação Pós-Carnaval prende dois por tráfico e apreende drogas no Vale do Açaí
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Procurado há duas décadas, bicheiro Adilsinho é preso no Rio
Arte/Metrópoles
As polícias Civil e Federal do Rio Janeiro prenderam, na manhã desta quinta-feira (26/2), Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como “Adilsinho”. Ele era o principal alvo da Operação Libertatis II, deflagrada em março de 2025. O contraventor foi capturado em uma residência na cidade de Cabo Frio (RJ), em ação que contou com o apoio do Serviço Aeropolicial.
O preso estava foragido por força de mandado em aberto expedido pela Justiça Federal, sendo que ele também é apontado como mandante de homicídios e procurado pela Justiça Estadual há quase duas décadas. Integrante da cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro, o homem é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado.
A prisão foi realizada por policiais federais e policiais civis, após levantamento de dados e informações de inteligência desenvolvidas no âmbito da Ficco-RJ. A ação visa desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo.
O homem foi conduzido à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro para formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional do estado.
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Cultura do mercado, inovação e desenvolvimento (por Felipe Sampaio)
Getty Images
Em tempos de incerteza geopolítica e caos climático galopante, a economia padece com a fragilização de um de seus pilares fundantes – a previsibilidade. Ao contrário do que se possa pensar, os investidores não são aventureiros atraídos pelo risco. O mercado funciona com um olho nas expectativas de retorno e outro nas ameaças externas. Afinal, tanto a alta gerência como os acionistas sabem que os negócios só vão bem quando o cenário é promissor.
Acontece que o panorama político e econômico atravessa uma rearrumação da Ordem Internacional que há décadas vinha dando estabilidade às relações comerciais, financeiras e políticas entre os países, com efeito imediato sobre os mecanismos que regem as políticas públicas e os empreendimentos privados em qualquer lugar do mundo. Para completar, toda essa reglobalização ocorre simultaneamente com as transformações ambientais igualmente imprevisíveis provocadas pelo aquecimento global desgovernado.
Já dizia o filósofo Sêneca, “Nenhum vento é bom quando não se sabe aonde ir”. Por isso, quanto mais elevado é o grau de incerteza, maior será o peso da variável risco na equação do mercado e dos governos. É aí que ganha importância aquela palavrinha da moda – resiliência. Segundo a IA do Google, “Resiliência é capacidade de superar adversidades, adaptar-se a mudanças e recuperar-se, evoluindo sem sofrer danos irreversíveis”. Dito de outra forma, os países e as empresas mais resilientes estarão melhor capacitados para enfrentar o reordenamento geopolítico e climático e sair do outro lado da tormenta em melhores condições de seguir em frente.
Nesse sentido, dois estudos recentes trouxeram informações importantes para os acionistas e CEOs da nossa Terra da Santa Cruz. Um deles, realizado pela consultoria BTA Associados, chama a atenção para o perfil organizacional predominante no País. Apesar dos avanços tecnológicos alcançados nos mais diversos setores, um dos maiores obstáculos da nossa economia à inovação (e resiliência) é “a forma autoritária como ainda se organizam as estruturas de poder nas nossas empresas” (Valor, 24/02/26). Significa dizer que “a disciplina inicial frequentemente nasce da obediência, e não da internalização dos métodos de trabalho, reflexo de um sistema autocrático”, segundo a pesquisadora Betânia Tanure.
Por esse motivo, as startups, por exemplo, apresentam perfil mais resiliente e inovador. O nível decisório dessas empresas é mais ágil e, digamos, democrático, do que o das empresas tradicionais. Nas startups, a própria natureza original do negócio traz no DNA corporativo esse gene da “via de mão dupla” no tratamento dos desafios e tarefas do dia a dia.
Outro estudo, realizado pela multinacional Gartner, mostra que as empresas em todo o mundo estão demitindo, na expectativa de ganhar produtividade com o uso da IA, mas os ganhos ainda são decepcionantes. “Como resultado, vemos uma retenção de executivos desmotivados e danos às marcas empregadoras” (Valor – Carreiras, 23/02/26). Ou seja, o mercado está abrindo mão de pessoas que conhecem o negócio, em troca de profissionais que operam tecnologia. O resultado será a perda de visão de futuro e de capacidade decisória consistente.
Se tudo isso for verdade, teremos problemas para interpretar as mudanças políticas, economias e climáticas, assim como para tomar decisões realistas com a agilidade que os próximos anos exigirão, para a prosperidade da humanidade, a eficiência do Estado e a sobrevivência dos negócios.
Felipe Sampaioé diretor de Programas no Ministério do Empreendedorismo e Pequena Empresa; cofundador do think tank Centro Soberania e Clima; dirigiu a área de estatísticas no Ministério da Justiça; chefiou a assessoria do Ministro da Defesa; ex-subsecretário de Segurança Urbana do Recife; foi empreendedor em mineração; atuando com grandes empresas, organismos internacionais e terceiro setor.
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"Não é uma briga de ego", diz Motta sobre PEC 6X1
LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, na quinta-feira (26/2), em entrevistaà coluna, que não existe uma “briga de ego” com o governo Lula por protagonismo na discussão do fim da escala 6×1.
Motta despachou a PEC que trata do tema para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no início de fevereiro, contrariando o governo, que queria tratar o tema por meio de um projeto de lei com urgência constitucional.
O movimento abriu uma discussão sobre o protagonismo da Câmara e do governo sobre o assunto. O fim da escala 6×1 é uma da prioridades do Palácio do Planalto para 2026 de olho na campanha de reeleição de Lula.
“Não é uma briga por protagonismo, uma briga de ego, mas sim o canal legislativo correto para discutir uma matéria que tem a importância que tem, medir os impactos, fazer a discussão correta e dando vez e voz a todos os impactos por essa decisão que o Congresso pode vir a tomar e a partir daí termos condições de avançar positivamente em uma pauta que atende a larga maioria da população brasileira, afirmou Motta ao Metrópoles.
Motta argumentou que tratar o tema por PEC permite que uma discussão mais ampla. Se o governo enviasse um projeto de lei com urgência constitucional, a proposta seria debatida somente no plenário.
“É um pouco mais do que briga por protagonismo. Um assunto sério como esse não pode ser batido sob apenas uma ótica ou só um lado. A discussão, na minha avaliação, por PEC traz a capacidade de podermos ter mais equilíbrio do ponto de vista da tramitação legislativa”, disse o presidente da Câmara.
Motta quer votar a PEC em maio
Como adiantou à coluna, o relator da proposta é o deputado de oposição ao governo, Paulo Azi (União-BA). O parlamentar foi presidente da CCJ em 2025 e já tinha sinalizado vontade de avançar no tema.
Após a CCJ, a PEC irá para uma comissão especial, onde o mérito da proposta será analisado. Na entrevista, Motta afirmou que seu objetivo é levar a matéria à votação no plenário por volta do mês de maio.
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Inmet emite aviso de chuvas intensas com perigo potencial para todo o Acre
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de chuvas intensas para todo o estado do Acre, com grau de severidade classificado como perigo potencial. O alerta segue válido até as 23h59 de sexta-feira (27). De acordo com o comunicado, estão previstas chuvas com volume entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a […] -

TCE-AC firma contratos que somam mais de R$ 340 mil para serviços terceirizados e higienização
O Tribunal de Contas do Estado do Acre publicou, no Diário Eletrônico desta quinta-feira (26), dois atos administrativos relacionados à contratação de serviços terceirizados e ao registro de preços para higienização de bens institucionais. Ata de registro de preços para serviços terceirizados O primeiro documento trata da Ata de Registro de Preços nº 01/2026, firmada […] -

Governo altera nomeações em concursos do Detran e do ISE no Acre
O governo do Acre publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (26) três decretos que promovem mudanças nas nomeações de candidatos aprovados em concursos públicos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e do Instituto Socioeducativo do Estado do Acre (ISE/AC). As medidas foram oficializadas pelos Decretos nº 12.607-P, 12.608-P e 12.609-P, todos assinados no dia 25 […] -

Livre no mercado? Klopp deve deixar Red Bull, diz imprensa europeia
Alex Grimm/Getty Images
Jurgen Klopp deve ter o futuro distante do grupo Red Bull. O alemão pode estar saída pouco tempo de assumir o cargo de diretor global de futebol. O jornal austríaco, Salzburger Nachrichten, afirma que existe um desgaste interno e resultados abaixo do esperado.
Klopp não teria alcançado o impacto esperado na coordenação das equipes (Red Bull Salzburg, RB Leipzig, New York Red Bulls, Red Bull Bragantino e FC Liefering).
A saída pode acontecer ao fim da temporada, em julho deste ano, mesmo com contrato válido até 2029.
Oliver Glasner, atual treinador do Crystal Palace, é visto como principal cotado para substituir o ídolo de Liverpool e Borussia Dortmund.
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Tragédia transforma Minas Gerais em notícia no mundo. Veja repercussão
Handout/Anadolu via Getty Images
Belo Horizonte – O estado de Minas Gerais está sendo notícia no mundo inteiro essa semana por causa das tragédias causada pelas chuvas na Zona da Mata, que haviam tomado 53 vidas segundo a última atualização nesta quinta-feira (26/2), ainda com dezenas de desaparecidos em Juiz de Fora e Ubá.
Agências internacionais de notícias, como a Associated Press,enviaram equipes para Minas Gerais para cobrir a tragédia. A busca por mortos e desaparecidos, as famílias abrigadas em escolas e igrejas e a continuidade da calamidade chamam a atenção da mídia internacional.
O britânico The Sun noticiou com a tarja de “cenas fortes” a enxurrada levando os caixões de uma funerária rua abaixo em Ubá. “Momento angustiante em que dezenas de caixões são arrastados pela estrada durante enchentes repentinas e mortais”, diz a manchete.
Veículos internacionais conectam tragédia mineira com as mudanças climáticas
A violência das águas e a quantidade de chuva que tem caído na Zona da Mata mineira levam a imprensa internacional a conectar a tragédia diretamente com as mudanças climáticas e a falta de infraestrutura. Minas, para o mundo, virou símbolo global da tragédia climática.
A agência Reuters registrou que Juiz de Fora está tendo o fevereiro mais chuvoso de sua história e noticiou os lamentos dos governantes em relação ao volume de chuva.
Segundo o pluviômetro do INMET, choveu 113 mm em Juiz de Fora em apenas seis horas na noite de quarta-feira (25/2). Com isso, o volume total de chuvas apenas nesse mês de fevereiro é de 733 mm, o que representa 4,3 vezes a média esperada para o mês.
O jornal espanhol El País noticia a calamidade em Minas lembrando que “mortes causadas por chuvas torrenciais são uma tragédia que se repete quase rotineiramente todos os verões no Brasil” e tratou também dos efeitos de temporais em Rio de Janeiro e São Paulo.

