
Se a eleição presidencial fosse hoje, e estes os candidatos no segundo turno, quem venceria? Respostas de 3.529 leitores:
Eduardo Bolsonaro – 15,8%
Lula – 84,2%


Se a eleição presidencial fosse hoje, e estes os candidatos no segundo turno, quem venceria? Respostas de 3.529 leitores:
Eduardo Bolsonaro – 15,8%
Lula – 84,2%


O Sincerão dessa segunda-feira (23/2) cravou a eliminação de uma participante do BBB 26. Disputam o sexto Paredão as sisters Milena, Maxiane e Chaiany. A eliminada da semana será revelada nesta terça-feira (24/2), durante o programa ao vivo.
Mesmo após a confusão na dinâmica, que contou com Chaiany “errando” a dinâmica e prejudicando seus antigos aliados, Maxiane ainda é a favorita para deixar o programa, segundo a enquete do Metrópoles.
A sister aparece com 52,82% dos votos da preferência do público e deve ser eliminada desta terça. Ela é seguida por Milena, com 46,5%, e Chaiany, com 0,68%.



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Divulgação/Globo
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Se tem uma coisa que a família Bolsonaro entende, além de redes sociais e falso patriotismo, é de uma barulhenta lavagem de roupa suja em público. O clima da turma, que já era de velório com o “capitão” na Papudinha, virou campo de guerra.
De um lado, Eduardo Bolsonaro, o filho “03”, cobrando lealdade cega ao clã. Do outro, Michelle e a nova pedra no sapato da família, Nikolas Ferreira.
O deputado mineiro não é bobo. Resolveu usar a tática do desdém. Atacado por Eduardo por não carregar o piano da candidatura de Flávio à presidência, Nikolas pediu para deixarem Michelle viver seu “calvário”. E disparou o golpe de misericórdia:
“O Eduardo não tá bem”.
Traduzindo: para Nikolas, o filho do homem já não tem credibilidade.
Já o “03” acusa a madrasta de sofrer de amnésia seletiva. Michelle apoia Nikolas a todo momento, mas não gasta um post para ajudar o enteado Flávio, o “escolhido” do papai. Para Eduardo, a eleição é simples: Flávio contra Lula. Para Michelle, a conta é outra. E não inclui os filhos do marido.
Enquanto Bolsonaro definha na prisão, o bolsonarismo canibaliza seus próprios herdeiros. Nikolas quer brilhar sozinho. Michelle quer o trono. E os filhos tentam, desesperadamente, segurar um poder que escorre pelas mãos.
A confusão gera barulho, é verdade. Mantém a turma nos holofotes. Para quem só tem a polarização como projeto de país, o caos é um método. E o resultado segue sendo bom… para eles, claro.
A briga entretém, mas uma casa dividida não se sustenta — nem com carta escrita na prisão, nem com post no Twitter.
O importante é que a pipoca está no ponto.


O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), recorreu da decisão do ministro do STF André Mendonça que proibiu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, de viajar a Brasília em um jatinho particular.
As chances de Mendonça recuar da decisão, contudo, são remotas. Segundo interlocutores do ministro do Supremo ouvidos pela coluna, a decisão do magistrado de proibir presos de viajarem em avião particular é “padrão”.
Auxiliares ressaltam que o procedimento de Mendonça costuma ser autorizar que presos e investigados viajem em voos comerciais ou em aeronave oficial da Polícia Federal (PF), conforme decidido no caso de Vorcaro.
O dono do Banco Master queria viajar em um avião particular de São Paulo a Brasília para depor na CPMI do INSS. A oitiva estava marcada para segunda-feira (23/2), mas foi cancelada após a decisão de Mendonça.
Atualmente, Vorcaro mora na capital paulista e não pode se ausentar da cidade sem autorização da Justiça. O banqueiro é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica desde o final de 2025.
Na quinta-feira (19/2), conforme antecipado pela coluna, Mendonça decidiu que Vorcaro só poderia se descolar em voo comercial ou avião da PF. Na decisão, o ministro ainda facultou a Vorcaro a decisão de ir ou não à CPMI.
O presidente da comissão, então, decidiu recorrer da decisão. O recurso será primeiro analisado por Mendonça. Depois, deve ser submetido aos demais ministros que também integram a Segunda Turma do Supremo.


O Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão que tirou da competência da Justiça Federal a ação civil pública contra a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A ação foi movida após a IURD ajuizar 144 ações indenizatórias quase idênticas em Juizados Especiais Cíveis de todo o país contra o jornalista João Paulo Cuenca.
O profissional fez um post em uma rede social, em 2020, com críticas à destinação de verbas públicas para emissoras de rádio e TV ligadas a igrejas. Segundo o MPF, a dispersão geográfica estratégica em comarcas afastadas de onde vive o jornalista teve o objetivo de dificultar sua defesa e causar desgaste financeiro e emocional.
Na ação, o MPF também afirma que o modus operandi da igreja contra João Paulo Cuenca é o mesmo usado contra a jornalista Elvira Lobato em 2007. Na ocasião, a profissional tornou-se ré em 111 ações judiciais após publicar reportagens sobre a expansão de empresas ligadas à instituição religiosa.
“Mas esta ação não é sobre João Paulo Cuenca, e sim sobre os danos do assédio judicial ao sistema de justiça, à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa. A intimidação por meio de processos judiciais representa mais do que o silenciamento de uma pessoa, pois indica uma tentativa de dissuadir o exercício do direito de crítica por meio do uso abusivo do Poder Judiciário”, sustenta o MPF.
A decisão do juiz Eugenio Rosa de Araújo, da 17ª Vara Federal do Rio de Janeiro, foi de que não cabe à Justiça Federal julgar o caso e sim à esfera estadual. No entanto, no recurso, o MPF alega que o uso abusivo do sistema judiciário para silenciar profissionais de imprensa atinge direitos difusos e exige julgamento pela esfera federal.


Uma explosão em Moscoudeixou um policial morto e outros dois feridos na madrugada desta terça-feira (24/2). De acordo com o Ministério do Interior Russo, um homem detonou o dispositivo ao lado de uma viatura policial.
O homem se aproximou da viatura e disparou o dispositivo na estação ferroviária de Savyolovsky, um dos principais entroncamentos ferroviários da capital. O homem morreu no local.
Não foram divulgados detalhes sobre a motivação do ataque e nem da dinâmica do crime. O comitê de investigação da Rússia vai investigar o caso.
“Constatou-se que, na madrugada de 24 de fevereiro, um homem abordou três policiais em serviço perto da estação ferroviária Savelovsky, em Moscou, e se explodiu. A identidade do homem está sendo apurada”, disse a porta-voz do Comitê de Investigação da Rússia, Svetlana Petrenko.


Um empresário investigado na Farra do INSS repassou R$ 33,1 milhões, em apenas seis meses, a uma rede de postos de gasolina no Piauí, denunciada por funcionar como “lavanderia” de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Os pagamentos foram feitos pela firma Solução Serv e Tecnologia LTDA à Pima Energia Cegonha LTDA. A Solução é uma das pessoas jurídicas usadas por Natjo de Lima Pinheiro, que foi presidente e tesoureiro da Caixa de Assistência dos Aposentados e Pensionistas (CAAP). A CAAP é uma das entidades de fachada acusadas de fazer descontos indevidos e não autorizados nas aposentadorias.
O esquema, que ficou conhecido como Farra do INSS, foi revelado pelo Metrópoles.
Já a Pima Energia é um dos CNPJs por trás da rede de postos HD, do Piauí. Em novembro passado, dezenas de postos da rede foram alvos das polícias Civil e Militar do Piauí na operação Carbono Oculto 86. Trata-se de um braço local da Carbono Oculto, da Polícia Federal, que mirou um suposto esquema de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis.
Formalmente, a Pima Energia Cegonha LTDA é o CNPJ por trás do posto HD 07. O nome fantasia é Posto Diamante 07. O estabelecimento fica no bairro Santo Antônio, em Teresina (PI). O posto foi um dos alvos da Carbono Oculto 86 e está fechado desde a operação.
A quantidade seria suficiente para abastecer entre 7 mil e 8 mil carros de passeio durante os seis meses em que os repasses foram feitos.
A informação sobre os pagamentos da firma de Natjo de Lima Pinheiro ao Posto Diamante foi encontrada por técnicos da CPMI do INSS. Está pública em um dos requerimentos do relator do colegiado, Alfredo Gaspar (União-AL), em que ele pede a quebra dos sigilos bancário e fiscal da Pima Energia. O pedido foi apresentado na última sexta-feira (20) e ainda não foi apreciado.
A coluna não conseguiu contato com a Rede HD e nem com Natjo de Lima Pinheiro. O espaço segue aberto.


O concurso 2976 da Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 116 milhões nesta terça-feira (24/2). O sorteio será realizado a partir das 21h no Espaço da Sorte, em São Paulo.
As apostas podem ser feitas até às 20h pelo site oficial da Caixa Econômica ou em casas lotéricas.
O sorteio é transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa e o resultado pode ser conferido no Metrópoles.
No último sorteio da Mega-Sena, realizado no sábado (21/2), ninguém acertou as seis dezenas e o prêmio acumulou. Em todo o país, 106 apostas acertaram cinco números e levaram prêmios de R$ 36 mil cada.
Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.
As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.


A nova versão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal (Pdot), sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), na segunda-feira (23/2), demarca vias com velocidade de 30 quilômetros por hora (km/h).
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), a velocidade máxima de 30 km/h poderá ser adotada ruas residênciais e os arredores de instituições de ensino e saúde, a exemplos de escolas e hospitais.
A ideia é estabelecer uma velocidade máxima capaz de garantir segurança para pedestres e ciclistas e diminuir o risco de acidentes nestas áreas.
Neste sentindo, a nova legislação prevê a “conversão” de rodovias que passem por áreas urbanas para transformá-las em vias mais amigáveis para pedestres e ciclistas. Ou seja, para garantir a travessia com segurança.
O novo Pdot também estabelece planos de mobilidade por região administrativa. A proposta é oferecer soluções de transporte sustentáveis e customizadas à realidade de cada local.
O texto abre possibilidade inclusive para o governo redesenhar ruas para melhor atender veículos automotores, ciclistas e pedestres.
A nova legislação estabelece as regras do desenvolvimento urbano da capital brasileira para os próximos 10 anos. Além da regularização de 28 áreas, o Pdot também prevê a expansão de poligonais, a exemplo da Ponte Nova.
“Além de regularizar aquilo que estava irregular, que a partir de agora entra no processo de reorganização, nós aprovamos mais diversas áreas de expansão. E nós tivemos um olhar muito forte para a expansão na área da moradia de interesse social”, afirmou o governador Ibaneis Rocha.