Autor: jonysdavid2017@gmail.com

  • Marcos Oliveira, o Beiçola, denuncia rotina no Retiro dos Artistas

    Marcos Oliveira, o Beiçola, denuncia rotina no Retiro dos Artistas

    Instagram/Reprodução
    Marcos Oliveira, o Beiçola, posa sorridente de camiseta verde - Metrópoles

    O ator Marcos Oliveira, famoso por interpretar Beiçola em A Grande Família, abriu o coração sobre a vida no Retiro dos Artistas, no Rio de Janeiro (RJ), onde passou a morar em abril de 2025, em uma casa cedida por Marieta Severo. Ele relatou os desafios da convivência diária com os colegas de abrigo e a dificuldade de manter intimidade e afeto no local.

    “A gente, mesmo velho, a sexualidade existe. No inconsciente, à noite, você tem desejos sexuais noturnos, entendeu? E isso não se toca no assunto, porque velho é para não sentir mais prazer, para não ter mais relação“, desabafou em entrevista à Veja.

    O ator, que tem 63 anos, explicou que suas necessidades estão mais ligadas ao carinho e à proximidade emocional do que ao ato sexual: “Não quero que seja um sexo Cirque du Soleil, entendeu? Que sobe, desce. Não, mas é uma troca de carinho, uma troca de alguma coisa, e aqui não pode ter isso”.

    Além da questão afetiva, Marcos destacou o comportamento de alguns colegas como outro ponto complicado. Segundo ele, a postura de certos moradores gera desconforto, principalmente durante as refeições. “Viver aqui é ótimo, só que tem que se adaptar. Aqui não tem uma conduta geral para conviver. E aí você vai e aguenta. Na hora do almoço, é uma refeição que eles falam pra caralho. Gritam, a relação deles é gritar“, comentou.

    “Então eu fico quieto, vou lá, aguento numa boa, mas aqui, depois dos 70, 80 anos, não tem mais respeito, então foda-se, deixa o pessoal falar. E eles não têm o hábito de um ir na casa do outro. Então eles preferem na hora da refeição fazer algum comentário. E só falam sobre o passado. E aí, bicho, eu não estou no passado”.

    Marcos Oliveira também falou sobre sua vontade de retomar a carreira e se manter ativo: “Eu quero conseguir minhas coisas hoje. Cada um tem a sua necessidade e a maioria deles é assim. Eu tenho capacidade ainda de falar, de pensar, de interpretar. E eles não. Estão aqui só para comer, beber e falar do passado. […] Ficam discutindo ideias do passado e eu quero discutir ideias para o futuro. Tem uns que querem fazer isso para o resto da vida, mas eu não quero. Não vim no mundo para ser pedra. Eu quero trabalhar, quero produzir, quero ganhar meu dinheiro”.

  • Ex-jogador de futebol australiano se assume gay e quebra tabu na liga

    Ex-jogador de futebol australiano se assume gay e quebra tabu na liga

    Reprodução/Instagram
    Foto colorida de jogador australiano gay - metrópoles

    Leigh Ryswyk, ex-jogador da Australian Football League (AFL), revelou ser gay e se tornou o primeiro atleta na história da competição a se assumir publicamente.

    Ele também  explicou o processo de contar para família, onde levou três anos para se preparar. “Tive a oportunidade de sentar com minha mãe e conversar sobre isso, e deixá-la saber, o que foi enorme. Ela obviamente estava chorando, eu estava chorando, e ela disse ‘eu ainda te amo’, então, para mim, foi um momento incrível”, disse Leigh.

    “Eu realmente não sabia o que esperar, mas ele disse: ‘eu te amo, não importa, desde que você esteja feliz eu estou feliz por você’, isso me surpreendeu, para ser honesto”, completou.

    Além de Ryswyk, Mitch Brown, ex-jogador do West Coast Eagles, revelou ser bissexual em agosto de 2026 — o primeiro atleta da AFL ao assumir fazer parte do grupo LGBTQIAPN+.

    Ryswyk fez fama na AFL Queensland, onde entrou para o Hall da Fama após mais de 220  jogos pelo North Adelaide. Ele também teve rápida passagem pela AFL, com uma partida pelo Brisbane Lions em 2005 — onde foi dispensado por lesões.

  • MPGO cobra fim de lixão em área de proteção ambiental no Entorno do DF

    MPGO cobra fim de lixão em área de proteção ambiental no Entorno do DF

    Divulgação/MPGO
    lixão em Planaltina de Goiás

    O Ministério Público de Goiás (MPGO) e o Ministério Público Federal (MPF) recomendaram uma série de medidas ao município de Planaltina de Goiás (GO), no Entorno do Distrito Federal, para regularizar a gestão de resíduos em um lixão instalado em área de proteção ambiental. Entre as determinações, está a paralisação imediata do despejo de lixo diretamente no solo.

    O documento estabelece providências imediatas e estruturais para interromper o descarte irregular de resíduos e adequar a cidade à legislação ambiental.

    Os órgãos também fixaram prazo de 30 dias para o cercamento do lixão, instalação de vigilância, adoção de medidas de prevenção a incêndios e cobertura diária dos resíduos com terra.

    A recomendação prevê ainda que o município destine os rejeitos a aterros sanitários devidamente licenciados — inclusive fora da cidade, se necessário — e elabore projeto para implantação de uma estação de transbordo.

    Outra exigência é a implementação da coleta seletiva, com apresentação de plano específico em até 60 dias, além da inclusão socioeconômica de catadores, com cadastramento em programas sociais e incentivo à formação de cooperativas.

    O MPGO também orienta a fiscalização de grandes geradores de resíduos e a adoção de mecanismos de logística reversa, conforme a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

    Lixão irregular em área protegida

    As medidas têm como base investigações iniciadas em 2016 pelo MPGO. O lixão fica próximo ao Setor Brasilinha 16, dentro da Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, e recebia grande volume de resíduos, inclusive do Distrito Federal.

    Durante as apurações, foi identificada uma Parceria Público-Privada (PPP), firmada em 2012, entre o município e a empresa Hannover Tecnologia e Gestão Ambiental Ltda., responsável pela gestão do aterro local.

    Neste mês, o MPGO denunciou a empresa por crime ambiental. Segundo a denúncia, o líquido tóxico gerado pela decomposição do lixo teria vazado ou sido despejado para fora da área, escorrendo por mais de 200 metros pela vegetação do cerrado e se aproximando de um córrego da região.

    A denúncia foi aceita pela Justiça. A empresa pode ser condenada a pagar ao menos R$ 10 milhões pelos danos ambientais.

  • Exportações de castanha disparam sob liderança das cooperativas e somam US$ 6,5 milhões em 2 meses

    Exportações de castanha disparam sob liderança das cooperativas e somam US$ 6,5 milhões em 2 meses

    Exportações de castanha disparam sob liderança das cooperativas e somam US$ 6,5 milhões em 2 meses

    Por Orlando Sabino26 de março de 2026 – 05h24 5 min de leitura

    A castanha-do-brasil volta ao centro da agenda econômica do Acre em 2026, impulsionada não apenas pelo bom momento do mercado externo, mas, sobretudo, pela atuação decisiva das cooperativas agroextrativistas. São essas organizações que estruturam a cadeia, organizam a produção e viabilizam o acesso aos mercados, permitindo que o estado amplie suas exportações e se beneficie da valorização internacional. Nesse contexto, o desempenho recente reforça o papel estratégico do cooperativismo como base da economia da floresta no Acre.

    Exportações de castanha disparam em 2026, mas avanço ainda depende de maior beneficiamento e diversificação de mercados

    As exportações de castanha do Acre cresceram ao longo do período de 2020 a 2025, embora com oscilações. O valor total passou de cerca de US$ 3,6 milhões em 2020 para US$ 12,4 milhões em 2025, com maior equilíbrio entre castanha com e sem casca em 2021 e 2024. Em outros anos, predominou a exportação do produto in natura.

     

    O destaque é 2026: apenas nos dois primeiros meses, o Acre já exportou cerca de US$ 6,5 milhões — mais da metade de 2025 e acima de todo o resultado de 2023. O início do ano projeta novo recorde.

    Apesar disso, o perfil preocupa: cerca de 97% das exportações concentram-se na castanha com casca, indicando baixa agregação de valor. A geografia do comércio reforça essa diferença: a castanha com casca destina-se quase exclusivamente a Peru (90,5%) e Bolívia (9,4%), enquanto a sem casca alcança mercados mais diversificados e exigentes, liderados pelos Estados Unidos (54,9%), além de Europa, Ásia e Oriente Médio.

    Preços da castanha exportada pelo Acre disparam em 2026 e atingem os maiores níveis no início do ano, desde 2020

    A evolução dos preços médios de exportação revela queda até 2023 e forte recuperação a partir de 2024. A castanha com casca saiu de US$ 0,77/kg em 2023 para US$ 2,91/kg em 2026 — o maior valor da série.

    A castanha sem casca, por sua vez, mantém preços mais elevados e atinge recorde em 2026, com US$ 14,30/kg. Em síntese, há um movimento recente de valorização consistente, favorecendo tanto o produto in natura quanto, de forma mais intensa, o beneficiado.

    Preço internacional da castanha supera em mais de três vezes o valor pago ao extrativista e evidencia desafio de ampliar ganhos na base produtiva

    A comparação entre o preço médio da castanha exportada pelo Acre em 2026 e o valor pago ao coletor revela diferenças importantes ao longo da cadeia produtiva. Nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, o preço médio da castanha com casca exportada atingiu cerca de US$ 2,91 por kg, refletindo um cenário de forte valorização no mercado internacional.

    Já no nível da produção, conforme dados da Cooperativa Agroextrativista de Xapuri, o coletor associado recebeu, na safra 2025/2026, o equivalente a aproximadamente US$ 0,90 por kg, considerando o preço médio de R$ 85 por lata de 18 kg e a cotação do dólar de R$ 5,25. Isso significa que o preço de exportação foi mais de três vezes superior ao valor pago ao produtor.

    Essa diferença não representa apenas margem, mas reflete os custos e etapas intermediárias da cadeia, como logística, beneficiamento, padronização, armazenamento, transporte e comercialização internacional. Ainda assim, o dado evidencia que há espaço para ampliar a captura de valor na origem, especialmente por meio do fortalecimento do cooperativismo, da industrialização e da inserção direta em mercados externos.

    Em síntese, o bom momento dos preços internacionais em 2026 abre uma janela de oportunidade para elevar a renda dos extrativistas, desde que haja avanço na organização produtiva e na agregação de valor — pontos centrais para consolidar o modelo do novo cooperativismo agroextrativista no Acre.

    Alta das exportações de castanha em 2026 reforça o papel estratégico das cooperativas, mas evidencia desafio de ampliar a agregação de valor no Acre

    O desempenho das exportações no início de 2026 reafirma o novo cooperativismo agroextrativista como eixo central da economia da floresta no Acre. São as cooperativas que estruturam a cadeia, organizam a produção, garantem escala e conectam os extrativistas aos mercados, permitindo que o estado aproveite momentos favoráveis de preços e demanda internacional.

    No entanto, a comparação entre o preço de exportação — cerca de US$ 2,91/kg — e o valor pago ao coletor — em torno de US$ 0,90/kg — evidencia que a maior parte do valor ainda é apropriada fora da base produtiva. Embora essa diferença incorpore custos logísticos, industriais e comerciais, ela também revela espaço para ampliar a renda dos extrativistas por meio do fortalecimento das cooperativas.

    Nesse contexto, o desafio estratégico do cooperativismo não é apenas ampliar volume, mas avançar na agregação de valor, especialmente com o beneficiamento da castanha e maior inserção direta em mercados exigentes. Quanto mais organizada e integrada for a atuação cooperativa, maior tende a ser a participação do produtor no valor final da cadeia.

    Assim, o ciclo de alta das exportações em 2026 reforça uma agenda clara: consolidar o cooperativismo como instrumento de desenvolvimento, elevando não apenas as exportações, mas, sobretudo, a renda de quem está na base da floresta.

    Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas

    Orlando Sabino

    Orlando Sabino

    Economista formado pela Universidade Federal do Acre (UFAC, 1979). Possui mestrado em Economia pela UFMG (1995) e doutorado em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos pela UFMG (2016), professor aposentado do curso de economia da UFAC (1980/2016), escreve sobre conjuntura econômica e social do Acre.

    osabinodacostafilho@gmail.com

  • Pesquisa revela redução no consumo de drogas ilícitas entre estudantes acreanos

    Pesquisa revela redução no consumo de drogas ilícitas entre estudantes acreanos

    O uso de drogas ilícitas entre adolescentes do Acre apresentou redução em 2024, segundo os dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) divulgados pelo IBGE. O estudo analisou estudantes de 13 a 17 anos e revelou que 8,3% dos escolares relataram ter experimentado alguma droga ilícita ao longo da vida, representando uma queda de 33,5% em relação a 2019, quando o índice era de 12,5%.

    A idade de primeira experimentação também diminuiu significativamente. Apenas 2,7% dos adolescentes relataram ter usado drogas pela primeira vez aos 13 anos ou menos, contra 4,3% em 2019. A diferença entre as redes de ensino é notável: 3,0% dos estudantes da rede pública e 1,3% da rede privada começaram a usar drogas precocemente. Entre os sexos, os meninos mostraram maior precocidade (3,1%) em comparação às meninas (2,2%).

    Jornalista formado pela Ufac com atuação em pautas gerais, cotidiano e política. Foi setorista na Câmara Municipal de Rio Branco, com experiência em coletivas e bastidores. Atualmente é repórter e editor substituto do ac24horas.

  • Quinta-feira será de tempo instável e possibilidade de chuvas fortes no Acre

    Quinta-feira será de tempo instável e possibilidade de chuvas fortes no Acre

    A quinta-feira (26) será marcada por tempo instável em todo o Acre, com predomínio de calor, sol entre nuvens e chuvas passageiras que podem ser intensas em pontos isolados. As informações são do portal O Tempo Aqui.

    O mesmo padrão climático deve atingir áreas do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, além das planícies da Bolívia e da região de selva do Peru.

    Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o tempo será instável, com possibilidade de chuvas a qualquer hora do dia. Há alta probabilidade de pancadas fortes em alguns pontos, embora a chance de temporais seja baixa.

    A umidade relativa do ar mínima deve variar entre 65% e 75% durante a tarde, enquanto a máxima pode atingir entre 90% e 100% ao amanhecer. Os ventos sopram fracos a calmos, predominantemente do sul, com variações de sudeste e sudoeste. A probabilidade de ventos fortes é baixa.

    Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o tempo será quente e abafado, com sol, aumento de nuvens e chuvas pontuais que também podem ser fortes. A probabilidade de chuvas intensas é média, e a de temporais permanece baixa.

    A umidade mínima deve variar entre 60% e 70% à tarde, com máxima entre 90% e 100% ao amanhecer. Os ventos sopram fracos a calmos, com predominância do sudeste e variações de leste e sul.

    • Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre: mínimas entre 21°C e 23°C, máximas entre 28°C e 30°C.

    • Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Capixaba e Assis Brasil: mínimas entre 21°C e 23°C, máximas entre 28°C e 30°C.

    • Sena Madureira, Manuel Urbano e Santa Rosa do Purus: mínimas entre 22°C e 24°C, máximas entre 28°C e 30°C.

    • Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves: mínimas entre 23°C e 25°C, máximas entre 31°C e 33°C.

    • Marechal Thaumaturgo, Porto Walter e Jordão: mínimas entre 23°C e 25°C, máximas entre 31°C e 33°C.

  • Mega-Sena pode pagar R$ 17 milhões nesta quinta. Veja como apostar

    Mega-Sena pode pagar R$ 17 milhões nesta quinta. Veja como apostar

    Rafaela Felicciano/Metrópoles
    Bilhete da Mega-Sena - Metrópoles

    O concurso 2989 da Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 17 milhões nesta quinta-feira (26/3). O sorteio será realizado a partir das 21h no Espaço da Sorte, em São Paulo.

    As apostas podem ser feitas até às 20h pelo site oficial da Caixa Econômica ou em casas lotéricas.

    O sorteio é transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa e o resultado pode ser conferido no Metrópoles.

    Último sorteio

    No último sorteio da Mega-Sena, na terça-feira (24/3), ninguém acertou os seis números. Ao todo, 24 apostas fizeram a quina e levaram R$ 58.355,02 cada. Outras 1.753 apostas acertaram quatro números e levaram R$ 1.316,91 cada.

    Os números sorteados foram: 21-23-28-36-57-58. 

    Como apostar

    Para jogar, é preciso escolher de seis a 15 dezenas por cartela. O jogo simples da Mega-Sena, com seis números, custa R$ 6 e oferece uma chance em 50.063.860 de ganhar o prêmio principal. Com 15 números, a probabilidade aumenta para 1 em 10.003 por cartela.

    As apostas podem ser feitas online, para maiores de 18 anos, ou presencialmente em casas lotéricas e agências da Caixa, até às 20h do dia do sorteio. O cadastro online exige registro no site oficial, cartão de crédito e confirmação por e-mail.

     

  • Operação na 2ª maior comunidade de SP caça ladrões de residências

    Operação na 2ª maior comunidade de SP caça ladrões de residências

    Operação desta quinta (26/3) em Paraisópolis, zona sul de São Paulo, busca suspeitos de roubo a residências em Amparo, no interior de SP

  • Política e religião

    Política e religião

    Política e religião

    Por Narciso Mendes26 de março de 2026 – 05h00 3 min de leitura

    Quando se mistura política com religião nunca acaba bem, pois passa a imperar a vilania. 

    Tenho o maior respeito às religiões, independentemente de suas crenças; afinal de contas, é a fé que remove montanhas. Lamentavelmente, no nosso país, figuras como o pastor Silas Malafaia, cinicamente, chegam a dizer que, quando falam, o fazem em nome de Jesus. Quanta vileza! 

    Exceto o Vaticano, governado por um teocrata, único em todo o mundo, poucos países do mundo são governados estritamente baseados em leis religiosas, a exemplo do que acontece no Irã, no Afeganistão e no Sudão. A propósito, o Irã, o mais teocrata e radical de todos, sempre que sai de uma guerra já começa a se preparar para entrar na seguinte. 

    Presentemente, e em razão da presença do sanguinário Benjamin Netanyahu enquanto primeiro-ministro de Israel e do devidamente apoiado presidente dos EUA, Donald Trump, já transformaram a Cisjordânia e a Faixa de Gaza num verdadeiro inferno. Como assim, se o Oriente Médio é o berço das nossas principais religiões: o cristianismo, o judaísmo e o islamismo? 

    A propósito, o lema “Deus, Pátria e Família”, seja no presente quanto no passado, em nosso país, vem sendo explorado pelo bolsonarismo. Este lema, no nosso país, foi criado no ano de 1932 por Plínio Salgado, na tentativa de criar um movimento de inspiração fascista. 

    Em Portugal, a nossa pátria-mãe, ao tempo da ditadura de Salazar,  a mais longeva da Europa, o lema “Deus, Pátria e Família” também foi utilizado como pilar do seu regime e somente veio a ser encerrado graças à Revolução dos Cravos, ocorrida no ano de 1974, desta feita pondo fim aos seus 48 anos de autoritarismo e de arbítrio. 

    Nada mais explosivo que a mistura entre política e religião, embora seja esta a mistura que vem ameaçando a nossa democracia. Se o próprio pastor Silas Malafaia vem se aproveitando da sua religiosidade para arrecadar os seus milionários dízimos, é uma coisa; outra coisa é a salvação das almas daqueles que são enganados com as suas falaciosas pregações. 

    O atual e mais audacioso bandido da nossa atualidade, Daniel Vorcaro, vem de uma família considerada altamente religiosa, mas, na realidade, nenhuma outra organização criminosa do nosso país foi capaz de produzir tantos crimes quanto a organização que ele próprio comandava. Seus vínculos religiosos foram herdados do seu pai e do seu avô, o pastor Serafim Vorcaro, da Igreja Batista da Lagoinha, uma das mais frequentadas de Belo 

    Horizonte. Sua irmã, Natália Vorcaro, também atua como pastora de uma das filiais da referida igreja. 

    Enquanto cristão, não posso acreditar que o meu Jesus seja o mesmo que é pregado por alguns padres e pastores que, em nome de suas religiosidades, priorizam o dinheiro como profissão de fé.

     

  • Mulher morta em piscina: o que levou polícia a indiciar amiga da vítima

    Mulher morta em piscina: o que levou polícia a indiciar amiga da vítima

    Reprodução
    Imagem colorida de mulher. Metrópoles

    A Polícia Civil finalizou, nessa quarta-feira (25/3), o inquérito que investiga a morte de Beatriz Callegari de Paula, mulher de 26 anos encontrada morta no dia 16 de janeiro, ao lado de uma piscina em uma casa de Lins, no interior de São Paulo. Grazielli de Barros Silva, amiga de 40 anos da vítima, foi indiciada por homicídio.

    A mulher virou suspeita do crime após dois exames médicos apontarem que Beatriz foi morta por afogamento. Grazielli teria afirmado no dia do ocorrido, que a causa da morte da amiga teria sido descarga elétrica, hipótese descartada já no começo das investigações. A suspeita foi presa no dia 27 de janeiro.

    Procurada pelo Metrópoles, a defesa de Grazielli disse que não havia sido informada sobre o indiciamento até a noite dessa terça-feira (24/3) e, por isso, não iria se pronunciar sobre o caso.


    Motivos que levaram o indiciamento


    Sobre a motivação, a informação ainda é desconhecida da polícia, visto que a mulher nega o crime e mantém a versão de que a amiga teria sido vítima de um choque.

    O inquérito finalizado foi encaminhado à Justiça, junto com o pedido da conversão da prisão temporária em preventiva. O pedido foi atendido pela Corte.

    O delegado do caso ainda contou ao Metrópoles que até o final de semana, o Ministério Público deve apresentar uma denúncia por crime de homicídio qualificado.