Autor: jonysdavid2017@gmail.com

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    Síndrome de Tourette: como o estresse agrava a doença de Lewis Capaldi

    A Síndrome de Tourette tem causa desconhecida; estudos indicam forte componente genético e impacto do estresse na doença

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    Lei Antifacção: apenas 1,4% dos presos recebem auxílio-reclusão

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    Decisão de Dino expõe impasse legal sobre aposentadoria compulsória

    Gustavo Moreno/STF
    Imagem colorida do ministro Flávio Dino

    A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de proibir a aposentadoria compulsória remunerada para magistrados acusados de crimes graves gerou um impasse legal com a Lei Orgânica da Magistratura (Loman), de 1979.

    Enquanto Dino usou como base uma interpretação da Reforma da Previdência de 2019, a Loman, que rege a carreira dos juízes, define que a punição máxima para um magistrado que comete uma infração disciplinar grave é a aposentadoria compulsória.

    Para Dino, não há fundamento jurídico para a aposentadoria compulsória como sanção disciplinar a juízes. Com isso, a pena máxima deve ser, efetivamente, a perda do cargo. Com a aposentadoria compulsória, o juiz recebe uma salário proporcional ao tempo de serviço pelo resto da vida.

    “A Reforma da Previdência endureceu as regras de aposentadoria para todos os brasileiros com o objetivo de reduzir despesas e promover maior equilíbrio fiscal”, cita o advogado Marcelo Lucas.

    Diante disso, no caso da magistratura, o especialista defende um entendimento colegiado do STF, “a quem compete interpretar a Constituição e harmonizar eventuais conflitos entre normas”, para amparar casos semelhantes.

    Outros especialistas e juízes defendem a atualização da legislação que rege a magistratura para compatibilizá-la com os princípios constitucionais recentes e com as exigências de responsabilidade administrativa.

    De 2006 a fevereiro de 2026, 126 magistrados foram punidos com aposentadoria compulsória pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme balanço divulgado na semana passada, logo após a decisão de Flávio Dino.

    A decisão do ministro atinge diretamente dois magistrados envolvidos em graves denúncias. São eles:

    Argumentos

    Ao proferir a decisão, Dino argumentou que a aposentadoria é um direito adquirido depois de anos de trabalho e, por isso, não se encaixa como punição. Para ele, caso o CNJ entenda que o juiz mereça punição máxima, o órgão deve enviar o caso à Advocacia-Geral da União (AGU) e, depois disso, apresentar a ação de perda de cargo ao Supremo.

    A decisão foi tomada no âmbito de uma ação que analisa o afastamento de um juiz da comarca de Mangaratiba do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Ainda cabe recurso e o caso também poderá ser levado para apreciação dos demais ministros.

    No mesmo despacho, Dino sugeriu ao presidente do STF e CNJ, ministro Edson Fachin, que reveja o sistema de responsabilidade disciplinar no âmbito do Poder Judiciário.

    Projeto em discussão

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado adiou, na semana passada, a análise de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a aposentadoria compulsória como punição para militares, juízes e membros do Ministério Público.

    O projeto foi apresentado pelo ministro Flávio Dino à época em que ele era senador. O magistrado justificou que, na prática, a aposentadoria compulsória beneficia o agente punido, porque ele continua recebendo salário mesmo sem trabalhar.

    Em caso de falta grave praticada por agente público, a penalidade a ser aplicada deve ser a demissão, após o devido processo legal. “Aliás, como é feito em quase todo serviço público civil”, argumenta Dino na PEC.

    A relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), apresentou voto favorável à proposta, com três emendas de redação. Se aprovado na CCJ, o projeto seguirá para a votação dos parlamentares no Plenário da Casa.

  • Trump diz que negociadores do Irã temem ser "mortos pelo próprio povo"

    Trump diz que negociadores do Irã temem ser "mortos pelo próprio povo"

    Kyle Mazza/Anadolu via Getty Images
    U.S. President Donald Trump

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nessa quarta-feira (25/3) que os negociadores do Irã estão evitando assumir que negociam com os norte-americanos por medo serem mortos pelo seu próprio povo.

    “Eles estão negociando, aliás, e querem muito chegar a um acordo, mas têm medo de falar porque acham que serão mortos pelo próprio povo”, disse. “Eles também têm medo de serem mortos por nós”, completou.

    Nessa quarta, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, confirmou que há diálogo em curso entre o país persa e o governo dos Estados Unidos. No entanto, ele destacou que esse tipo de comunicação não configura diálogo formal. 

    “Mensagens sendo enviadas e respondidas com advertências não se chamam negociação, é uma troca de mensagens”, disse.

    Mais cedo, o governo dos EUA disse que está pronto para “desencadear o inferno” caso não haja avanço em acordo de paz no Oriente Médio.

    “Se o Irã não aceitar a realidade do momento atual, o presidente garantirá que seja atingido com mais força do que jamais foi”, disse Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, durante coletiva. “O presidente Trump não blefa e está preparado para desencadear o inferno.”

    Nesta semana, o norte-americano disse que o Irã quer um acordo e que está conversando com uma “pessoa importante” do regime de Teerã — que não é o líder supremo, Mojtaba Khamenei. na terça-feira (24/3), o país enviou um plano de 15 pontos com o objetivo de encerrar a guerra no Oriente Médio.

    O Irã, porém, contesta publicamente a versão. “O nível da sua luta interna chegou ao ponto de você estar negociando consigo mesmo?”, disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando unificado das forças armadas do Irã.

     

     

  • Americanas vende Imaginarium e Puket e pede saída da recuperação judicial

    Americanas vende Imaginarium e Puket e pede saída da recuperação judicial

    A Americanas pediu o encerramento do processo de recuperação judicial. A informação consta de fato relevante enviado pela varejista. A empresa também anunciou que vendeu a Uni.Co, subsidiária dona da Imaginarium e Puket.

    Segundo a Americanas, o pedido de encerramento da recuperação judicial foi decidido porque foram “cumpridas todas as obrigações previstas no Plano de Recuperação Judicial”.

    O pedido foi entregue à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e é preciso que a Justiça acate o pedido.

    Segundo a empresa, a direção da varejista vai adotar “as medidas necessárias para o encerramento” do processo.

    A Americanas tem um dos maiores processos de recuperação judicial da história brasileira, com prejuízo bilionário gerado por fraude nas operações financeiras da companhia. Executivos envolvidos seguem sendo investigados.

    Junto com o pedido de fim da RJ, a Americanas informou que vendeu para o grupo BandUP! a subsidiária Uni.Co. A venda estava sendo negociada há vários meses.

    O negócio foi fechado com base na proposta original feita com o valor R$ 152,9 milhões. Durante o processo de negociação, a Americana recebeu uma segunda oferta – maior de R$ 155 milhões, mas a oferta foi considerada inválida por não cumprir todos os requisitos do processo de recuperação judicial.

    A BandUP! é dona da marca Piticas e, com a aquisição, passará a ter o controle da Imaginariu, Puket e Casa Mind, entre outros negócios.

  • Ação contra Flávio Bolsonaro no STF migra de Moraes para Kassio

    Ação contra Flávio Bolsonaro no STF migra de Moraes para Kassio

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsaki
    Flávio Bolsonaro STF

    Um pedido de investigação protocolado no STF pelo deputado Lindbergh Farias (PT) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o gabinete do ministro Alexandre de Moraes e foi distribuído para o de Nunes Marques. Na ação, o petista aponta supostos indícios de atentado à soberania popular em uma publicação feita pelo adversário político nas redes sociais.

    Inicialmente, Lindbergh endereçou a denúncia a Moraes, relator do inquérito que investiga Eduardo Bolsonaro (PL) por atentado contra a soberania nacional, devido a articulações junto ao governo de Donald Trump. A representação, contudo, foi distribuída por sorteio ao ministro Nunes Marques.

    A postagem questionada por Lindbergh remete a 23 de outubro de 2025, quando Flávio Bolsonaro disse ter sentido “inveja” ao ver imagens de ataques feitos pela Marinha dos EUA contra barcos venezuelanos que supostamente transportavam drogas. No post, o senador marcou o secretário de Defesa de Donald Trump, Pete Hegseth.

    “Que inveja! Ouvi dizer que há barcos como este aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, inundando o Brasil com drogas. Vocês não gostariam de passar alguns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas?”, escreveu Flávio Bolsonaro, em inglês.

    “Ação armada”

    Para Lindbergh Farias, a declaração representou uma “proposição concreta de ação armada estrangeira em águas jurisdicionais brasileiras, atentando contra a soberania, a independência e a integridade territorial do Estado”.

    “Tal manifestação, por sua natureza e contexto, extrapola os limites da liberdade de expressão parlamentar, configurando ato de colaboração à intervenção militar de potência estrangeira em território nacional, em violação direta à Constituição e à legislação penal vigente”, afirmou Lindbergh, no pedido feito ao STF no dia 24 de outubro. Até o momento, não houve movimentação no processo.

  • Após mais de um milênio, mulher assume liderança da Igreja Anglicana

    Após mais de um milênio, mulher assume liderança da Igreja Anglicana

    Divulgação/ Escritório da Comunhão Anglicana (ACO)
    Foto colorida de Sarah Mullally, priemira mulher a tomar posse como líder da Igreja Anglicana - Metrópoles

    Sarah Mullally tomou posse, nessa quarta-feira (25/3), como a 106ª arcebispa de Canterbury, tornando-se a primeira mulher a ocupar o posto máximo da Igreja Anglicana em quase 1.429 anos de história da instituição religiosa.

    A posse marca o início do ministério público de Mullally à frente da Igreja da Inglaterra e da Comunhão Anglicana, que reúne fiéis em mais de 165 países. No cargo, ela passa a exercer também um papel simbólico como principal liderança espiritual da tradição anglicana no mundo.

    A cerimônia foi realizada na Catedral de Canterbury, na Inglaterra, e reuniu mais de duas mil pessoas, entre líderes religiosos, representantes de diferentes países e autoridades britânicas. Estiveram presentes o príncipe William, a princesa de Gales, Kate Middleton, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

    No sermão inaugural, a nova arcebispa defendeu uma igreja mais aberta e voltada à sociedade. “Nosso mundo precisa de amor, cura e esperança”, afirmou. Mullally também destacou a necessidade de uma instituição capaz de dialogar com pessoas de diferentes crenças – ou sem religião – e de atuar em ações concretas de acolhimento e serviço.

    A posse da arcebispa marca uma ruptura em uma instituição historicamente masculina. Há poucas décadas, a possibilidade de uma mulher ocupar o posto era considerada improvável. A nomeação de Mullally é vista como um sinal de mudança, mesmo que tímido, em meio a tensões internas sobre temas como inclusão, papel das mulheres e diversidade dentro da igreja.

    Mullally é ex-enfermeira e ex-chefe de enfermagem do sistema público britânico. Em 2001, ela foi ordenada diácona e sacerdotisa no ano seguinte. Em 2015, tornou-se bispa e, três anos depois, em 2018, assumiu como bispa de Londres. O cargo é considerado um dos mais influentes da Igreja da Inglaterra.

  • MDB do Acre adia anúncio de vice de Mailza para Baleia Rossi poder participar de festa

    MDB do Acre adia anúncio de vice de Mailza para Baleia Rossi poder participar de festa

    A definição do nome que irá compor como vice na chapa da pré-candidata ao governo do Acre, Mailza Assis (PP), prevista para o próximo sábado (28), sofreu um adiamento. O presidente estadual do MDB, Vagner Sales, afirmou ao ac24horas na noite desta quarta-feira (25) que a decisão foi tomada a pedido do presidente nacional do partido, o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).

    Segundo Vagner, o partido decidiu priorizar, neste momento, a organização das chapas proporcionais para deputado federal e deputado estadual, cujo prazo de articulação se encerra no próximo dia 4. De acordo com ele, a mobilização interna necessária para a definição da vice exigiria um esforço maior, incluindo a participação de lideranças de todo o interior, o que inviabilizou a realização imediata do encontro.

    “O momento agora é totalmente voltado para o preenchimento das vagas de deputado federal e estadual, porque isso tem prazo. Estamos focados em conversas, convites e articulações. Como a mobilização desse encontro precisa ser grande, com participação de representantes de todos os municípios, avaliamos que este não é o momento mais adequado”, explicou.

    Ainda conforme o dirigente, Baleia Rossi manifestou interesse em participar pessoalmente da reunião que irá definir o nome do MDB para a vice-governadoria. O líder nacional também estaria envolvido em articulações semelhantes em São Paulo e solicitou que o evento no Acre fosse remarcado para após o encerramento do prazo das filiações e composições proporcionais.

    “Ele pediu para deixar esse encontro para depois do dia 4, quando poderá vir ao Acre e participar também desse processo”, acrescentou Vagner.

    Com isso, a reunião que anteriormente serviria para homologar o nome da ex-deputada federal Jéssica Sales como pré-candidata a vice deve ser realizada em nova data, ainda a ser definida. Nos bastidores, apesar do adiamento, a tendência de indicação segue inalterada.

    A escolha do vice é considerada estratégica dentro da aliança governista, que reúne MDB, PP, PL e União Brasil.

  • Marido e outros dois são condenados por feminicídio de cantora gospel

    Marido e outros dois são condenados por feminicídio de cantora gospel

    Reprodução
    Foto colorida de Ederlan Mariano, Victor Gabriel Oliveira Neves e Weslen Pablo Correia de Jesus - Metrópoles

    O marido da cantora gospel Sara Freitas, Ederlan Mariano, e outros dois acusados foram condenados pela morte da mulher, assassinada em outubro de 2023 após ser atraída para um falso evento religioso. A decisão foi proferida no veredito do júri popular, que foi finalizado na noite dessa quarta-feira (25/3).

    Ederlan Mariano, considerado mandante do assassinato, foi condenado pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e associação criminosa. A pena estipulada foi de 34 anos e 5 meses de reclusão em regime fechado.

    Leia a reportagem completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.

  • Passageira ataca motorista de ônibus com golpes de faca na Bahia

    Passageira ataca motorista de ônibus com golpes de faca na Bahia

    Reprodução/Correio 24h
    Foto colorida de ônibus da Expresso Vitória - Metrópoles

    Um motorista do transporte de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador (BA), foi alvo de um ataque por uma passageira na tarde dessa quarta-feira (25/3).

    De acordo com informações do Sindicato dos Rodoviários Metropolitanos (Sindmetro), o trabalhador da empresa Expresso Vitória estava no estacionamento de ônibus da Estação Aeroporto quando foi atacado pela mulher.

    Leia a reportagem completa no Correio 24 Horas, parceiro do Metrópoles.