Boulos elogia Motta e fala em votar fim da escala 6×1 neste semestre

Foto: Ramiro Brites/Metrópoles
O presidente Lula em agenda em Mauá (SP)

O ministro Guilherme Boulos (PSol), da Secretaria-Geral da Presidência, elogiou o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), após o parlamentar encaminhar à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) uma Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1.

O movimento de apoio à pauta eleitoral do governo federal coincide com a busca de Motta por apoio a seu projeto de reeleição na Câmara dos Deputaods.

“Nós estávamos desenvolvendouma articulação. Achamos que essa iniciativa do presidente Hugo Nóta é muito positiva. Demonstra o compromisso dele, do comando da Câmara, em colocar para votar esse semestre o fim da escala 6×1”, afirmou Boulos.

O ministro adiantou que deve haver uma reunião com Lula e Motta para discutir o projeto ainda antes do Carnaval, possivelmente, na próxima quinta-feira (12/2).

“Vamos ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros. O mundo avançou, principalmente na área tecnológica, e o Brasil não pode ficar para trás”, afirmou Motta por meio de suas redes sociais.

Formato

A ideia do governo é enviar um projeto de lei (PL), de urgência, para votar a proposta nos próximos meses. A  urgência constitucional trava a pauta da Câmara dos Deputados por 60 dias.

O modelo da proposta, porém, ainda não foi definido, se PEC ou PL. Isso deve ser acordado na reunião com Lula e Motta antes do Carnaval.

“O que nós queremos é que seja o caminho mais rápido, porque os trabalhadores têm urgência em ter dois dias de descanso. Os trabalhadores têm urgência em ter melhores condições de trabalho, dignidade”, disse Boulos a jornalistas.

A fala ocorreu em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, onde Lula e ministros participam de entregas de equipamentos de saúde e inauguram a reforma do Instituto Federal do município.

Boulos afirmou ainda que uma PEC seria mais difícil de articular porque precisaria de votos da oposição, enquanto um projeto de lei é possível de ser aprovado com a organização da base governista.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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