Carnaval: Acadêmicos do Baixo Augusta critica organização após tumulto

Fábio Vieira/Especial Metrópoles
Foto colorida aérea do Bloco Acadêmcos do Baixo Augusta no centro de São Paulo

O bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, um dos mais tradicionais do Carnaval de Rua paulistano, criticou a organização da Prefeitura de São Paulo após o tumulto que tomou conta da Rua da Consolação neste domingo (8/1).

Além do Baixo Augusta, a via recebeu o bloco comandado pelo DJ Calvin Harris. Com superlotação, foliões foram prensados e acabaram derrubando a grade da Escola Paulista de Magistratura. A reportagem também flagrou pessoas passando mal no meio da multidão.

“É uma imensa falta de organização e o não cumprimento dos horários acordados. Com 17 anos de história, o maior bloco da cidade e um dos maiores do Brasil foi desrespeitado de forma triste e violenta, mostrando a todos uma prova clara da falta de competência para realizar o que foi proposto e do compromisso da cidade com os blocos que recriaram o Carnaval de São Paulo”, afirmou o Baixo Augusta, em nota.

Segundo a agremiação, cerca de 1,5 milhão de pessoas foram ao desfile deste ano, que recebeu no trio elétrico artistas como Péricles, KL Jay, Rael, Tássia Reis, Rom Santana, Dani Viegas e Simoninha.

Plano de contingência

O tumulto nos megablocos levou a Prefeitura de São Paulo acionar um plano de contingência. No meio da tarde, a Polícia Militar orientou moradores, foliões e motoristas a evitarem a região da Rua da Consolação. De acordo com um comunicado do prefeito Ricardo Nunes (MDB), divulgado nas redes sociais, a gestão municipal proibiu o acesso de pessoas à região e reforçou a segurança na área.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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