Casal perde lua de mel após empresário dar calote em pacote de viagem

Lara Abreu / Arte Metrópoles
Casal perde lua de mel após empresário dar calote em pacote de viagem

Um casal, que preferiu não se identificar, teve a lua de mel destruída após cair em um , sócio de uma agência de turismo. Os dois planejavam viajar para Porto de Galinhas, mas nunca embarcaram e perderam cerca de R$ 4 mil após fechar um pacote com o investigado. Ele foi preso nessa quinta-feira (5/3) por policiais da Polícia Civil do Distrito Federal, em ação da 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria).

Veja momento da prisão:

 

 

“Sonho que virou pesadelo”

A empresa MB Viagens e Turismo LTDA funcionava em um shopping de Santa Maria (DF), na mesma região administrativa da delegacia responsável pela investigação. Apesar de estar licenciada e autorizada a operar, a agência fechou as portas após uma série de denúncias registradas na Polícia Civil.

Foi o que ocorreu com o casal, morador de Santa Maria. Depois de se casar e planejar a lua de mel em 2025, eles tentaram contato com o empresário para confirmar a viagem. Sem qualquer resposta, decidiram ir até a agência — e encontraram a loja fechada e sem explicações. “Um sonho que virou pesadelo”, ressaltou a vítima.

Os dois estão entre 36 vítimas que registraram boletim de ocorrência relatando o mesmo tipo de golpe. Segundo a polícia, o prejuízo total pode chegar a R$ 200 mil.

Operação Viagem Fantasma

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em dois endereços em Ceilândia (DF). Nos imóveis, foram apreendidos documentos, bens e dispositivos eletrônicos.

As investigações apontam que Bruno oferecia pacotes de viagens — incluindo passagens aéreas e hospedagens —, recebia o pagamento e, em seguida, cancelava os serviços unilateralmente, e não devolvia os valores e cortava todo contato com os clientes.

Imagens:

A Polícia Civil do Distrito Federal orienta que outras possíveis vítimas procurem a delegacia mais próxima para registrar ocorrência e colaborar com as investigações. Informações que possam auxiliar o trabalho policial podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 197 ou pelos canais eletrônicos disponíveis no site oficial da PCDF, com sigilo garantido.

O investigado foi conduzido à unidade policial e está à disposição da Justiça.

Fonte: Conteúdo republicado de metropolis

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