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  • Vorcaro não deve prestar depoimento à CPMI do INSS

    Vorcaro não deve prestar depoimento à CPMI do INSS

    Reprodução
    Foto colorida de rosto de homem pardo, com barba. Ele usa um blazer preto - Metrópoles

    O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, não deve comparecer à oitiva da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo apurou o Metrópoles, a decisão se deu para evitar ainda mais desgaste e exposição.

    A decisão é respaldada pela deliberação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que dispensou sua presença obrigatória para prestar esclarecimentos. Mendonça entendeu que o banqueiro figura como investigado nos colegiados e que a presença, nesses casos, é facultativa.

    Outra motivação, como mostrou o Metrópoles, é de que Vorcaro não poderia viajar de avião particular. O deslocamento teria de ser feito em um voo comercial ou em voo conduzido pela Polícia Federal (PF).

    Investigado por fraude financeira, ainda há a expectativa de que Vorcaro compareça à Comissão de Assuntos Financeiros (CAE) do Senado, onde deve ser menos pressionado.

    Ao Metrópoles, o relator da CPMI do INSS afirmou que, junto ao presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), fará um apelo ao ministro para que ele possa comparecer em uma nova data. Não há, contudo, nenhuma definição ainda.

    Vorcaro foi preso em 17 de novembro durante uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes financeiras no Master. No mesmo dia da prisão, o Banco Central decidiu colocar o Banco Master sob administração especial e decretar a liquidação extrajudicial da empresa.

    O Banco Master está no centro de uma apuração da PF sobre um esquema de fraudes financeiras. Investigadores apontam que a instituição de Daniel Vorcaro pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) irregulares.

  • Liga RJ é denunciada por crime organizado após notas do Carnaval 2026

    Liga RJ é denunciada por crime organizado após notas do Carnaval 2026

    Reprodução/Instagram
    Desfile da União de Maricá 2026 - Metrópoles

    A Liga RJ, responsável por organizar e conduzir as séries de acesso do Carnaval do Rio, poderá ser investigada pelos resultados dos desfiles em 2026. Reginaldo Gomes, presidente da Inocentes de Belford Roxo, escola rebaixada para a Série Prata, registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) contra a instituição carioca.

    Ele solicita que a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) investigue as ações do grupo. A Liga RJ foi muito criticada durante o Carnaval do Rio em 2026 por conta de uma apuração considerada suspeita nas diversas séries da folia carioca.

    “Pedimos providências contra a quadrilha que administra o Carnaval do acesso”, escreveu Gomes na legenda de um vídeo em que denuncia o caso.

    Veja o vídeo com a denúncia:

    Na Série Ouro, além da Inocentes de Belford Roxo, rebaixada, outras escolas também se revoltaram e citaram um suposto favorecimento para que a União de Maricá fosse a campeã, visto que o desfile da vitoriosa foi marcado por erros e um acidente que deixou uma pessoa em estado grave. Com a vitória, a agremiação subiu para o Grupo Especial.

    “Que sejam apurados os acontecimentos que a gente vem vivendo a cada ano no Carnaval carioca. Que se abra uma CPI para investigar a Liga RJ”, afirmou o presidente da Inocentes de Belford Roxo.

    Ao Metrópoles, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) afirmou que “não possui nenhuma ingerência no Grupo de Acesso” e que é responsável apenas pela organização do Grupo Especial. A Liga RJ também foi procurada, mas não respondeu até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto.

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  • Filipe Luís é alvo da internet após fala sobre argentinos; veja

    Filipe Luís é alvo da internet após fala sobre argentinos; veja

    GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO
    filipe-luis-flamengo-x-internacional

    A polêmica envolvendo o técnico Filipe Luís, do Flamengo, explodiu nas redes sociais nesta sexta-feira (20/2). Após a derrota do Flamengo para o Lanús, o treinador fez declarações sobre o caso de racismo denunciado por Vini Jr. contra o argentino Gianluca Prestianni, do Benfica.

    Ele comentou que foi “um caso isolado” e que sempre é bem recebido no país. As falas rapidamente viralizaram e geraram forte reação negativa na internet, especialmente entre torcedores do Flamengo e internautas que acompanham a luta antirracista no futebol.

    Muitos criticaram o treinador por minimizar o episódio, ignorando o histórico de denúncias recorrentes de racismo envolvendo torcedores e até jogadores argentinos em competições sul-americanas e europeias. Nas redes, comentários como “Filipe Luís quis fazer média com os argentinos” vieram à tona. Veja outros:

    Filipe Luís deixou claro na sua “declaração” sobre o caso Vini Jr, que sua prioridade não é o Flamengo, só não vê quem não quer.

    não saiu em defesa de uma CRIA do ninho, não defendeu um TORCEDOR do Fla, e todos sabem o porquê.

    ele não quer desagradar os amiguinhos da Europa,… pic.twitter.com/Li8imFPn56

    — nardo análises (@nardoocrf) February 20, 2026

    Você é branco, Filipe Luis! Branco, que faz de tudo para ser visto como europeu. Que é ídolo de um clube europeu, no qual os torcedores já penduraram um boneco enforcando o Vinicius. Você é amigo do argentino, treinador desse mesmo clube, que desrespeita o Vinicius jogo pós jogo.… https://t.co/87uSq50qUs

    — Bii Goes (@biigoes) February 20, 2026

    Que fala vergonhosa do Filipe Luís

    — Dona Irene Martínez 🍉 (@donairene13) February 20, 2026

    Entenda

    Em entrevista coletiva, Filipe foi questionado sobre o episódio e sobre como é recebido no país vizinho. O ex-jogador respondeu defendendo sua experiência pessoal positiva no país:

    “Sobre Vinicius… Sempre fui muito bem tratado aqui na Argentina, me encanta a Argentina. Sou muito feliz aqui, muito bem recebido. Só tenho boas palavras para a Argentina. Um caso isolado desses não influencia em nada o que penso desse país que é tão lindo.”

  • Ator de Kratos abre o jogo sobre novos projetos da franquia God of War

    Ator de Kratos abre o jogo sobre novos projetos da franquia God of War

    Reprodução
    god-of-war

    O ator Christopher Judge, conhecido por interpretar Kratos nos jogos God of War e God of War Ragnarök, revelou que não tem nenhum envolvimento no remake da trilogia original, mas deixou claro que está envolvido em outros projetos relacionados à franquia – e que podem ser revelados ainda este ano.

    Judge provocou os fãs ao dizer que haverá novidades “provavelmente no final do verão” (entre junho e agosto), sugerindo que ele está diretamente ligado a outras produções da franquia ou algum jogo em desenvolvimento.

    Leia a reportagem completa no Portal do Nerd, parceiro do Metrópoles.

  • Caso Junior: advogado explica papel da perícia em ação de R$ 100 mil

    Caso Junior: advogado explica papel da perícia em ação de R$ 100 mil

    Reprodução/Instagram @junior_oficial
    Foto colorida de Junior Lima - Metrópoles

    A briga judicial entre o cantor Junior Lima e o empresário Décio Yoshimoto segue dando o que falar. Revelada com exclusividade pela coluna Fábia Oliveira, a batalha envolve um imóvel alugado pelo músico, em São Paulo, e um débito de cerca de R$ 100 mil após uma quebra de contrato. Xororó e Noely, pais do artista, também aparecem na ação por serem os fiadores do irmão de Sandy.

    Para entender sobre o imbróglio, a coluna ouviu o advogado Yuri Peçanha, que explicou mais detalhes do caso.

    Multa contratual

    Segundo Décio Yoshimoto, autor do processo, os problemas começaram quando Junior Lima decidiu rescindir o contrato de aluguel antecipadamente, sem cumprir o tempo mínimo de permanência acordado, com a justificativa de que o local era “inabitável” por causa de umidade e bolor persistentes, danosos à saúde.

    Diante disso, Yoshimoto solicitou judicialmente que Junior e seus fiadores, no caso seus pais, paguem o débito de aproximadamente R$ 100 mil. À Justiça, o trio se defendeu, disse que a multa contratual cobrada é indevida e pediu que a cobrança seja paralisada até que suas alegações em recurso sejam apreciadas e julgadas.

    À coluna, Yuri Peçanha explicou como funciona as multas em contratos como o de Junior. “Um contrato de locação possui um prazo de duração. A multa é cobrada, com base no Código Civil na Lei do Inquilinato, quando o inquilino encerra o contrato antes do prazo ajustado. É costume que a multa seja equivalente a até 3 (três) aluguéis”, disse.

    O advogado ainda acrescentou: “Por lei, a penalidade é proporcional ao tempo cumprido pelo locatário. É uma decorrência lógica e fácil de se entender: quanto mais cedo o inquilino deixar o contrato, maior será a multa cobrada. Quanto mais tempo ele permanecer, menor será o montante”.

    Perícia

    O juiz Sérgio Ludovico Martins, da 7ª Vara Cível de Santo Amaro, responsável pelo caso, determinou que seja realizada uma perícia no imóvel. O especialista deverá responder se as infiltrações e o mofo relatados por Júnior Lima têm origem estrutural ou se decorrem de fatores externos.

    O advogado Yuri Peçanha detalhou como funciona a nomeação e o pagamento do perito. “O perito é nomeado pelo juiz da causa. Cabe ao profissional indicar o valor dos seu honorários. Uma coisa interessante de pontuar é que, segundo o Código de Processo Civil, a parte que pleiteia a perícia é a responsável por adiantar o pagamento do perito”, explicou.

    Segundo o especialista, no entanto, quando os dois lados pedem a perícia, esses honorários são divididos.

    “Quando ambas as partes pedem a perícia, os honorários são rateados. Autor e réu depositam, cada um, a metade do valor, para que os trabalhos sejam iniciados. Ao término do processo, quem perde a ação fica responsável por pagar o valor cheio ao expert”, disse.

    Já sobre como funciona a perícia, Yuri pontuou: “O perito deve elaborar um laudo esclarecendo os pontos determinados pelo juiz previamente. O próprio magistrado prevê um prazo para a entrega do laudo, que deve ser técnico e objetivo, com a devida fundamentação”.

    Os envolvidos no processo ainda podem nomear seus “assistentes técnicos”. “Os assistentes são profissionais que elas contratam para acompanhar a perícia realizada. Também vale mencionar, aqui, que as partes podem apresentar questionamentos técnicos ao perito para que ele os responda em seu laudo. Uma vez entregue o laudo, autor e réu se manifestarão sobre o trabalho e podem até mesmo impugnar seu resultado”, explicou.

    O juiz é obrigado a seguir o resultado da perícia? À coluna Fábia Oliveira, Yuri Penhaça revelou que não e detalhou quando pode ocorrer a decisão contrária.

    “Ao contrário do que as pessoas pensam, o juiz não é obrigado a seguir o resultado da perícia. O magistrado pode, sim, tomar uma decisão contrária ao laudo, desde que a fundamente com base em outros elementos da ação. Essa é uma decorrência, novamente, do Código de Processo Civil. É importante entender que o juiz não julga a ação com base somente na perícia, mas sim considerando todas as provas produzidas ao decorrer do processo. Apesar de a perícia parecer decisiva, ela não é uma garantia da sentença que decidirá o caso”.