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  • Polícia flagra grupo do CV tentando invadir joalheria no Rio

    Polícia flagra grupo do CV tentando invadir joalheria no Rio

    Material cedido ao Metrópoles
    Roubo a joalheria no Rio

    Um grupo criminoso foi flagrado por investigadores da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) quando tentava invadir uma joalheria localizada no Centro do Rio, na noite desse domingo (15/2).

    Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) impediram o roubo no momento em que os suspeitos tentavam perfurar a parede de um imóvel vizinho para acessar a loja.

    Um homem, natural de São Paulo (SP), foi preso e diversos equipamentos foram apreendidos. Outros dois integrantes identificados também são oriundos do mesmo estado.

    As investigações apontam que o preso estava hospedado no Complexo da Penha e que o grupo teria vindo de São Paulo para atuar no Rio de Janeiro, com apoio de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

    O flagrante

    A partir de informações de inteligência, os agentes passaram a monitorar o grupo, composto por ao menos quatro criminosos, que planejava subtrair joias durante o período do Carnaval. A investigação indicava que a ação ocorreria entre sexta-feira (13/2) e terça-feira (17/2), aproveitando a maior movimentação na cidade.

    Com a confirmação da tentativa, as equipes se posicionaram estrategicamente e flagraram os suspeitos após a invasão de um estabelecimento ao lado da joalheria.

    O objetivo era abrir um acesso pela parede até o interior da loja, mas a investida foi interceptada pela DRF.

    Ao perceberem a presença policial, os criminosos arremessaram um artefato explosivo. Um deles foi capturado no local.

    Foram apreendidos maçarico, cilindro de gás, marretas, ponteiras, macaco hidráulico e outras ferramentas.

    As diligências prosseguem para identificar e prender os demais envolvidos e desarticular a organização criminosa.

  • Carnaval em SP: foliões reclamam de falta de banheiros nos blocos

    Carnaval em SP: foliões reclamam de falta de banheiros nos blocos

    Vinicius Passarelli/Metrópoles
    banheiros-carnaval

    Os primeiros dias do Carnaval na cidade de São Paulo tem sido marcados por muita alegria nas centenas de blocos que desfilam pela capital paulista. Porém, muitos foliões tem reclamado de um item fundamental: a ausência de banheiros nas ruas.

    Segundo pessoas que costumam frequentar o bloco a Espetacular Charanga do França, no centro, na manhã desta segunda-feira (16/2), neste ano a quantidade de banheiros é visivelmente menor.

    Não há nenhum banheiro químico no começo do bloco, na esquina entre a Alameda Barros e a rua Barão de Tatuí, e nem no primeiro trecho do trajeto. Na multidão, é possível perceber foliões comentando o assunto e perguntando onde estão as cabines de banheiro.

    “Não vi nenhum banheiro até agora. No ano passado tinha muito mais. Não só nesse bloco, mas em todos que fui até agora”, comentou a comerciante Lúcia Amorim.

    Sol forte também preocupa

    O sol forte marcou esses dias de folia. E para conseguir curtir os blocos sem risco de passar mal, os foliões resgataram estratégias certeiras de anos anteriores: água, protetor solar e descanso – sempre que possível.

    No centro de São Paulo, a concentração do bloco Domingo Ela Não Vai já começou com parte do público dividindo as poucas áreas de sombra nas marquises dos prédios na Avenida Ipiranga. “Só debaixo de uma marquise mesmo pra aguentar esse calor”, contou a psicóloga Fernanda Duarte, de 32 anos.

    Ela e mais duas amigas usavam leques coloridos, no mesmo tom das fantasias, para se abanar. O acessório, já há alguns anos, virou item indispensável no Carnaval de rua para amenizar o calor.

    A poucos metros do trio, a auxiliar de contabilidade Luana de Souza, de 32 anos, aproveitava o único canto de sombra disponível ao lado de uma farmácia, antes do trio elétrico dar início ao desfile.

    “Enquanto o bloco não sai a gente fica aproveitando a sombrinha para não ter insolação, nem nada. Quando começar vou para o meio da galera no sol”.

    Quando o bloco saiu, no desfile que marcou 10 anos do Domingo Ela Não Vai no Carnaval paulistano, foliões relembraram as danças icônicas do axé dos anos 90 sob um calor de mais de 30°C.

    Em meio ao calorão, teve quem fizesse pausas nas áreas de sombra enquanto o trio seguia embaixo do sol. “A gente abandonou o bloco e tá na sombra para pegar um arzinho, dar uma refrescada. Se não já era”, contou Guilherme Martins, enquanto se abanava com um leque.

    Em Perdizes, na zona oeste da cidade, a sombra das árvores ajudou a proteger as famílias que acompanharam o Bloco Gente Miúda. As crianças pareciam nem ligar para o calorão e pulavam animadas enquanto jogavam espuma umas nas outras.

    A brincadeira com a espuma foi a parte favorita da festa para Mariah Torres, de 11 anos: “Eu dei uma de cabeleireira e fiz vários topetes no meu irmão”.

    A amiga dela, Elisa Bento de Almeida, de 7 anos, também aprovou a festa cheia de espuma. Ela tinha só uma crítica: “A única coisa que eu não tô achando divertido é a caminhada”. Dava pra entender: o bloco deu a volta no quarteirão subindo e descendo as ladeiras embaixo do sol forte.

    No Charanga do França, nesta segunda, moradores da região da Santa Cecília, jogavam água pelas janelas das casas para refrescar quem estava passando pela rua.

  • Celulite: conheça 5 mitos e verdades sobre os furinhos na pele

    Celulite: conheça 5 mitos e verdades sobre os furinhos na pele

    Getty Images
    Menina mostra segurando e empurrando a pele das pernas celulite

    A celulite é um tema que ainda gera muitas dúvidas, principalmente em relação à causa por trás dos famosos e temidos furinhos na pele, que causam incômodo em tantas mulheres. Para esclarecer alguns mitos e verdades sobre essa condição, reunimos abaixo as dúvidas mais frequentes sobre o tema.

    A celulite pode ser hereditária?

    Verdade. Se sua mãe, avós e tias possuem celulite, há grandes chances dela aparecer em seu corpo também. No entanto, não é regra. O gene é apenas um dos fatores que pode ser considerado a causa desta condição.

     

    Continue a leitura no site Alto Astral, parceiro do Metrópoles. 

  • Xeque mate caseiro perfeito para o Carnaval

    Xeque mate caseiro perfeito para o Carnaval

    O drink carioca que virou símbolo do verão é refrescante, gelado e ideal para os dias de folia

  • Kim Jong Un ergue bairro para famílias de soldados mortos na Ucrânia

    Kim Jong Un ergue bairro para famílias de soldados mortos na Ucrânia

    Líder da Coreia do Norte disse que o novo distrito simboliza o “sacrifício” dos soldados norte-coreanos mortos na guerra da Ucrânia

  • Olimpíadas de Inverno: Ongaro faz melhor resultado do Brasil no slalom

    Olimpíadas de Inverno: Ongaro faz melhor resultado do Brasil no slalom

    Rafael Bello/COB
    giovanni-ongaro-slalom

    Giovanni Ongaro foi o único brasileiro a completar a prova do slalom tradicional do esqui alpino, nesta segunda-feira (16/2) nos Jogos Olímpicos de Inverno. Ele finalizou a segunda bateria com tempo somado de 2m06s87 e ficou com a 27ª posição, melhor resultado do Brasil na categoria.

    O recorde anterior pertencia a Maya Harrisson, que ficou com a 39ª colocação nas Olimpíadas de Inverno de 2014, disputadas em Sochi, na Rússia.

    A medalha de ouro foi conquistada por Loic Meillard. O suíço liderou boa parte da prova e venceu com tempo de 1m53s61. Fabio Gstrein, da Áustria, e Henrik Kristoffersen, da Noruega, ficaram com a prata e o bronze, respectivamente.

    Principal nome do Brasil no esqui alpino, Lucas Pinheiro Braathen caiu ainda na primeira bateria do slalom tradicional e não pôde brigar pela segunda medalha em Milão-Cortina.

    No sábado (14/2), o Lucas Pinheiro tornou-se campeão olímpico no slalom gigante e fez história ao conquistar a inédita medalha de ouro para o Brasil nas Olimpíadas de Inverno.

  • No desfile dos blocos, Bocalom explica por que abriu mão dos camarotes

    No desfile dos blocos, Bocalom explica por que abriu mão dos camarotes

    O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, prestigiou neste domingo, 15, a terceira noite do Carnaval 2026, marcada pelo início do desfile…

  • Sem querer, homem joga no lixo 20 barras de ouro avaliadas em R$ 700 mil

    Sem querer, homem joga no lixo 20 barras de ouro avaliadas em R$ 700 mil

    Canva
    Barra de ouro

    Um homem jogou acidentalmente 20 barras de ouro no lixo, na última quinta-feira (12/2). Segundo a polícia local, um italiano de 57 anos levou os rejeitos para fora sem perceber que sua fortuna, avaliada em cerca de R$ 730 mil, estava dentro.

    Após perceber seu erro no dia seguinte, o homem alertou as autoridades da delegacia dos Carabinieri em Porto Cesare, que analisaram as imagens de segurança para verificar o caso.

    O indivíduo, que não teve o nome divulgado, havia comprado ouro ao longo dos anos e guardado as barras dentro de uma lata antes de jogá-las por engano no lixo em Torre Lapillo, na região da Puglia.

    Imagens revelaram que a caixa havia sido colocada dentro de uma lixeira pública em um resort de praia. Então, as autoridades descobriram que o lixo havia sido levado para o aterro sanitário local.

    Desfecho

    Após várias horas de busca, os policiais conseguiram encontrar a caixa que, embora danificada, ainda continha todas as barras de ouro. “Elas foram então devolvidas ao seu legítimo dono”, disse a polícia em um comunicado.

  • Irã e agência de energia atômica se reúnem antes de agenda com EUA

    Irã e agência de energia atômica se reúnem antes de agenda com EUA

    diplomata-iraniano-e-chefe-da-aiea

    O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, se encontrou com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), Rafael Grossi, nesta segunda-feira (16/2), em Genebra, na Suíça. A reunião acontece antes do encontro de representantes dos Estados Unidos e do Irã, nesta terça-feira (17/2), onde será discurido o programa nuclear iraniano.

    “Acompanhado por especialistas nucleares, irei me encontrar com Rafael Grossi. Na segunda-feira para uma discussão técnica aprofundada. Também haverá reunião Badralbusaidi antes do encontro diplomático com os EUA na terça-feira, estou em Genebra com ideias concretas para alcançar um acordo justo e equitativo. O que não está em discussão: submissão diante de ameaças”, escreveu o diplomata iraniano, no X.

    Grossi publicou uma foto com o chanceler iraniano e disse que esta terça será um dia de “importantes negociações”. Isso porque o palco da cúpula nuclear com representantes dos EUA e Irã será nesta data e em solo neutro, onde Grossi e Araghchi estão reunidos: no sudoeste da Suíça, em Genebra, na fronteira com a França.

    EUA e Irã buscam resolver impasses do programa nuclear do país – liderado pelo aiatolá Ali Khamenei – por vias diplomáticas. O último dia 6 marcou o encontro mais recente nas mesas de negociações de Washington e Teerã, na capital do Omã, Mascate. Os representantes concordaram em prosseguir as discussões sobre o programa nuclear do país.

    Estas negociações acontecem porque os EUA não aceitam que o Irã desenvolva uma arma nuclear. Segundo o presidente norte-americano Donald Trump, sem a produção deste artefato, o mundo fica mais “seguro e livre” da “maior ameaça do mundo”.

    “Arrogância e orgulho”

    Por fora das vias diplomáticas, os dois países promovem uma tensão militar em meio às divergências para um trato sobre o programa nuclear iraniano. Depois do encontro em Omã, Trump disse a jornalistas que estava tendo dificuldades de “chegar a um acordo” com o Irã e sugeriu a possibilidade de uma invasão no país.

    Além da pauta nuclear, Trump incita iranianos a manterem protestos contra o regime dos aiatolás, o que cria mais um conflito entre os dois países, uma vez que o Irã interpreta que a interferência e ameaças dos EUA contra aiatolá Ali Khamenei é por “arrogância e orgulho”.

  • Master-sala do Bras: harmonia no gasto e a conta pro Zé

    Master-sala do Bras: harmonia no gasto e a conta pro Zé

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
    Bloco das Montadas, Carnaval DF, Carnaval 2026

    Por Roberto Caminha Filho

     

    O Bras é mesmo o país do Carnaval! Não apenas pela alegria, pela música ou pela capacidade infinita de transformar tragédia em piada. Somos o único lugar do mundo onde os três Poderes da República conseguem desfilar em perfeita harmonia — desde que o enredo seja gasto público.

    Na avenida institucional, Executivo, Legislativo e Judiciário entram juntos, sorridentes, afinados, cada um com sua fantasia reluzente. Não há empurrão, não há descompasso, não há briga por espaço. Quando o assunto é orçamento, verba extra, reajuste ou penduricalho, o samba flui que é uma beleza.

    O conflito, a verdadeira Batalha de Confete, fica para depois da Quarta-Feira de Cinzas.

    O Abre-alas traz o Executivo puxando o enredo da “bondade social ilimitada”. É um carro alegórico enorme, cheio de promessas, programas, anúncios emocionantes e discursos que fazem chorar até  o Rei Momo, o mais feliz dos nossos foliões. Mal sabe que a conta chega para ser paga, mesmo sendo com o dinheiro dos outros.

    Tudo é apresentado como urgente, necessário e inadiável. O detalhe do custo fica escondido atrás da fantasia. Afinal, falar de responsabilidade fiscal em pleno Carnaval é visto como falta de espírito festivo. Quem pergunta “quanto custa?” vira o chato da turma, aquele que quer desligar o som às dez da noite.

    O Tesouro vira caixa da festa. A lógica é simples: primeiro gasta, depois explica.

    Logo atrás vem o Carnavalesco, aquele que entende da coisa, o Legislativo, experiente, calejado, com samba decorado e passo ensaiado. É o bloco que nunca se perde na avenida. As coreografias são rápidas quando o assunto é interesse próprio e lentas quando o tema envolve cortar gastos ou apertar cintos. Sabe fazer a pílula ficar dourada.

    Emendas viram confete, verbas viram serpentina e privilégios são tratados como purpurina na tradição cultural. Questionar é quase um sacrilégio. Afinal, “sem estrutura não dá pra legislar”, dizem, enquanto a bateria acelera.

    O orçamento, esse velho conhecido, deixa de ser instrumento de planejamento e vira instrumento de sobrevivência política.

    Fechando o desfile, entra o Judiciário com fantasia discreta, discurso técnico e aura de equilíbrio. É a ala da Master Harmonia Institucional. Fala pouco, decide muito e raramente é chamada a explicar o custo do próprio figurino. A Master Harmonia Institucional está botando pra sambar por cima do Sistema Bancário, com aulas sendo dadas em todo o planeta Terra sobre os nossos Mega Exageros. Só o meu Brasil consegue suportar tantas barbaridades sobre o Sistema Bancário. Em outro lugar, a coisa já seria o Inferno.

    Auxílios, gratificações e estruturas crescem embaladas em justificativas sofisticadas, difíceis de contestar. Quando aparece alguém falando em contenção, austeridade ou sacrifício coletivo, a ala costuma sair da avenida para “avaliar tecnicamente” — e não volta para o refrão.

    O mais impressionante não é o tamanho dos carros, nem a purpurina das fantasias. É a coordenação perfeita. Num país em que tudo é conflito, os Poderes mostram que sabem cooperar — desde que seja para   fazermos um pequeno gasto, claro, para a alegria do povo.

    Não há veto indignado contra penduricalhos. Não há decisão dura contra aumento de orçamento. Não há CPI da farra institucional.

    Quando o dinheiro público aparece, o samba é um só.

    Enquanto isso, na arquibancada, está o brasileiro comum. Ele não escolhe o enredo, não vota o samba, não define a fantasia. Mas paga tudo: o ingresso, a iluminação, o som, a limpeza e até os cálices dos camarins.

    Paga com imposto direto, imposto escondido no preço, inflação disfarçada e serviços públicos que prometem espetáculo e entregam ensaio.

    É Mestre-Sala involuntário de um Carnaval que nunca termina. MASTER-SALA ficaria bem melhor para esse carnaval de 2026.

    E aí vem chegando a quarta-feira de cinzas, lindíssima como uma Porta-Bandeira, ao lado do seu Master-Sala.

    A história ensina — e a economia confirma — que não existe festa eterna. Como lembrava Mário Henrique Simonsen, inflação é o imposto que ninguém vota, mas todo mundo paga. E Roberto Campos já avisava que o Estado brasileiro tem talento especial para gastar como rico e cobrar como agiota.

    O problema não é o Carnaval. O problema é fingir que ele é grátis.

    Nesta segunda-feira gorda, o Brasil toca e dança. Dança bonito, dança caro, dança sem olhar o caixa. Mas é bom lembrar: o samba acaba, o confete cai, a bateria silencia, a purpurina dissolve — e a conta grita.

    E, como sempre, não sobra vassoura no chão desse sambódromo. Ela já tem dono: o contribuinte, varrendo a avenida, enquanto os Poderes seguem procurando o próximo bloco.

    O Brasil é o único país onde o Supremo desmoraliza o Sistema Financeiro e o Banco Central, o defensor da nossa Moeda, e os dois desmoralizados, se juntam, e desmoralizam o Guardião da Constituição: o Supremo. É muita esculhambação!

    É bom não esquecer que neste ano de 2026 teremos: carnaval, boi-bumbá, quadrilhas e mais quadrilhas, Copa do Mundo de Futebol e a mais esperada festa: E-LEI-ÇÃO! a festa da democracia. O gasto, fantasiado de alegria, vai tomar conta do nosso país.

    Roberto Caminha Filho, economista, já separou o dinheiro dos energéticos para continuar em pé e com os bolsos costurados.