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  • De R$ 10 mil a R$ 3 milhões: quanto investidores aportaram na Fictor

    De R$ 10 mil a R$ 3 milhões: quanto investidores aportaram na Fictor

    Divulgação/ Palmeiras
    O acordo, de R$ 30 milhões por temporada, tem duração de três anos, prorrogáveis para quatro

    O processo de recuperação judicial da Fictor já soma mais de nove mil páginas. A maioria delas são pedidos de investidores para que sejam incluídos na lista de possíveis ressarcimentos. A documentação revela que a Fictor alcançou pessoas de diferentes níveis sociais. O valor dos aportes variam de R$ 10 mil a R$ 3 milhões. Todos, agora, tentam reaver o dinheiro aplicado.

    Os contratos assassinados com a Fictor, e anexados aos processos, também revelam que os valores dos rendimentos variavam muito. Há aplicações cujos contratos previam retornos de 2% ao mês, enquanto em outros o índice era de 0,08% no mesmo período.

    Nos documentos há, ainda, relatos de pessoas que conheceram a Fictor por indicação de amigos e parentes. Mas boa parte dos processos fala de consultores que ofereciam os serviços da Fictor de forma insistente e garantindo segurança na transação.

    Como mostrou a coluna, as Sociedades em Conta de Participação, conhecidas pela sigla SCPs, eram o carro-chefe da Fictor. Praticamente todos os investidores que acionaram a Justiça assinaram contratos dentro do modelo.

    A SCP permite que investidores aportem capital em um projeto sem se expor, enquanto um sócio ostensivo – a Fictor, no caso – conduz o negócio, dividindo lucros sem chamar a atenção da Receita Federal e da Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

    A condição de sócio, no entanto, tem sido utilizada pela Fictor para negar uma relação de consumo dos investidores com o grupo, o que pode dificultar — e muito — o ressarcimento de quem aportou dinheiro na Fictor.

    Em petição apresentada ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a Fictor afirmou que a relação dos investidores com o grupo era de sociedade e não de credor e devedor. A interpretação é importante porque, se considerados como sócios da Fictor no processo de recuperação judicial, os investidores vão, na melhor das hipóteses, para o fim da lista de possíveis pagamentos.

    “Ora, era formada uma relação contratual por meio de Sociedades em Conta de Participação, onde os sócios participantes contribuíam com aportes de capital social para o desenvolvimento da atividade de comercialização de grãos em que o sócio ostensivo – Fictor Invest – contribuía com os seus serviços gerenciais e o resultado, por sua vez, era partilhado entre as partes na forma de dividendos”, argumentam os advogados advogados da Fictor.

    No documento, a Fictor afirma, ainda, que “a relação societária é clara”. “Não há que se falar em ignorância ou desconhecimento da relação contratual vivenciada pelas partes, não se trata de termo de adesão, mas de um contrato de sociedade e que, por sua vez, comportava aportes expressivos.”

    A coluna também mostrou que, logo após apresentar à Justiça pedido de recuperação judicial, a Fictor enviou aos investidores um comunicado no qual avisa sobre o distrato do contrato firmado entre a empresa e quem aportou dinheiro no grupo na expectativa de receber rendimentos.

    “Por meio do presente, Fictor Invest, na qualidade de sócia ostensiva, vem, formalmente, comunicar a decisão de promover o distrato da Sociedade em Conta de Participação”, diz o texto enviado aos investidores dia 1ª de fevereiro.

    No comunicado, a Fictor recorre a uma linguagem empolada e formal ao anunciar a medida aos investidores sem dar qualquer pista sobre a devolução dos valores aplicados. Após anunciar o distrato, o texto lista os motivos que teriam levado a Fictor à recuperação judicial.

    “A deliberação decorre do atual cenário enfrentado pelo Grupo Fictor, impactado pelos acontecimentos amplamente divulgados na mídia relacionados à tentativa de aquisição do controle acionário do Banco Master S.A. liderado pelo sócio fundador do grupo. O evento produziu efeitos colaterais relevantes sobre a confiança do mercado e sobre o ambiente reputacional da Fictor, os quais, de maneira reflexiva e inevitável, acabaram por alcançar as Sociedades em Conta de Participação poe ea estruturadas, ainda que tais SCPs não estejam diretamente envolvidas nos fatos que deram origem às referidas notícias”, diz o comunicado.

    Em seguida, a Fictor trata os investidores como sócios. “Diante desse contexto, visando preservar o direito e manter equanimidade no tratamento entre os sócios,a sócia ostensiva [Fictor] por entender que a formalização do distrato das SCPs representa a medida mais adequada para preservar a segurança jurídica, os interesses dos sócios participantes e a escorreita prestação de contas, informa desde já a rescisão unilateral por parte da Fictor Invest.”

    O texto termina sem dar indicações concretas sobre o destino do dinheiro aportado por investidores da Fictor. “O distrato é válido desde a presente data (1/2), e o seu instrumento será devidamente encaminhado com detalhamento das condições aplicáveis, incluindo, quando pertinente, a forma de encerramento das atividades, eventuais ajustes patrimoniais , quitações, renúncias e demais disposições necessárias.”

  • Dois homens são hospitalizados após afogamento no Lago Paranoá

    Dois homens são hospitalizados após afogamento no Lago Paranoá

    Divulgação/ CBMDF
    afogamento-no-lago-paranoa-1

    O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) resgatou, no fim da tarde deste domingo (15/2), três homens que estavam se afogando no Lago Paranoá, próximo à Ponte JK, em Brasília.

    O trio foi avistado durante ronda de rotina dos militares pelas águas. Ao localizarem as vítimas, mergulhadores realizaram o resgate imediato e conduziram os homens até a margem.

    Um deles precisou de manobras de reanimação cardiopulmonar e, assim como outra vítima, foi transportado para um hospital de referência da capital. O terceiro envolvido recebeu atendimento no local e não precisou ser levado para unidade de saúde.

    De acordo com a corporação, o chamado foi registrado às 17h40. Para a ocorrência, foram mobilizadas três viaturas, quatro embarcações e equipes com equipamentos especializados de mergulho.

    Até a última atualização desta reportagem, não havia informações detalhadas sobre a dinâmica do afogamento.

  • Carnaval do Tucumã vira espaço de diversidade e animação, diz ativista LGBT

    Carnaval do Tucumã vira espaço de diversidade e animação, diz ativista LGBT

    O ativista LGBT Germano Marinho destacou o Carnaval do Tucumã como um espaço de alegria, diversidade e respeito durante a programação realizada na tarde deste domingo (15), em Rio Branco. Em entrevista ao ac24horas, ele afirmou que a festa representa uma oportunidade de convivência entre diferentes públicos. Germano comentou sobre a participação de foliões fantasiados […]

  • Folião se declara à esposa em bloquinho: “a mulher mais linda do mundo”

    Folião se declara à esposa em bloquinho: “a mulher mais linda do mundo”

    Durante o tradicional bloco Vai Quem Quer, realizado no bairro Tucumã e que reuniu milhares de foliões neste domingo (15), o videomaker Kenedy Santos entrevistou o casal Yago e Mariah, que chamou atenção do público ao aparecer fantasiado de arara azul. Em clima de descontração, Yago aproveitou a entrevista para fazer uma declaração à companheira. […]

  • Anitta interrompe bloco para denunciar tentativa de furto

    Anitta interrompe bloco para denunciar tentativa de furto

    Reprodução/Instagram
    Anitta

    Anitta interrompeu o próprio show em São Luís, no Maranhão, neste sábado (14/2), para alertar o público sobre dois homens que estariam tentando furtar pessoas na plateia.

    Do palco, a cantora apontou a movimentação suspeita e pediu atenção da equipe de segurança e dos fãs.

    “Dá uma olhada nessa galera aí, por favor! Segura essa galera aí, dá uma olhada que arruaceiro aqui não tem vez. Fica de olho nesses meninos aí, gente. O cabelinho azul! Ô gente, se vocês virem um menino de cabelo azul aí no meio, já toma cuidado”, disparou a cantora.

    Ela também sinalizou à Polícia Militar do Maranhão a localização dos suspeitos. Após a abordagem e apreensão dos dois homens, a artista retomou a apresentação normalmente.

     

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  • Aeroporto de Guarulhos é reaberto após drones gerarem caos no Carnaval

    Aeroporto de Guarulhos é reaberto após drones gerarem caos no Carnaval

    Google Maps / FlightRadar24
    Aeroporto Internacional de Guarulhos

    A operação do Aeroporto Internacional de Guarulhos foi retomada neste domingo (15/2) após o sobrevoo irregular de sete drones provocar o fechamento do espaço aéreo em pleno período de Carnaval.

    Segundo informações obtidas pela coluna junto a companhias aéreas, os equipamentos não autorizados impediram pousos e decolagens, o que levou à suspensão temporária das atividades na pista. Até o momento, não há confirmação oficial se os drones foram abatidos ou se os responsáveis optaram por pousá-los.

    Durante o bloqueio, parte dos voos com destino a Guarulhos precisou ser redirecionada para o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. Passageiros relataram atrasos e mudanças de rota em razão da interrupção das operações.

    Após a retirada dos drones da área restrita e a liberação do espaço aéreo, as atividades foram normalizadas, com retomada gradual de pousos e decolagens.

  • Intoxicação em piscina: viúvo de mulher morta durante aula recebe alta

    Intoxicação em piscina: viúvo de mulher morta durante aula recebe alta

    Reprodução
    Imagem colorida mostra aluna passando mal após intoxicação em piscina. Metrópoles

    O viúvo da professora Juliana Faustino Bassetto, que morreu após intoxicação na piscina da academia C4 Gym, na zona leste de São Paulo, recebeu alta do hospital neste domingo (15/2). Vinícius de Oliveira estava internado desde o dia 7 de janeiro, quando clientes do estabelecimento passaram mal durante uma aula de natação.

    Após o mal-estar, Juliana e o marido foram, por conta própria, ao hospital Santa Helena, de Santo André. A mulher sofreu uma parada cardíaca e não resistiu. Além do casal, ao menos outras cinco pessoas precisaram de atendimento médico devido à intoxicação por cloro.

    Sócios indiciados por homicídio

    Os três proprietários da academia C4 Gym foram indiciados por homicídio por dolo eventual após a intoxicação de alunos na piscina do estabelecimento.

    Ao Metrópoles, o delegado titular do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas), Alexandre Bento, informou que Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração compareceram de forma espontânea à delegacia, na quarta-feira (11/2), acompanhados de advogados, e prestaram depoimento para o delegado responsável pelo caso.

    De acordo com o delegado, há indícios de que o, por meio de mensagens via WhatsApp, sobre a aplicação de produtos químicos na piscina, mesmo sem possuir qualificação técnica para o procedimento.

    Segundo o delegado, as especificações técnicas apontam que “a carga de cloro que usavam em um dia era para uma semana”, como forma de maquiar a água e a piscina nunca fosse fechada.

    A Justiça de São Paulo, no entanto, negou a prisão dos sócios sob justificativa de que não há razão para que eles sejam detidos. Na decisão, a juíza Paula Marie Konno destacou que os investigados se apresentaram à polícia, prestaram esclarecimentos e não representam risco para a investigação. Ela também ressaltou que a C4 Gym encontra-se lacrada e já foi periciada.

    A juíza, no entanto, impôs medidas cautelares alternativas à prisão. Os sócios devem se apresentar mensalmente à Justiça, além de informar e justificar atividades. O trio também está proibido de se aproximar do endereço da academia, de manter contato com testemunhas e de se ausentar da Comarca por mais de sete dias sem autorização.

    “Recebemos com satisfação a decisão judicial que garante aos nossos clientes o direito de aguardar a apuração dos fatos em liberdade, sendo certo que cumprirão fielmente todas as cautelares alternativas impostas pela justiça”, disse a defesa dos sócios.

    “Reiteramos que eles permanecem inteiramente à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos, em qualquer momento, confiando que a investigação prosseguirá de forma técnica, isenta e em estrita observância às garantias constitucionais”, concluiu a nota.


    Morte após aula de natação


    “Impossível de respirar”

    Um dos alunos que estava na aula de natação relatou ao Metrópoles o que aconteceu enquanto estavam na piscina. O advogado Eduardo Esteves Rossini, de 37 anos, disse que funcionários da academia C4 Gym fizeram uma mistura de cloro em um balde e deixaram ao lado da piscina.

    “Jogaram alguma coisa que deu reação química. Sentimos queimar os olhos, nariz, garganta e pulmões. Ficou impossível de respirar”, afirmou.

    Segundo Rossini, quem estava mais próximo ao balde sofreu mais — a mulher que morreu, o marido dela e o adolescente, que foram internados em estado grave. “Eles inalaram mais”, disse.

    O advogado procurou atendimento médico na ocasião e precisou retornar ao hospital, nessa segunda-feira (9/2), devido a uma piora no quadro de saúde. “Acordei com a garganta muito inflamada e expelindo um pouco de sangue. Estou tomando algumas medicações e fazendo exames”, relatou.

    Vídeo mostra desespero de alunos

    Câmeras de segurança flagraram o momento em que alunos e instrutores passam mal durante a aula de natação na piscina da academia. Nas gravações (veja abaixo), é possível ver as vítimas sendo retiradas da água com dificuldades de movimento e respiração.

    Outra câmera filmou Juliana sendo levada para a recepção da academia, após ser retirada da piscina. Ela senta no chão, coloca a mão no peito, faz sinal como se estivesse tonta e parece tossir.

    Em nota, a direção da Academia C4 Gym destacou que “lamenta profundamente o ocorrido em sua unidade” e que “está colaborando integralmente com as autoridades competentes”.

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    O caso ocorreu durante a partida entre as duas equipes nesse sábado (14/2), pela semifinal do Campeonato Catarinense

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    Calor de mais de 30 graus não diminuiu a animação de uma multidão de foliões que foram acompanhar os blocos de Michel Teló e Pocah