Categoria: Teste

  • Casal é salvo por bombeiros após entrar em incêndio para resgatar cão

    Casal é salvo por bombeiros após entrar em incêndio para resgatar cão

    Corpo de Bombeiros de Ringgold/Divulgação
    Foto colorida de bombeiros durante ocorrência de incêndio em casa em NY

    Em Nova  York (EUA), uma história que poderia ter tido um final trágico teve um desfecho positivo graças à ação de dois bombeiros. Após um casal entrar na própria casa em chamas para resgatar o cão da família, os dois homens conseguiram retirar todos em segurança de dentro da residência.

    De acordo com um portal americano, o incêndio ocorreu na noite da última segunda-feira (9/2). Justin Crowl, chefe do Corpo de Bombeiros de Ringgold, contou que chegou no local por volta das 19h e viu a mulher voltando para dentro da casa em chamas. Em seguida, o marido foi atrás dela. 

    O resgate

    Justin e o parceiro Dustin Woods, também chefe da corporação, foram os primeiros a chegar na ocorrência. Sem hesitar, os dois agiram rapidamente e conseguiram resgatar os moradores. “Mais três minutos e o resultado teria sido muito pior. Este incêndio poderia ter resultado em duas mortes”, disse Crowl.

    Foto colorida de quartel do Corpo de Bombeiros de Ringgold
    Os dois retornaram à estrutura em chamas para resgatar o cachorro

    Desesperado, o casal queria salvar o próprio cão, que, felizmente, sobreviveu após escapar sozinho. Segundo os bombeiros, tanto a mulher quanto o homem sofreram apenas ferimentos leves e foram atendidos no local, já que também inalaram fumaça.

    A equipe recebeu o chamado enquanto realizava um treinamento geral, e por isso conseguiu chegar à casa rapidamente — o que foi fundamental para o desfecho positivo. Os oficiais permaneceram no local até cerca de 1h da manhã, e um bombeiro também se feriu após ser atingido pela neve que caiu do telhado.

    A residência foi considerada perda total e a causa do fogo ainda está sendo investigada pelas autoridades.

  • TCDF suspende licitação do Hospital Oncológico de Brasília

    Rafaela Felicciano/Metrópoles
    Tribunal de Contas do Distrito Federal TCDF Brasília DF Metrópoles

    O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) suspendeu a licitação que tratava da construção do Hospital Oncológico de Brasília.

    A Corte alegou que o pregão eletrônico apresenta indicativos de sobrepreço, inconsistências no orçamento e falha no planejamento de recursos e na gestão de riscos.

    A obra, que prevê 197 leitos e uma área construída de 33,5 mil m², está estimada em R$ 374,1 milhões, com recursos federais e do Governo do DF. O contrato prevê duração de 1.530 dias de vigência, sendo 1.440 destinados à execução da obra.

    Segundo o Tribunal, durante a análise técnica do projeto foram identificados o aumento de aproximadamente R$ 15,22 milhões no orçamento, principalmente nos serviços de fundação e estrutura da obra.

    Também foram identificadas divergências entre os quantitativos do projeto e aqueles considerados no orçamento. O TCDF determinou o ajuste nas quantidades de estacas raiz, e nos custos unitários em itens como armaduras, concretagem, fôrmas, cabos e tubos.

    Em relação a esses equipamentos, a Corte de Contas recomendou que eles sejam licitados separadamente pela Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) a fim de “reduzir o valor do contrato e aumentar a concorrência entre fornecedores”.

    O TCDF determinou à elaborado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) que reformule o orçamento e apresente cálculos detalhados, excluindo do contrato os equipamentos hospitalares que não estejam diretamente ligados ao projeto estrutural da obra ou, alternativamente, que justifique tecnicamente a sua manutenção.

    A Corte de Contas também solicitou que a companhia indique qual a origem dos recursos próprios a serem usados na licitação e apresente, em conjunto com a SES0-DF, um planejamento financeiro.

    O TCDF determinou que a Novacap corrija as irregularidades para conseguir dar prosseguimento ao edital.

    Procurada, a Novacap informou que “está trabalhando nos esclarecimentos solicitados pelo TCDF”. A companhia ressaltou que “prestará todas as informações necessárias com a máxima celeridade, visando a rápida análise e liberação para o prosseguimento do certame”.

  • Master: por que auxiliares de Lula gostaram de Mendonça como relator

    Master: por que auxiliares de Lula gostaram de Mendonça como relator

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Andre Mendonça foi indicado por Bolsonaro

    Integrantes do Palácio do Planalto avaliaram como “positiva” a escolha do ministro do STF André Mendonça como novo relator do Caso Master, após Dias Toffoli deixar a função.

    A avalição dos auxiliares de Lula é de que o fato de Mendonça não ter proximidade com o governo ajuda a afastar qualquer tipo de inferência de relação do petista com o Caso Master.

    Mendonça foi indicado para o Supremo por Jair Bolsonaro. O ministro é pastor da Igreja Presbiteriana e ocupou os cargos de advogado-geral da União e ministro da Justiça no governo do ex-presidente.

    Toffoli, por sua vez, foi indicado Lula em 2009, durante o segundo mandato na presidência da República, o que era usado pela oposição na narrativa de tentar colar o Caso Master ao governo Lula.

    Embora o presidente não tenha relação com o banco, lideranças bolsonaristas avaliam que Lula estaria preocupado com a citação de aliados do PT da Bahia no caso.

    Troca de relatoria

    Toffoli foi pressionado a deixar a relatoria após um relatório da Polícia Federal apontar menções ao nome do ministro em mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master

    Mais cedo, a coluna mostrou que Lula ficou  “surpreso” com o fato de a PF ter investigado Toffoli sem autorização do STF, com base nas mensagens do celular de Vorcaro.

  • Sexo e folia: 25 posições para transar de todos os jeitos no Carnaval

    Sexo e folia: 25 posições para transar de todos os jeitos no Carnaval

    No clima vibrante do Carnaval, experimentar novas posições no sexo é o melhor jeito de sair da rotina e chegar ao prazer

  • EUA: babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por assassinatos

    EUA: babá brasileira é condenada a 10 anos de prisão por assassinatos

    A babá brasileira Juliana Peres Magalhães, 23 anos, foi condenada nesta sexta-feira (13/2) a 10 anos de prisão pela Justiça dos Estados Unidos…

  • Presidente do STJ remete recurso do piloto Pedro Turra a outro relator

    Presidente do STJ remete recurso do piloto Pedro Turra a outro relator

    Reprodução/Redes Sociais
    pedro-turra-piloto

    O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, determinou a distribuição do agravo apresentado pela defesa do ex-piloto e empresário Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, para análise de outro ministro.

    O recurso apresentado pede a soltura do ex-piloto, réu por homicídio doloso sob acusação de provocar a morte de Rodrigo Castanheira, adolescente de 16 anos.

    A medida foi tomada após Herman ter negado, na semana passada, um pedido de liberdade apresentado em habeas corpus. Na ocasião, o ministro entendeu que não poderia analisar o caso porque a questão ainda estava em exame no Tribunal de Justiça.

    Diante da negativa, a defesa apresentou agravo interno. Ao analisar o recurso, Herman afirmou que não havia motivo para retratação da decisão anterior e, por isso, determinou o envio do caso para julgamento por outro ministro do STJ.

    No curso das investigações, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) apontou que a agressão atribuída a Pedro Turra ocorreu após um desentendimento envolvendo um chiclete arremessado contra um amigo da vítima. Segundo os policiais, a briga teria sido premeditada.

    Conforme mostrou a coluna do Metrópoles Grande Angular, Pedro Turra teria orientado testemunhas a combinarem versões para sustentar eventual legítima defesa. Ele é réu por decisão da 1ª Vara Criminal e do Tribunal do Júri de Águas Claras.

  • Bolsonaro quer visita de Derrite, relator do PL Antifacção, na prisão

    Bolsonaro quer visita de Derrite, relator do PL Antifacção, na prisão

    Pablo Jacob /Governo do Estado de SP
    O secretário Guilherme Derrite em evento da Rota em SP - Metrópoles

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu, na tarde desta sexta-feira (13/2), autorização para visita do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha.

    Cabe ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar a visita.

    Derrite é relator do projeto de lei (PL) 5582/2025, conhecido como “PL Antifacção”, na Câmara.  O texto de Derrite foi aprovado pela Casa em novembro, mas modificado pelo Senado em dezembro. O projeto, agora, aguarda nova análise na Câmara.

    A defesa também pediu que sejam liberadas as visitas dos deputados federais Bia Kicis (PL-DF) e Marco Feliciano (PL-SP), além do advogado José Vicente Santini, secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro.

  • Por que voar no Brasil é tão caro?

    Por que voar no Brasil é tão caro?

    13/02/2026 17:33, atualizado 13/02/2026 17:33

    metropoles.com

    No Brasil, o fornecimento de querosene de aviação, insumo essencial para a aviação comercial, é dominado por um número muito reduzido de distribuidoras, historicamente lideradas por Vibra (BR Distribuidora) e outras duas empresas.

    Trata-se de um cenário típico de oligopólio, em que poucas empresas concentram a oferta de um produto homogêneo.

    Em especial, a Vibra Energia, por meio da BR Aviation, consolidou forte participação de mercado ao herdar e controlar bases de combustíveis estratégicas que tiveram origem em ativos públicos, incorporados durante o processo de privatização da antiga Petrobras Distribuidora.

    Esse modelo cria, na prática, barreiras estruturais à entrada de novas distribuidoras.

    Para ingressar no mercado, um novo agente precisa realizar investimentos extremamente elevados em infraestrutura, logística e certificações técnicas, além de conseguir acesso físico a aeroportos, o que inviabiliza a concorrência em condições minimamente equilibradas.

    A competição deixa de ser econômica e passa a ser definida pelo controle da infraestrutura herdada do Estado.

    Investigação do CADE e reincidência

    Recentemente, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) instaurou um processo para investigar se a Vibra Energia adota práticas anticompetitivas no setor de fornecimento de combustíveis de aviação no Brasil.

    O inquérito foi aberto em 31 de janeiro de 2026 pela Superintendência-Geral do órgão após um pedido de investigação formalizado pela Rede Sol, que apontou rescisão unilateral de contrato e dificuldades competitivas quando a Vibra cessou unilateralmente um acordo sem justificativa técnica ou legal.

    Esse processo ocorre em um contexto em que o CADE tem ampliado a atuação contra práticas anticoncorrenciais no setor de combustíveis, inclusive definindo a investigação de cartéis e práticas colusivas como prioridade para 2025 e 2026 por meio de portaria que estabelece o combate a condutas que prejudicam a livre concorrência.

    Conforme consta na peça do aditamento ao pedido de investigação, a Vibra já é considerada reincidente em práticas potencialmente anticompetitivas, especialmente na forma como tem utilizado o controle de infraestrutura de distribuição para dificultar a entrada e operação de concorrentes — um ponto que o CADE deverá aprofundar na análise.

    Concorrência fraca e repasse de custos ao consumidor

    Estudos acadêmicos recentes indicam que o mercado aéreo doméstico brasileiro já é altamente concentrado também no lado das companhias aéreas.

    Além disso, há evidências de que o repasse dos custos do combustível para o preço final das passagens ocorre de forma assimétrica, ou seja, aumentos no preço do querosene são rapidamente repassados ao consumidor, enquanto eventuais reduções demoram ou não são integralmente refletidas nas tarifas.

    Esse comportamento é característico de mercados com baixa concorrência efetiva, em que empresas possuem poder de mercado suficiente para preservar ou ampliar margens.

    É nesse tipo de ambiente que surgem condições propícias para práticas de cartel explícitas ou tácitas, com alinhamento de preços e ausência de competição real entre os principais players.

    Passagens aéreas no Brasil entre as mais caras do mundo

    Diversos levantamentos indicam que o Brasil figura entre os países com passagens aéreas domésticas mais caras do mundo, especialmente quando se analisa o preço médio por quilômetro voado.

    Comparações internacionais mostram que o país frequentemente lidera ou aparece entre os primeiros colocados em rankings regionais e globais de tarifas aéreas.

    Na prática, isso significa que trechos relativamente curtos, como São Paulo–Rio de Janeiro, podem custar valores comparáveis ou superiores a voos de distância semelhante em países com renda per capita maior e mercados mais competitivos.

    Entidades internacionais do setor aéreo, como a IATA, apontam de forma recorrente que o custo do combustível de aviação no Brasil é excessivamente alto para um país produtor de petróleo, citando esse fator como um dos principais entraves à redução das tarifas aéreas e ao aumento da competitividade do setor.

    Impacto direto no bolso dos passageiros

    O combustível representa uma das maiores parcelas dos custos operacionais das companhias aéreas.

    No Brasil, essa participação é ainda mais elevada do que a média internacional, justamente em razão do preço do querosene de aviação e da falta de alternativas competitivas no fornecimento.

    Esse cenário gera efeitos diretos e cumulativos. As tarifas permanecem elevadas, a mobilidade da população é reduzida, o transporte aéreo torna-se menos acessível e a própria economia regional sofre com a limitação de deslocamentos.

    Ao mesmo tempo, a ausência de concorrência no fornecimento de combustível dificulta o surgimento de novas companhias aéreas ou modelos de baixo custo.

    Interesse público e relevância jornalística

    O tema envolve claro interesse público primário. A estrutura altamente concentrada do mercado de combustíveis de aviação pode estar contribuindo de forma decisiva para o alto custo das passagens aéreas no Brasil.

    A instauração de uma investigação pelo CADE contra uma das maiores empresas do setor, que já figura como reincidente perante o órgão antitruste, reforça a necessidade de um escrutínio aprofundado.

    Uma investigação jornalística pode lançar luz sobre possíveis práticas anticoncorrenciais, barreiras artificiais à entrada de novos distribuidores, ausência de competição real entre grandes empresas e os efeitos concretos disso sobre milhões de consumidores brasileiros.

    Trata-se de um debate que envolve concorrência, política pública, defesa do consumidor e acesso ao transporte aéreo.

    Assim, a Rede Sol entende que a rescisão unilateral do contrato de gasolina de aviação pela Vibra ocorre em um mercado historicamente concentrado, marcado por um oligopólio formado por três grandes empresas que detêm quase a totalidade do comércio e da infraestrutura estratégica de combustível aeronáutico no país, infraestrutura essa originalmente desenvolvida sob gestão da administração pública e posteriormente incorporada pelos agentes dominantes.

    A companhia repudia com veemência a tentativa de associá-la a organizações criminosas sem qualquer condenação ou decisão judicial transitada em julgado que sustente tal narrativa. A divulgação de insinuações dessa natureza causa dano reputacional grave e desproporcional, além de comprometer o debate técnico que deve orientar as relações de mercado.

    É relevante lembrar que a própria Vibra, antiga BR Distribuidora, foi condenada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica no caso envolvendo o mercado de distribuição de combustível de aviação no Aeroporto Internacional de Guarulhos, quando empresas do setor receberam multas expressivas por dificultar o acesso de concorrente a infraestrutura considerada essencial.

    Esse histórico reforça a necessidade de rigor na apuração de condutas que possam restringir a livre concorrência no setor.

    Para a Rede Sol, a utilização de alegações sem base probatória robusta representa uma estratégia que desloca o foco da questão concorrencial central, que é a exclusão de um concorrente legítimo em um mercado altamente concentrado, e contribui para a manutenção de uma estrutura oligopolizada que restringe a competição.

    A empresa reafirma o compromisso com a legalidade, a transparência e a livre concorrência, e confia que o CADE analisará os fatos com independência técnica, assegurando condições equitativas de mercado no setor de combustíveis de aviação.

  • Bombeiros retiram anel preso no dedo de homem em Cruzeiro do Sul

    Bombeiros retiram anel preso no dedo de homem em Cruzeiro do Sul

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    Emboscada: homem é espancado após aceitar convite de mulher para “beber”

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