Categoria: Teste

  • UBS de Plácido de Castro oferta estágio para alunos de medicina da UAP

    UBS de Plácido de Castro oferta estágio para alunos de medicina da UAP

    Estudantes de Medicina da Universidad Amazónica de Pando (UAP) poderão realizar estágios nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Plácido de Castro após a formalização de um termo de cooperação com a Prefeitura do município acreano. O acordo foi firmado nesta semana durante encontro entre o reitor da universidade, Franz Navia Miranda, e o prefeito […]

  • Basquete: Seleção masculina é convocada para Eliminatórias da Copa

    Basquete: Seleção masculina é convocada para Eliminatórias da Copa

    Divulgação/CBB
    Seleção Brasileira de Basquete

    A Seleção Brasileira de Basquete Masculino foi convocada nesta sexta-feira (13/2) para a próxima janela das Eliminatórias da Copa do Mundo FIBA Catar 2027. O técnico Aleksandar Petrovic anunciou a lista de atletas que enfrentarão Venezuela e Colômbia nos dias 27 de fevereiro e 2 de março deste ano, respectivamente, ambos os jogos na Arena UniBH, em Belo Horizonte (MG).

    A convocação mantém a base que fez parte da campanha vitoriosa da AmeriCup 2025, conquistada na Nicarágua e que encerrou um jejum de 16 anos sem títulos continentais para o Brasil.

    O Brasil está no Grupo C das Eliminatórias das Américas, ao lado de Venezuela, Colômbia e Chile. Na primeira janela a seleção enfrentou o Chile, com vitórias em ambos os jogos, somando pontos importantes na tabela e liderando a chave até o momento.

    Lista de Convocados

    Atletas convocados 

    Caio Pacheco – Basquet Coruña-ESP
    Rafa Luz – MoraBanc Andorra-ESP
    Georginho de Paula – SESI Franca
    Pedro Pastre – EC Pinheiros
    Zu Junior – SESI Franca
    Gui Deodato – Flamengo
    Leo Meindl – San Pablo Burgos-ESP
    Mãozinha Pereira – Manisa Basket-TUR
    Brunão Cardoso – Caixa Brasília
    Andrezão – Bauru Basket
    Wini Silva – Minas TC
    Márcio Santos – Maccabi Tel-Aviv-ISR

    Comissão Técnica

    Líder Técnico – Bruno Valentin
    Treinador – Aleksandar Petrovic
    Assistentes Técnicos – Demétrius Ferracciú, Léo Costa e Helinho
    Preparador Físico – Bruno Nicolaci

  • Após o 12º lugar, Nicole Silveira avalia o primeiro dia de competições

    Após o 12º lugar, Nicole Silveira avalia o primeiro dia de competições

    Robert Michael/picture alliance via Getty Images
    Nicole Silveira compete na prova de skeleton nas Olimpíadas de Inverno de Pequim em 2022 - Metrópoles

    Após ficar em 12º lugar no primeiro dia do Skeleton feminino nas Olimpíadas de Inverno, Nicole Silveira comemorou o resultado e destacou o sentimento de dever cumprido nesta sexta-feira (13/2).

    Segundo ela, a preparação intensa ao longo dos últimos oito anos foi fundamental para chegar ao momento atual com confiança e tranquilidade.

    “Foi muito bom para mim. Eu quis chegar aqui e ter os melhores exercícios que eu já tive, duas largadas fortes. A minha preparação nos últimos oito anos, eu sei que não faltou nada. Eu nunca pulei nenhum treino, eu sempre foquei na minha recuperação. Eu dei o meu tudo e é isso que eu fiz hoje”, afirmou, emocionada.

    A competidora ressaltou que a disciplina e o comprometimento foram pilares ao longo da trajetória. Sem abrir mão de treinos e sempre priorizando a recuperação física, ela garantiu ter feito tudo o que estava ao seu alcance para alcançar o melhor desempenho possível. “Estou muito feliz”, completou.

    Representar o país pela segunda vez também foi um capítulo especial na carreira da atleta. Ela não escondeu o orgulho de defender as cores brasileiras em um esporte tradicionalmente ligado ao inverno, modalidade em que o Brasil ainda busca maior protagonismo internacional.

    “É incrível. Eu já disse isso mil vezes, mas não tem nenhum outro país que eu gostaria de competir. A energia do Brasil é outro nível”, destacou.

    Mesmo sendo uma modalidade de inverno e com pouca tradição nacional, a atleta ressaltou o apoio incondicional dos torcedores. “O esporte é de inverno e o Brasil não é conhecido por isso, mas eles torcem como se fosse. E é ótimo, eu adoro”, afirmou.

  • EUA autoriza petroleiras a retomar operações e contratos na Venezuela

    EUA autoriza petroleiras a retomar operações e contratos na Venezuela

    Anton Petrus/ Getty Images
    Campo petrolífero com plataformas ao pôr do sol. Indústria petrolífera mundial - Metrópoles

    Duas licenças gerais foram emitidas, nesta sexta-feira (13/2), pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, permitindo que empresas de energia retomem operações de petróleo e gás na Venezuela. 

    As licenças permitem que grandes petroleiras como BP, Chevron, Eni, Repsol e Shell realizem negociações com o país sul-americano e empresa petrolífera estatal, a PDVSA. Os contratos, porém, estão condicionados a autorizações separadas do OFAC.

    Segundo os documentos, os pagamentos de royalties e impostos venezuelanos devem ser feitos ao Fundo de Depósito de Governos Estrangeiros, que é controlado pelos EUA.

    Na decisão, o escritório proíbe expressamente transações com empresas na Rússia, Irã, Coreia do Norte, Cuba, China, “ou qualquer entidade que seja propriedade ou controlada por ou em joint venture com tais pessoas”.

    Permissão concedida

    No final de janeiro, a Venezuela aprovou reforma em lei que abre o setor petrolífero do país. A medida permite que empresas estrangeiras operem no setor petrolífero nacional de maneira independente.

    No mesmo dia em que parlamentares venezuelanos aprovaram a medida, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que petrolíferas já estão a caminho da Venezuela para “explorar e escolher locais”.

    “As principais companhias petrolíferas estão indo à Venezuela agora para explorar e escolher locais. Elas trarão enorme riqueza para a Venezuela e para os Estados Unidos”, declarou o líder norte-americano sem dar maiores detalhes sobre datas.

  • PC do Acre restitui mais de 80 celulares e quase R$ 1 milhão em bens recuperados

    PC do Acre restitui mais de 80 celulares e quase R$ 1 milhão em bens recuperados

    A Polícia Civil do Acre realizou, nesta sexta-feira, 13,, a entrega de mais de 80 aparelhos celulares a vítimas de roubo e furto em todo o estado. A ação faz parte da quarta edição da Operação Mobile e foi coordenada pelo Departamento de Polícia da Capital e do Interior. Ao longo da semana, equipes entraram […]

  • Carnaval e psicanálise: os gozos que nos habitam nesse período

    Carnaval e psicanálise: os gozos que nos habitam nesse período

    Reprodução
    Aglomeração de pessoas no Carnaval

    Há dois equívocos teóricos recorrentes quando se pensa um objetivo da análise: aquele que entende que a psicanálise seria um hedonismo ingênuo, uma liberação das pulsões e dos desejos; e outro, de que a psicanálise buscaria “delimitar o gozo”. Soaria como se estivéssemos propondo uma moral hedonista ou ascética, um movimento dionisíaco ou uma renúncia cristã ao prazer. Não se trata disso. A psicanálise não é uma pedagogia do prazer ou da abstinência. Ao contrário, ela busca distinguir gozos. E, justamente por distingui-los, aposta que é possível passar de um tipo de gozo a outro.

    Gosto da expressão do psicanalista argentino Isidoro Vegh: é preciso delimitar o gozo parasitário que nos habita para que outros gozos possam emergir. A experiência de uma análise visa, sobretudo, circunscrever esse gozo específico, aquele que nos captura de modo compulsivo, repetitivo, que nos arrasta sem que haja ali decisão ou invenção subjetiva. Não se trata de eliminar o gozo, mas de perder algo desse gozo parasitário para que surja um gozo mais articulado ao desejo.

    O Carnaval nos oferece um bom exemplo. Há quem passe meses preparando sua fantasia, organizando o bloco, preparando uma viagem, ensaiando, compondo, cuidando dos detalhes. Há esforço, há investimento, há criação. O prazer que daí advém não é o de um consumo desenfreado, mas o de uma construção comum. Existe gozo, sem dúvida. Mas há também sublimação, uma transformação do impulso em algo que circula socialmente, que produz laço, que cria cultura e nos exige, ao menos temporariamente, uma perda desse gozo parasitário.

    Tomemos outro cenário: o “kit” de drogas, a programação frenética de festas, a combinação de substâncias, os aplicativos de pegação, o chemsex, o tadala, a violência sexual. Slavoj Žižek, ao criticar certas formas contemporâneas de carnavalização, falou de uma “orgia opressiva”, uma exigência de gozar que se torna, ela mesma, um imperativo sufocante que mantém intactas as estruturas de poder que nos oprimem.

    Nos dois casos, trata-se de gozo. Mas não do mesmo modo. No primeiro, há um trabalho de sublimação. No segundo, frequentemente vemos sujeitos levados por um automatismo que os isola, ainda que cercados de gente. É o gozo que separa, que desconecta, que reduz o outro e o próprio sujeito a uma posição de objeto. Não há por que idealizar esse gozo parasitário como se ele fosse, em si mesmo, emancipação.

    Lacan, em certo momento, chamou de “gozo do idiota”, não no sentido banal da tolice, mas evocando o idiotes grego: aquele que se recusa a pensar a política, a vida em comunidade, aquele gozo fechado em si mesmo que resulta em um erotismo masturbatório, mesmo quando praticado a dois, três ou mais, uma experiência que gira em torno do mesmo aspecto da fantasia, sem uma verdadeira abertura ao outro.

    O Carnaval pode ser o cenário em que esse gozo ganha uma fantasia ofuscante, tão sedutora que engana o próprio sujeito. Nesse cenário, o sujeito se verá na tarefa de poder acionar os recursos disponíveis e conquistados por ele ao longo de sua vida ou análise.

    Nem sempre é apenas a ressaca que denuncia o excesso. Às vezes, é a angústia dos dias seguintes, um vazio difuso, uma tristeza que aponta que algo ali não foi apenas celebração, como o sujeito gostaria de acreditar.

    Por isso, talvez valha a pena curtir o Carnaval um pouco advertidos pelo trabalho que fizemos, ou poderíamos fazer, ao longo de nossa análise pessoal. Advertidos de que há um preço quando nos entregamos sem reservas aos gozos parasitários que nos habitam. Advertidos da necessidade de utilizarmos os recursos necessários frente a eles: a arte, o desejo, o trabalho, o relacionamento amoroso, as amizades.

    O Carnaval deve, sim, ser um momento de liberdade, na esfera amorosa, sexual, moral. Ele suspende normas, flexibiliza códigos, instabiliza determinações, abre possibilidades de encontro que, em outros momentos do ano, parecem interditadas. Mas, apesar de oferecer as condições para essa liberdade, ele não garante, por si só, que saibamos usufruí-la.

    Para que essa liberdade seja, de fato, vivida, talvez seja preciso algo mais difícil: libertar o nosso “sexual”, em seu sentido mais amplo, da pobreza de certos aspectos da nossa fantasia inconsciente, essa muito menos colorida, muito menos diversa que aquelas que a gente veste para se divertir. Tais fantasias inconscientes nos infantilizam, nos fazem servos de movimentos compulsivos, fixos, rígidos, que nos fazem gozar de maneira hipnótica, como objetos de gozo do Outro.

    Que saibamos fazer do Carnaval um laço, um novo erotismo, uma afirmação da vida, que se torne mais um recurso frente ao gozo parasitário, e não o disfarce que nos autoriza a chafurdar ainda mais nele, solitários, sob o nome de liberdade.

    Agora, um comentário aos meus amigos psicanalistas que estarão ou não nos blocos: a psicanálise já gostou do Carnaval, e talvez precisemos lembrar disso neste feriado. Em 1985, o Copacabana Palace foi atravessado pela Beija-Flor de Joãozinho Trinta, recém-assumido publicamente como homossexual, levando o brilho da avenida para dentro do congresso do Colégio Freudiano, carinhosamente apelidado de “Congresso de Psicanálise da Banana”. Ali estavam Gilberto Freyre, Newton da Costa, José Celso Martinez Corrêa. Lacan chegava ao Brasil em meio à dança, ao tropicalismo e à invenção. Não como doutrina austera, mas como acontecimento cultural.

    Essa cena não é um detalhe pitoresco da história institucional. Ela dialoga diretamente com o que acabo de comentar: distinguir os gozos não é empobrecer a festa, não é afastar o gozo, é inventar outra forma de satisfação. A aproximação entre psicanálise, teatro, lógica, Carnaval e samba não foi um capricho estético: foi um modo brasileiro de digerir uma teoria estrangeira. Talvez possamos recuperar algo desse gesto: uma transmissão viva, que desarticule a submissão e implique um modo próprio de gozar no laço social.

  • Fórmula 1: Mercedes domina terceiro dia de testes de pré-temporada

    Fórmula 1: Mercedes domina terceiro dia de testes de pré-temporada

    Reprodução / Instagram / Mercedes F1
    mercedes-testes-bahrein-f1

    A sexta-feira (13/2) foi marcada pelo bom desempenho da Mercedes no Circuito Internacional de Sakhir, no Bahrein, onde foi realizado o terceiro dia da segunda janela de testes de pré-temporada da Fórmula 1. Kimi Antonelli liderou a sessão com 1m33s669, seguido pelo companheiro de equipe, George Russell, com 1m33s918. Lewis Hamilton, da Ferrari, fechou o top-3, com 1m34s209.

    Gabriel Bortoleto fechou a classificação feral do dia na 15ª posição, perdendo a disputa interna na Audi para o companheiro de equipe Nico Hulkenberg, que conseguiu o 10º melhor tempo.

    O desempenho do heptacampeão Lewis Hamilton com a Ferrari surpreendeu. O britânico superou nomes como Oscar Piastri e Lewis Hamilton com o resultado dentro da pista.

    1. Kimi Antonelli (Mercedes) – 1m33s669
    2. George Russell (Mercedes) – 1m33s918
    3. Lewis Hamilton (Ferrari) – 1m34s209
    4. Oscar Piastri (McLaren) – 1m34s549
    5. Max Verstappen (Red Bull) – 1m35s341
    6. Isack Hadjar (Red Bull) – 1m35s610
    7. Esteban Ocon (Haas) – 1m35s753
    8. Franco Colapinto (Alpine) – 1m35s806
    9. Oliver Bearman (Haas) – 1m35s972
    10. Nico Hulkenberg (Audi) – 1m36s291
    11. Alexander Albon (Williams) – 1m36s665
    12. Liam Lawson (Racing Bulls) –1m36s808
    13. Carlos Sainz (Williams) – 1m37s186
    14. Sergio Pérez (Cadillac) – 1m37s365
    15. Gabriel Bortoleto (Audi) – 1m37s536
    16. Lance Stroll (Aston Martin) – 1m38s165
    17. Valtteri Bottas (Cadillac) – 1m38s772

    A Fórmula 1 terá uma terceira e última janela de testes antes do início da temporada da categoria. Os treinos estão previstos para acontecer entre 18 e 20 de fevereiro, também no Bahrein.

  • Grupo empresarial alega prejuízo milionário em golpe do falso gerente

    Grupo empresarial alega prejuízo milionário em golpe do falso gerente

    Reprodução
    Foto colorida de celular

    O grupo empresarial chamado Uai Doimo diz ter sido vítima do golpe do falso gerente de banco no último dia 3 de fevereiro e ter sofrido um prejuízo de cerca de R$ 2,5 milhões. O grupo, que tem negócios em São Paulo, alega que o crime só foi possível por conta de um vazamento de dados do banco Bradesco.

    Segundo o boletim de ocorrência obtido pelo Metrópoles, o golpe começou após uma pessoa suspeita ligar para a diretora financeira do grupo se apresentando como a gerente das contas bancárias dos empresários. Na ligação, a golpista usou o nome de uma funcionária que de fato era responsável pela gestão financeira do grupo empresarial, o que não levantou desconfiança.

    Na conversa, a diretora financeira do grupo foi direcionada para um site que simulava o banco original do Bradesco pela golpista e foi orientada a atualizar dados, efetuar os procedimentos solicitados e digitar os tokens de segurança.

    A partir deste momento, a quadrilha golpista começou a realizar transferências bancárias. Em cerca de cinco horas, os criminosos fizeram 37 movimentações financeiras e roubaram R$ 2.557.684,83 das contas do grupo empresarial.

    Na representação criminal protocolada pelo grupo, os empresários acusam o banco Bradesco de quebra de sigilo bancário e vazamento de dados que possibilitaram o golpe. Além disso, alegam que a instituição financeira se mostrou inerte em relação às transferências bancárias suspeitas e que dificultou a investigação, “negando-se a fornecer logs de acesso e relatórios técnicos”.


    O que diz o banco


    Dicas para não cair no golpe

    Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), 139 mil clientes relataram ter caído no golpe da falsa central/falso funcionário, no primeiro semestre de 2025. O dado representou um aumento de quase 200% em relação ao ano anterior.

    O golpe é o segundo mais comum dentro dos estelionatos envolvendo instituições financeiras.

    Para não ser uma vítima desse tipo de crime, a federação recomenda que o cliente sempre verifique a origem das ligações e mensagens recebidas contendo solicitações de dados.

    Os bancos podem até entrar em contato com os clientes para confirmar transações suspeitas, mas nunca solicitam dados pessoais, senhas, atualizações de sistemas, chaves de segurança, ou ainda que o cliente realize transferências ou pagamentos alegando estornos de transações.

    Ao receber uma ligação suspeita, o cliente deve desligar, e de outro telefone, deve entrar em contato com os canais oficiais de seu banco.

  • Amac convoca prefeitos para Assembleia Geral Ordinária em Rio Branco

    Amac convoca prefeitos para Assembleia Geral Ordinária em Rio Branco

    A Associação dos Municípios do Acre (Amac) publicou no Diário Oficial do Estado na edição extra desta sexta-feira, 13, o edital…

  • SBN Acre consolida nova fase para a nefrologia no Acre

    SBN Acre consolida nova fase para a nefrologia no Acre

    A criação da Sociedade Brasileira de Nefrologia – Regional Acre (SBN Acre) marca um momento histórico para a saúde do Acre. A nova regional nasce com o propósito de fortalecer a especialidade, ampliar a representatividade médica e promover maior integração entre os profissionais que atuam na linha de frente do cuidado renal no estado. Para […]