Categoria: Teste

  • Endereços de Águas Claras ficam sem energia nesta sexta-feira (13/2)

    Endereços de Águas Claras ficam sem energia nesta sexta-feira (13/2)

    A suspensão ocorre das 10h às 16h, para que sejam realizados serviços de manutenção da rede de energia

  • Estradas: 2,5 milhões de veículos devem deixar SP no Carnaval. Veja

    Estradas: 2,5 milhões de veículos devem deixar SP no Carnaval. Veja

    Divulgação/Artesp
    Imagem colorida mostra veículos em trânsito em rodovia de São Paulo - Metrópoles

    A Prefeitura de São Paulo e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) preveem que aproximadamente 2,5 milhões de veículos devem deixar a cidade de São Paulo rumo ao interior e ao litoral neste Carnaval. Para aqueles que pretendem viajar, a CET recomenda programar a saída para as estradas a partir das 22h.

    A companhia prepara a “Operação Estrada”, no período de 13 a 18 de fevereiro, para proporcionar fluidez, mobilidade e segurança aos motoristas e pedestres. Uma das medidas é a suspensão do rodízio de veículos na capital paulista, de segunda (16/2) a quarta-feira (18/2).

    Aos motoristas com destino às rodovias, o recomendado é evitar utilizar o sistema viário principal no horário das 14h às 22h no dia 13 de fevereiro. A melhor opção é programar a viagem a partir das 22h.


    Piores horários para pegar rodovias no feriado

    Anchieta-Imigrantes

    Sentido Baixada Santista

    Retorno

    Anhanguera-Bandeirantes

    Saída

    Retorno

    Castello-Raposo

    Saída

    Retorno

    Ayrton Senna-Carvalho Pinto

    Saída

    Retorno

    Dutra e Rio Santos

    Saída

    Retorno

    Régis Bittencourt

    Fernão Dias

  • Toffoli, fica ou sai?

    Toffoli, fica ou sai?

    LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
    ministro-dias-toffoli-durante-sessao-do-supremo-tribunal-federal-stf—metropoles–12

    Citado nas investigações da Polícia Federal sobre o escândalo do Banco Master, o ministro Dias Toffoli deve se afastar ou permanecer como relator do caso no Supremo Tribunal Federal? Respostas de 1.650 leitores:
    Afastar-se – 94,4%
    Permanecer – 5,6%

  • Sol deu sorte ou azar? Como fica o tempo nesta sexta-feira 13 em SP

    Sol deu sorte ou azar? Como fica o tempo nesta sexta-feira 13 em SP

    William Cardoso/ Metrópoles
    Dias após recorde de frio, São Paulo passa por uma nova onda de calor. Sábado e domingo serão quentes, secos e sem chuvas agosto quente - Metrópoles

    O estado de São Paulo terá uma sexta-feira (13/2) com o sol brilhando entre poucas nuvens. O tempo mais aberto ajuda a aumentar as temperaturas e deixa uma sensação de calor e abafamento.

    Durante a tarde, o calor junto com a umidade do ar pode provocar pancadas de chuva isoladas.

    Essas chuvas podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento em praticamente todas as regiões do estado, que seguem em atenção.

    A única exceção é a região de Registro, onde não há previsão de chuva significativa.

    Na cidade de São Paulo, as temperaturas variam entre 20°C e 31°C.

    Já em Bauru, no interior, esquenta um pouco mais e os termômetros ficam entre 22°C e 33°C.

    No litoral paulista, deve dar praia. O sol brilha com algumas nuvens, mas sem previsão de chuva no Guarujá, com a máxima deve ficar nos 31°C.

  • Sem Toffoli no Master, petistas apontam Andrei como "craque" por um motivo

    Sem Toffoli no Master, petistas apontam Andrei como "craque" por um motivo

    Vinícius Schmidt/Metrópoles
    Imagem colorida do diretor-geral da PF Andrei Rodrigues - Metrópoles

    Aliados do presidente Lula no governo e petistas avaliam que a atuação “célere” do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi “fundamental” para que o ministro do STF Dias Toffoli deixasse a relatoria do caso Master.

    Como o Metrópoles mostrou, Toffoli deixou o caso na noite da quinta-feira (12/2) após reunião com integrantes do STF. O ministro da Corte André Mendonça assumiu o processo.

    Segundo auxiliares do chefe do Palácio do Planalto, a saída de Toffoli da condução da ação não era esperada para essa semana. A expectativa era de que ele abrisse mão da relatoria após o feriado de Carnaval.

    Para aliados do petista, Andrei apresentou fundamentos consistentes no pedido para que o ministro deixasse a relatoria. A avaliação é de que ele sai da crise como “craque do jogo”.

    Outro consenso é de que o diretor-geral da PF também influenciou Lula, que passou a defender, junto a interlocutores, a saída de Toffoli do caso.

    A PF apresentou, na quarta-feira (11/2), uma arguição de suspeição contra Toffoli no Supremo Tribunal Federal. O pedido foi acompanhado de material obtido a partir da extração de dados dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

    De acordo com apuração do Metrópoles, conversas encontradas no celular de Vorcaro mencionavam o nome de Toffoli, então relator do caso na Corte.

     

  • Pacheco adia troca de partido para pós-Carnaval e volta a cogitar MDB

    Pacheco adia troca de partido para pós-Carnaval e volta a cogitar MDB

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
    Rodrigo Pacheco (PSD-MG), concede entrevista à imprensa antes de deixar cargo

    Ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) resolveu deixar a definição sobre sua troca de partido para depois do feriado do Carnaval.

    Até então dada como certa nos bastidores, a filiação do senador ao União Brasil pode não se concretizar. Segundo aliados, ele voltou a considerar outras siglas.

    Pacheco passou a repensar sua ida para o União Brasil após emplacar o deputado federal Rodrigo de Castro no comando estadual da legenda em Minas Gerais.

    Castro é aliado de primeira hora do ex-presidente do Senado e se posiciona como oposição ao grupo político de Romeu Zema (Novo), adversário de Pacheco no estado.

    Com um aliado na presidência do União Brasil em Minas, Pacheco voltou a avaliar uma filiação a outro partido. Entre eles, o MDB, ao qual já foi filiado antes.

    Além da questão local, interlocutores do ex-presidente do Senado ponderam que ele também está levando o cenário nacional em conta para a troca de partido.

    Um dos temores de Pacheco é se filiar a um partido que venha a apoiar uma candidatura de direita à Presidência, o que inviabiliza uma aliança do senador com Lula.

    O convite de Lula a Pacheco

    Pacheco, como vem noticiando a coluna, avalia um convite de Lula para concorrer ao governo de Minas em 2026 e servir de palanque ao petista no estado.

    Na quarta-feira (11/2), o senador se reuniu com o presidente da República no Palácio do Planalto. No encontro, Lula prometeu ajudar Pacheco na mudança partidária.

    Segundo auxiliares presidenciais, Pacheco sinalizou que só topa concorrer se, ao fim, Lula não encontrar outro candidato competitivo para seu palanque em Minas.

    O senador avaliou que há outras opções para Lula no campo da centro esquerda. O presidente, então, respondeu que Pacheco seria a única alternativa para o petista no estado.

    O senador, então, afirmou ter compromisso com Minas Gerais e com a democracia e prometeu avaliar uma candidatura, caso Lula não encontre outra opção.

  • Se precisar de advogado, Toffoli não terá AGU ao lado como teve Moraes

    Se precisar de advogado, Toffoli não terá AGU ao lado como teve Moraes

    Valter Campanato/Agência Brasil
    Ministros STF Superior Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Dias Toffoli Metrópoles 1

    Se precisar de advogado para se defender das suspeitas levantadas pela Polícia Federal nas investigações sobre o Banco Master, o ministro Dias Toffoli não será defendido pela Advocacia-Geral da União (AGU), que vem prestando auxílio a Alexandre de Moraes, também do STF, em uma ação no exterior.

    No episódio envolvendo Moraes, a AGU avaliou que foi a atuação do magistrado no STF que originou o processo movido pela Trump Media e pela Rumble nos Estados Unidos. Por isso, a AGU agiu com a justificativa de atuar pelos interesses do Brasil e arcou com os custos.

    Já uma possível denúncia contra Toffoli configuraria situação na qual o interesse defendido é particular da autoridade e não da União. E, por isso, o ministro precisaria contratar um advogado para rebater eventuais acusações que venham a ser formalizadas pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

    Diferentemente de advogados, que podem atuar em causa própria, magistrados não podem fazê-lo porque, ao assumir o cargo de juiz, eles perdem o registro na OAB devido à incompatibilidade entre a magistratura e a advocacia.

  • Seis anos de terror: saiba quem é o casal que torturou três crianças

    Seis anos de terror: saiba quem é o casal que torturou três crianças

    Arte/Metrópoles
    Marcelo e Aline

    O casal torturador, condenado por submeter três crianças a uma rotina sistemática de agressões, é Marcelo Melo Dias, de 40 anos, preso no último dia 4, e Aline Fonseca de Castilho, também de 40, foragida da Justiça.

    Os dois foram condenados em regime fechado pelo crime de tortura por agredir crianças — flhas de Marcelo — física e psicologicamente, além de privá-las de alimentação, ameaçá-las de morte e submetê-las a choques elétricos.

    Áudios obtidos pela coluna, que não serão divulgados em respeito às vítimas e aos familiares, revelam que as vítimas viveram sob um cenário de completo terror entre outubro de 2015 e julho de 2021.

    A gravidade do caso é ainda maior porque uma das vítimas é diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, é não verbal e incapaz de se defender.

    Castigos e ameaças

    À coluna, uma fonte próxima à família, que preferiu não se identificar por medo de represálias, relatou que uma das crianças, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA) grau 3 de suporte, não verbal e incapaz de se defender, era violentamente agredida durante o período de desfralde, ao evacuar fora do local considerado adequado.

    Segundo o relato, a criança tinha o rosto esfregado nas próprias fezes, era trancada em um quarto e permanecia suja. Em crises, acabava ingerindo os próprios dejetos na tentativa de se limpar, já que entrava em desespero quando não estava limpa.

    Ao tentar proteger o irmão mais novo, limpá-lo ou impedir as agressões, os outros dois irmãos também eram espancados, castigados e torturados, chegando a sofrer estrangulamentos e ameaças constantes de morte.

    Áudios e vídeos anexados à denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP) reforçam que as crianças viviam uma rotina de extrema crueldade.

    De acordo com as provas, Marcelo agia com requintes de crueldade e planejava as agressões de forma a não deixar marcas visíveis em períodos próximos às visitas da mãe biológica — quando eram permitidas. Com frequência, ele impedia ou dificultava o contato, escondendo as crianças em locais desconhecidos pela mãe, inclusive na casa dos pais da companheira.

    “Mãe exemplar”

    O cenário de violência extrema teve início após a mãe biológica ser internada em decorrência de um grave acidente automobilístico. Segundo as investigações, Marcelo se recusou a devolver as crianças após a alta hospitalar.

    Nas redes sociais, a madrasta teria passado a se apresentar publicamente como “mãe exemplar de uma criança autista”, publicando imagens que simulavam uma família feliz.

    As apurações apontam que as crianças eram obrigadas a chamá-la de “mãe”, sob grave ameaça. Também eram punidas quando demonstravam sofrimento emocional ou defendiam a mãe biológica.

    Procurada

    Apesar de Marcelo ter sido preso no dia 4 de fevereiro para cumprir pena de sete anos e cinco meses de prisão, Aline permanece foragida.

    Informações indicam que ela pode estar escondida em Paraguaçu (MG), Campinas ou Votorantim (SP), cidades onde possui familiares.

  • Professora denuncia superlotação em escola: "Impossível alfabetizar"

    Professora denuncia superlotação em escola: "Impossível alfabetizar"

    Fotos Hugo Barreto/Metrópoles
    Sala de aula

    Uma professora da Escola Classe Arniqueira, no Distrito Federal, denunciou a superlotação nas turmas de 1º ano da unidade, que atende crianças de cinco e seis anos em fase de alfabetização. Segundo a docente, que preferiu não se identificar, a escola é a única da região e conta com apenas duas turmas de 1º ano, o que gera alta demanda todos os anos.

    Em 2026, uma das salas, planejada para receber 28 estudantes, começará o ano letivo com 35 matriculados.

    De acordo com a professora, o número excedente compromete o espaço físico e a dinâmica das atividades. “Fica lotada de meninos, de mesa, de cadeira e de mochila, sem condição nenhuma de trabalho”, relatou.

    A direção da escola teria solicitado à Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) a construção de duas salas emergenciais modulares, prevendo o aumento da procura. O pedido, no entanto, foi indeferido sob alegação de falta de recursos.

    “Também não é o ideal, porque o que é ideal é eles construírem a escola. É uma região grande e eles ficam fazendo os puxadinhos, aumentando a sobrecarga na direção e na escola, mas seria emergencial pela situação que a gente está vivendo hoje”, disse.

    Ainda segundo a professora, neste início de ano houve pedidos de remanejamento para a unidade. Ao todo, 65 solicitações teriam sido feitas para o 1º ano, mas apenas sete foram aceitas.

    Ela afirma que, em anos anteriores, a escola não costumava receber alunos de remanejamento para o 1º ano.

    “Eu fiquei muito indignada, porque sempre a corda estoura para o professor. A qualidade de ensino da criança também se perde. É uma série de políticas públicas que vai virando descaso na educação, falta de recurso e acaba explodindo lá na minha sala de aula”, afirmou.

    Com 21 anos de atuação na rede pública, a docente diz nunca ter vivenciado situação semelhante.

    “É uma falta de respeito com o professor. E aí eu não tenho voz, eu não tenho saúde. Porque é uma situação que a gente não precisava passar. Eu não era para estar gastando minha energia agora procurando e fazendo uma denúncia”, declarou.

    A professora também questiona como será possível cumprir metas do programa de alfabetização na idade certa com turmas superlotadas.

    “Como eu vou alfabetizar 35 crianças na idade certa, no momento certo – que seria esse – se eu sou só uma, eu não tenho direito a monitora, eu não tenho direito a nada. Só a receber as crianças e empilhar elas dentro de uma sala de aula”, desabafou.

    O que diz a SEEDF

    Em nota ao Metrópoles a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) informou que o planejamento das turmas começou em outubro de 2025, com base na demanda observada à época, podendo passar por ajustes.

    A pasta destacou que o número final de matrículas por turma só é consolidado após o 31º dia letivo, considerando transferências, desistências e reorganizações administrativas que costumam ocorrer no primeiro mês de aulas.

    Sobre os pedidos de remanejamento, a secretaria esclareceu que as solicitações não garantem vaga automática, pois é preciso priorizar a “continuidade das crianças que já estão na instituição educacional, reduções de turma para atendimento da educação inclusiva e possíveis reprovações”.

    Assim, são contempladas apenas as crianças dentro das vagas disponíveis.

    A SEEDF informou ainda que o Centro Educacional (CED) Arniqueira está em construção, com previsão de entrega ainda este ano. “A nova unidade deverá ampliar a oferta de vagas na região e contribuir para equilibrar a demanda”, diz a nota.