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  • Justiça revoga punição a servidores da PF por denúncia de assédio moral

    Hugo Barreto/Metrópoles
    Operação conjunta da Polícia Civil do Distrito Federal e da Polícia Federal prende bolsonaristas autores de ataques terroristas na cidade. Na imagem, um agente fala ao telefone próximo à sede da PF - Metrópoles

    A Justiça Federal suspendeu punições impostas a três servidores da Polícia Federal (PF) que denunciaram assédio moral de superiores na instituição. A decisão é do dia 30 de janeiro.  Os três foram punidos com suspensão temporária que variava entre 31 e 43 dias, e chegaram a ser afastados da corporação.

    De acordo com o processo ao qual o Metrópoles teve acesso, a punição teria sido adotada sob a justificativa de que as denúncias dos servidores eram infundadas.

    A decisão proferida pela 5ª Vara Federal Cível do Distrito Federal, no entanto, considerou que a penalidade não poderia ser aplicada enquanto ainda não há decisão final sobre a veracidade das denúncias.

    “A principal ilegalidade identificada reside na execução antecipada de penalidade baseada em presunção de falsidade ainda não comprovada judicialmente”, diz a decisão assinada pelo juiz Paulo Ricardo da Souza Cruz.

    Denúncia por assédio e afastamento imediato

    Três servidores da Polícia Federal denunciaram suposto assédio moral institucional na Academia Nacional de Polícia Federal (ANP). A denúncia foi registrada em setembro de 2023 e denunciava superiores hierárquicos na corporação.

    Cerca de três meses depois, um portaria da Administração Pública foi publicada para apurar possível falta funcional dos denunciantes. e os três foram alvos de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

    O PAD foi instaurado e os servidores foram considerados culpados. Na decisão que discutiu a dosimetria da punição, a administração justifica:

    “Fizeram acusações de fatos sabidamente inverídicos em face de autoridades policiais, mediante a construção artificiosa de narrativa de assédio moral, que ganharam grande repercussão no âmbito da Polícia Federal e em outros órgãos públicos, o que veio a ser indevidamente explorado pela mídia, maculando a imagem da Academia Nacional de Polícia e da própria Polícia Federal, descumprindo, assim, o dever funcional de lealdade à Instituição”, dizia a decisão.

    A decisão punitiva foi publicada no Diário Oficial no dia 02 de setembro de 2025. Poucos dias após a publicação, dois dos três servidores tiveram a execução da suspensão determinada e com pedido de “cumprimento imediato”. Veja abaixo:

    Ofício solicitava cumprimento imediato da suspensão dos servidores

    O Metrópoles apurou ainda que dois dos três servidores chegaram a ser afastados das atividades na Polícia Federal por quase uma semana. O retorno ao trabalho só foi possível após decisão liminar de setembro de 2025, que autorizou o retorno ao trabalho.

    Suspensão até o fim do processo

    No último dia 30 de janeiro, decisão proferida pela Justiça Federal determinou a execução das sanções até o julgamento definitivo da ação judicial que apura a veracidade das denúncias de assédio moral pelos três servidores. O magistrado pede ainda que os servidores sejam ressarcidos pelos descontos em seus respectivos salários pelos dias que ficaram suspensos.

    Na decisão, o juiz reforça ainda que a “execução imediata causa dano irreversível aos autores” que, além da perda remuneratória, também sofrem abalo funcional e reputacional.

    O advogado Max Kolbe, que faz a defesa dos servidores, alega que os agentes tiveram a suspensão imposta antes mesmo do julgamento do recurso da denúncia, o que esvazia o direito de defesa.

    “O risco é manifesto: o cumprimento da penalidade antes do julgamento do recurso e da própria ação judicial configurará dano irreparável, não apenas financeiro, mas, sobretudo moral e funcional, com repercussões graves na carreira dos requerentes”, defende Kolbe.

    Kolbe reforça ainda que as penalidades permanecerão suspensas até o julgamento definitivo da ação judicial que discute a existência, ou não, do assédio moral denunciado, bem como até a análise final dos recursos administrativos apresentados.

    A decisão também explica que os servidores não estão imunes a futuras punições, e que a Administração pode executar a penalidades caso seja concluído que houve irregularidades na denúncia de assédio moral.

    Procurada pelo Metrópoles, a Polícia Federal afirmou que não vai comentar a decisão.

  • Tudo que auditores encontraram nos endereços da Fictor

    Tudo que auditores encontraram nos endereços da Fictor

    Divulgação/Fictor
    Consórcio liderado pela Fictor Holding Financeira pediu ao Banco Central para comprar o Banco Master S.A Metrópoles 10

    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) determinou que uma empresa de consultoria fizesse uma auditoria prévia das informações prestadas pela Fictor no pedido de recuperação judicial, apresentado no dia 1ª de fevereiro.

    Os auditores visitaram mais de 15 endereços da Fictor, em São Paulo, Goiás, Amazonas, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Encontraram portas fechadas, salas comerciais vazias, e até um depósito e uma pousada funcionando onde deveria existir uma usina de energia elétrica. Além disso, pelo menos sete subsidiárias indicadas pela Fictor em cinco estados nem sequer foram encontradas.

    Na sede, em São Paulo, o auditor encontrou apenas funcionários da recepção e da limpeza trabalhando, além de uma equipe da área de tecnologia da informação. Os demais departamentos estavam vazios. Funcionários de outra empresa também estavam no local, desmontando os móveis.

    De acordo com o relato apresentado pela consultoria, o auditor foi informado que parte da operação teria mudado de endereço, ele foi ao local indicado e, mais uma vez, encontrou mesas vazias. A justificativa, no entanto, foi de que os funcionários estariam trabalhando em regime de home office.

    Ainda em São Paulo, os os funcionários da consultoria contratada visitaram a Usina Fotovoltaica Beira Rio, no município de Presidente Epitácio. Apesar de o local também estar vazio, a informação passada ao auditor foi de que o local estava em pleno funcionamento e que não havia a necessidade da presença constante de funcionários, uma vez que a operação era integralmente monitorada por meio de ferramentas tecnológicas. O consultor notou a existência de placas danificadas. Neste caso, a justificativa foi uma chuva de granizo que teria ocorrido dias antes.

    Em Sorocaba, a visita foi à empresa Dr. Foods Alimentos, que produz ração para animais de estimação. O funcionamento, de acordo com o registro da consultoria, estava regular. A pouca quantidade de funcionários e insumos foi atribuída ao horário da visita, no fim da tarde. O responsável pelo local teria explicado que as atividades se concentram no período da manhã e que os materiais necessários para a produção são entregues diariamente.

    Em Goiás, os auditores visitaram a Fictor Agro Comércio de Grãos, na cidade de Rio Verde. O endereço, como mostrou a coluna, é descrito nos materiais publicitários como a base operacional da Fictor na região Centro-Oeste.

    Assim como o Metrópoles, que esteve no endereço em janeiro, os representantes da empresa de consultoria não encontraram ninguém. Dentro da sala sem identificação, havia apenas mobiliário básico, como cadeiras, mesas, frigobar e aparelho de televisão. No chão, foram encontradas diversas correspondências, como boletos.

    Em Cocalzinho, também em Goiás, a visita foi à empresa Dynamis Clima. No endereço, como também mostrou o Metrópoles, funciona uma pousada, batizada de Riacho dos Pirineus. À reportagem, a responsável pelo local afirmou não saber como o endereço de sua pousada foi parar no processo de recuperação judicial. No local também foi encontrado um depósito sem qualquer identificação.

    Ainda em Goiás, a empresa de consultoria visitou um endereço onde deveriam funcionar dez empresas do conglomerado Fictor. A auditora, no entanto, encontrou um prédio de salas comerciais. Ao tentar entrar, ela foi impedida pelos funcionários da recepção que também se recusaram a responder qualquer questionamento.

    No estado do Amazonas, a visita foi ao endereço onde funcionar a empresa FW SPE Solar, no município de Altazes. No local informado, o auditor um alojamento pequeno e um pátio com máquinas pesadas, como carregadeiras e caminhões, além de pilhas de material de construção. O local era utilizado por funcionários que trabalhavam na execução de obras rodoviárias da região. Não havia qualquer placa ou informação que relacionasse o local à Fictor.

    Em Manaus, onde deveria funcionar a FW SPE Solar 2, não havia nada. O auditor não localizou qualquer placa ou estrutura. Funcionários de outra empresa próxima informaram desconhecer a existência da subsidiária da Fictor na região.

    No Rio de Janeiro, na cidade de Rio das Flores, deveria funcionar a Komorebi SCP. A visita do auditor, no entanto, encontrou uma estrutura sem qualquer identificação. Um funcionário do local disse que ali funcionava uma estação de energia solar, mas não permitiu que o auditor entrasse.

    Também no RJ, houve visita ao endereço do Hotel Logístico G+, que atua na locação de boxes para armazenamento de objetos. O auditor encontrou apenas duas funcionárias trabalhando, uma na recepção e outra no setor comercial.

    Em Jacarepaguá, a Fictor declarou ser dona da Rica Alimentos, especializada em processamento de frango. O auditor, no entanto, foi recebido no local pela equipe jurídica da empresa, que afirmou que a Rica nunca fez parte do grupo Fictor. A Rica teria apenas cedido espaço para a Fictor por meio de contrato, que havia, inclusive, sido rescindido.

    Ao visitar o Consórcio Solaris, em Duque de Caxias, a consultoria encontrou uma empresa funcionando. Ao falar com o vigia, no entanto, ele afirmou desconhecer a empresa Consórcio Solaris e negou a entrada do auditor.

    A consultoria também visitou endereços em Minas Gerais. Na cidade de Prados, a Fictor declarou ser dona do frigorífico Atalaia. Lá, no entanto, o auditor foi impedido de entrar, tirar fotos e falar com os funcionários.

    Na cidade de Maravilhas, também em Minas Gerais, a visita ao Fredini Alimentos encontrou o frigorífico e abatedouro de aves em plena atividade. A informação prestada por funcionários foi de que a Fictor comprou o local em 2004 e que atualmente 430 funcionários trabalham no local.

    Em Betim, os auditores estiveram no endereço da Mellore. O frigorífico foi adquirido pela Fictor após a Mellore entrar em recuperação judicial. A unidade estava em pleno funcionamento.

    Os auditores também estiveram em Salvador, onde funcionária uma das filiais da Fictor Invest. No local, não havia nada que indicasse o funcionamento de um escritório da Fictor. Por conta disso, a entrada da auditora não foi autorizada.

  • CBDN revela que brasileira passou mal e não completou prova de esqui

    CBDN revela que brasileira passou mal e não completou prova de esqui

    Reprodução/Instagram/Eduarda Ribera
    eduarda-ribera

    O Brasil teve participação dupla nos 10 km de esqui cross-country feminino, nesta quinta-feira (12/2), pelos Jogos Olímpicos de Inverno. Enquanto Bruna Moura ficou em 99º lugar, Eduarda Ribera não teve resultado. Ela não concluiu a prova porque, durante uma das subidas, sentiu um desconforto e passou mal.

    A Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) divulgou, em nota, que a atleta foi encaminhada a um hospital para realizar exames e nenhum risco foi constatado. “O diagnóstico foi de que o mal-estar teria sido causado por hiperventilação durante o esforço”, informou a entidade.

    Eduarda realizou a prova de distância nesta quinta-feira (12/2) e também já havia competido no sprint. Na próxima quarta-feira (18/2), ela retorna às pistas de Cortina d’Ampezzo para a disputa por equipes.

  • Rio Branco tem a maior inflação do país em janeiro de 2026, aponta levantamento do IBGE

    Rio Branco tem a maior inflação do país em janeiro de 2026, aponta levantamento do IBGE

    Rio Branco registrou a maior variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em janeiro de 2026 entre todas as regiões pesquisadas pelo IBGE. A inflação na capital acreana foi de 0,81%, mais que o dobro da média nacional, que ficou em 0,33% no mês. No acumulado dos últimos 12 meses, o IPCA […]

  • MG: suspeito de chacina na padaria tem histórico de perseguir mulheres

    MG: suspeito de chacina na padaria tem histórico de perseguir mulheres

    Reprodução/Redes
    Imagem colorida, MG: três mulheres assassinadas em padaria são sepultadas nesta 6ª- Metrópoles

    O homem, de 30 anos, que confessou o triplo homicídio em uma padaria de Ribeirão das Neves (MG), tinha diversos registros envolvendo ameaças, perseguições e Lei Maria da Penha.

    Nesta quinta-feira (12/2), delegados revelaram uma reviravolta sobre a chacina, ao apontar que o principal suspeito não era um adolescente, de 17, mas o adulto.

    Embora não tivesse condenações judiciais, assim como nunca foi preso, o homem acumula um histórico de boletins de ocorrência contra mulheres, um dos indícios que corroborou a linha de investigação para apontá-lo como principal suspeito do crime, segundo o delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) Marcos Vinícius Solis.

    “Ele tem diversos boletins de ocorrência envolvendo ameaças, perseguições e problemas com mulheres envolvendo a Lei Maria da Penha. Os indícios que levaram à prisão dele: estava com uma arma ilegal quando foi preso, e é suspeito do triplo homicídio. Motivação? A gente não sabe ainda”, afirmou investigador.

    As vítimas foram identificadas como , que chegou a ser socorrida após ser baleada, mas não resistiu aos ferimentos. O adolescente foi apontado como principal suspeito de cometer o crime por ser ex-namorado de Nathielli, mas ele não tem relação com a chacina.

    O homem de 30 anos mora próximo à padaria, é cliente do local e cometeu uma tentativa de homicídio em outro comércio um dia após à chacina.

    Ponto-chave para reviravolta

    Em 5 de janeiro, houve uma tentativa de homicídio em uma oficina mecânica da região, com um modo de agir semelhante à chacina na padaria, com uma arma de fogo artesanal.

    As imagens das câmeras de segurança da oficina mecânica coincidiram com a aparência do suspeito que cometeu a chacina na padaria. Em seguida, agentes da PCMG foram até a casa do homem para a prisão em flagrante e apreenderam uma arma artesanal, que ele tentou esconder.

    “Características dele pessoais, comportamentais e expertise em certos conhecimentos também, tudo bate com aquilo que estávamos procurando. Identificamos que diversos elementos que nós apontávamos no autor do triplo homicídio estão presentes nesse suspeito. Objetos apreendidos na casa dele também batem tanto com os fatos ocorridos na padaria quando com aqueles na oficina”, enfatizou Marcos Vinícius.

    Na casa do criminoso, também foram encontrados um capacete e uma motocicleta, utilizados para cometer os crimes na padaria e na oficina mecânica. Os delegados apontam que a arma apreendida possivelmente foi utilizada em um dos crimes. 

  • Homem é investigado por impedir alimentação de gatos comunitários

    Homem é investigado por impedir alimentação de gatos comunitários

    Material cedido ao Metrópoles
    Terceirizado - Metrópoles

    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu investigação contra um homem suspeito de cometer maus-tratos ao impedir que uma cuidadora de animais deixasse alimentos para gatos comunitários na região do Guará (DF). Neste sábado (7/2), a mulher tentou deixar ração para os animais perto da loja Leroy Merlin, como faz há anos, mas foi impedida por um funcionário terceirizado. Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, o homem  chuta, espalha o alimento e discute com a mulher. Em nota, a Leroy Merlin lamentou a situação e informou que afastou o trabalhador imediatamente. 

    Após receber a denúncia, delegado-chefe da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA/Cepema), Jonatas Silva, instaurou uma investigação.

    “Os gatos comunitários são protegidos pela Lei 6612 de 2020, que reconhece o direito desses animais a permanência no local, alimentação e aos cuidados básicos, prestados pela comunidade. Impedir deliberadamente que o animal se alimente, destruir o alimento colocado ou praticar qualquer ato que gere sofrimento pode, em tese, configurar crime de maus-tratos”, pontuou o delegado.

    Entenda o caso

    “Estava colocando comida para os gatinhos. O funcionário (terceirizado) falou que não era para dar comida para eles e chutou a ração. Não tem o quê falar. Proibir colocar ração para os animais?”, comentou.

    “Alimentar os animais é de grande importância. Porque é uma vida. Não é porque é um animal que podemos deixar de cuidar”, afirmou ao Metrópoles.

    De acordo com Maria, um dos gatos comunitários, de pelagem amarela, desapareceu há aproximadamente 20 dias.

    A advogada do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Ana Paula Vasconcelos reforçou que proibir a alimenção de animais é crime e cobrou punição e responsabilização do envolvido.

    “Proibir a alimentação de seres vivos, além de moralmente condenável, pode configurar conduta criminosa, considerando a legislação que assegura a proteção e o bem-estar animal. As autoridades competentes devem estar atentas a essas violações e adotar as providências cabíveis para a devida responsabilização”, explicou.

    Em nota ao Metrópoles a Leroy Merlin lamentou o ocorrido e esclareceu que a conduta não reflete os valores e as diretrizes da companhia.

    “A companhia ressalta que colaborador terceirizado envolvido foi imediatamente afastado e que adotou todas as medidas cabíveis. Reforça ainda que possui políticas rigorosas relacionadas à ética e ao cuidado com os animais, tema tratado com absoluta seriedade pela companhia e seu comprometimento em evitar que situações como essa voltem a ocorrer”, concluiu a empresa.

  • Alvo de críticas, Nikolas se manifesta sobre apoio a Flávio Bolsonaro

    Alvo de críticas, Nikolas se manifesta sobre apoio a Flávio Bolsonaro

    Hugo Barreto/Metrópoles
    Nikolas Ferreira

    O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) usou as redes sociais para afirmar apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República. Flávio foi o nome escolhido pelo pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para “substituí-lo” no pleito deste ano.

    Nos últimos dias, Nikolas foi alvo de críticas após declarações que, segundo o próprio parlamentar, foram tiradas de contexto. “Não há qualquer declaração minha dizendo que não participaria da campanha presidencial no primeiro turno“, disse.

    “Sou deputado federal por Minas Gerais e concorrerei à reeleição. Minas, portanto, deve ser a minha prioridade […] Além disso, é de conhecimento de todos que, historicamente, a vitória em Minas Gerais é condição necessária para que um candidato se torne Presidente. Não é egoísmo ou projeto pessoal, é propósito”, escreveu.

    O deputado mineiro foi criticado por apoiadores após afirmar que empenharia esforços em seu reduto eleitoral, em Minas Gerais, onde vai tentar a reeleição para a Câmara dos Deputados.

    As afirmações, de acordo com Nikolas, foram interpretadas como falta de apoio ao projeto de Flávio Bolsonaro. O que ele desmente. “Flávio é o candidato escolhido pelo Presidente Bolsonaro e terá o meu apoio“, afirmou.

    Na postagem, responsabilizou perfis que atuam para “atacar a direita” pela má interpretação de suas declarações.

    “E esses perfis, que insistem em atacar e destruir, não só a minha reputação, mas a de qualquer pessoa que tenha uma vida dedicada às causas e valores defendidos pela direita e que não age da forma que eles querem ou esperam, precisam ser desautorizados publicamente. Do contrário, continuarão a criar conflitos desnecessários e a afastar quem pode somar forças para que tenhamos um parlamento mais forte e sucesso na campanha do Flávio”, disse.

    O parlamentar tem sido alvo de críticas e sendo cobrado por apoio mais explícito aos nomes ventilados pelo Partido Liberal (PL) para o pleito de 2026 — seja para a Presidência ou para o Governo de Minas Gerais.

  • Carnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador

    Carnaval: pais não devem postar imagens de crianças, diz pesquisador

    A pureza de crianças brincando livremente o carnaval ilumina os olhares e as lembranças do momento. Por outro lado, as famílias, a sociedade e o poder público devem ficar muito mais atentos com o avanço de violações contra os pequenos nesse período. Pesquisador em políticas públicas para infância e adolescência, o presidente da organização social […]

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    GO: secretário de prefeitura mata filhos e tira a própria vida

    O secretário de Governo do município de Itumbiara, no sul goiano, Thales Machado, morreu nesta quinta-feira (12/2), após, segundo…

  • MEC define calendário nacional de matrícula na residência médica

    MEC define calendário nacional de matrícula na residência médica

    A matrícula de médicos selecionados em programas de Residência Médica (PRM) deverá ser feita diretamente pela instituição credenciada entre os dias 10 de fevereiro e 31 de março, para ingresso no primeiro semestre; ou entre 10 de agosto e 30 de setembro, para o segundo semestre. O calendário que padroniza nacionalmente os períodos de matrícula […]