O homem foi preso em flagrante por investigadores da Polícia Civil do DF pouco depois de cometer o crime
Categoria: Teste
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Jovem de 20 anos está internada em estado grave após levar 15 facadas
Reprodução/Redes sociais
Alana Anísio Rosa, de 20 anos, está internada em estado grave após levar mais de 15 facadas, dentro de casa, no bairro Galo Branco, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O caso ocorreu na noite dessa sexta-feira (9/2), e o suspeito de cometer o crime, identificado como Luiz Felipe Sampaio, foi preso no mesmo dia.
Nas redes, a mãe da jovem, Jaderluce Anísio Rosa, demonstrou revolta com a situação e pediu Justiça para a filha, que está em uma unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital da região.
Com a voz embargada e emocionada, a mãe afirmou que o suspeito era obcecado pela filha e, na sua ausência, invadiu a casa da família. Ela acrescentou que, se não tivesse chegado antes em casa, a filha estaria morta.
“Ele tentou tirar a vida da minha filha, invadiu a minha casa, ele não era o namorado dela, eles nunca tiveram nada, ele só cismou com ela. Justiça pela minha filha, ela está em coma, eu preciso que vocês rezem”, afirmou Jaderluce no Instagram. “Se eu não chego em casa, ele teria matado minha filha”, acrescentou.
Em outros vídeos compartilhados nas redes, a mãe de Alana disse que o agressor morava no mesmo bairro que a filha e começou a tentar agradá-la.
Segundo Jaderluice, Luiz tentou criar um “romance”, jamais correspondido por Alana. Apesar da insistência de Luiz, a jovem optou por priorizar os estudos e o futuro, o que pode ter motivado o ataque do suspeito.
“Ela agradeceu as flores, o chocolate e falou para ele que não tinha intenção nenhuma de namorar, porque ela estava focada nos estudos dela. O sonho de Alana ser médica. Se Deus quiser, ela vai ser”, declarou.
Alane permanece em estado grave, mas não está mais em coma
Apesar do quadro delicado de saúde, Alane deixou de respirar por tubos, após a equipe médica identificar uma evolução na situação. Jaderluce contou que a filha abriu os olhos ao ouvir a voz da mãe, mas teve queda na oxigenação.
“Aí, eles tiraram o tubo, ela abriu o olho, eu falei com ela: ‘Filha, mamãe está aqui, você é forte’. E ela abria só um olho… Porque ele bateu muito com a cabeça dela no móvel que a gente tem na sala”, detalhou.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou, em nota, que Luiz Felipe Sampaio foi preso em flagrante na sexta-feira (9/2). Ele foi conduzido à 73ª DP (Neves) e vai responder por tentativa de feminicídio.
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Advogado de Daniel Silveira informa a Moraes que deixa o caso
Igo Estrela/Metrópoles
O advogado de defesa do ex-deputado Daniel Silveira deixou o caso, que atuava desde 2021. Paulo Faria infomou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que renuncia à defesa de Silveira por “questões de foro íntimo”, de saúde e por entender que sua incumbência profissional foi encerrada.
Silveira cumpre pena de 8 anos e 9 meses por crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo, em regime aberto. A última autorização de Moraes foi para que Silveira pudesse se casar, no dia 21 de fevereiro, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, mediante uso tornozeleira eletrônica.
Mesmo em regime aberto, Silveira obedece o recolhimento domiciliar durante a semana no período noturno, das 19h às 6h, e integralmente nos fins de semana e feriados.
No lugar de Paulo Faria, entrará o advogado Michael Robert.
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Defesa de jovem morto pedirá que agressor responda por homicídio
Divulgação/Senac-DF
A defesa da família de Rodrigo Castanheira, jovem que morreu aos 16 anos após ser agredido, pedirá que o autor do ataque, Pedro Turra, de 19 anos, responda por homicídio doloso.
O advogado da família Albert Halex entende que há elementos que comprovam que o crime foi premeditado. “Houve intenção e premeditação, assumindo, no mínimo, de produzir o resultado morte”, destacou.
Albert reforçou que entende que a investigação deve avançar para esclarecer plenamente os fatos, além da participação de outras pessoas. “Para o avanço da investigação, é importante que todas as diligências legais cabíveis sejam realizadas, como a quebra de sigilo telefônico, a fim de garantir uma apuração completa”, disse o advogado.
O advogado explicou que Rodrigo nunca havia relatado nenhuma ameaça ou queixa à escola.“Esclareço que Rodrigo não havia feito qualquer registro ou queixa junto à escola, pois eventuais desavenças anteriores não indicavam risco ou possibilidade de um desfecho violento. Não havia, portanto, elementos que justificassem preocupação ou intervenção por parte da instituição de ensino”, esclareceu.
“A família confia no trabalho das autoridades para que todas as circunstâncias sejam devidamente esclarecidas e os responsáveis pelo crime que resultou na morte de Rodrigo Castanheira sejam responsabilizados”, concluiu o advogado da família de Rodrigo em nota.
A morte do estudante Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, pode mudar de forma decisiva o rumo do processo criminal envolvendo o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, 19 . O que antes era investigado como lesão corporal gravíssima, agora, pode se tornar lesão corporal seguida de morte, crime mais grave, com pena que pode chegar a 12 anos de prisão, ou então homicídio doloso, que prevê até 20 anos de prisão, segundo o Código Penal Brasileiro.
A Coluna Mirelle Pinheiro, do Metrópoles, apurou que o Ministério Público do DF pediu à Justiça que Pedro Turra seja levado a júri popular pela morte de Rodrigo.
O inquérito, já concluído pela 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), agora está nas mãos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Morte após 16 dias
Episódios de violência
O delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar afirmou que o investigado já teria se envolvido em outros episódios de violência. A defesa contestou as declarações, alegando possível abuso de autoridade.
Após a repercussão do caso, vieram à tona outras ocorrências policiais atribuídas ao ex-piloto, entre elas:
Todos os registros ainda estão sendo apurados.
Dor e pedidos de justiça
Com aplausos, cantos de louvor e pedidos por justiça, o corpo do jovem Rodrigo Castanheira, de 16 anos, foi enterrado sob forte comoção no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul (DF) na tarde deste domingo (8/2). Cerca de 300 pessoas estiveram na cerimônia para prestar as últimas homenagens ao adolescente.
Além dos familiares do Distrito Federal, parentes de Goiânia (GO) e do Rio de Janeiro (RJ) se deslocaram para se despedir do garoto. A vice-governadora do DF Celina Leão (PP-DF) marcou presença na cerimônia.
Após o corpo ser enterrado, todos os presentes aplaudiram e balões subiram. Como forma de homenagear a paixão de Rodrigo pelo futebol, a família e os amigos assinaram uma bola.
Amigos de Rodrigo produziram um emocionante vídeo em homenagem ao garoto e publicaram nas redes sociais na manhã deste domingo (8/2). As imagens revelam o adolescente como todos o conheciam: leve, brincalhão, sempre rodeado de amigos. “Ele transpirava vitalidade”, escreveu uma amiga. “Era impossível ficar triste perto dele”, comentou outro.
Rodrigo era morador do DF e estudava no Colégio Vitória Régia. Amigos, familiares e jovens da capital realizaram duas vigílias na porta do Hospital Brasília em oração ao rapaz — a última foi realizada nessa sexta-feira (6/2).
Além de ser estudante, o jovem foi jogador de futebol da base do Ceilândia Esporte Clube e jovem aprendiz do programa CEP Talal Abu Allan, do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Distrito Federal (Senac-DF), que lamentaram a morte do jovem nas redes sociais.
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Faculdade suspende aulas após professora ser morta por aluno em RO
Reprodução/ Redes sociais
O Centro Universitário Aparício Caravalho (Fimca) decretou a suspensão das aulas durante três dias após a professora de Direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Santiago, de 41 anos, ser assassinada a facadas por um aluno dentro da sala. O caso ocorreu na noite da última sexta-feira (6/2), em Porto Velho (RO).
Ver essa foto no InstagramUm post compartilhado por Centro Universitário Aparício Carvalho FIMCA (@centrouniversitariofimca)
Preso em flagrante, o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, confessou ter usado uma faca que havia sido entregue pela própria docente, dias antes de matá-la. O agressor é aluno regularmente matriculado na instituição e foi imobilizado por outros estudantes após esfaquear Juliana.
A morte da professora causou grande comoção entre estudantes, colegas de trabalho e funcionários. Nas redes sociais, diversas mensagens lamentaram a perda e destacaram o compromisso e a dedicação de Juliana com o ensino e a faculdade suspendeu as aulas em luto pela sua morte.
“O Grupo Aparício Carvalho consternado pelo falecimento da Dra. Juliana Santiago, comunica a toda comunidade acadêmica o Luto Institucional de 3 (três) dias, no período de 07 à 09, com a suspensão de suas atividades acadêmicas. Que o exemplo, a dedicação e a memória da Dra. Juliana Santiago, permaneçam vivos entre nós”, informou.
Ainda em outras mensagens em homenagem à professora, a instituição declarou seu profundo pesar pela morte e classificou como perda irreparável em nome de todos que frequentam a faculdade.
A faculdade ainda afirmou que a violência que silenciou a voz de Juliana não apagará o legado dela, que era vista como “referência de excelência acadêmica”. Em outra nota compartilhada, o instituto comunicou que as providências adotadas e que o centro universitário irá colaborar com as investigações.
“A Instituição reafirma seu repúdio absoluto a este crime e informa que providências já estão sendo adotadas. O Grupo Educacional está prestando toda a assistência necessária, além de colaborar integralmente com as autoridades competentes para que os fatos sejam devidamente apurados e a justiça seja realizada”, informou.
Entenda o caso
Segundo a polícia, o estudante estava sozinho com a vítima após o fim das aulas quando, tomado por um acesso de raiva, a atacou com uma faca que, dias antes, teria recebido da própria professora junto com um doce.
À polícia, João afirmou que manteve um relacionamento amoroso por cerca de três meses com Juliana e que passou a se sentir “emocionalmente abalado” após perceber um distanciamento da vítima.
Segundo ele, a situação teria se agravado ao descobrir que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido. Juliana foi atingida por golpes na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito.
Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. O agressor tentou fugir, mas foi contido por outro aluno, que é policial militar, até a chegada da polícia.
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Esposa de Henrique Maderite revela quem encontrou influenciador morto
Reprodução/Instagram
Henrique Madeirite morreu na última sexta-feira (6/2), aos 50 anos, após um infarto fulminante, de acordo com a família. Dono de mais de 2 milhões de seguidores, ele estava na própria fazenda quando passou mal. Nesse domingo (8/2), a viúva, Fernanda Maciel, relatou os últimos momentos de vida do marido.
De acordo com Fernanda, o influenciador passou o dia no local acompanhado de um amigo, identificado como Bernardo. Por volta das 17h, enquanto cuidava dos cavalos, Madeirite teria se sentido mal. Após o mal-estar, decidiu tomar banho e deitar para descansar.
Com a demora para voltar, Bernardo foi até o quarto para procurá-lo. “Para a infelicidade do Bernardo, hora que o ele entrou no quarto o Maderite estava caído no chão”, contou Fernanda. Ela relatou ainda que o amigo tentou reanimá-lo, mas ele já estava sem sinais vitais.
Segundo a viúva, o sangramento observado na orelha dele teria ocorrido porque Henrique bateu a cabeça em um móvel durante a queda. “Ele partiu rápido, isso foi o maior conforto para o meu coração. Ele não sofreu”, desabafou.
Fernanda estava viajando para Ouro Preto (MG), onde comemoraria o aniversário de uma tia, quando recebeu a notícia. Ela retornou imediatamente. “Nunca vou conseguir mensurar o tamanho da minha dor”, afirmou.
