Categoria: Teste

  • Federação altera local e data do jogo entre Independência x Vasco-AC

    Federação altera local e data do jogo entre Independência x Vasco-AC

    A Federação de Futebol do Acre (FFAC) anunciou a alteração do confronto entre Independência e Vasco-AC, válido pela abertura da quinta rodada do Campeonato Acreano Série A. A partida, que antes estava marcada para segunda-feira (9), às 18h, no Estádio Antônio Aquino Lopes, o Florestão, foi remanejada para terça-feira (10), às 17h, na Arena da […]

  • Árvore cai sobre carro, mata três pessoas e deixa uma em estado grave

    Árvore cai sobre carro, mata três pessoas e deixa uma em estado grave

    Reprodução/ Redes Sociais
    Defesa Civil registra muita chuva neste fim de semana e vem mais água durante a semana

    Uma árvore caiu sobre um carro e matou três pessoas na noite desse domingo (8/2) em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro (RJ). O acidente ocorreu próximo à Rodovia Rio–Santos (BR-101). Uma quarta pessoa ficou gravemente ferida e foi levada a um hospital da região.

    Por causa do acidente, a pista precisou ser interditada. A Polícia Civil acionou a perícia para apurar as circunstâncias da queda da árvore.

    Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) de Angra dos Reis.

    Chuva

    Nesse domingo (8/2), a Rodovia Rio-Santos (BR-101) ficou sob risco de interdição preventiva devido às fortes chuvas. Segundo o Centro de Operações Rio, a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém o tempo instável, com previsão de pancadas de chuva moderadas a fortes para esta segunda-feira (9/2). Motoristas devem redobrar a atenção.

  • Acidente entre Zebrinha e carro deixa três feridos em Taguatinga. Veja vídeo

    Acidente entre Zebrinha e carro deixa três feridos em Taguatinga. Veja vídeo

    Material cedido ao Metrópoles
    Zebrinha - Metrópoles

    Três pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo um micro-ônibus Zebrinha e um Hyundai Creta prata, por volta das 7h, de segunda-feira (9/2), na QNF 23, na Sandu Norte, em Taguatinga (DF).

    Segundo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a motorista do carro e dois passageiros do ônibus sofreram ferimentos e foram levados ao hospital.  Não há informações sobre a gravidade dos ferimentos.

    A via precisou ser interditada para garantir a segurança e facilitar o atendimento dos envolvidos. Para garantir o fluxo do trânsito, os veículos foram desviados e passaram por um posto de combustíveis que fica na esquina da ocorrência.

    O acidente de trânsito, envolvendo o Zebrinha, atingiu a rede de distribuição de energia. Por isso, a Neoenergia, concessionária responsável pela distribuição no DF, foi acionada.

    As equipes realizaram as ações necessárias para eliminar o risco de incêndios. Segundo a empresa, não há clientes com o fornecimento de energia interrompido.

    O local ficou aos cuidados da Polícia Militar (PMDF) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

  • Manchester United define alvo para substituir Casemiro; confira

    Manchester United define alvo para substituir Casemiro; confira

    Justin Setterfield/Getty Images
    Casemiro United

    Em grande fase, o Manchester United se prepara para a próxima temporada. O clube inglês não terá Casemiro, que anunciou saída dos Red Devils, e definiu o italiano Sandro Tonali como alvo para 2026/27.

    Segundo o jornal inglês The Telegraph, o volante de 25 anos que está no Newcastle é o principal nome da lista do treinador Michael Carrick. No entanto, o Manchester United tem a concorrência da Juventus, além de ter atraído o interesse de Arsenal e Manchester City.

    Na última semana, o agente de Tonali revelou que o jogador está considerando uma troca de clube. A situação pode forçar uma saída do volante do Newcastle.

    Revelado pelo Brescia, Tonali jogou pelo Milan, antes de ser contratado pelo Newcastle por 70 milhões de euros (cerca de R$ 360 milhões) em 2023. O jogador ficou 10 meses afastado dos gramados por envolvimento em apostas esportivas.

  • Socialista Antônio Seguro é eleito presidente de Portugal

    Socialista Antônio Seguro é eleito presidente de Portugal

    O socialista Antônio José Seguro foi eleito hoje (8) novo presidente de Portugal, ultrapassando a barreira de 3 milhões de votos…

  • Cobra-cipó cruza caminho no Horto Florestal e guia registra encontro

    Cobra-cipó cruza caminho no Horto Florestal e guia registra encontro

    Um encontro tranquilo entre homem e natureza virou conteúdo educativo nas redes sociais neste domingo (8), após o guia de turismo acreano Tássio Fúria publicar um vídeo registrando a passagem pacífica de uma cobra no Horto Florestal, em Rio Branco. As imagens mostram o animal, descrito pelo próprio guia como uma “bebê”, deslizando calmamente por […]

  • Justiça impõe R$ 18,4 milhões em multas por gado ilegal em Terra Indígena no Pará

    Justiça impõe R$ 18,4 milhões em multas por gado ilegal em Terra Indígena no Pará

    A atuação do Ministério Público Federal (MPF) contra a pecuária ilegal na Terra Indígena Apyterewa, no Pará, já resultou em R$ 18,4 milhões…

  • Resumo do BBB 26 hoje: madrugada tem promessa de ‘veneninho’, Marciele ‘traída’ e brother ‘queimado’ após Paredão

    Resumo do BBB 26 hoje: madrugada tem promessa de ‘veneninho’, Marciele ‘traída’ e brother ‘queimado’ após Paredão

    Marciele saiu abalada da quarta Formação de Paredão do BBB 26, que mexeu com os ânimos dos participantes e com os rumos do jogo. Na madrugada desta segunda (9), a sister fez vários desabafos com os participantes e se disse “traída” pelo desenrolar dos fatos. Samira seguiu planejando a forma de revidar sua indicação ao […]

  • Genro e sogro são presos após se agredirem em Cruzeiro do Sul

    Genro e sogro são presos após se agredirem em Cruzeiro do Sul

    A Polícia Militar prendeu em flagrante nesse domingo, 8, em Cruzeiro do Sul, Altevir e José Maria, genro e sogro, por lesão corporal com terçado no bairro Cruzeirão. Altevir, 41 anos, relatou que estava em sua residência ingerindo bebida alcoólica e ouvindo som, quando o padrasto de sua esposa, o senhor José Maria, 66 anos, […]

  • Por que a bioinvasão marinha é um problema para o litoral brasileiro

    Por que a bioinvasão marinha é um problema para o litoral brasileiro

    Freepik
    Foto colorida de coral no fundo do mar - Metrópoles

    * O artigo foi escrito pelos pesquisadores Larissa Marques Pires-Teixeira, Fernanda Araujo Casares e Joel Christopher Creed, da UERJ, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

    É comum associar a perda de biodiversidade com atividades humanas, como desmatamento e poluição, que contribuem para a redução e o desaparecimento de espécies da fauna e da flora. Outra consequência da ação humana, a introdução de espécies invasoras, também desempenha um papel importante na diminuição da diversidade de espécies no mundo todo.

    A chegada de uma espécie representa para um ecossistema um novo componente que é introduzido em um ambiente até então em equilíbrio e com inter-relações entres as espécies nativas, que evoluíram paralelamente ao longo de milhares de anos.

    A introdução de uma nova espécie significa sempre uma ameaça?

    Vai depender das características do ambiente que recebe e da espécie que é introduzida. Caso o desdobramento dessa introdução seja um evento de bioinvasão, os custos são altos, para o meio ambiente, para os cofres públicos e as vezes até para a saúde humana.

    Estima-se que os custos com o manejo de espécies exóticas invasoras e as consequências desses eventos a nível global tenham girado em torno de R$ 2,88 trilhões de dólares, considerando o período entre 1970 e 2022. No Brasil, o valor gasto com os prejuízos chega a R$ 104,33 bilhões de dólares, entre 1984 e 2019.

    No mar ainda faltam dados que estimem os custos com a problemática da bioinvasão no Brasil, mas é possível ter uma ideia a partir dos custos de uma única ação para remoção de uma espécie de coral invasor bem conhecida, o Coral-sol. O valor gasto em um dia de ação é de R$ 3.600 (aproximadamente US$ 720). Contudo, para um manejo efetivo, são necessárias atividades contínuas de remoção.

    Bioinvasão marinha ao longo dos anos

    Em função da sua extensão e variedade de ambientes associados a ecossistemas costeiros, o Brasil carrega o título de importante doador e receptor de espécies marinhas. Nossos 8 mil km de litoral são compostos por ambientes tropicais a temperados distintos e com diversidade de espécies particulares. Há desde recifes de corais e praias arenosas, até manguezais, marismas, bancos de rodolitos e fanerógamas marinhas, lagoas, estuários, ilhas oceânicas e pântanos.

    O aumento das nossas atividades marítimas também contribui para esse cenário. No mar, qualquer embarcação ou estrutura que se movimente pode servir como meio de transporte para que uma espécie se desloque de um local para o outro.

    A água utilizada em barcos e navios para manter a estabilidade, o equilíbrio e a segurança durante a navegação, conhecida como água de lastro, ao ser preenchida e despejada, transporta e introduz espécies marinhas de um local para outro.

    Cascos de navios e plataformas de petróleo, a parte submersa de boias, o lixo marinho até a abertura de canais de navegação também são exemplos, já que as espécies usam essas estruturas e liberam suas larvas por onde passam.

    Em 2019, um levantamento realizado por nós do Laboratório de Ecologia Marinha Bêntica da Uerj, mostrou que até aquele ano, 138 espécies marinhas foram consideradas não nativas (ou exóticas), ou seja, aquelas que ocorrem fora de sua área de distribuição natural.

    A maioria dessas espécies foi introduzida no sudeste do Brasil e já encontrada nos 17 estados costeiros do país. Estas espécies compreendem gastrópodes, crustáceos, acídias, poliquetas, corais, peixes e até espécies do plâncton.

    Na época em que o estudo foi publicado na revista Aquatic Invasions, nós fizemos um alerta. A falta de um banco de dados nacional de espécies exóticas invasoras marinhas é uma carência do nosso país no enfrentamento à bioinvasão.

    Qual a situação atual e o que esperar para os próximos anos?

    Passados seis anos, o cenário é outro. O Brasil atualmente conta com uma plataforma que inclui todas as espécies exóticas invasoras marinhas do Brasil. A Plataforma Brasileira de Bioinvasão é atualizada periodicamente e conta com a contribuição da sociedade, que pode preencher no próprio site um formulário indicando a ocorrência de uma espécie não nativa, que depois será analisado por especialistas no assunto.

    Em contraponto a esse avanço, o número de espécies introduzidas aumentou desde 2019. Atualmente, o litoral brasileiro registra 175 espécies exóticas, que chegam ao país em diferentes embarcações ou estruturas que se movimentem e possam servir como meio de transporte. Considerando os dados da Plataforma, esse número sobe para 339, já que são incluídas as criptogênicas – quando não se sabe se é nativa ou não – e as contidas – não nativas, mas restritas a cativeiro ou cultivo.

    Outro número que chama atenção é o aumento de espécies invasoras, que são aquelas que causam impactos mensuráveis no meio ambiente, em atividades socioeconômicas ou na saúde humana. Em seis anos, a quantidade de invasores marinhos saltou de 19 para 26.

    Esses invasores compreendem, principalmente, espécies de antozoários, animais marinhos do grupo das águas-vivas e dos corais. Diferente das águas-vivas, passam toda a vida fixos no fundo do mar.

    Esse número acende um outro alerta, o comércio de aquário como um caminho de transporte de espécies marinhas, como no caso dos corais moles e pétreos. É o caso do coral mole azul Latissimia ningalooensis.

    Nativa da Austrália, a espécie foi descartada de um aquário em um costão rochoso de uma praia de águas calmas e cristalinas no município de Angra dos Reis, litoral sul do estado do Rio de Janeiro.

    Em oito anos, o coral mole aumentou sua área de distribuição, dispersou para uma ilha próxima que fica dentro de uma unidade de conservação e, em alguns pontos, já é considerada a espécie mais abundante, ocupando um lugar em que antes viviam espécies nativas como o coral babão Palythoa caribaeorum e a alga Sargassum, um alimento importante para tartarugas marinhas.

    O fato é que a introdução de espécies marinhas no Brasil segue um crescimento exponencial. Nosso país se tornou um importante doador e receptor de espécies marinhas, mas ainda carece de mecanismos regulatórios eficientes.

    As leis ainda são superficiais e as ações de enfrentamento são caras e esparsas. Ainda que a pesquisa avance e importantes conquistas tenham sido alcançadas, como a Plataforma Brasileira de Bioinvasão e a Estratégia Nacional para Espécies Exóticas Invasoras, o caminho é longo para alavancar o progresso na área.

    Além de um alerta, chamamos a atenção para que mais estratégias sejam adotadas no manejo de espécies exóticas marinhas no Brasil. Precisamos de um engajamento dos estados e municípios com o governo federal para que haja ações integradas, com maior alcance e eficiência.

    É fundamental também a união de todos os setores da sociedade e, para isso, a sensibilização de todos sobre a importância da temática é crucial. Sobretudo, necessitamos de recursos financeiros, pessoal qualificado e infraestrutura adequada para implementar medidas de prevenção, detecção precoce aliada à resposta rápida e controle de espécies exóticas em áreas costeiras e marinhas.

    Assim, como na saúde, quando se trata de espécies invasoras, prevenir é sempre melhor (e muito mais barato) do que remediar.