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  • Prato que se come "quente": catador é preso após incendiar carro errado por vingança

    Prato que se come "quente": catador é preso após incendiar carro errado por vingança

    Divulgação/ Polícia Civil de São Paulo
    Imagem colorida de carro incendiado por engano em vingança. Metrópoles

    Um catador de material reciclável, de 20 anos, foi preso, na madrugada desta sexta-feira (6/2), suspeito de incendiar um carro no bairro de Jardim Jequitibás, em Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

    Segundo o boletim de ocorrência (BO), o suspeito buscava queimar o carro de um desconhecido que teria o agredido com tapas no rosto, mas incendiou o veículo errado, pertencente a uma mulher sem qualquer relação com a história.

    Ainda de acordo com o registro policial, o catador estava com em companhia de adolescente, de 16 anos. Após serem agredidos, os dois chamaram um transporte por aplicativo e passaram a seguir o carro do suposto agressor. Durante o trajeto, os dois pararam em um posto de combustível para comprar um galão e abastecer com gasolina. Ao chegar no Jardim Jequitibás, eles perderam contato visual com o veículo alvo.

    Neste momento, a dupla viu um automóvel parecido com o que estava sendo seguido e presumiram, de forma equivocada, que pertencia ao agressor. Eles então derramaram combustível no veículo e atearam fogo.

    A dona do carro contou à polícia que estava dormindo com seu bebê, quando foi acordada pelos gritos dos vizinhos. Ao sair da casa, viu o veículo em chamas. Ela ainda afirmou que não tinha qualquer relação ou desavença com os suspeitos e que o ocorrido se tratava de um “erro grosseiro”.


    Carro carbonizado e adolescente ferido


    O suspeito tem uma extensa ficha criminal, com passagens pela polícia pelos crimes de furto, furto qualificado, receptação, lesão corporal, porte de drogas, tráfico de drogas e corrupção de menores. Ele já havia sido preso em flagrante em três ocasiões diferentes e solto mediante alvará de soltura em todas elas.

    O caso foi registrado como incêndio e corrupção de menor e está sendo investigado pela Delegacia Seccional de Presidente Prudente.

  • Fóssil de dinossauro minúsculo pode dar novas pistas sobre evolução

    Fóssil de dinossauro minúsculo pode dar novas pistas sobre evolução

    Martina Charnell/ Reprodução X
    Ilustração de dinossauro foskeia pelendonum - Metrópoles

    Fósseis encontrados na Espanha podem fornecer novas pistas sobre como os dinossauros evoluíram, segundo um estudo publicado neste domingo (01/02) no jornal científico Papers in Paleontology.

    O pesquisador Fidel Torcida Fernandez-Baldor, do Museu de Dinossauros de Salas de los Infantes, no norte da Espanha, descobriu os fósseis, que juntos representam pelo menos cinco dinossauros individuais de uma espécie até então desconhecida: o Foskeia pelendonum. O museu se concentra em fósseis do período Cretáceo.

    “Desde o início, sabíamos que esses ossos eram excepcionais devido ao seu tamanho diminuto. É igualmente impressionante como o estudo deste animal derruba ideias globais sobre a evolução dos dinossauros ornitópodes”, disse Fernandez-Baldor em nota à imprensa divulgada pela Universidade Vrije de Bruxelas, que contribuiu para o estudo.

    Os ornitópodes herbívoros são um dos sete principais grupos de dinossauros. O nome ornitópode significa “pé de pássaro”, já que esses dinossauros se locomoviam sobre duas patas. O Iguanodon, que chegava a medir até nove metros de comprimento, é uma das mais populares espécies de ornitópode.

    Fósseis do recém-descoberto Foskeia pelendonum mostram que o dinossauro media pouco mais de meio metro de comprimento. O nome Foskeia, em grego, do qual muitos nomes de dinossauros derivam, significa algo próximo a “de forragem leve”, de acordo com a Universidade Livre de Edimburgo.

    “Este não é um ‘mini Iguanodon’, é algo fundamentalmente diferente […] sua anatomia é peculiar, precisamente da maneira que permite reescrever árvores evolutivas”, disse a coautora do estudo Penelope Cruzado-Caballero, da Universidade de La Laguna, na Espanha.

    Por que esse dinossauro é diferente?

    A equipe de paleontólogos que assina o estudo se diz fascinados pela complexidade do minúsculo crânio do Foskeia.

    Marcos Becerra, da Universidade Nacional de Córdoba, observou que “a miniaturização não implica simplicidade evolutiva; este crânio é peculiar e hiperderivado”, segundo consta no comunicado de imprensa.

    Já Thierry Tortosa, da Reserva Natural Sainte Victoire, na França, afirmou que o dinossauro “ajuda a preencher uma lacuna de 70 milhões de anos; uma pequena chave que destranca um vasto capítulo perdido”.

    Paul-Emile Dieudonné, da Universidade Nacional de Rio Negro, na Argentina, que liderou o estudo, escreveu que o “tamanho extremamente pequeno” do Foskeia era notável. “Ele, no entanto, preserva um crânio altamente derivado [ou seja, com características não presentes em seus ancestrais mais antigos], com inovações anatômicas inesperadas”.

    “Esses fósseis provam que a evolução experimentou de forma tão radical em tamanhos corporais pequenos quanto em tamanhos grandes. O futuro da pesquisa sobre dinossauros dependerá da atenção dada ao humilde, ao fragmentário, ao pequeno”, concluiu Dieudonné.

  • Irmã de Neymar posta foto do jogador usando camisa do Palmeiras; veja

    Irmã de Neymar posta foto do jogador usando camisa do Palmeiras; veja

    A imagem, postada pela irmã Rafaella nos stories para parabenizar o irmão pelo aniversário de 34 anos, comemorado em 5 de fevereiro

  • Família relembra trajetória de Osmar Girard fundador da Drogaria Universitário

    Família relembra trajetória de Osmar Girard fundador da Drogaria Universitário

    O comerciante e farmacêutico Osmar Girardi faleceu após complicações de saúde, deixando uma trajetória marcada por trabalho, solidariedade e amor ao bairro Universitário. Chegado ao Acre em 1983, ele fundou a Drogaria Universitário em 1988 e construiu uma relação de confiança com a comunidade, atendendo a todos com respeito e generosidade. Segundo o filho Lucas […]

  • Clientes lamentam morte de Osmar e destacam legado de solidariedade na comunidade

    Clientes lamentam morte de Osmar e destacam legado de solidariedade na comunidade

    Drogaria Universitária. Em depoimentos emocionados, os clientes Cláudio Dias e Ivanete Vittale lembraram do carinho e da dedicação com que eram atendidos por ele ao longo de décadas. Cláudio, cliente há 38 anos, afirmou que o farmacêutico era “como um irmão” e que sua ausência será sentida por toda a comunidade, onde era visto quase […]

  • Após ação de Dino, Haddad volta a defender teto de verba indenizatória

    Após ação de Dino, Haddad volta a defender teto de verba indenizatória

    BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
    Imagem colorida, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, concede entrevista ao Acorda Metrópoles- Metrópoles

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a defender nesta sexta-feira (6/2) a existência de uma lei que estabeleça um teto para as verbas indenizatórias no serviço público, os chamados penduricalhos.

    Segundo Haddad, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, de suspender os penduricalhos foi acertada.

    “A verba indenizatória é um ressarcimento, mas perdeu-se um pouco esse conceito ao longo dos anos”, disse. 

    O ministro disse que “não é razoável” o o número de auxílios chegar a mais de 30. Haddad apontou, ainda, que sempre defendeu que houvesse um teto para esse tipo de indenização.

    O Ministério da Fazenda chegou a enviar ao Congresso um projeto de lei que trata sobre os supersalários. O texto, no entanto, nunca avançou.

    Para o ministro, o Congresso precisa enfrentar a situação dos penduricalhos. Ele citou a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) da Reforma Administrativa, que foi apresentada pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), mas não caminhou.

    De acordo com ele, existe um desejo da sociedade por “uma reforma administrativa que colocasse o dedo nessa ferida”.

    Haddad está de férias do cargo de ministro e falou após um painel em evento do PT em Salvador.

    Questionado sobre a aprovação do projeto que amplia os salários de funcionários do Legislativo, ele disse que defende que a legislação fiscal aprovada pelo Congresso deve ser fortalecida.

    “Defendemos que as regras fiscais sejam observadas pelos três Poderes. Tudo que conduzir para observância dessas regras vai ser menor para a sociedade como um todo”, avaliou.

  • BBB: Jonas pode processar a Casa Civil após polêmica? Advogado explica

    BBB: Jonas pode processar a Casa Civil após polêmica? Advogado explica

    Globo/Manoella Mello
    Imagem colorida de Jonas Sulzbach para o BBB 26 - Metrópoles

    Uma publicação do perfil oficial da Casa Civil no Instagram viralizou ao aproveitar uma discussão do BBB 26 para fazer uma propaganda. No post, o órgão associa a expressão à isenção do Imposto de Renda usando Jonas Sulzbach como playboy e Babu Santana como trabalhador.

    O advogado Daniel Romano explica por que não pegou bem para a Casa Civil o post, que logo foi apagado. “Nos dias atuais, rotular um branco, loiro como playboy e de outro lado, um negro, proveniente de uma parcela menos favorecida, traz indícios de racismo e diferenciação de classe social”, disse ele à coluna Fábia Oliveira.

    E seguiu “Hoje, temos inúmeros negros bem-sucedidos e loiros nem tanto, e o fato de ser ou não trabalhador, não desabona nem um, nem outro”.

    O Governo pode ser punido pela postagem, segundo Daniel. “Primeiro, temos que analisar os prejuízos que a imagem de um e de outro sofreram. A internet não é uma terra sem lei, e cada publicação, ainda que use imagens de pessoas públicas, não pode diminuir ninguém, especialmente um órgão governamental”, falou.

    Segundo o advogado, Jonas, inclusive, pode processar a Casa Civil.

    “Caso entenda que a sua imagem pode ser prejudicada por conta da publicação, já que o rotula como um simples playboy, como se não trabalhasse, pode afetar seus contratos de publicidade e até engajamento em redes sociais”, concluiu.

  • Caso Epstein: buscas miram político inglês casado com brasileiro

    Caso Epstein: buscas miram político inglês casado com brasileiro

    Cindy Ord/WireImage/Getty Images
    Peter Mandelson

    A polícia metropolitana de Londres cumpre mandados de busca e apreensão em endereços relacionados a Peter Mandelson (foto em destaque) nesta sexta-feira (6/2). O político é um dos citados nas investigações relacionadas a Jeffrey Epstein.

    De acordo com informações da BBC News, Mandelson virou alvo de uma investigação no Reino Unido que apura suposta má conduta pública do político. Ele é suspeito de possível uso e divulgação de informações políticas e econômicas sensíveis.

    Ainda segundo o jornal inglês, as investigações estão em andamento, e não houve pedido de prisão contra o político.

    Peter Mandelson é casado com o brasileiro Reinaldo Ávila da Silva e, até o  ano passado, era embaixador do Reino Unido em Washington, mas foi demitido do cargo devido ao envolvimento com Epstein.

    Relação de Mandelson com Epstein

    Jeffrey Epstein era um bilionário financista norte-americano com conexões em altos círculos políticos, financeiros e artísticos. Ele foi acusado de abusar sexualmente de centenas de meninas menores de 18 anos entre os anos 1990 e 2000.

    Epstein chegou a ser preso duas vezes, em 2008 e em 2019. Após a segunda prisão, ele foi encontrado morto. O óbito, oficialmente, foi tratado como suicídio, mas ainda gera teorias da conspiração. Desde que arquivos sobre a prisão foram revelados, nomes de políticos e figuras públicas têm sido relacionados aos casos de abuso sexual e exploração sexual infantil.

    Peter Mandelson é uma das pessoas citadas em arquivos de Epstein, que o magnata considerava um amigo e tinha o hábito de trocar e-mails. Mandelson manteve contato com Epstein, mesmo após a condenação. As mensagens trocadas entre os dois foram divulgadas e revelaram o grau de proximidade entre os dois.

    “Os e-mails mostram que a profundidade e a extensão do relacionamento de Peter Mandelson com Jeffrey Epstein são materialmente diferentes daquelas conhecidas na época de sua nomeação”, chegou a informar o Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido.

    Nova foto de Bill Gates e Jeffrey Epstein
    Nova foto de Bill Gates e Jeffrey Epstein
  • Nível do Rio Acre segue abaixo da cota de alerta na capital: 11,65 metros

    Nível do Rio Acre segue abaixo da cota de alerta na capital: 11,65 metros

    O boletim da Defesa Civil de Rio Branco desta sexta-feira (06) aponta que o nível do Rio Acre às 12h chegou a 11,65 metros, mantendo a tendência de queda registrada desde a madrugada. Segundo o levantamento, às 05h17 o rio marcava 11,95 metros, e às 09h havia caído para 11,78 metros. Apesar das chuvas previstas […]

  • Desenho de orixá: 1º PM que invadiu escola depõe após cobranças de delegado

    Desenho de orixá: 1º PM que invadiu escola depõe após cobranças de delegado

    Material cedido ao Metrópoles
    desenho orixá pm apura ação agentes armados escola sp

    Quase três meses após policiais militares (PMs) invadirem uma escola impulsionados por um desenho infantil de uma orixá, em 12 de novembro do ano passado, o primeiro agente envolvido na ação prestou depoimento. A oitiva ocorreu após cobrança reiterada do delegado que investiga o caso, que foi revelado pelo Metrópoles.

    Naquela data, , acionou a corporação após saber que a filha havia desenhado a orixá Iansã, divindade de religiões de matriz africana, em uma atividade escolar.

    O episódio ocorreu na Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Antônio Bento, no bairro Caxingui, na zona oeste de São Paulo, e repercutiu em todo o Brasil. Após as partes registrarem boletim de ocorrência, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil.

    Delegado cobrou oitiva “reiteradamente”

    O primeiro policial a depor sobre o caso compareceu ao 34º Distrito Policial (DP), da Vila Sônia, após reiteradas cobranças. O Metrópoles teve acesso a um e-mail enviado pelo delegado Saulo Ramos Furquim, responsável pela investigação, ao delegado titular da unidade, Marcus Vinicius da Silva Reis.

    Na comunicação, enviada no fim da tarde de terça-feira (3/2), Furquim informou que o inquérito policial está “em fase avançada de apuração”. A polícia havia ouvido, até aquele momento, profissionais da escola, representantes da Diretoria de Ensino e “demais responsáveis institucionais”, como o pai da aluna. Faltava, no entanto, o depoimento dos PMs envolvidos na ação.

    “Como diligência remanescente, subsiste apenas o cumprimento de ofícios expedidos à Polícia Militar, com o objetivo de colher a oitiva dos policiais militares envolvidos, providência esta que vem sendo reiteradamente cobrada por esta Autoridade Policial, sem atendimento até o presente momento”, diz trecho da mensagem.

    O Metrópoles questionou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre a oitiva dos agentes no dia seguinte, quarta-feira (4/2). A resposta veio apenas no final dessa quinta (5/2).

    Em nota, a pasta afirmou que “um dos policiais envolvidos no caso foi ouvido nesta semana e os demais serão ouvidos nos próximos dias”. A reportagem apurou que o depoimento do primeiro PM, não identificado, é bastante recente.

    Ainda de acordo com a SSP, a investigação segue em andamento pelo 34º DP para esclarecimento dos fatos.

    A troca de e-mails ocorreu após parlamentares do PSol acionarem o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), pedindo acompanhamento e sugerindo a federalização do caso.

    O grupo, formado pela deputada federal Luciene Cavalcante, o deputado estadual Carlos Giannazi e o vereador Celso Giannazi, destacou que “a comunidade escolar foi submetida a uma situação de grave intimidação, preconceito religioso e violência simbólica contra crianças e profissionais da educação”.

    O Ministério, então, questionou a autoridade policial sobre o andamento das investigações, que respondeu mencionando a ausência dos depoimentos dos PMs.

    O delegado Furquim se posiciona contra a federalização das investigações. 

    Ele argumenta que o inquérito conta com aproximadamente 300 páginas, diligências e oitivas já realizadas, além de um inquérito paralelo movido pelo Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi), do Ministério Público de São Paulo (MPSP).

    Segundo ele, um ofício foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Militar para apuração dos fatos na esfera administrativo-disciplinar.

    Furquim aponta que “a investigação está em curso regular, avançado e amplamente documentada”; que “as diligências essenciais já foram substancialmente concluídas”; que “há atuação concomitante da Polícia Civil, do Ministério Público e da Corregedoria da Polícia Militar”; e que “inexiste qualquer elemento objetivo que indique incapacidade, omissão ou falta de vontade institucional do Estado de São Paulo em apurar os fatos”.

    “Diante disso, não se vislumbra fundamento jurídico ou fático para a instauração de Incidente de Deslocamento de Competência (IDC), revelando-se a medida desnecessária e incompatível com o estágio atual do inquérito policial”, afirmou o delegado.

    Pai aciona PM após filha desenhar orixá em atividade escolar

    O pai de uma aluna durante uma atividade escolar. O episódio aconteceu em 12 de novembro do ano passado.

    A direção havia convidado o pai para uma reunião do Conselho da escola no mesmo dia, mas ele não compareceu e decidiu chamar a PM. Quatro policiais foram à unidade e permaneceram por cerca de uma hora lá. Testemunhas afirmam que a abordagem foi hostil e assustou funcionários e famílias. A supervisora de ensino também acompanhou o caso.

    A escola explicou aos agentes que a atividade está prevista nas leis 10.639/03 e 11.645/08, que tornam obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena. As crianças ouviram uma história e fizeram um desenho, sem caráter religioso.

    Em nota à época, a SSP afirmou que os policiais conversaram com ambas as partes e orientaram o registro de boletim de ocorrência. A SSP justificou o uso do armamento, incluindo metralhadora, dizendo que faz parte do EPI dos agentes. A Prefeitura de São Paulo confirmou que o trabalho integra o currículo antirracista da rede municipal.