A vazante do rio Acre em Rio Branco abriu um cenário de alívio após dias de transbordamento, mas a Defesa Civil Municipal alerta que a descida rápida do nível pode trazer novos riscos para a capital. Em entrevista ao ac24horas Play, na manhã desta quinta-feira (5), o tenente-coronel Cláudio Falcão, coordenador municipal da Defesa Civil, […]
Categoria: Teste
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Vazante acelerada do Rio Acre ameaça erosões e desmoronamentos
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Vacinação contra cólera é retomada no mundo após OMS receber doses
Sergii Iaremenko/Science Photo Library/Getty Images
A vacinação preventiva contra a cólera volta a ser ampliada no mundo após mais de três anos de restrições provocadas pela escassez de doses.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aumento recente na produção global permitiu retomar campanhas voltadas à prevenção da doença, estratégia considerada fundamental para reduzir surtos e mortes.
O primeiro país a retomar esse tipo de vacinação foi Moçambique, que enfrenta um cenário delicado após inundações que afetaram centenas de milhares de pessoas. A destruição de sistemas de água e saneamento elevou o risco de doenças transmitidas pela água, incluindo a cólera.
“A escassez global de vacinas nos forçou a reagir aos surtos em vez de preveni-los. Agora estamos em posição mais forte para quebrar esse ciclo”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em comunicado.
O que é a cólera
Um lote inicial de 20 milhões de doses começou a ser distribuído para campanhas de prevenção. Parte das vacinas já foi enviada a Moçambique e à República Democrática do Congo, enquanto Bangladesh também deve receber doses em breve.
A distribuição é financiada pela aliança internacional Gavi e operacionalizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
O fornecimento anual da vacina oral contra a cólera praticamente dobrou nos últimos anos, passando de cerca de 35 milhões de doses em 2022 para quase 70 milhões em 2025. Esse aumento foi resultado da ampliação da produção e da colaboração entre fabricantes, organizações internacionais e governos.
Mesmo com a melhora na oferta, a estratégia de dose única ainda deve ser mantida em situações de surto, já que garante proteção mais rápida e permite vacinar mais pessoas. Duas doses podem ser usadas quando houver disponibilidade maior e necessidade de proteção prolongada.
Desafios para conter a doença
Especialistas destacam que a vacinação ajuda a controlar surtos e proteger populações vulneráveis, mas não resolve o problema sozinha. Investimentos em saneamento, acesso à água segura, vigilância epidemiológica e tratamento rápido continuam sendo considerados essenciais para reduzir a transmissão e evitar novas crises sanitárias.
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Lousa escolar da Era Vitoriana é encontrada com anotações de alunos
Arqueólogos britânicos encontraram lousa escolar, bolinhas de gude, restos de uma capela e moradias em Londres
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O que tem para fazer em Brasília? Confira programação de 5 a 10/2
Para te ajudar a escolher o que fazer nos próximos dias em Brasília, confira a agenda de atividades preparada pelo Metrópoles
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Governador diz que confia na Justiça, mas lamenta tentativas de perseguição
O governador Gladson Cameli se manifestou nesta quinta-feira, 5, sobre a operação da Polícia Federal que investiga denúncia sobre processo de avaliação do chefe do executivo para obtenção de registro de piloto em uma escola de aviação local. Cameli afirmou que tratou a ação com tranquilidade e transparência. “Prestei todas as informações solicitadas. Os policiais […] -

Debate sobre marco da IA destaca equilíbrio regulatório e governança
05/02/2026 12:14, atualizado 05/02/2026 12:14
metropoles.com O Brasil entra em uma fase decisiva para definir como a inteligência artificial será desenvolvida e utilizada no país. Com o avanço do Projeto de Lei nº 2.338 na Câmara dos Deputados, que cria o marco regulatório da IA, o Metrópoles, em parceria com a OpenAI, promoveu na quarta-feira (4/2) o primeiro encontro do ciclo “Para onde vai a regulação da IA?”, iniciativa que terá novos debates nas próximas semanas.
Um dos convidados do debate, o relator da proposta na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), defendeu o equilíbrio regulatório e destacou que o principal desafio é acompanhar a velocidade das transformações tecnológicas sem perder de vista a proteção das pessoas. “Vivemos num mundo de tecnologia que avança muito rapidamente, em velocidade vertiginosa. Vários países estão revisitando aquilo que fizeram, alguns inclusive mudando posições”, afirmou.
Segundo o parlamentar, a preocupação do Congresso é evitar regulações excessivamente restritivas que acabem comprometendo a competitividade do país. “Nós não queremos, por exemplo, fazer o que alguns países fizeram. Depois se arrependeram de ter avançado rapidamente achando que estavam no caminho certo e tiveram de fazer ajustes, inclusive com penalizações”, disse, ao citar casos em que o excesso de controle resultou em perda de inovação e geração de riqueza. Ele afirmou que prefere discutir mais uma semana a apresentar o texto de forma apressada.
A experiência da União Europeia, utilizada como referência na construção da legislação brasileira, foi destacada pelo diretor executivo do Instituto Tecnologia e Sociedade (ITS), Fabro Steibel. “A União Europeia pesou a mão em pequenas e microempresas e precisou corrigir a rota.” Para Steibel, a rigidez excessiva pode inviabilizar startups, justamente onde a inovação tende a surgir com mais força. Ele defendeu mecanismos como moratórias temporárias e regras diferenciadas para pequenas e médias empresas, de modo a estimular a transferência de conhecimento da universidade para o mercado. “A regra tem que ser boa para todos, mas não necessariamente a mesma regra para todos”, resumiu.
O assessor especial do Ministério da Fazenda, Igor Marchesini, afirmou que o texto deve ser uma surpresa positiva para todos os setores e que uma regulação clara e flexível reduz o medo do desconhecido e cria segurança para o desenvolvimento de novos projetos.
“Existe o medo de não saber o que está por vir, mas uma regulação flexível dá coragem para investidores, empreendedores e pesquisadores seguirem tocando seus projetos. A questão central é previsibilidade e segurança jurídica. O combinado não sai caro.”
Governança, fundo para direitos autorais e classificação de risco
O deputado Aguinaldo Ribeiro destacou que o coração do projeto está na governança, capaz de se adaptar à evolução tecnológica sem engessar a lei. Ele disse que existe a ideia de criar um fundo ligado aos direitos autorais e ao acesso a bases usadas no treinamento de IA, embora o desenho ainda não esteja fechado. O objetivo seria estabelecer uma “receita” associada ao acesso a esse banco de dados, com critérios de remuneração previsíveis.
“Nós já temos uma legislação de direitos autorais no país. Ela existe. Agora precisamos ver como adequar essa legislação.”
O parlamentar lembrou que ainda não há soluções definitivas no mundo e que “dados de qualidade custam dinheiro”. Para ele, uma lei engessada faria o Brasil perder velocidade em um campo que muda rapidamente, enquanto a governança permitiria ajustar critérios, proteger direitos fundamentais e, ao mesmo tempo, preservar o ambiente de investimentos.
“O caminho é o bom senso: diálogo com sociedade, governo e Parlamento para encontrar um equilíbrio que preserve a cultura, proteja o cidadão e permita que o Brasil não fique para trás.”

O deputado Aguinaldo Ribeiro, relator do PL 2338, que institui o marco regulatório da inteligência artificial no Brasil na Câmara dos Deputados Fabro Steibel aprofundou o argumento técnico ao afirmar que a regulação precisa reconhecer que nem todo dado é obra autoral e que simplesmente acumular grandes volumes de informação não garante uma IA melhor — o diferencial está em dados organizados e em novos arranjos tecnológicos, como agentes autônomos e sistemas que treinam outros sistemas. Para ele, esse cenário exige um modelo flexível, baseado em governança multissetorial, capaz de diferenciar o que já é conhecido do que ainda está em transformação.
O relator adiantou que o projeto caminha nessa direção: em vez de listas rígidas de aplicações “de alto risco”, a proposta aposta em uma governança permanente, com participação social e capacidade de reclassificar usos ao longo do tempo.

“Se queremos ter startups e médias empresas, que é onde a inovação acontece, precisamos favorecê-las. Se queremos levar o que está na universidade para dentro do mercado — essa tríplice hélice, como a gente chama —, precisamos desses incentivos”, disse o diretor-executivo do Instituto Tecnologia e Sociedade, Fabro Steibel (à direita) Steibel alertou para o risco de uma classificação ampla demais de aplicações como “alto risco”. “Na primeira análise da União Europeia, 10% da IA era alto risco. Depois virou 18%. Na nossa análise, deu 35%, um terço do mercado. É sobre essa precisão de separar o joio do trigo que a gente precisa avançar.” Ele também destacou que o custo de conformidade pode consumir parte relevante do investimento inicial de startups e empresas inovadoras, reduzindo o número de novos projetos.
O Brasil como produtor — e não apenas consumidor — de IA
Representando o Ministério da Fazenda, Igor Marchesini afirmou que o Brasil reúne condições concretas para deixar de ser apenas consumidor de inteligência artificial e passar a ocupar uma posição mais ativa na produção da tecnologia. Ao detalhar o cenário brasileiro, chamou atenção para o alto nível de digitalização do setor público.
“O Brasil é um dos países com maior nível de digitalização do governo do planeta. Saúde, educação e segurança pública são setores em que o Estado é um grande comprador. A IA precisa dessas oportunidades.”
Compras públicas como política industrial
Marchesini comentou a proposta de ampliar o uso das compras públicas como instrumento de política industrial. “Uma das sugestões que o governo mandou para o Parlamento foi justamente um programa de compras públicas, replicando o sucesso que a gente teve na área da saúde.” Ele defendeu que o Estado tenha papel central nesse processo: organizar o ecossistema, dialogar com o Parlamento e criar um ambiente de previsibilidade para quem empreende, investe e pesquisa.

Ao centro, representando o Ministério da Fazenda, o assessor especial Igor Marchesini O Brasil em cinco anos
Ao encerrar o debate, os participantes projetaram o futuro da inteligência artificial no país. Para Aguinaldo Ribeiro, o objetivo é colocar o Brasil “na ponta”, transformando talento, dados e consumo estatal em fomento e infraestrutura. Igor Marchesini destacou o potencial da IA como ferramenta para reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida. Já Fabro Steibel reforçou a necessidade de construir um caminho próprio: “Não precisamos copiar Europa, China ou Estados Unidos. Precisamos fazer algo com a nossa cara.”
Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra a importância da IA para o brasileiro
Antes mesmo de o Congresso Nacional definir as regras da inteligência artificial no Brasil, a tecnologia já faz parte da rotina de quase oito em cada 10 brasileiros.
Dados do Instituto Locomotiva mostram que 78% da população afirmam que a IA já integra o cotidiano; 80% acreditam que saber usar a tecnologia amplia oportunidades no mercado de trabalho; e 75% confiam no uso da inteligência artificial para melhorar os serviços públicos, inclusive no atendimento à população.
Talk: Como criar uma IA brasileira. Assista ao vídeo completo:
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Polícia Penal do DF inicia curso de formação de 172 agentes
Reprodução
A Polícia Penal do Distrito Federal (PPDF) realizou, nesta quinta-feira (5/2), a abertura do curso de formação de 172 novos agentes nomeados.
A cerimônia aconteceu no Auditório do Complexo da Polícia Civil(PCDF) e contou com a presença do governador Ibaneis Rocha (MDB) e a vice-governadora Celina Leão (PP).
O governador destacou o progresso na segurança pública do Distrito Federal e enfatizou o aumento no número de policiais penais nomeados – 1.333 desde 2019, comparado a 314 anteriormente, segundo ele.
“Com a reestruturação, a gente termina com essa história de que a categoria dos policiais penais é tida como uma subcategoria. Passam a ter condições de trabalho cada vez melhores”, disse Ibaneis.
“Eu tive a oportunidade de encaminhar, já por duas vezes, o pedido de inclusão dos policiais penais no Fundo Constitucional. Isso tudo é em favor da nossa sociedade, da nossa população”, disse.
Os novos agentes foram nomeados por Ibaneis em decreto de 30 de dezembro.
Segundo a Seape, antes da nova nomeação, foram chamados 625 novos policiais penais aprovados no último concurso público para a carreira.
O governador mencionou, ainda, o esforço em contratações de policiais militares e civis, reajustes salariais e o sucesso em combater o crime organizado.
“Fizemos em todas as áreas o maior número de contratações de policiais da história do Distrito Federal e conseguimos, junto com o trabalho das categorias, dar um reajuste digno para que esses policiais possam ter realmente tranquilidade para trabalhar”, disse.
“E é exatamente o resultado disso que o crime organizado ele não consegue se criar na nossa capital”, acrescentou o governador.
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Saiba porque STJ decidiu não afastar Buzzi, acusado de assédio sexual
Divulgação/ STJ
O Pleno do Superior Tribunal de Justiça (STJ) fez reunião extraordinária para tratar da situação do ministro Marco Buzzi, acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos. O clima do encontro foi tenso e diversas possibilidades foram debatidas. Entre elas, foi cogitado o afastamento de Buzzi enquanto o caso é apurado, tanto no STJ, quanto no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). O nome do ministro envolvido no caso foi revelado pelo Metrópoles.
As falas entre os participantes do encontro eram de que se Buzzi participasse da sessão de julgamentos desta quinta-feira (5/2) poderia gerar uma situação “constrangedora”. O possível afastamento, no entanto, não se concretizou porque Buzzi afirmou que apresentaria um atestado médico para afastamento por questões de saúde, o que não havia ocorrido até 12h desta quinta-feira. As sessões de julgamentos do STJ ocorrem às 14h.
Houve amplo debate sobre as medidas que poderiam ser tomadas. Optou-se pela investigação interna do STJ, com uma comissão de apuração formada somente por ministros com mais tempo de casa do que Buzzi. Assim, foram escolhidos: Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira.
Durante a sessão, os ministros do STJ lembraram que a Corte já teve que lidar com situação semelhante ao caso. Foi lembrado o caso de denúncia de assédio contra o então ministro Paulo Medina. Em 2003, Glória Maria Guimarães de Pádua Ribeiro Portella o acusou do crime de assédio sexual.
O STJ investigou, o caso foi para o STF, mas o ministro permaneceu no cargo até 2010. Medina morreu em 2021, aos 79 anos.
Acusação
A jovem de 18 anos que acusa Buzzi de assédio sexual é ouvida pelo CNJ nesta quinta. Conforme mostrou a coluna Grande Angular nessa quarta-feira (4/2), o ministro Marco Buzzi é alvo de grave acusação de assédio sexual contra a jovem, que passou as férias de janeiro hospedada na casa do magistrado, em Balneário Camboriú (SC).
A moça é filha de um casal de amigos do ministro. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou, por três vezes, agarrá-la.
Ela conseguiu se desvencilhar, correu para a praia e contou aos pais o ocorrido. Estupefato, o casal de amigos deixou o local e seguiu para São Paulo, onde registrou boletim de ocorrência sobre o caso em uma delegacia de polícia.
Em nota, o ministro Marco Buzzi disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.
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PF cumpre mandado de busca e apreensão na casa de Gladson
Agentes da Polícia Federal estiveram nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 5, cumprindo mandados de busca e apreensão na casa do governador do Acre, Gladson Cameli. A ação ocorreu no Condomínio Recanto Verde, em Rio Branco. O ac24horas apurou que a operação foi autorizada pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Isabel […] -

Tarauacá: Ifac abre 25 vagas para alunos de especialização
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac), Campus Tarauacá, abriu inscrições para o preenchimento de vagas destinadas a alunos especiais em componentes curriculares isolados do Curso de Especialização em Educação Profissional, Científica e Tecnológica (EPCT), com ingresso no primeiro semestre letivo de 2026. As inscrições são presenciais e ocorrem nos dias […]